Novembro Azul: palestras e atendimento médico gratuito para trabalhadores da construção

Benefício gratuito está disponível para todos que fazem parte do setor e trabalham em empresas que apoiam social social do setor Comunicação Seconci-DF O Serviço Social da Indústria da Construção Civil do DF (Seconci-DF) iniciou na sexta-feira, 1º de novembro, a Campanha Novembro Azul – Mês de Prevenção ao Câncer de Próstata nos canteiros de obras do Distrito Federal.  Ao todo, serão realizadas 34 palestras com cerca de 3,5 mil trabalhadores alcançados, percorrendo 16 regiões administrativas do DF e do entorno. Além das palestras nos canteiros de obras, o Seconci-DF disponibiliza atendimento médico gratuito em UROLOGIA para os trabalhadores das empresas parceiras do Serviço Social do setor. De 2023 a até setembro de 2024, 648 trabalhadores foram atendidos pela área, sem nenhum custo. Além das consultas, está disponível também exames como ultrassonografia e PSA que detectam alterações na próstata e ajudam na prevenção à doença e realizou 770 procedimentos desde 2023. O atendimento médico urológico acontece duas vezes por semana na sede do Seconci-DF, localizada no Setor Placa da Mercedes, Conjunto 3, lotes 11, 13 e 15 – Núcleo Bandeirante. “No Seconci, atendemos os trabalhadores a partir de 45 anos e esse benefício está disponível a todos que fazem parte do setor da construção e que estejam contratados por empresas que são nossas parceiras. Nosso objetivo é facilitar o acesso aos exames o mais precoce possível e evitar que a doença se alastre e se torne irreversível”, explica o gerente médico do Seconci-DF, Maurício Nieto. Para o médico urologista da instituição, José Ribamar Machado Filho, o tratamento preventivo é fundamental para a saúde do homem. “O câncer de próstata é o que mais mata homens no mundo inteiro, seguido pelo câncer de pele. O exame deve ser preventivo para que o tratamento seja feito precoce para a cura do tumor. Quando o paciente chega para o médico em fase avançada, o tratamento é paliativo e, por isso, a importância da prevenção”, conta Machado. ATENDIMENTO MÉDICO GRATUITO A especialidade médica urológica está disponível para todos os trabalhadores contratados e atuantes em empresas parceiras ao Seconci-DF. Para usufruir do benefício, basta que o trabalhador procure o RH ou a área de segurança do trabalho da empresa e solicite o agendamento da consulta no link https://www.seconci-df.org.br/medicina-assistencial/

Outubro Rosa: campanha do Seconci-DF esteve em 28 canteiros de obras

Durante o mês, milhares de trabalhadores receberam orientação sobre tratamento, cuidado e rede de apoio no combate contra o câncer de mama Comunicação Seconci-DF A campanha OUTUBRO ROSA – Mês de Prevenção ao Câncer de Mama do Seconci-DF terminou com 28 palestras realizadas e 2.667 trabalhadores alcançados nos canteiros de obras das empresas parceiras. Para atender a demanda, a área médica da instituição disponibilizou duas técnicas de enfermagem do trabalho que percorreram diversas regiões do Distrito Federal falando sobre prevenção, cuidados e, principalmente, a rede de apoio para pacientes com câncer. Uma das palestrantes, a técnica de enfermagem Elen Cristina, enfrentou um câncer de mama e conta que ter apoio durante o tratamento faz toda a diferença. “Não é fácil receber um diagnóstico de câncer. Foi muito importante ter ao meu lado o apoio do meu esposo. Passar por esse desafio sozinha é muito difícil e ter pessoas que nos ama, nos apoia do nosso lado torna a batalha mais fácil de ser vencida, como eu venci”, conta Elen. Durante as palestras, Elen mostrou um vídeo do seu marido, Adalto Firmino, quem esteve ao seu lado durante o tratamento, como forma de sensibilização para os trabalhadores das empresas parceiras. Em seu depoimento, ele reforça como é importante que a rede de apoio dos pacientes estejam presentes e entendam a importância desse cuidado e atenção. “Caso encontre um desafio desse na sua jornada, não desampare essa pessoa. Ela precisa do seu amor, do seu carinho. Segure na mão dela e diga que ela não está só.”, conta Adalto. Quem também participou da campanha neste ano, foi a técnica de enfermagem do trabalho Ana Paula dos Santos. Ela conta que foi uma experiência nova porque a conscientização não ficou restrita às mulheres, mas os homens também receberam orientações sobre a doença. “Os homens são o maior público da construção civil e a conscientização de ser o apoio direto dessa mulher que possa a vir a desenvolver o câncer da mama, é fundamental. Conseguimos mostrar a eles a importância do apoio, tanto na prevenção, quanto no tratamento”, explicou Ana Paula. As empresas que solicitaram as palestras sobre o tema, elogiaram a iniciativa o trabalho desenvolvido pelo Seconci-DF. “Agradecemos o Seconci-DF por dispor desta ação com uma profissional que é um exemplo de vida para promover tudo que precisamos para orientação e esclarecimento dos trabalhadores”, comentou Gilson Vieire, técnico de segurança do trabalho da Soltec Engenharia. A técnica de segurança do trabalho da JC Peres reforça a importância da campanha dentro das obras. “Assunto importante para abordar entre homens e mulheres. A vida não depende dos médicos, mas da nossa prevenção diária. Continuem nesse propósito de abrir os olhos de quem não tem ou precisa de informação”, disse Carla Moreira. Texto: Sidney Rocha | Registros: Patrícia Braz/Sticombe e Sidney Rocha

Comunicação em SST: Conexão assertiva

Transmitir mensagens claras e simples facilita que a teoria se torne uma prática na SST Reportagem de Marla Cardoso/Revista Proteção Já dizia José Abelardo Barbosa de Medeiros: “quem não se comunica, se trumbica”. O bordão popularizado pelo apresentador Chacrinha, na década de 1980, revela uma verdade: a ausência de comunicação clara e simples pode impedir o entendimento da mensagem e, consequentemente, o aprendizado. É que para chegar ao interlocutor, não basta apenas ouvir a informação. É preciso que ela seja compreendida. E mesmo que estejamos vivendo em plena era da tecnologia da informação, isso não garante assertividade. Pelo contrário, com tantas distrações, basta um clique para nos desconectarmos do que está sendo dito no mundo real. Quando essa máxima é levada para o dia a dia da Saúde e Segurança do Trabalho, os desafios ficam ainda maiores, já que, muitas vezes, o conteúdo a ser comunicado é técnico e o público que precisa ter acesso às informações, diverso. Mesmo desafiador, é essencial que os profissionais de SST percebam como se comunicam com os trabalhadores. Isso porque, de nada adianta uma normatização que atenda às necessidades dos negócios e processos bem desenhados, se eles não forem assimilados e aplicados de maneira adequada. Hoje há muitas ferramentas que podem colaborar para aprimorar essa comunicação, seja nos diálogos diários, em treinamentos, em momentos de feedback ou mesmo em reuniões de trabalho. É preciso buscar conhecimento sobre esses aliados da boa comunicação e, mais do que isso, estar aberto para repensar sobre a forma como se está comunicando. Analisando as teorias da informação, a comunicação parece algo simples. Para que ela aconteça basta uma mensagem, um transmissor, um canal – o meio para transmiti-la -, o receptor e um contexto – conjunto de circunstâncias que condicionam a interpretação daquilo que se quer comunicar. É um processo tão inerente e automático que geralmente não paramos para pensar em sua complexidade. Mas não é tão fácil quanto parece. A psicóloga, mestre em Psicologia e especialista em Aprendizagem em SST, Juliana Bley, diz que a comunicação, no seu sentido mais amplo, tem a ver com trocas, de informação, orientações, conexão entre pessoas e equipes, áreas, entre o topo e base das empresas. “Quando a empresa tem uma estratégia, um posicionamento no mercado, uma agenda de produtividade, tudo se conecta com as condições de trabalho de quem está produzindo, e não só das pessoas da área produtiva, mas também da logística, administrativa, de todo o negócio. Por isso gosto de trabalhar com o conceito de rede”, explica. Esse conceito remete a pensar a empresa como uma rede viva em que vários departamentos se interconectam, onde o topo e a base precisam se conectar, onde o trabalhador próprio e o terceirizado trabalham em alinhamento. “Essa rede está viva, trocando informação, demandando e pedindo apoio. A comunicação é essa rede de conexões que faz com que todos esses elementos possam fluir e essa grande organização empresarial possa funcionar de forma saudável e gerar segurança e saúde para quem está dentro”, afirma. No dia a dia, para que essa junção seja uma prática, parece óbvio, mas é preciso que as mensagens sejam transmitidas com clareza e simplicidade. E isso requer, inicialmente, saber o resultado que pretendemos alcançar com aquilo que estamos comunicando. Dominar muito a informação também não é garantia de uma comunicação assertiva. É preciso que o conteúdo seja inteligível, que o emissor da mensagem saiba ouvir, e que o meio pelo qual a mensagem foi transmitida também colabore para que a informação seja compreendida. Quando falamos em comunicação sobre Saúde e Segurança do Trabalho, esses conceitos merecem ainda mais atenção. Isso porque, para aqueles que não estão habituados com as rotinas de SST, o conteúdo pode soar como muito técnico. PROPÓSITOSe a intenção dos profissionais que trabalham pela cultura preventiva é transformar o que está na normatização em uma prática e, mais do que isso, promover mudanças na cultura de segurança das empresas, é preciso encurtar a distância que, muitas vezes, se estabelece entre quem está transmitindo e aqueles que estão recebendo uma informação de Saúde e Segurança do Trabalho. Uma das profissionais ouvidas pela reportagem que acredita que o papel da comunicação na efetivação da SST é central para transformar normatizações em práticas cotidianas é a especialista em Educação e Ergonomia, mestre em Engenharia de Produção e CEO da empresa Trampolean, Fabiana Raulino. Para ela, a atitude prevencionista não se constroi na obrigação, mas no sentido e no propósito. E essa justamente é uma das máximas da comunicação: compreender aquilo que está sendo dito e que a mensagem tenha fundamento. “A normatização pode ser robusta e os processos bem desenhados, mas sem uma comunicação eficiente, os trabalhadores não irão assimilar nem aplicar as diretrizes de maneira adequada. A comunicação é o meio pelo qual o conhecimento é transferido, internalizado e replicado. Nesse sentido, é preciso ir além da mera transmissão de informações, aplicando princípios da semiótica, que estuda os signos e seus significados dentro de contextos culturais e organizacionais”, explica Fabiana. A comunicação também deve ser adequada ao público-alvo, utilizando símbolos e linguagens que façam sentido para os trabalhadores, respeitando suas diversidades linguísticas e culturais, e empregando canais apropriados (digitais ou presenciais). “A comunicação eficaz é aquela que consegue criar um elo entre a normatização formal e a vivência diária dos trabalhadores”, resume a especialista. Como resultado, na prática, o engenheiro de Segurança do Trabalho e professor, Mário Sobral Jr., afirma que será possível que os trabalhadores compreendam, por exemplo, as normas e regras de SST, entendendo o que é esperado deles no contexto laboral; os riscos envolvidos, reconhecendo os perigos que podem enfrentar no ambiente de trabalho; além de como eles podem contribuir para a segurança, sabendo como suas ações podem prevenir acidentes e doenças ocupacionais.

CBIC eleva projeção de crescimento da Construção Civil para 3,5% em 2024

orém, novo ciclo de taxa de juros e das dificuldades no crédito imobiliário preocupam A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) revisou, nesta segunda-feira (28/10), a projeção de crescimento do setor para 2024, elevando a expectativa de 3% para 3,5%. Os fatores positivos que motivaram essa revisão incluem o aquecimento do mercado de trabalho, o bom desempenho da área imobiliária de padrão econômico e a expectativa de crescimento mais robusto da economia neste ano e início do próximo. “O setor vem em um ciclo virtuoso de crescimento. O saldo de novas vagas geradas continua positivo e os empresários mantém expectativas otimistas para o nível de atividade nos próximos seis meses. Diante desses fatores, é possível que o crescimento supere o inicialmente previsto”, afirma o presidente da CBIC, Renato Correia. No entanto, a CBIC alerta para obstáculos a esse crescimento em função das perspectivas de novos aumentos na taxa de juros, que podem deprimir a intenção de investimentos. Além disso, também é preciso considerar a pressão sobre a disponibilidade de recursos do crédito imobiliário. “Esses fatores podem influenciar o resultado da Construção nos próximos meses e provocar um desempenho abaixo do esperado, mesmo diante dos atuais indicadores positivos. O cenário futuro está marcado por incertezas, o que pode comprometer os resultados no final de 2024 e início de 2025”, alerta Correia. Fatores que impulsionaram a revisão incluem:– Crescimento da economia brasileira acima do projetado inicialmente. As últimas estimativas do Banco Central projetam crescimento de 3,05% para o País.– Resiliência do mercado de trabalho. Nos primeiros oito meses de 2024 o País já gerou mais de 1,7 milhão de novas vagas com carteira assinada– Desempenho positivo do mercado de padrão econômico.– Expectativas positivas dos empresários quanto a novos lançamentos imobiliários, geração de empregos e compra de insumos. A economista da CBIC, Ieda Vasconcelos, ressalta que a CBIC já havia revisado anteriormente a sua projeção de crescimento para 2024. “No final do ano de 2023 estimamos incremento de 2,3% para as atividades do setor. Em julho alteramos para 3% em função dos bons resultados dos primeiros meses do ano. Agora, novamente aumentamos a nossa projeção. Os resultados do segundo trimestre foram mais positivos, o que acabou, então, influenciado a nova projeção”, destaca. “A nova estimativa de 3,5% supera as previsões de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, que está em 3,05%, segundo o relatório Focus, de 18 de outubro, emitido pelo Banco Central”, completa. Os dados foram divulgados pela CBIC durante coletiva de imprensa online, na qual foram apresentados o desempenho econômico do setor no 3º trimestre de 2024 e as perspectivas para o ano, incluindo informações sobre geração de empregos, custo da construção e os principais desafios enfrentados. O evento contou também com a participação do gerente de análise econômica da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Marcelo Azevedo. O levantamento faz parte do projeto ‘Inteligência Setorial Estratégica’, realizado pela CBIC em parceria com o Serviço Social da Indústria (Sesi Nacional). A Sondagem da Indústria da Construção, realizada pela CNI com o apoio da CBIC, mostra que o nível médio de atividade no setor no 3º trimestre de 2024 foi superior ao do mesmo período em 2023 e que a confiança do empresário da construção cresceu. O resultado positivo se deve à melhoria das avaliações deles em relação às condições atuais e às expectativas para o futuro próximo. “Essa alta da confiança se dá muito por conta das expectativas, que estão bastante positivas com relação aos próximos seis meses, enquanto a avaliação das condições atuais, que vinha negativa, passou para um patamar de neutralidade, demonstrando que não houve piora no desempenho das empresas e da economia, na avaliação dos empresários”, afirma Marcelo Azevedo. Clique e confira a íntegra dos Indicadores Econômicos da Construção no 3º Trimestre de 2024Clique e assista à gravação da apresentação dos dados e entrevista coletiva on-line Desafios para o crescimento Após a análise do 3º trimestre, os Indicadores Econômicos Nacionais da CBIC apresentam como principais desafios para o setor:– Carga tributária elevada: a alta carga tributária continua sendo um problema significativo para o setor, especialmente com a expectativa de reformas que podem não atender às necessidades da construção;– Falta de mão de obra qualificada: a escassez de trabalhadores qualificados dificulta o crescimento e a produtividade do setor;– Taxas de juros elevadas: aumento dos juros restringe o acesso ao crédito, impactando o financiamento de projetos e a compra de imóveis;– Disponibilidade de recursos do FGTS e caderneta de poupança: a redução da captação líquida da poupança, devido à alta da taxa Selic, afeta negativamente o financiamento imobiliário;– Custo da construção: os custos de materiais e mão de obra continuam subindo, pressionando as margens de lucro. A análise está em consonância com os dados da Sondagem Indústria da Construção, que também foi divulgada nesta segunda-feira. Demanda de insumos cresce e mercado de trabalho está aquecido Outros indicadores apresentados hoje demonstram o dinamismo do setor nos últimos meses. A produção de materiais de construção cresceu 4,3% entre janeiro e agosto de 2024 em comparação ao ano anterior, e o faturamento da indústria de materiais aumentou 10,3% em setembro. O mercado imobiliário também registrou alta, com crescimento de 5,7% nos lançamentos no primeiro semestre de 2024 e 15,24% nas vendas. Ieda Vasconcelos apontou uma tendência de alta nos custos de construção. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) já subiu 5,48% nos últimos 12 meses encerrados em setembro, enquanto a inflação oficial do País, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), avançou 4,42% no mesmo período. “Ou seja, o custo de construção está acima da inflação do país”, enfatizou Ieda Vasconcelos. Nos últimos 12 meses, o número de trabalhadores formais na Construção Civil cresceu 5,24%, com 2,961 milhões de trabalhadores com carteira assinada em agosto de 2024, o maior número desde 2014. Desde 2021, o setor vem criando mais de 210 mil novos empregos formais entre janeiro e agosto de cada ano. O setor representa 6,27% do total de trabalhadores formais no Brasil, mas responde por mais

25 de outubro: Dia do Engenheiro Civil

Nossos parabéns para todos os engenheiros civis que transformam e revolucionam nossa cidade, nossa sociedade e o mundo! A engenharia civil é responsável por tornar possíveis sonhos, projetos e criar empreendimentos que são dignos de obras de arte. Portanto, o trabalho do Engenheiro Civil é possibilitar que todos esses sonhos e projetos se tornem realidade. Parabéns aos engenheiros civis, em especial, todos os que atuam nas empresas parceiras do Seconci-DF.

Seconci-DF inaugura sala própria para exame de raio-X

Desde quinta-feira, 24 de outubro, todos os exames complementares passaram a ser feitos na sede da instituição Comunicação Seconci-DF O raio-X é um exame complementar que faz parte dos procedimentos obrigatórios, de acordo com a função que o trabalhador exercerá dentro dos canteiros de obras. Nesse sentido, ele é um dos exames que compõe o Atestado de Saúde Ocupacional (ASO) e está disponível às empresas que têm programas ocupacionais com o Seconci-DF. Até então, o raio-X era o único exame feito em clínica parceira. Agora, todos os exames serão feitos na sede da instituição. O presidente do Seconci-DF, Carlos Eugênio de Faria Franco, comemora a aquisição e disponibilidade do novo serviço. “Estamos ampliando o leque de benefícios aos trabalhadores. Agora, a realização desse atendimento fica mais ágil em função da facilidade em atender nosso paciente nas nossas dependências que, até então, precisava se deslocar para realizar o raio-X”, comenta Carlos Eugênio. A sala de raio-X foi feita com recursos do Ministério Público do Trabalho do Distrito Federal e Territórios (MPTDFT), graças a disponibilização de verbas oriundas de Termos de Ajustamento de Conduta (TAC), que reverte multas trabalhistas em ações e serviços que beneficiem trabalhadores. Há algum tempo, o Seconci-DF tem conseguido melhorar o atendimento e aumentado os benefícios aos trabalhadores por meio de TACs, como por exemplo, a criação da Policlínica do Trabalhador, além de equipamentos e novos serviços para medicina e segurança do trabalho. De janeiro a setembro de 2024, a média mensal de exames de raio-X realizados pelos trabalhadores em clínica parceira foi de 335 exames. Atualmente, os exames complementares realizados pelo Seconci-DF alcançam números expressivos com mais de 51 mil procedimentos realizados somente em 2023 (veja lista de procedimentos abaixo). “A ideia central em trazer o raio-X para dentro da nossa instituição foi dar agilidade ao nosso cliente, o trabalhador; como eles fazem uma série de exames complementares conosco, a partir de agora, eles ganham tempo e o processo de atendimento se torna mais rápido, possibilitando que ele faça todos os exames em menos tempo”, explica Nieto. No primeiro dia de atendimento na sede, os trabalhadores que inauguraram a sala de raio-X comentaram sobre a comodidade de realizar o exame no mesmo local onde serão feitos todos os demais. “Fui muito bem atendido e pude realizar o exame de raio-X no próprio Seconci. Isso é bom para gente que trabalha na construção”, conta Caio Henrique Amorim. EXAMES COMPLEMENTARES REALIZADOS PELO SECONCI-DF

Artigo: Aos médicos e dentistas, com carinho!

No mês em que comemora-se o dia do dentista e do médico, além do médico do trabalho, o Seconci-DF se orgulha de fazer parte da promoção da saúde e do sorriso de milhares de pessoas anualmente por meio da sua atuação em medicina e odontologia. Atualmente, o Seconci-DF conta com 19 profissionais cirurgiões-dentistas e 6 médicos da área ocupacional e assistencial para atendimento aos beneficiários que nos chegam por meio das empresas parceiras. Cuidar da saúde com o atendimento médico assistencial ofertando as especialidades de urologia, oftalmologia, clínica médica, além do Programa de Hipertensão e Diabetes (PHD) tem possibilitado que milhares de trabalhadores da construção tenham acesso digno à saúde e aos exames que previnem doenças como câncer de próstata, glaucoma, cegueira, entre outros tantos tipos de doenças que podem e devem ser evitadas. Na odontologias, nosso profissionais cuidam da autoestima e da dignidade dos trabalhadores por meio da assistência e do tratamento correto e adequado aos problemas como cárie, gengivite, entre outros tantos que, com visitas regulares aos profissionais de odontologia podem e devem ser evitados. É, portanto, necessário e plausível reconhecer e aplaudir todos os médicos e dentistas que atuam para promoção da qualidade de vida e da atenção básica à saúde da população. Em nosso caso, agradecemos aos profissionais que atuam na nossa missão de responsabilidade social pelo excelente e digno trabalho feito junto aos trabalhadores da construção civil do Distrito Federal. Nossa obra social, oriunda dos esforços dos sindicatos patronal e laboral, se orgulha de, em 36 anos de atividade no setor da construção civil da capital federal, ter mudado a vida, o sorriso e a saúde de milhares de trabalhadores e trabalhadoras que ajudaram a erguer e fazer com que o Distrito Federal, em toda sua expansão territorial, propiciasse a dignidade dos homens e mulheres que tornaram nossa cidade e região a terceira metrópole do país. Em números, nossas áreas de medicina e odontologia são responsáveis por mais de 2,5 milhões de atendimentos somente dentro do setor da construção em 36 anos de existência e de serviços prestados. A todos os médicos e cirurgiões-dentistas que atuam e atuaram na nossa instituição, deixamos aqui nosso carinho e reconhecimento por terem feito parte desta história de transformação e de bem-estar social para a sociedade como um todo. CARLOS EUGÊNIO DE FARIA FRANCO | Presidente do Seconci-DF

Radar Trabalhista: Justiça do Trabalho entrega estudo com sugestões de atualização de NRs ao Ministério do Trabalho e Emprego

Em 15 de outubro de 2024, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) anunciou a conclusão de um estudo elaborado pelo Grupo de Pesquisa e Extensão “Meio Ambiente do Trabalho” (GPMAT-USP), que propõe atualizações nas Normas Regulamentadoras (NRs) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). A pesquisa foi realizada em parceria entre a Faculdade de Direito da USP, a Justiça do Trabalho, através do Programa Trabalho Seguro (PTS), e o Ministério Público do Trabalho (MPT). Na última quarta-feira (9), o então presidente do TST, ministro Lelio Bentes Corrêa, entregou o estudo ao ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho. O documento, que destaca a necessidade de atualizações nas NRs 1 (Disposições gerais), 12 (Segurança no trabalho em máquinas e equipamentos) e 17 (Ergonomia), foi apresentado à presidência do TST e do CSJT em agosto pelo coordenador nacional do PTS, ministro Alberto Balazeiro, e pelo coordenador do GPMAT-USP, juiz e professor Guilherme Guimarães Feliciano. O estudo visa modernizar e aprimorar a segurança no ambiente de trabalho, refletindo a necessidade de adequações diante das mudanças nas práticas laborais e nas tecnologias utilizadas. Para saber mais sobre essa e outras notícias relacionadas à área trabalhista, além de uma seleção de decisões publicadas por Tribunais Superiores, Executivo, Ministério Público do Trabalho e Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho, acesse o Radar Trabalhista nº 377/2024 da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) de 14/10 à 18/10/2024. Confira a galeria com todas as edições do Radar Trabalhista. O tema tem interface com o projeto “Conhecimento, Segurança e Saúde no Trabalho”, da Comissão de Política de Relações Trabalhistas (CPRT) da CBIC, com a correalização do Serviço Social da Indústria (Sesi). Fonte: Agência CBIC

Incidente e acidente do trabalho. Qual a diferença?

Incidente e acidente do trabalho são ocorrências distintas e conhecer a diferença de um para o outro ajuda a gestão da segurança no planejamento de medidas preventivas no local de trabalho.  Os acidentes de trabalho são eventos indesejados e não planejados que causam danos materiais ou às pessoas. Esses danos podem ocorrer com quem está trabalhando ou mesmo se encontra próximo ao local do acidente, como queda em altura, choque elétrico ou soterramento, por exemplo.   Os incidentes de trabalho são eventos indesejados e não planejados que estiveram a ponto de provocar um acidente, mas não chegaram a ocorrer, ou seja, um quase acidente. Por exemplo, se uma carga é manuseada sem o cuidado adequado e cai ao chão sem causar danos materiais ou pessoais, é considerado um incidente. Caso a carga tivesse caído sobre alguém seria considerado um acidente.  Tanto os acidentes quanto os incidentes precisam ser investigados e analisados pela gestão da segurança, visando entender as causas e adotar as medidas necessárias à prevenção de novas ocorrências.   Quando acidentes são registrados, isso significa que os procedimentos de segurança não estão sendo seguidos corretamente e, portanto, é necessário verificar a implementação de medidas efetivas para minimizar os riscos de segurança no local de trabalho.  Se muitos incidentes são registrados, os responsáveis pela gestão da obra devem identificar as áreas no canteiro que precisam de maior atenção. Incidentes são indicadores muito importantes, que sinalizam medidas de segurança a serem adotadas, necessidade de treinamentos, etc.  Ambos os acidentes e incidentes são eventos indesejados e não planejados que podem ocorrer em qualquer tipo de obra. Sabendo diferenciar entre eles e tomar medidas preventivas para minimizar os riscos de segurança no ambiente de trabalho teremos um ambiente saudável e consequentemente evitaremos que os incidentes se tornem acidentes no futuro.  O tema tem interface com o projeto “Conhecimento, Segurança e Saúde no Trabalho”, da Comissão de Política de Relações Trabalhistas (CPRT) da CBIC, com a correalização do Serviço Social da Indústria (Sesi). Fonte: Agência CBIC

Curso de ergonomia no enfrentamento dos fatores psicossociais do trabalho é promovido pela Fundacentro

O curso de ergonomia no enfrentamento dos fatores psicossociais do trabalho, será oferecido pela Fundacentro, no auditório da instituição, situado à rua Capote Valente, 710 – Pinheiros – São Paulo – SP. Será nos dias 23 e 24 de outubro de 2024. A atividade é coordenada pelos pesquisadores José Marçal Jackson Filho e Thaís Helena de Carvalho Barreira. O objetivo é apresentar o ferramental da Ergonomia da Atividade. Portanto, o programa se dá tanto em seus aspectos conceituais quanto metodológicos, assim, a ideia é auxiliar na intervenção sobre os determinantes organizacionais e no enfrentamento dos fatores psicossociais do trabalho (FPT). Dessa forma, o curso é destinado a dirigentes sindicais, trabalhadores, cipeiros e profissionais de Segurança e Saúde do Trabalhador, capacitando-os a solicitar e acompanhar intervenções ergonômicas. Os pesquisadores destacam a crescente prevalência de problemas de saúde mental relacionados ao trabalho, que têm causado impactos significativos não apenas nos trabalhadores e suas famílias, mas também nas empresas e no Estado. Embora os fatores psicossociais não tenham sido incluídos na última versão da Norma Regulamentadora 17 – NR 17, eles ressaltam que a Ergonomia da Atividade abrange o trabalho em suas diversas dimensões, sejam elas física, cognitiva, emocional e social. “É possível intervir nas situações de trabalho, por meio da Análise Ergonômica do Trabalho, prevista na NR 17, associando determinantes, a própria atividade e as consequências, como acidentes e doenças, para redesenhar a organização do trabalho patológico”, afirmam. As inscrições presenciais, gratuitas, vão até as 10h do dia 23 de outubro. Mas, para as inscrições on-line é necessário acessar o EAD.  Transmissão Simultaneamente, o curso de ergonomia será transmitido pelo canal da Fundacentro no YouTube: dia 23 de outubro e no dia 24 de outubro.  A carga horária de 8 horas e contará com aulas expositivas, estudos de caso e discussões em torno de material audiovisual. A programação será dividida em duas tardes, com os seguintes temas: Dia 23 de outubro das 14h às 18h Dia 24 de outubro das 14h às 18h Fonte: Fundacentro