Seconci participa da posse administrativa da Ademi-DF

Associação será presidida pelo empresário Celestino Fracon, que também integra a diretoria do Seconci-DF Comunicação Seconci-DF O presidente do Seconci-DF, Eduardo Aroeira Almeida, participou da posse administrativa da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi-DF), realizada nesta quarta-feira, 2 de julho. Para o biênio 2025-2027, a Ademi-DF será presidida pelo empresário Celestino Fracon Júnior, da Habitar Engenharia. Celestino também compõe a diretoria do Seconci-DF que atuará à frente do Serviço Social até 2027. Para Eduardo, que já presidiu a Ademi-DF e integra a nova diretoria empossada, um dos objetivos é promover uma maior aproximação entre as duas entidades em busca de melhorias, mais qualidade de vida, saúde e segurança para os trabalhadores do setor. “É uma honra participar da posse do meu amigo Celestino, que foi meu vice-presidente por muito tempo. Ele é muito competente, dinâmico e elevará a Ademi ainda mais. Represento aqui também o Seconci, que cuida da saúde dos nossos trabalhadores, e essa união é fundamental para o desenvolvimento do nosso setor”, afirmou Eduardo. Em seu discurso de posse, o presidente Celestino destacou sua trajetória como empresário e sua atuação em associações e sindicatos ligados ao setor. “Esse é um momento marcante para mim, que coroa uma trajetória de mais de 12 anos de atuação na nossa entidade — um período de amadurecimento profissional e pessoal, de construção de laços sólidos. Nosso desafio será buscar avanços sempre focados no interesse coletivo do setor, no estímulo às melhores práticas, na defesa do acesso à moradia para toda a população, com qualidade construtiva e segurança, e na valorização permanente do imóvel como fator de dignidade e qualidade de vida para as pessoas”, afirmou Celestino. A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, também esteve presente na posse e destacou a importância do apoio de entidades como a Ademi para o desenvolvimento do DF. “Não podemos continuar permitindo a oferta irregular de lotes, como infelizmente ainda tem acontecido. Nosso governo está totalmente comprometido em entregar moradia e lotes para quem realmente precisa, mas de forma organizada, planejada e responsável. Precisamos pensar o Distrito Federal com seriedade, com planejamento urbano que respeite o cidadão. Vamos continuar avançando para criar novos bairros voltados às pessoas que mais necessitam, mas com estrutura, organização e dignidade”, pontuou Celina. Estiveram presentes na posse, representantes de entidades e sindicatos ligados aos setor da construção e demais setores econômicos do DF, além do presidente do BRB, Paulo Henrique Bezerra; do secretário de governo do DF, José Humberto Pires; da secretária da mulher do DF, Giselle Ferreira; do presidente da Câmara Legislativa do DF, deputado distrital Wellington Luiz (MDB-DF), entre outros. Registros: Nina Quintana/Ademi-DF e Mariana Batista/Lavanda Digital
Entenda os impactos do diabetes na saúde bucal dos pacientes

Atlas de Diabetes da IDF (International Diabetes Federation) mostra que 16,6 milhões de brasileiros, com idades entre 20 a 79 anos, convivem com o diabetes; pacientes precisam ter cuidados especiais com a saúde oral Nesta quinta-feira, 26 de junho, é comemorado o Dia Nacional do Diabetes, data instituída pelo Ministério da Saúde com o objetivo de conscientizar a população de todo país sobre a importância da prevenção e do controle da doença. Quando mal controlado, o diabetes pode acarretar complicações renais, problemas arteriais, amputações, cegueira, infecções por fungos e bactérias e, em casos mais graves, levar à morte. O programa CFO Esclarece alerta que também são fortes os impactos desta patologia na saúde bucal dos pacientes. Por esse motivo, o Sistema Conselhos de Odontologia destaca a importância das orientações sobre a relação do diabetes com a saúde oral. Diabete Mellitus é uma síndrome metabólica de origem múltipla decorrente da falta de insulina e/ou da incapacidade de a insulina exercer adequadamente seus efeitos. A insulina é produzida pelo pâncreas e é responsável pela manutenção do metabolismo da glicose, sendo que a baixa produção desse hormônio resulta no surgimento do diabetes, que caracteriza-se por altas taxas de açúcar no sangue de forma permanente. Por conta da circulação sanguínea prejudicada e de uma resposta imunológica comprometida, associada à menor produção de saliva nos pacientes, o diabetes tem uma grande influência na saúde bucal. As pessoas com a doença se mostram mais propensas a serem acometidas por problemas como gengivite, cárie, infecções, perda óssea e halitose. O Conselho Federal de Odontologia e os 27 Conselhos Regionais de todo país esclarecem que as chances de os problemas aparecerem aumentam principalmente se o diabetes não estiver controlado. “Os pacientes com diabetes devem respeitar o tratamento e manter uma boa rotina de cuidados de saúde em geral, o que inclui visitas periódicas aos consultórios odontológicos. O cirurgião-dentista poderá diagnosticar e tratar, de forma precoce, os problemas bucais dos pacientes diabéticos, garantindo que possam gozar de uma boa saúde bucal permanentemente. O importante é não deixar que as condições se agravem. A prevenção é o melhor caminho para uma saúde oral de qualidade”, destaca o Vice-Presidente do CFO, Nazareno Ávila. Problemas bucais em pacientes diabéticos A Cirurgiã-Dentista e Mestre em Estomatologia, Fabiana Quaglio, ressalta que as oscilações da glicemia no organismo do paciente diabético podem acarretar diversos impactos negativos na saúde bucal, incluindo quadros graves que podem levar à perda dentária. Muitas dessas condições são motivadas pela menor produção de saliva, associada à baixa imunidade dos pacientes diabéticos, que aumenta a possibilidade de surgimento da cândida oral e outras infecções. “A xerostomia é a diminuição da quantidade de saliva produzida pelas glândulas salivares na mucosa oral, levando o paciente à sensação de boca seca. Esse fator decorrente do diabetes juntamente com a má higiene oral, leva ao aumento e proliferação bacteriana e fúngica na cavidade oral. Nesse contexto, aumenta-se a probabilidade de surgimento da candidíase oral. Além disso, a gengivite causada pela má higiene oral pode evoluir para a periodontite, que é uma grave infecção da gengiva e que, sem tratamento adequado, pode levar a perda dos dentes”, esclarece Fabiana Quaglio, que é Coordenadora Científica da Associação Brasileira de Cirurgiões Dentistas (ABCD) e Membro da Comissão da Mulher do Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CROSP). As infecções fúngicas causam manchas brancas ou avermelhadas na boca, sendo que as lesões podem surgir em áreas como língua, lábios, bochechas e gengivas. Ainda em razão da diminuição de saliva e do consequente aumento da proliferação bacteriana e fúngica na boca, pode haver maior formação de tártaro e placa bacteriana e assim uma probabilidade aumentada para a formação de cáries. O paciente diabético também pode enfrentar a halitose, que ocorre quando o hálito é caracterizado pelo odor cetônico, um cheiro característico de acetona. Neuropatia Periférica Diabética As pessoas com diabetes também podem ser acometidas pela Neuropatia Periférica Diabética, a NPD. Os principais sintomas orais são xerostomia, hipossalivação e Síndrome da Ardência Bucal (SBA), ou em inglês, Burning Mouth Syndrome. A doença pode provocar, como o nome já sugere, uma sensação de ardência ou queimação na mucosa oral “como se o paciente tivesse comido pimenta”, afetando a capacidade de percepção de sabores e impactando de maneira significativa a alimentação e a qualidade de vida. “Essa síndrome manifesta-se sem alterações visíveis. O paciente sente ‘pequenos choques na língua’ ou na mucosa oral e para regular essa sensação é necessário controlar o diabetes e realizar um tratamento multidisciplinar”, explica Fabiana Quaglio. A Odontologia no diagnóstico e tratamento de doenças associadas Para prevenir e minimizar os possíveis impactos do diabetes na saúde bucal, o paciente deve manter o controle dos níveis adequados de glicose no sangue, consultar regularmente a equipe médica que o acompanha no tratamento, seguir uma rotina criteriosa de alimentação saudável e higiene oral e, ainda, consultar o seu cirurgião-dentista regularmente. Embora não atue diretamente no tratamento do diabetes, o profissional faz o diagnóstico e tratamento das complicações e manifestações decorrentes da doença na cavidade bucal. “Os atendimentos em saúde bucal não vão ajudar diretamente a controlar a glicemia, mas contribuem para a saúde geral do paciente, uma vez que podem colocar fim a processos inflamatórios ou infecciosos na boca. A glicemia do paciente vai ser controlada com o adequado tratamento e acompanhamento médico, que pode ser feito por terapias medicamentosas e, especialmente, com qualidade de vida, bons hábitos alimentares e uma rotina de exercícios físicos”, esclarece a cirurgiã-dentista Fabiana Quaglio. O cirurgião-dentista também pode contribuir no diagnóstico da doença, uma vez que grande parte dos pacientes diabéticos desconhecem o próprio quadro clínico. O mais recente Atlas de Diabetes da IDF (International Diabetes Federation), divulgado em 2025, apontou que 11,1% da população mundial, ou seja, 1 em cada 9 pessoas adultas em todo o globo vive com diabetes, sendo que 4 em cada 10 desconhecem sua condição. “Ao identificar quadros clínicos recorrentes e comumente provocados pelo diabetes, o cirurgião-dentista poderá encaminhar o paciente ao atendimento especializado, de forma que o diagnóstico possa ser
Seconci-DF e MPT renovam parceria

Em visita realizada na segunda, 23 de junho, as duas instituições assinaram termo para realização de programas ocupacionais do MPT Comunicação Seconci-DF O Seconci-DF recebeu, na tarde da segunda-feira, 23 de junho, a procuradora-chefe do Ministério Público do Trabalho no Distrito Federal e Territórios (MPTDFT), Paula de Ávila e Silva Porto Nunes, para a assinatura de um novo termo de cooperação técnica entre as duas instituições. Com isso, o Seconci-DF realizará os programas ocupacionais do Ministério, contribuindo diretamente para a promoção da saúde e segurança no ambiente laboral. Durante a visita, a procuradora foi recepcionada pelo presidente do Seconci-DF, Eduardo Aroeira Almeida, e por representantes das entidades fundadoras da instituição — o Sindicato da Indústria da Construção Civil do DF (Sinduscon-DF) e o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário de Brasília (Sticombe), além de representantes da diretoria, do Seconci Brasil e da equipe gerencial. Na ocasião, Paula de Ávila destacou o valor do trabalho do Seconci-DF. “O MPT no Distrito Federal tem uma atuação muito tranquila, sempre com um olhar voltado para o cumprimento da legislação e garantia dos direitos do trabalhador. E o empresariado precisa, cada vez mais, ter essa boa intenção com seus colaboradores. O Seconci tem um forte apelo social. Fazer cidadania é algo muito bonito, e o trabalho desenvolvido aqui é realmente admirável. O MPT está à disposição para contribuir ainda mais com essa missão”, afirmou. O presidente do Seconci-DF, Eduardo Aroeira Almeida, reforçou o compromisso da entidade com o bem-estar dos trabalhadores. “Um dos nossos maiores desafios é mostrar o Seconci e os nossos diferenciais. Convencer as empresas da importância de investir em saúde, segurança e bem-estar no ambiente de trabalho. Temos inúmeros projetos em andamento e com o apoio, inclusive do MPT, seguimos trabalhando com tanta dedicação e sempre buscando melhorias”, disse Eduardo. Raimundo Salvador, presidente do Sticombe, lembrou que a missão do Seconci nasce da união entre empresários e trabalhadores da construção civil. “Sou um entusiasta e defensor ferrenho do Seconci. Lembro quando surgiu a ideia de buscar o MPT para melhorar a vida dos trabalhadores da construção civil. E tudo que conseguimos é uma conquista que nos orgulha”, declarou. José Antonio Bueno Magalhães, vice-presidente do Sinduscon-DF, reforçou a relevância da iniciativa: “Nosso objetivo é mostrar às empresas que o Seconci não é custo, é investimento. Atuamos com recursos escassos, mas com eficiência e compromisso. Quando as empresas compreendem isso, conseguimos alcançar ainda mais trabalhadores e transformar realidades”, ressaltou. Por fim, o vice-presidente do Seconci-DF, Luiz Fernando S. de Azambuja, ressaltou como o reconhecimento do MPT e demais entidades públicas faz com que o trabalho social chegue ainda mais longe. “Temos planos e objetivos e tudo isso depende de fazer com o Seconci seja mais reconhecido e tenha mais alcance. Ter esse apoio e reconhecimento vindo do MPT é fundamental para nossa instituição”, disse Azambuja.
HIV: EUA aprovam 1ª injeção semestral que impede contaminação pelo vírus; entenda

Com apenas duas aplicações ao ano, medicamento proporciona uma redução de quase 100% no risco de infecção A Food and Drug Administration (FDA), agência reguladora de medicamentos dos Estados Unidos, aprovou nesta semana o medicamento lenacapavir, vendido sob o nome comercial de Yeztugo, pela farmacêutica Gilead Sciences, como um esquema de profilaxia pré-exposição ao HIV (PrEP), ou seja, para prevenir uma infecção pelo vírus. O remédio é considerado inovador por ser injetável e demandar apenas duas aplicações ao ano para garantir uma eficácia de quase 100%. Hoje, o esquema de PrEP disponível, inclusive no Sistema Único de Saúde (SUS) desde 2017, envolve comprimidos orais que precisam ser tomados diariamente. Eles também reduzem o risco de uma infecção a quase zero, porém o fato de ser um tratamento diário é um entrave para a adesão. O lenacapavir recebeu o sinal verde nos EUA para adultos e adolescentes com o único requisito de pesarem pelo menos 35 kg. Daniel O’Day, presidente e diretor Executivo da Gilead Sciences, descreveu a aprovação como “um dia histórico na luta de décadas contra o HIV” e disse que o medicamento “oferece uma oportunidade muito real de ajudar a acabar com a epidemia”. O professor de Doenças Infecciosas da Universidade Emory e co-diretor do Centro de Pesquisa para Aids da instituição, nos EUA, Carlos del Rio, afirmou que o lenacapavir pode ser uma “poderosa ferramenta” para “aumentar a adesão e a persistência da PrEP”. “Uma injeção duas vezes por ano poderia resolver muito bem as principais barreiras, como a adesão e o estigma que os indivíduos em regimes de dosagem de PrEP mais frequentes, especialmente a PrEP oral diária, podem enfrentar. Também sabemos que, em pesquisas, muitas pessoas que precisam ou querem a PrEP preferem uma dosagem menos frequente”, complementou, em nota. Grupos que trabalham com HIV e Aids celebraram o aval ao medicamento. Winnie Byanyima, diretora executiva do Programa Conjunto das Nações Unidas para HIV/AIDS (Unaids) e subsecretária-geral da ONU, disse se tratar de “um momento de grande avanço” fruto de um investimento de décadas. A organização internacional de prevenção ao HIV AVAC lembrou que a prestigiosa revista científica Science nomeou o lenacapavir como “descoberta do ano” em 2024, quando os primeiros dados de eficácia começaram a ser publicados. Mitchell Warren, diretor executivo da AVAC, disse que o remédio tem de fato “o potencial para transformar a resposta ao HIV”. O lenacapavir já era vendido, mas com o nome comercial de Sunlenca e aprovado apenas para o tratamento de casos de HIV multirresistentes, não como estratégia de prevenção para pessoas não infectadas. Porém, devido aos desafios na PrEP oral, pesquisadores têm buscado alternativas de profilaxias injetáveis de longa duração e decidiram testar o medicamento. Até então, o mais avançado a oferecer uma prevenção duradoura era o cabotegravir, da GSK, que precisa ser aplicado a cada dois meses. Ele chegou a ser aprovado pela Anvisa em junho do ano passado, mas o elevado preço é um desafio para o acesso. Agora, o lenacapavir surge como uma estratégia promissora por promover a alta eficácia, mas com somente uma aplicação a cada semestre. Eficácia de quase 100% Um primeiro estudo clínico com o lenacapavir, chamado de Purpose-1, analisou o tratamento entre 5,3 mil mulheres cisgênero (que se identificam com o gênero atribuído a elas ao nascerem) na África do Sul e na Uganda. Nenhuma das que receberam o medicamento foram infectadas durante cerca de dois anos, enquanto 55 diagnósticos foram observados nos grupos que usaram a PrEP oral. A eficácia das injeções foi considerada de 100%. Outro estudo mais diverso, o Purpose-2, englobou 3,3 mil participantes de diferentes gêneros, como homens cis e pessoas trans, e de diferentes etnias em 88 centros de pesquisa no Peru, Brasil, Argentina, México, África do Sul, Tailândia e Estados Unidos. No final do estudo, apenas dois casos de HIV foram identificados entre os que receberam o lenacapavir, e 9 entre os que tomavam PrEP oral. Comparando com a incidência do HIV em uma amostra separada de 4,6 pessoas da população geral, que não receberam os medicamentos, os resultados mostraram uma eficácia de 96% associada às injeções semestrais. Além disso, confirmou que a estratégia é mais eficaz que os comprimidos. Ambos os trabalhos foram publicados na revista científica New England Journal of Medicine (NEJM). Um dos problemas, no entanto, é o preço. Em outubro, a Gilead anunciou acordos com seis fabricantes para produzir e vender versões genéricas do medicamento em 120 países de alta incidência de HIV e com recursos limitados, principalmente os de média e baixa renda. A comercialização só poderá ser feita após aval das agências reguladoras nos locais. O Brasil ficou de fora. O anúncio veio depois que organizações como a Unaids se posicionaram pedindo que a farmacêutica garantisse o amplo acesso ao medicamento devido a seu potencial inovador. O lenacapavir é protegido por patente e custa cerca de US$ 40 mil por ano para cada paciente, o equivalente a cerca de R$ 220 mil na cotação atual. Porém, segundo uma publicação na The Lancet HIV, uma versão genérica poderia custar apenas de $35 a $46, até cerca de R$ 253. Para Winnie Byanyima, da Unaids, o lenacapavir “pode ser a ferramenta de que precisamos para controlar as novas infecções, mas somente se tiver um preço acessível e for disponibilizado a todos que possam se beneficiar”. “Se esse medicamento revolucionário continuar inacessível, ele não mudará nada. Peço à Gilead que faça a coisa certa. Reduza o preço, expanda a produção e garanta que o mundo tenha uma chance de acabar com a Aids”, continuou. Mitchell Warren, da AVAC, também frisou que “o progresso científico só importa se a inovação realmente chegar às pessoas” e defendeu que a aprovação nos EUA seja acompanhada por uma implementação “ousada, estratégica, eficaz e equitativa”. “Caso contrário, o mundo corre o risco de desperdiçar essa oportunidade com a PrEP, como já aconteceu com outras opções nos últimos 12 anos”, continuou. Por que injeção não é vacina? Embora o remédio seja uma injeção para prevenir uma doença infecciosa,
Cuidados com a saúde bucal após os 50 anos

A saúde bucal merece atenção especial após os 50 anos, fase em que problemas como gengivite, retração gengival e perda dentária se tornam mais frequentes. Com o passar do tempo, alterações naturais no organismo e o acúmulo de hábitos inadequados podem comprometer a integridade dos dentes e das gengivas. Manter uma rotina de cuidados diários é fundamental para preservar o sorriso e o bem-estar. A higienização correta é a base da prevenção. Escovar os dentes ao menos três vezes ao dia com escova macia e creme dental com flúor, além do uso diário do fio dental, ajuda a remover resíduos e evitar a formação de placa bacteriana. Visitas regulares ao dentista são essenciais para a identificação precoce de problemas e realização de limpezas profissionais. Além dos efeitos locais, a saúde bucal está diretamente ligada à saúde geral. Inflamações na boca podem agravar quadros de doenças crônicas, como diabetes e problemas cardiovasculares. Por isso, manter gengivas saudáveis e dentes em bom estado não é apenas uma questão estética, mas uma medida de proteção ao corpo como um todo. Cuidar da boca também contribui para a autoestima e a qualidade de vida. A prevenção de dores, infecções e dificuldades para mastigar garante mais conforto no dia a dia e confiança para sorrir. Com pequenos cuidados, é possível envelhecer com saúde e preservar a funcionalidade da boca por muitos anos. Fonte: Portal DCM
Manual orienta pintores imobiliários sobre práticas seguras e saudáveis no trabalho

Publicação está disponível gratuitamente no portal da Fundacentro O processo de pintura imobiliária envolve riscos diversos e tem passado por inovações que exigem maior conhecimento por parte dos profissionais da área. Para apoiar esses trabalhadores, foi lançado o manual “Pintura imobiliária em condições seguras e saudáveis – Orientações para auxiliar o profissional a desenvolver suas atividades com segurança”. A publicação reúne orientações práticas para garantir um ambiente de trabalho mais seguro e saudável. O material foi elaborado pelos autores Rodrigo Caoduro Roscani, Gilmar da Cunha Trivelato, Luís Renato Balbão Andrade, Luiz Antônio de Melo, Mariana Souza Gomes Fürst, Maria Christina Felix, Maria de Fátima Torres Faria Viegas e Patrícia Moura Dias, com coordenação de Cristiane Paim da Cunha. O manual integra o Projeto “Pintura Imobiliária em Condições Seguras e Saudáveis”, desenvolvido pela Fundacentro, a partir da demanda de associações de trabalhadores da categoria. A publicação aborda, de forma direta e acessível, os principais riscos da atividade, como o uso de tintas e solventes inflamáveis ou tóxicos, poeiras, mofo, trabalho em altura e com eletricidade. Também destaca questões relacionadas à organização do trabalho, procedimentos técnicos e novas formas de contratação. As recomendações vão desde a preparação do ambiente de trabalho até o descarte adequado de resíduos. Manter a limpeza e a organização do local ajuda a evitar quedas, acidentes com equipamentos e empilhamento inadequado de materiais. É essencial trabalhar em áreas ventiladas, ler atentamente os rótulos dos produtos e utilizar Equipamentos de Proteção Individual – EPIs, que protegem contra intoxicações, choques e outros acidentes. O manual também alerta para os cuidados no uso de escadas, a importância da ergonomia para prevenir lesões físicas e os impactos dos riscos psicossociais, como o estresse ocupacional. Ao final, os autores reforçam que a prevenção é responsabilidade de todos e que adotar boas práticas contribui diretamente para a saúde e segurança dos pintores. A publicação está disponível gratuitamente em publicações institucionais da Fundacentro. Fonte: Fundacentro
Junho celebra saúde mental masculina

Na construção civil, o Seconci-DF atua na promoção e no atendimento aos trabalhadores com profissionais do psicossocial e da saúde Comunicação Seconci-DF Com foco na saúde mental da classe masculina da construção civil, o Seconci-DF reforça a importância de os homens procurarem ajuda quando estiverem enfrentando problemas emocionais. Nesse sentido, a atuação da entidade se destaca por oferecer, por meio do seu serviço psicossocial, ações preventivas e atendimentos ao longo do ano nas áreas de psicologia e serviço social. A iniciativa busca quebrar barreiras do preconceito e promover a conscientização sobre a importância de pedir ajuda. “O trabalho no canteiro de obras, com palestras informativas e de sensibilização, tem como resultado a compreensão dos colaboradores e colaboradoras de que adoecimento psíquico não tem gênero, idade e raça pré-definidos”, afirma a psicóloga Flávia Ferraiolo, do Seconci-DF. Ela ressalta que as intervenções organizadas diretamente nos canteiros de obras permitem levar orientação, triagens e, principalmente, acolhimento a quem precisa. No escopo dessas ações está o projeto Seconci Presente, que oferece atendimento médico e psicossocial sem custo às empresas. Em dois anos, foram realizados um total de 4.581 atendimentos sociais, entre triagens e encaminhamentos; já na área médica, o número foi de 3.408 atendimentos e triagens diretamente nos canteiros. O programa reúne profissionais de diversas áreas — médicos, psicólogos, assistentes sociais e técnicos de enfermagem — para realizar triagens nos locais de trabalho. As atividades incluem aferição de pressão arterial, glicemia, colesterol, aplicação de questionários psicossociais, encaminhamentos para redes de apoio e palestras educativas sobre saúde mental, entre outros temas. Segundo Flávia, “Todos nós, humanos, em algum momento, podemos nos desestabilizar emocionalmente. Como o público que trabalhamos é majoritariamente masculino, temos a grande oportunidade de vencer esse preconceito e de cuidar da saúde mental dos homens que estão na construção civil e eles estão vindo até nós”. Além dos atendimentos pontuais, o Seconci-DF mantém um serviço contínuo em sua sede, onde, com agendamento prévio, trabalhadores têm acesso a atendimentos individuais que complementam as ações nos canteiros. Depoimentos que transformam A atuação do Seconci-DF tem mudado histórias e promovido o bem-estar emocional de centenas de trabalhadores da construção civil. É o caso de José Ribamar Santos, encarregado da Supera Engenharia. “Pra mim é excelente. A gente vem passando por um processo de separação e toda a família ficou abalada. O apoio do Seconci me ajudou bastante. Acho que todo mundo precisa procurar ajuda. É difícil sair do buraco sozinho, e ter esse apoio do Seconci é fundamental para a saúde mental.” Deiler dos Santos, ajudante da empresa Pragma.eco, também compartilha sua experiência. “Acho que todos deveriam se preocupar com essa doença silenciosa que, muitas vezes, te leva para caminhos que, quando você percebe, já é tarde para procurar ajuda. Eu nunca me importei com minha saúde mental, e quando percebi, já estava muito doente mentalmente falando. Estou sentindo uma melhora considerável.” Benefícios integrais da iniciativa: Como procurar ajuda Trabalhadores de empresas associadas ao Seconci-DF podem solicitar atendimento por meio do projeto Seconci Presente, que realiza agendamentos via telefone e e-mail, com visitas regulares aos canteiros. Também é possível agendar atendimentos individuais na sede da instituição. Para mais informações, entre em contato com o Seconci-DF pelo telefone (61) 3399-1888 ramal 211 / (61) 98124-3486 ou pelo e-mail social@seconci-df.org.br
Centro de Formação Profissional: Jovens do serviço militar concluem curso de serralheria

Formandos integram projeto Soldão Cidadão e fizeram curso em parceria do Sinduscon-DF, Senai-DF e Exército brasileiro Comunicação Sinduscon-DF Empresários da indústria da construção civil e autoridades do Exército brasileiro participam, nesta quarta-feira (18/6), das 11h às 12h, da formatura da 1° turma de profissionais de serralheria no âmbito da parceria Sinduscon-DF, Senai-DF e Exército, por meio do Projeto Soldado Cidadão. Os formandos cursaram aulas práticas no Centro de Formação Profissional Sinduscon-DF/Senai, localizado no SIA, Trecho 17, Rua 14, Lote 25, em Brasília. O presidente do Sinduscon-DF, Adalberto Cleber Valadão Júnior, destaca que a parceria com o Exército brasileiro no Centro de Formação Profissional é extremamente exitosa. “Os integrantes do projeto Soldado Cidadão são bastante disciplinados e comprometidos com a qualidade no processo de ensino-aprendizagem. As aulas práticas enriqueceram muito essa experiência, que foi a primeira de muitas que virão”, disse ele. Com a parceria também do Senai-DF, o Centro de Formação Profissional iniciou suas atividades antes com pessoas selecionadas pelo programa Renova-DF. “A indústria da construção civil seguirá cada vez mais forte e de olho na formação qualificada de profissionais, já que há vagas para trabalhadores no setor”, afirmou o líder sindical. O Projeto Soldado Cidadão é uma iniciativa do Ministério da Defesa que visa a qualificação profissional de jovens que prestam serviço militar obrigatório, facilitando sua reinserção no mercado de trabalho após o período nas Forças Armadas. O projeto oferece cursos de qualificação profissional, complementando a formação cívico-cidadã dos militares temporários. Desta vez, eles participaram do curso no Centro de Formação Profissional Sinduscon-DF/Senai-DF. Fonte: Sinduscon-DF
Alfabetização: iniciativa do Seconci-DF leva cidadania e dignidade aos trabalhadores

Projeto existe desde o início da década de 1990 e já atendeu mais de 13,5 mil trabalhadores da construção Comunicação Seconci-DF As turmas de alfabetização do Seconci-DF são uma oportunidade para que as empresas do setor promovam a alfabetização dentro dos ambientes de obra. Nesse sentido, turmas do primeiro segmento de alfabetização, que corresponde ao ensino fundamental, são montadas de acordo com a necessidade de cada obra. Em mais de 30 anos de projeto, a recompensa é vista na transformação de vida e no ganho que todos que passaram ou estão nas salas sentem no dia a dia. Atualmente, a instituição conta com duas turmas ativas e se prepara para inaugurar mais uma sala. De acordo com o coordenador pedagógico do Seconci-DF, Geraldo Henrique Gomes, a alfabetização tem como objetivo devolver a dignidade e a cidadania aos participantes. “O Seconci começou seu projeto de alfabetização na década de 1990. Desde então, já atendemos mais de 13 mil alunos. Ele é realizado dentro do canteiro de obras, aproveitando a estrutura física da empresa, que pode ser o próprio refeitório, e visa resgatar a cidadania do operário da construção”, explicou Geraldo. As empresas que apoiam a alfabetização reconhecem como os trabalhadores que participam têm suas vidas transformadas. A técnica de segurança do trabalho Ana Carolina Batista, da empresa parceira FAENGE, reforça como a mudança é visível para os alunos da escola de alfabetização. “O que eu percebo é que os funcionários que frequentam a sala de aula desenvolveram muito na leitura, na escrita, no modo de falar. Eles já conseguem ler e formar pequenas palavras, além de se expressarem melhor”, contou Ana Carolina. Os trabalhadores que estão nas turmas de alfabetização falam da importância de poderem estudar e das descobertas que o ensino proporciona. Para o ajudante Jorge Galvão, é importante ter a sala de aula, e ele segue aprendendo dia após dia. “Eu lia pouco, agora estou lendo mais ou menos e sigo desenvolvendo mais. A professora é muito educada e muito paciente com a gente”, disse Jorge. Da mesma forma, o meio oficial Adão Domingos conta que não sabia ler nem escrever e, graças à turma de alfabetização na empresa onde trabalha, ele consegue realizar atividades simples do dia a dia. “Eu não sabia nada. Não lia, não escrevia, e hoje, com apoio da empresa e do Seconci, consigo pegar um ônibus”, contou Adão. Para formar uma turma de alfabetização para seus trabalhadores, as empresas do setor da construção podem entrar em contato com o Seconci-DF pelo telefone (61) 3399-1888, ramal 241, ou pelo e-mail coordenacao.apoio@seconci-df.org.br para mais informações.
MTE abre consulta pública sobre nova redação da NR-21 – Trabalho a Céu Aberto

O Ministério do Trabalho e Emprego abriu, nesta terça-feira, 11 de junho, uma consulta pública para revisão da NR-21 (Norma Regulamentadora nº 21), que fala sobre Trabalho a Céu Aberto. A proposta de novo texto técnico está disponível para contribuições até o dia 28 de julho de 2025, exclusivamente pelo portal Participa + Brasil: https://www.gov.br/participamaisbrasil/consultas-publicas. A revisão da norma trata das condições de segurança e saúde para atividades realizadas ao ar livre. Dessa forma, tem como objetivo atualizar seu conteúdo técnico e estrutural. O processo segue os procedimentos estabelecidos pela Portaria MTP nº 672/2021 e passou por uma AIR (Análise de Impacto Regulatório), disponível neste link. A proposta inicial foi elaborada por representantes do governo. Assim, o MTE agora convida empregadores, trabalhadores, profissionais de SST, sindicatos, órgãos de governo e demais partes interessadas a participarem do processo de construção coletiva do novo texto. Como participar? As contribuições devem ser feitas diretamente no documento eletrônico disponível na plataforma Participa + Brasil. Então, para comentar, basta clicar no ícone em formato de “balão” ao lado do item desejado. Também é possível anexar arquivos com sugestões ao final da página. Podem ser feitas observações sobre estrutura, conteúdo e redação dos itens e subitens da norma. Contudo, as sugestões devem ser claras e objetivas, que permitam a análise técnica por parte da SIT (Secretaria de Inspeção do Trabalho). Etapas seguintes Após o encerramento da consulta, as contribuições serão analisadas pela SIT, que elaborará uma proposta consolidada a ser debatida no âmbito de um GTT (Grupo de Trabalho Tripartite). Assim, esse grupo, composto por representantes do governo, de trabalhadores e de empregadores, terá a responsabilidade de discutir e aprovar o novo texto da NR-21. A proposta final do GTT será então encaminhada para apreciação da CTPP (Comissão Tripartite Paritária Permanente), que dará a palavra final sobre a adoção da nova redação. Em caso de dúvidas sobre a plataforma, os interessados podem acessar o endereço: https://www.gov.br/participamaisbrasil/ajuda. Contato para esclarecimentos adicionais: normatizacao.sit@trabalho.gov.br Por Nícolas Suppelsa / Repórter da Revista Proteção