Medicina do Seconci-DF bate recorde de exames ocupacionais em maio de 2025

Comunicação Seconci-DF Com orgulho e gratidão, o Seconci-DF celebra o excelente resultado alcançado pela equipe médica no mês de maio. Foram 1.317 exames ocupacionais realizados, entre admissionais, periódicos, demissionais, de retorno ao trabalho e de mudança de risco. O número representa um novo recorde histórico, superando os resultados obtidos nos anos anteriores: A marca é reflexo direto do comprometimento, agilidade e dedicação de toda a equipe médica, que atua com excelência e sensibilidade para garantir a saúde dos trabalhadores da construção civil do Distrito Federal. Nosso reconhecimento vai para cada profissional envolvido nesse resultado — médicos, técnicos, assistentes e demais colaboradores do setor. Vocês fazem a diferença! Gostaria de agradecer imensamente a toda a equipe. Maio foi o mês em que atingimos o nosso recorde de atendimento – e fizemos isso com excelência, sem qualquer registro de reclamação. Um feito que só foi possível graças ao comprometimento, à organização e ao profissionalismo de cada integrante do time, tanto da área administrativa quanto do atendimento direto. MAURÍCIO NIETO, gerente médico do Seconci-DF Do ponto de vista da gestão, é fundamental mantermos atenção à nossa capacidade operacional. O aumento na demanda por exames ocupacionais é positivo, pois traz uma receita importante e fortalece a sustentabilidade da instituição. Esse serviço não apenas complementa nossas ações assistenciais, como também reforça o bom funcionamento do Seconci-DF como um todo. Alcançar esse recorde, mantendo o padrão de qualidade no atendimento, demonstra que estamos preparados para crescer com eficiência e responsabilidade. É um resultado que merece ser comemorado! GEÓRGIA GRACE, gerente geral do Seconci-DF Parabéns a todos e todas! Seguimos firmes na missão de promover saúde, qualidade de vida e segurança para quem constrói o DF.
Cigarros eletrônicos alteram composição da saliva, aumentando o risco de doenças bucais

Pesquisadores da Unesp e colaboradores avaliaram 50 jovens com média de idade entre 26 e 27 anos. Objetivo foi encontrar biomarcadores que possibilitem a detecção precoce de alterações na saúde É cada vez maior o número de adeptos dos cigarros eletrônicos, também chamados de vapes: estima-se que ao menos 20% dos jovens adultos brasileiros já tenham usado ao menos uma vez esses aparelhos inicialmente desenvolvidos com o objetivo de facilitar a cessação do tabagismo. Mas as pesquisas científicas têm demonstrado justamente o contrário. Esses dispositivos não ajudam a parar de fumar e ainda aumentam significativamente a dependência de nicotina, além de causar outros danos à saúde. Atualmente, sabe-se que o cigarro eletrônico pode gerar lesões agudas nos pulmões e está associado a doenças e riscos similares aos do cigarro comum, como asma, DPOC (doença pulmonar obstrutiva crônica) e enfisema pulmonar, além de poder causar alterações nos vasos sanguíneos, aumentando o risco cardiovascular. Seus compostos também possuem substâncias cancerígenas. Agora, um estudo realizado no Instituto de Ciência e Tecnologia da Universidade Estadual Paulista (ICT-Unesp), com a colaboração de cientistas das universidades de São Paulo (USP) e de Santiago de Compostela, na Espanha, constatou que os vapes alteram a composição da saliva dos usuários, aumentando o risco de doenças bucais, como cáries, lesões da mucosa e doença periodontal. Os resultados da pesquisa, apoiada pela FAPESP por meio de quatro projetos (20/10362-0, 20/10322-9, 22/16249-7 e 24/20063-1), foram publicados no International Journal of Molecular Sciences e compõem parte dos resultados obtidos durante o doutorado de Bruna Fernandes do Carmo Carvalho. Para chegar à conclusão, os pesquisadores selecionaram 50 jovens sem alterações clínicas visíveis na mucosa oral, com média de idade entre 26 e 27 anos: 25 usuários regulares e exclusivos de cigarros eletrônicos há pelo menos seis meses e 25 não usuários para o grupo-controle. É importante ressaltar que, no Brasil, o consumo e a venda de cigarros eletrônicos são proibidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) desde 2009 – daí a dificuldade de encontrar voluntários que concordassem em participar do estudo. Todos forneceram amostras de saliva para serem feitas análises que incluíram a sialiometria (avaliação da saliva), viscosidade, pH e concentrações de cotinina – um importante biomarcador relacionado à exposição à nicotina. Altas doses dessa substância na saliva, urina ou sangue estão associadas a maiores níveis de dependência. Os voluntários também passaram por análises clínicas, que mediram a frequência cardíaca, a oximetria, a glicemia, a concentração do monóxido de carbono (CO) no ar exalado e o uso de álcool. Após a análise da saliva, os pesquisadores constataram alta concentração de cotinina entre os usuários de cigarros eletrônicos. Eles também identificaram a presença de 342 metabólitos salivares (compostos resultantes do metabolismo de substâncias na saliva), mas foram considerados para a análise apenas aqueles encontrados em pelo menos 70% das amostras. Do total, 101 metabólitos foram incluídos no estudo: 61 eram exclusivos do grupo de usuários, enquanto 40 compostos eram compartilhados entre os dois grupos. A partir de então, sete biomarcadores promissores foram identificados: quatro se mostraram específicos e aumentaram no grupo que usa cigarros eletrônicos (ácido esteárico, ácido elaídico, valina e ácido 3-fenilático) e três foram compartilhados entre os grupos (galactitol, glicerol 2-fosfato e glucono-1,5-lactona). “A identificação desses metabólitos é importante porque eles podem se tornar potenciais biomarcadores para a detecção precoce de alterações de saúde. Ainda não temos bem estabelecido na literatura científica qual é o impacto dessa alteração na saúde, mas sabemos que está relacionado a questões inflamatórias, metabolismo de substâncias químicas estranhas ao corpo [como drogas ou toxinas] e aos efeitos da queima de biomassa”, explica a cirurgiã-dentista Janete Dias Almeida, professora titular do Departamento de Biociências e Diagnóstico Bucal da Unesp e coordenadora do estudo. Isso significa que vias inflamatórias específicas ligadas à doença periodontal, por exemplo, podem ser induzidas por cigarros eletrônicos. Os resultados dessas análises foram apresentados durante o 17º Congresso da Sociedad Española de Medicina (Semo) e a 18ª Reunião da Academia Iberoamericana de Patología y Medicina Bucal (AIPMB), realizados em Santiago de Compostela, na Espanha, em 2023, tendo recebido menção honrosa. Baixo fluxo salivar e maior nível de CO O estudo constatou ainda que o fluxo salivar dos usuários de cigarros eletrônicos apresentou tendência à diminuição em relação ao grupo-controle, o que pode estar associado à presença de substâncias como propilenoglicol e glicerina nos aromatizantes – essas substâncias irritam as vias aéreas superiores e causam ressecamento das mucosas. Os resultados também indicaram baixa viscosidade da saliva daqueles que usavam vapes, sendo que essa característica desempenha um papel crucial na proteção e hidratação da mucosa bucal. “A redução do fluxo salivar favorece a formação de biofilme, que é a película que se forma quando não fazemos a higiene adequada dos dentes, favorecendo o surgimento de doenças relacionadas à boca, como as lesões de cárie”, alerta a professora. No exame físico, os usuários de vapes apresentaram maior nível de monóxido de carbono exalado e menor saturação de oxigênio do que o grupo-controle. “Esse dado é muito importante porque a redução da oximetria significa que há menos oxigênio carreado no sangue pelas hemoglobinas. E o aumento do monóxido de carbono exalado também é um parâmetro muito importante”, destaca. Outra constatação dos pesquisadores é que os jovens que usavam cigarros eletrônicos relataram altas taxas de consumo de álcool: 76% dos participantes relataram uso concomitante dos dois produtos. Além disso, 52% declararam que o consumo de álcool aumentou sua frequência de uso de cigarros eletrônicos. Como é sabido, o consumo de bebidas alcoólicas e o tabagismo são fatores de risco para várias doenças, entre elas o câncer oral. “O álcool atua na membrana celular, deixando a mucosa mais permeável e suscetível à ação das substâncias nocivas”, diz Almeida. Ainda segundo o estudo, apenas 24% dos participantes eram ex-fumantes de cigarro convencional; eles fumavam cigarros eletrônicos por pelo menos 2,13 anos (sendo que 52% usaram os dispositivos diariamente e 60% de sete a dez vezes por dia); os cigarros com sabores frutados/doces eram os mais consumidos, seguidos por sabores mentolados.
Segurança na Utilização de Elevadores do Tipo Cremalheira em Canteiros de Obras: Requisitos e Cuidados Essenciais

Neste ano, acidentes graves e fatais relacionados à queda de elevadores de passageiros do tipo cremalheira em canteiros de obras têm chamado a atenção para a importância da segurança na operação desses equipamentos. Esses incidentes evidenciam a necessidade de atenção redobrada às normas e procedimentos que garantam a integridade dos trabalhadores e a conformidade das instalações. Obrigações Legais e Normativas De acordo com a legislação vigente, toda construção com altura igual ou superior a 24 metros deve possuir, pelo menos, um elevador de passageiros que percorra toda a extensão vertical da obra, incluindo o subsolo. Essa instalação deve ser realizada, no máximo, a partir de 15 metros de deslocamento vertical, garantindo acessibilidade e segurança durante toda a fase de construção. Com a proibição do uso de elevadores tracionados com cabo único ou adaptados com cabos que não atendam às normas técnicas nacionais, muitas empresas migraram para a instalação de elevadores do tipo cremalheira. No entanto, essa mudança exige atenção especial aos requisitos normativos para assegurar uma operação segura. Requisitos para Uso Seguro do Elevador do Tipo Cremalheira Para garantir a segurança na utilização desses equipamentos, as empresas devem possuir e manter atualizados os seguintes documentos e procedimentos: a) Programa de manutenção preventiva: Deve seguir as recomendações do fabricante, importador ou locador do equipamento. b) Termo de entrega técnica: Deve estar de acordo com as normas técnicas nacionais vigentes ou, na ausência delas, conforme orientação do profissional legalmente habilitado responsável pelo equipamento. c) Laudo de testes dos freios de emergência: Realizado, no máximo, a cada 90 dias, assinado pelo responsável técnico pela manutenção ou por profissional habilitado, contendo os parâmetros mínimos estabelecidos pelas normas técnicas. d) Registro das vistorias diárias: Realizadas pelo operador antes do início dos serviços, conforme orientação do responsável técnico e seguindo as recomendações do manual do fabricante. e) Laudos de ensaios não destrutivos: Dos eixos dos motofreios e freios de emergência, com periodicidade definida por profissional habilitado, obedecendo aos prazos máximos do fabricante. f) Manual do fabricante: Disponível para consulta e orientação. g) Registro das atividades de manutenção: Conforme item 12.11 da NR-12. h) Laudo de aterramento: Elaborado por profissional habilitado, garantindo a segurança elétrica do equipamento. Atenção às Normas Regulamentadoras Além de todos esses requisitos, é fundamental estar atento ao item 18.11 da Norma Regulamentadora NR-18, que traz requisitos adicionais para a instalação, operação e manutenção de elevadores do tipo cremalheira. Essa norma também define as atribuições do operador do elevador, reforçando a importância de capacitação e treinamento adequados. A segurança na operação de elevadores do tipo cremalheira é uma responsabilidade de todos os envolvidos na obra. A conformidade com as normas técnicas, a manutenção preventiva rigorosa e o conhecimento das atribuições do operador são essenciais para evitar acidentes e garantir a integridade dos trabalhadores. Investir em treinamentos, inspeções periódicas e documentação adequada é o caminho para uma obra segura e eficiente. O tema tem interface com o projeto “Conhecimento, Segurança e Saúde no Trabalho na Indústria da Construção”, da Comissão de Política de Relações Trabalhistas (CPRT) da CBIC, com a correalização do Serviço Social da Indústria (Sesi). Fonte: Agência CBIC
Dois anos de Seconci Presente e a promoção da saúde dos trabalhadores

Projeto do Seconci-DF leva profissionais aos canteiros de obras para cuidar da saúde física e mental no setor da construção Comunicação Seconci-DF Desde maio de 2023, o Serviço Social da Indústria da Construção Civil do DF (Seconci-DF) percorre canteiros de obras por todo o Distrito Federal, levando saúde, direitos e promovendo assistência social junto aos trabalhadores das empresas parceiras. Em dois anos, 96 canteiros receberam a equipe do projeto, reforçando a demanda e a necessidade do serviço. Coordenado pelo serviço psicossocial da instituição, o Seconci Presente oferece atendimento médico, composto por aferição de pressão arterial, glicemia, colesterol, medição de peso e altura, bem como atendimento psicossocial realizado pela equipe técnica. O diretor do Seconci-DF, Paulo Sarkis Antonio, foi um dos incentivadores do projeto e comentou sobre os dois anos e da necessidade de atender o trabalhador além das exigências legais, como é feito pelo Seconci Presente. “Levamos uma equipe multidisciplinar aos canteiros de obras, ouvimos o trabalhador em suas necessidades, assim como seus familiares, que são acolhidos, orientados e encaminhados para os devidos cuidados. Nesses dois anos de atuação, atendemos mais de 2,5 mil trabalhadores, oferecendo dignidade e suporte. É muito gratificante perceber os resultados desse trabalho”, explicou Paulo. Os números de atendimentos e encaminhamentos para as áreas do Seconci e entidades parceiras demonstram a importância do projeto no setor. Em dois anos, foram realizados um total de 4.581 atendimentos sociais, entre triagens e encaminhamentos; já na área médica, o número foi de 3.408 atendimentos e triagens durante as visitas aos canteiros que solicitaram o serviço. Os encaminhamentos são direcionados às áreas médica e psicossocial do Seconci, além da rede de apoio, como os Centros de Referência de Assistência Social (CRAS), Alcoólicos Anônimos (AA), Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), CAPS AD (álcool e drogas), Comitês de Proteção à Mulher do DF, entre outros. A assistente social do Seconci-DF, Roseane dos Santos, contou sobre a importância do projeto e como ele atua na atenção básica e no cuidado com os trabalhadores. “O Seconci Presente completa dois anos de atuação direta nos canteiros de obras, levando acolhimento, escuta, orientação e cuidados psicossociais e de saúde aos nossos trabalhadores. Agradecemos a confiança das empresas que abriram espaço para o cuidado acontecer, principalmente aos nossos trabalhadores, que são a razão do nosso trabalho”, comentou Roseane. Na área médica, o Seconci Presente é uma porta de entrada para muitos trabalhadores que não têm acesso aos serviços médicos ou desconhecem os benefícios disponíveis no Seconci-DF. Para o gerente médico do Seconci-DF, Maurício Nieto, o projeto é fundamental para disseminar o trabalho da instituição e promover a saúde dos trabalhadores. “É com muito entusiasmo que vejo os resultados alcançados nesses dois anos de Seconci Presente. Essa iniciativa valiosa tem ampliado de forma significativa o alcance das nossas ações em saúde, levando informação, acolhimento e prevenção diretamente ao local de trabalho dos operários da construção civil”, disse Maurício. As empresas e os profissionais do setor da construção elogiam a iniciativa e reforçam a importância do apoio e da parceria com o Seconci na promoção da saúde, segurança e qualidade de vida dos trabalhadores. “Participamos de uma triagem onde foram realizadas aferições de pressão arterial e recebemos orientações importantes sobre a saúde mental e física. Fomos conscientizados sobre a importância do acompanhamento psicológico e do cuidado com a saúde, de forma geral”, elogiou Carlos César, encarregado da empresa parceira Tecnicall. A presença dos profissionais do Seconci Presente e a possibilidade de atendimento posterior, por meio dos encaminhamentos realizados, são reconhecidas como peças fundamentais para o sucesso do projeto. “A parceria entre as empresas da construção civil com o Seconci-DF tem gerado ações de grande valor. Além da documentação de segurança, que é excelente, há entrevistas individuais com os colaboradores e medições qualitativas e quantitativas de alta qualidade. O atendimento médico, odontológico, oftalmológico e urológico leva dignidade aos trabalhadores. Esse é um trabalho essencial”, agradeceu Richard Sousa, técnico de segurança do trabalho da empresa Pragmasud Engenharia. Já estabelecido como um dos principais serviços do Seconci-DF, este projeto é a prova de que a união de esforços entre empresas e Seconci pode ser o caminho para a promoção de um setor da construção mais responsável. A gerente-geral do Seconci-DF, Geórgia Grace Bernardes, comentou sobre a importância do Seconci nas obras. “Nossa presença e nosso cuidado junto ao trabalhador são a razão de ser do Seconci”, pontuou Geórgia. O Seconci Presente está disponível para todas as empresas que apoiam a obra social da instituição. Este serviço, assim como os demais serviços assistenciais do Seconci, não tem custo e pode ser solicitado pelo telefone (61) 3399-1888 ou pelo e-mail seconci@seconci-df.org.br.
Ginecologia do Seconci-DF completa um mês com adesão positiva das trabalhadoras da construção

Serviço gratuito amplia acesso à saúde da mulher e reforça compromisso com o bem-estar no ambiente de trabalho Comunicação Seconci-DF O Serviço Social da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Seconci-DF) comemora, neste mês de junho, o primeiro mês de funcionamento do atendimento ginecológico gratuito oferecido às trabalhadoras das empresas parceiras. A iniciativa tem como foco ampliar o cuidado com a saúde da mulher, promovendo equidade no setor da construção civil. Inaugurado em 14 de maio de 2025, o serviço é realizado na sede do Seconci-DF e conta com equipe médica especializada, preparada para acolher e atender as demandas específicas das profissionais que atuam em canteiros de obras e outros setores da construção. “O ambulatório de ginecologia nasceu da necessidade de oferecer um atendimento especializado, acolhedor e gratuito às mulheres da construção civil. Cuidar da saúde da mulher é promover dignidade, segurança e bem-estar no ambiente de trabalho”, afirma o gerente médico do Seconci-DF, Maurício Nieto. Além das consultas ginecológicas, o serviço oferece exames como Papanicolau, mamografia, ultrassonografia ginecológica e exames laboratoriais, além de orientações sobre saúde feminina. A ginecologia passa a integrar a linha de cuidados da entidade, que já oferece clínica médica, urologia, oftalmologia e o Programa de Hipertensão e Diabetes (PHD). As consultas são realizadas semanalmente, sempre às quartas-feiras. O agendamento deve ser feito pelo RH ou setor de segurança das empresas parceiras e não há nenhum custo para a trabalhadora. A adesão ao serviço tem sido positiva. “É muito bom. Antes já tinha o atendimento urológico para os homens. Agora, saber que o Seconci tem atendimento ginecológico com consultas e exames, e que a empresa apoia isso, é melhor ainda”, destaca Priscilla Florenço, assistente de departamento pessoal da Base Investimentos. Balanço do primeiro mês: Para mais informações sobre o serviço, entre em contato pelo telefone (61) 3399-1888 ou pelo e-mail seconci@seconci-df.org.br | seconci@seconci-df.org.br.
Saúde bucal e geral: os perigos do açúcar em excesso

O açúcar está relacionado à casos de diabetes, desenvolvimento de doenças inflamatórios e até complicações para gestantes Durante muito tempo, o açúcar foi visto como o grande vilão dos dentes — e com razão. Desde cedo, aprendemos que doces em excesso contribuem para o aparecimento de cáries, e que “comer bala e não escovar os dentes” é receita certa para dor e tratamentos odontológicos evitáveis. Mas hoje, sabemos que o problema é ainda maior. O açúcar em excesso não afeta apenas os dentes — ele pode trazer consequências graves para o corpo inteiro. Impactos do açúcar na saúde É verdade: o açúcar contribui, sim, para o surgimento das chamadas lesões cariosas. Isso porque ele é metabolizado e fermentado pelas bactérias que vivem naturalmente na boca, aumentando a produção de ácidos que atacam o esmalte dental. Mas reduzir o açúcar não é mais apenas uma “recomendação de dentista” — é uma questão de saúde pública. O consumo exagerado de açúcar está diretamente ligado ao aumento de casos de diabetes tipo 2, uma condição que, além de impactar o organismo como um todo, tem efeitos importantes sobre a saúde bucal. Pessoas com diabetes mal controlado têm maior risco de desenvolver doença periodontal — uma inflamação nas gengivas que pode evoluir para perda óssea e, consequentemente, perda dos dentes. Mas não para por aí. Quando as gengivas sangram com frequência, abrem-se “portas” invisíveis na nossa boca por onde bactérias perigosas podem entrar na corrente sanguínea. Esse processo pode contribuir para o desenvolvimento de outras doenças inflamatórias no corpo, como doenças cardiovasculares, problemas renais e até complicações em gestantes. Açúcar pode estar relacionado ao câncer? Mais recentemente, estudos vêm mostrando que o consumo crônico e excessivo de açúcar também pode estar relacionado a diversos tipos de câncer, demências, alterações metabólicas e até à aceleração do envelhecimento celular. Ou seja, não é só o sorriso que sofre — é o corpo todo. O açúcar não é um inimigo, mas é preciso ter cuidado Claro, o açúcar em si não precisa ser tratado como um inimigo absoluto. Mas ele deve ser consumido com muito mais consciência. Evitar refrigerantes, sucos industrializados, bolachas recheadas, guloseimas e alimentos ultraprocessados já é um grande passo. E mais do que isso: educar o paladar desde a infância para preferir alimentos naturais e menos doces é um presente para toda a vida. Em resumo: cuidar da alimentação é cuidar da boca, do coração, do cérebro e do futuro. Reduzir o açúcar não é uma moda, nem exagero — é uma atitude inteligente de quem quer viver bem, com saúde, por muito mais tempo. Por Dra. Daniela Feu/Folha Vitória
MTE divulga Análise de Impacto Regulatório sobre Anexo de Agentes Biológicos

Por Lia Nara Bau O MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) divulgou o Relatório da Análise de Impacto Regulatório (AIR), referente à inclusão de Anexo de Agentes Biológicos da Norma Regulamentadora nº 9 (Avaliação e Controle das Exposições Ocupacionais a Agentes Físicos, Químicos e Biológicos) e à alteração do Anexo referente ao tema na Norma Regulamentadora nº 15 (Atividades e Operações Insalubres). A AIR destaca que não há uma norma específica para definir medidas de prevenção e controle das exposições ocupacionais a agentes biológicos fora da atividade de cuidados à saúde. Por isto, a necessidade de se analisar a alternativa regulatória de inclusão na NR-9 de um anexo relativo à avaliação, gerenciamento e controle de riscos gerados por agentes biológicos à saúde e segurança dos trabalhadores. Este tema, riscos biológicos, é tratado, do ponto de vista de definição de direitos a adicionais de insalubridade, no Anexo 14 da NR-15 em vigor. Uma vez elaborado o Anexo de Riscos Biológicos da NR-9, será necessário, por consequência, revisar o conteúdo técnico do anexo 14 da NR-15, uma vez que trata da mesma matéria. Os trabalhadores envolvidos em atividades com possível exposição a agentes biológicos e que deverão ser contemplados são do setor agropecuário, setor de limpeza urbana e saneamento e laboratórios clínicos, veterinários e de diagnóstico e pesquisa. O objetivo da revisão é gerar melhorias nas condições dos ambientes de trabalho que possam trazer redução nos agravos à saúde dos trabalhadores expostos aos riscos biológicos e promover também melhor qualidade de vida no trabalho. Próximos passos Após a realização da AIR, os próximos passos incluem uma consulta pública, proporcionando à sociedade a oportunidade de participar e expressar suas opiniões sobre a revisão em questão. Em seguida à análise das contribuições pelo GT (Grupo de Trabalho formado por especialistas do Governo), o mesmo deve elaborar o texto-base do Anexo, que posteriormente será analisado pelo GTT (Grupo de Trabalho Tripartite), incluindo as sugestões de cada bancada. A partir daí uma proposta será submetida à deliberação da CTPP (Comissão Tripartite Paritária Permanente). Fonte: Revista Proteção
Eduardo Aroeira toma posse reforçando papel social do Seconci-DF

Empresário comandará a instituição nos próximos dois anos e foi empossado na quinta, 5 de junho, na presença de autoridades, empresários e representantes do setor da construção Comunicação Seconci-DF O empresário Eduardo Aroeira Almeida tomou posse como novo presidente do Serviço Social da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Seconci-DF), em cerimônia realizada na sede da entidade na manhã desta quinta-feira, 5 de junho. Eduardo é engenheiro civil, empresário e natural do Distrito Federal. Além do Seconci, atua como vice-presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). Além disso, já atuou nas entidades ligadas ao setor Ademi-DF e Sinduscon-DF. Em sua fala, durante o evento, Eduardo comentou sobre o serviço social desenvolvido pelo Seconci-DF e do planejamento que tem para tornar a instituição mais reconhecida pelas empresas, além de aumentar o escopo de serviços e de utilização pelos trabalhadores beneficiados. “Essa é a primeira vez que conquisto a oportunidade de trabalhar diretamente para o trabalhador da construção civil. Não é apenas uma função, é uma missão diferente. Aqui o foco está no ser humano: sua saúde, segurança, sua família, seu futuro. O Seconci-DF é uma entidade respeitada, de história sólida de serviços prestados à construção”, disse Eduardo. Várias autoridades estiveram na posse do novo presidente e ressaltaram o trabalho de Eduardo em benefício do setor e como sua expertise tem contribuído para a construção civil do Distrito Federal. “É com grande entusiasmo que recebemos a nova diretoria do Seconci, instituição que há décadas tem se consolidado como parceira estratégica do setor da construção civil. A chegada desta nova gestão representa uma renovação de propósitos e um fortalecimento do nosso compromisso com o bem-estar dos trabalhadores e a sustentabilidade do nosso setor”, comentou o vice-presidente do Sinduscon-DF, João Gilberto de Carvalho Accioly. Representando o presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Construção (Sticombe), a diretora Patrícia Moura falou sobre a parceria e o trabalho desenvolvido ao longo dos anos com o Seconci-DF. “É importante ver o Seconci crescendo, se preocupando com a saúde dos trabalhadores, dos familiares. O Sticombe está sempre à disposição para parcerias e novos projetos que possam agregar e melhorar a qualidade de vida do trabalhador e seu bem-estar e o novo presidente pode sempre contar com nosso apoio”, falou Patrícia. Entre as autoridades presentes, estava o secretário de governo do Distrito Federal, José Humberto Pires de Araújo. Ele ressaltou a importância do setor da construção para o DF e da parceria que tiveram durante a COVID. “Eu me lembro muito bem do que passamos na época da COVID, e ali verificamos o cuidado e o zelo que estavam tendo para que as obras continuassem. A responsabilidade que o setor teve foi muito grande, continuou empregando, construindo. As portas do governo estão abertas e nos incomode: quem incomoda, quer o bem; quem não incomoda é porque não está incomodado com a vida dos outros”, pediu José Humberto. Durante a posse, o ex-presidente do Seconci-DF Carlos Eugênio de Faria Franco recebeu homenagens pelo seu trabalho ao longo dos anos que presidiu a instituição (2023-2025). Ele recebeu, das mãos do presidente Eduardo uma placa de homenagem, uma camiseta com mensagens dos colaboradores e um porta-memória contendo registros da sua jornada no Seconci-DF. “Hoje me dirijo a todos com um misto de gratidão, orgulho e serenidade, ao encerrar este ciclo à frente do Seconci-DF. Desde que iniciei minha trajetória nesta instituição, em 2003, pude vivenciar e contribuir para a sua evolução contínua, sempre com foco na missão primordial: cuidar dos trabalhadores da construção civil, oferecendo a eles dignidade, saúde e qualidade de vida”, falou Carlos Eugênio. Prestigiaram a posse do novo presidente do Seconci-DF, o secretário de governo do DF, José Humberto; o presidente da Terracap e ex-presidente do Seconci-DF, Izídio Santos Júnior; a subsecretária de proteção à mulher do DF, Luana Maia; representante da Secretaria de Justiça, Fábia Guimarães; o presidente da Ademi-DF, Roberto Rubinger Botelho; o presidente da Asbraco, Luiz Afonso Delgado Assad; o presidente do Sintest-DF, Wilton Cardoso; a presidente da Abraest, Larissa Machado; o diretor da Terracap, Hamilton Lourenço; o diretor geral da Mútua, Artur Milhomem Neto; auditor-fiscal do trabalho, Paulo Sillas, a gerente executiva do Seconci Brasil, Denise Noleto.
Seconci-DF oferece atendimento médico gratuito para trabalhadores da construção civil

Comunicação Seconci-DF O Serviço Social da Indústria da Construção do Distrito Federal (Seconci-DF) disponibiliza gratuitamente uma ampla gama de especialidades médicas assistenciais para os trabalhadores das empresas contribuintes da entidade. Entre os atendimentos oferecidos estão Clínica Médica, Urologia, Oftalmologia e Ginecologia, além do Programa de Hipertensão e Diabetes (PHD), que realiza o acompanhamento contínuo de pacientes com essas condições, promovendo orientações e prevenções que impactam diretamente na qualidade de vida dos beneficiários. Todos esses serviços são totalmente gratuitos e acessíveis a qualquer trabalhador que esteja vinculado a uma empresa parceira do Seconci-DF, garantindo assim o direito à assistência integral à saúde. Além das especialidades médicas, o Seconci-DF também oferece outros importantes atendimentos assistenciais, como serviços de Odontologia, apoio psicológico e acompanhamento com Assistente Social, promovendo bem-estar e qualidade de vida para os trabalhadores do setor. Para mais informações ou para agendar atendimentos, os trabalhadores devem procurar o setor de Recursos Humanos de suas empresas ou entrar em contato diretamente com o Seconci-DF pelo telefone (61) 3399-1888 ou pelo e-mail seconci@seconci-df.org.br. Para ficar por dentro das novidades e dos novos serviços do Seconci, siga a instituição nas redes sociais.
Inverno Solidário: Indústria da construção civil do DF Lança Campanha do Agasalho 2025

Sinduscon-DF realiza mobilização com apoio de parceiros importantes Comunicação Sinduscon-DF Com a chegada do inverno e das baixas temperaturas, o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF) mobiliza o setor em uma grande ação solidária: a Campanha do Agasalho 2025. Será realizada de 27 de maio a 1º de julho, com o objetivo de arrecadar agasalhos, itens de frio e cobertores para ajudar quem mais precisa. Promovida pela Diretoria de Ações Institucionais, Sociais e Comunitárias (Daisc) do Sinduscon-DF, a campanha convida empresas do setor, associadas ou não ao sindicato, e toda a comunidade do Distrito Federal a participarem. Serão aceitas doações de itens novos ou usados, em bom estado. A vice-presidente do Sinduscon-DF e coordenadora da campanha, Helena Mazzaro Peres de Saboya, destaca o valor da solidariedade neste período do ano. “Com o frio que se aproxima, gestos simples, como a doação de um agasalho ou cobertor, podem fazer uma enorme diferença na vida de quem mais precisa”, afirma Helena. A campanha é realizada em parceria com entidades como a Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi-DF), o Serviço Social da Indústria da Construção do Distrito Federal (Seconci-DF), a Associação Brasiliense de Construtores (Asbraco) e o grupo Civil do Bem – União que Constrói. “Ver a união das entidades parceiras reforça o compromisso social do nosso setor. Juntos, podemos aquecer muitas pessoas neste inverno”, completa Helena. Novidade 2025: Edital Simplificado para Entidades Sociais Uma grande novidade nesta edição é o lançamento do Edital Simplificado de Chamamento Público para Doação de Agasalhos e Itens de Frio. Por meio deste edital, as entidades sociais do Distrito Federal poderão se inscrever para serem beneficiárias das doações arrecadadas durante a campanha. As entidades interessadas devem acessar o edital disponível no site do Sinduscon-DF, preencher a inscrição e participar do processo para receber os agasalhos, cobertores e outros itens doados pela comunidade e pelas empresas do setor. Como Participar? Para facilitar as doações, a campanha propõe a instalação de caixas de coleta feitas com sobras de madeira das obras, pintadas de branco, posicionadas próximas à entrada dos canteiros. A ideia é permitir que tanto as equipes das obras quanto a vizinhança possam contribuir com a iniciativa. As empresas interessadas em aderir à campanha devem preencher o formulário de inscrição disponível no site do Sinduscon-DF, retirar um kit de materiais (cartazes e adesivos para capacetes) na sede do sindicato e confeccionar a caixa de doação padrão, seguindo as orientações fornecidas. “Nossa meta é mobilizar o máximo de empresas e cidadãos. Ao colocar as caixas de doação nos canteiros, conectamos as obras com suas vizinhanças em um propósito maior de empatia e ajuda mútua. Convidamos todos a aderir e buscar seus kits no Sinduscon-DF”, reforça Helena. A Campanha do Agasalho 2025 segue até o início de julho, aguardando a colaboração de todos para aquecer quem mais precisa neste inverno.