NR-18: medidas de segurança para Máquinas e Equipamentos

As Normas Regulamentadoras como a NR 18 existem para determinar as condições mínimas de trabalho para que as empresas na atividade de construção civil possam fornecer ambientes seguros aos funcionários. É por meio delas que as obrigações são definidas, bem como as estratégias de segurança. Assim devemos criar e colocar em prática uma série de estratégias a fim de atenuar estes riscos. O trabalho com máquinas e equipamentos é muito comum no dia a dia de inúmeros canteiros de obras. Para garantir a proteção dos trabalhadores, a NR 18 estabelece algumas medidas de segurança nessas atividades.  Confira alguns dos requisitos mínimos para a prevenção de acidentes e doenças: Em obras que contam com a altura igual ou superior a 10 m (dez metros), é obrigatória a instalação de máquina ou equipamento de transporte vertical motorizado de materiais. E estas máquinas ou equipamentos de transporte de materiais devem dispor de dispositivos que impeçam a descarga acidental do material; O plano de carga para movimentação de carga suspensa deve ser elaborado para cada equipamento e conter as seguintes informações: O tema tem interface com o projeto “Conhecimento, Segurança e Saúde no Trabalho”, da Comissão de Política de Relações Trabalhistas (CPRT) da CBIC, com a correalização do Serviço Social da Indústria (Sesi). Fonte: Agência CBIC

Conheça o novo piso salarial dos trabalhadores da indústria da construção civil do DF

Valores variam de R$ 1.511,40 a R$ 2.285,80, conforme as categorias especificadas em acordo Comunicação Sinduscon-DF O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) homologou, nesta quarta-feira (15/5), o novo termo aditivo da Convenção Coletiva de Trabalho 2023/2025, firmada pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF) e pelo Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário de Brasília (Sticombe). O documento fixa o novo piso salarial para os trabalhadores da categoria. De acordo com o documento, a partir de 1º de maio de 2024, os empregadores praticarão os seguintes pisos salariais mínimos, para as categorias abaixo listadas. 1 – Ajudante/servente: R$ 1.511,40 2 – Guardião de obra/vigia: R$ 1.511,40 3 – Meio-oficial: R$ 1.639,00 4 – Oficial: R$ 2.285,80  São considerados categoria de profissional (denominado na tabela acima oficial), as seguintes funções: armador; azulejista; bombeiro hidráulico/encanador; carpinteiro; eletricista; estucador; gesseiro; impermeabilizador; ladrilheiro; lustrador; marceneiro; montador; motorista; operador de máquinas pesadas (autopropelidas acima de seis toneladas, elevador cremalheira e grua para cargas acima de uma tonelada), pastilheiro; pedreiro; pintor; poceiro; profissionais (oficiais) de ar condicionado e refrigeração; serralheiro; sinalizador/sinaleiro; soldador; sondador; vidraceiro.  Clique aqui e confira o documento na íntegra.

Oftalmologista do Seconci-DF fala sobre glaucoma

Em alusão ao Dia Nacional de Combate à doença, especialista comenta sobre cuidados para evitar problemas na saúde dos olhos Assessoria de Comunicação Social do Seconci-DF Na próxima segunda-feira, 26 de maio, comemora-se o Dia Nacional de Combate ao Glaucoma, doença causada pelo aumento da pressão do globo ocular que pode levar a cegueira se não tratada de forma correta. Com isso, a data reforça a importância da consulta e do acompanhamento com médicos especialistas para o correto diagnóstico e devido tratamento. A oftalmologista do Seconci-DF, Goretti Gonçalves Melo, explica quais os cuidados devem ser tomados e as consequências para quem não faz os exames preventivos ou procura ajuda especializada quando necessário. “O olho é uma câmara fechada que, as vezes, por alguns motivos pode levar a aumento da pressão como dor de cabeça, dor nos olhos. Os motivos que podem levar um paciente a ter glaucoma são hereditários, traumas na região do olhos e, mulheres, quando entram na menopausa, em função da baixa produção de hormônio podem desenvolver a doença”, explica a oftalmologista. Goretti ressalta que a pressão deve ser tratada o mais rápido possível em função das consequências que podem afetar a saúde do paciente. “A medida que não é tratada pode ocasionar danos sérios ao paciente; se muito alta, pode deixar uma pessoa cega. Hoje, o Seconci-DF disponibiliza esse atendimento aos trabalhadores da construção e os interessados podem agendar consultas conosco sempre às terças e quintas-feiras para realização de consultas e exames no olho”, finaliza ela. O atendimento médico assistencial oftalmológico oferecido pelo Seconci-DF é gratuito e todos os trabalhadores das empresas parceiras podem agendar uma consulta para avaliação da saúde ocular. Para isso, basta procurar o RH da empresa onde trabalham e pedir para o responsável o agendamento da consulta no Seconci. Veja, no vídeo abaixo, o que disse a médica do Seconci-DF.

DF registra 365 mortes por dengue em 2024

Na construção civil, os trabalhadores são orientados para evitar a proliferação do mosquito Assessoria de Comunicação Social do Seconci-DF De acordo com o Ministério da Saúde, por meio do painel de monitoramento de arboviroses, o Distrito Federal registrou 255.109 casos prováveis da doença na capital do país. Além disso, há outros 41 óbitos em investigação. Esses números reforçam a importância de campanhas de prevenção e de combate ao mosquito aedes aegypti, transmissor da doença. No setor da construção, vários sindicatos e entidades se uniram nesse primeiro semestre para levar informação, além de uma vistoria nos canteiros de obras. Desde fevereiro deste ano, foram realizadas 22 palestras em 11 regiões diferentes do DF com mais de três mil trabalhadores alcançados. Dentro do canteiro de obra, atitudes simples pode combater a proliferação do mosquito. Confira, no vídeo abaixo, como eliminar o foco da dengue nos canteiros de obra da sua empresa. E se precisar de ajuda ou de um orientação no combate à dengue, entre em contato conosco e agende uma visita (61) 3399-1888 | (61) 98166-6969 | seconci@seconci-df.org.br. São parceiros nesta ação: Serviço Social da Indústria da Construção (Seconci-DF), Sindicato da Indústria da Construção do Distrito Federal (Sinduscon-DF), Sindicato dos Trabalhadores da Indústria da Construção (Sticombe), Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi-DF), Associação Brasiliense dos Construtores (Asbraco) e a Associação de Moradores e Comerciantes do Noroeste (AmoNoroeste)

Seconci-DF participa da SIPAT TERRACAP 2024

Pelo terceiro ano consecutivo, os servidores do local serão atendidos por uma unidade móvel de odontologia Assessoria de Comunicação Social do Seconci-DF A Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho (SIPAT) da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (TERRACAP) acontece nesta semana, dos dias 20 a 26 de maio. O Seconci-DF, pelo terceiro ano consecutivo, liberou uma unidade móvel para atender os servidores que atuam no órgão do Governo do Distrito Federal. Além do atendimento do Seconci, todos os dias terão palestras temáticas e de sensibilização. Em 2024, o tema do evento é ‘Cuidando da mente, o corpo agradece!’. Na abertura da SIPAT, representando o presidente da Terracap, Izidio Santos Júnior, a assessora do gabinete da presidência, Lilian de Oliveira Milhomem, ressaltou a importância do evento e da preocupação dos cipeiros em sempre inovar na valorização dos servidores. “Todo ano, a organização se supera. É um trabalho incansável e vêm sempre se sobressaindo e trazem esse trabalho de conscientização para saúde dos nossos colegas de trabalho”, comentou Lilian. O presidente do Seconci-DF, Carlos Eugenio de Faria Franco, participou da abertura da SIPAT TERRACAP e ressaltou como a parceria entre as duas casas tem sido exitosa. “Nós fomos convidados para a SIPAT. Além de convidados, somos parceiros. Esse trabalho é de mão dupla sempre. Como em outros anos, disponibilizamos nosso trailer odontológico para atender todos aqueles que precisam de algum serviço odontológico”, disse Carlos Eugenio. Para o presidente da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes no Trabalho e de Assédio da Terracap (CIPA), Daniel Santos, a parceria com o Seconci tem um retorno muito bom e é bastante elogiada pelos participantes. “O feedback dos colegas são os melhores possíveis, sempre falando da excelência nos cuidados odontológicos ofertados. Já são três anos que podemos oferecer atendimento odontológico na programação do evento e posso afirmar que é um dos serviços mais procurados por empregados, estagiários e, principalmente, pelos terceirizados, que têm mais dificuldade no acesso a tratamentos dentários”, ressaltou Daniel.

Artigo: A conexão entre ansiedade e odontologia: como cuidar do sorriso e da saúde mental

Profissionais dão dicas para controlar a ansiedade dos pacientes. Neste artigo, a cirurgiã-dentista Jailce Alves e a psicóloga Smithiane Ribeiro de Almeida tratam sobre a relação entre ansiedade e odontologia, oferecendo métodos para superar esses desafios e promover um sorriso saudável e uma mente tranquila. Para muitos, visitar o dentista pode desencadear sentimentos de ansiedade e estresse, afetando não apenas a experiência odontológica, mas também a saúde mental e bucal a longo prazo. A ansiedade pode impactar a saúde bucal de várias maneiras, onde pacientes ansiosos evitam consultas odontológicas, aumentando os problemas não tratados, como cáries e doenças periodontais. Além do que, a ansiedade pode ocasionar fratura dental, bruxismo e apertamento, levando a uma exacerbada tensão muscular. Há várias estratégias que podem ajudar a reduzir a ansiedade relacionada à odontologia, como a comunicação aberta e transparente entre o paciente e o dentista. Discutir medos e preocupações antes do tratamento pode ajudar a criar um ambiente de apoio e compreensão, técnicas de relaxamento, como a respiração profunda e a visualização, podem ser eficazes para acalmar os nervos antes e durante o tratamento dentário. Muitos consultórios odontológicos também oferecem opções de conforto, como música que o paciente mais gosta de ouvir, aromaterapia e sedação consciente, para ajudar os pacientes a se sentirem mais relaxados e confortáveis durante os procedimentos. Vivemos em um ritmo muito acelerado e cuidar da saúde mental é imprescindível, cuidar da saúde mental irá refletir na saúde geral do paciente, não apenas na área odontológica, mas no paciente como um todo. Buscar apoio profissional, como terapia cognitivo-comportamental, também pode ser benéfico para lidar com a ansiedade e desenvolver habilidades de enfrentamento saudáveis. Ao reconhecer a importância da saúde mental na saúde bucal, podemos trabalhar juntos para criar um ambiente odontológico mais acolhedor e acessível para todos. _____________________ Cirurgiã-dentista Jailce Alves | Pós-graduada em Periodontia, Plástica Gengival e Laserterapia na Odontologia. CRO/TO 3997 Smithiane Ribeiro de Almeida | Psicóloga. CRP 23.002999 Fonte: Portal AF Notícias

Comissão aprova proposta que incentiva presença de mulheres na construção civil

Empresas do setor que participam de licitações deverão reservar de 5% a 10% dos cargos para mulheres; projeto segue em análise na Câmara A Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados aprovou projeto que incentiva a participação feminina na construção civil. O texto prevê qualificação profissional e reserva de vagas (de 5% a 10% dos cargos operacionais e gerenciais) para mulheres em empresas do setor que participam de licitações. O relator, deputado Ossesio Silva (Republicanos-PE), recomendou a aprovação do Projeto de Lei 2315/23, da deputada Rogéria Santos (Republicanos-BA). Segundo ele, a proposta tende a produzir efeitos em prazo relativamente curto. “O projeto é oportuno ao propor estímulos para que as mulheres participem com mais frequência de um espaço que continua sendo predominantemente masculino”, afirmou Silva. O texto aprovado permite ao governo federal celebrar convênios com estados e municípios para a criação de programa de inserção profissional de mulheres na construção civil. O programa poderá prever medidas como qualificação profissional para a atividade, inclusão de mulheres vulneráveis na construção civil e difusão de informações sobre o direito de igualdade da mulher entre os empregados do setor. EmendaOssesio Silva incluiu uma emenda ao projeto para que a reserva de vagas sirva como critério de desempate em licitações públicas. A cota será prevista no edital de licitação, contratos e renovações contratuais. A medida se aplica às licitações feitas com base na nova lei licitatória, de 2021. O projeto original se refere à antiga lei de licitações (1993). Próximos passosO PL 2315/23 vai ser analisado ainda, em caráter conclusivo, pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Reportagem – Janary JúniorEdição – Marcelo Oliveira Fonte: Agência Câmara de Notícias

Diferença entre canteiro de obra e frente de trabalho

Entender a diferença entre canteiro de obra e frente de trabalho é fundamental para profissionais da construção civil. Este conhecimento não apenas garante a conformidade com as leis e regulamentos, mas também otimiza a gestão dos espaços de trabalho, assegurando uma operação mais segura e eficiente.  As Normas Regulamentadoras (NRs) desempenham um papel crucial nesse contexto, pois são elas que definem e delimitam claramente cada um desses termos. Conhecer essas definições ajuda na organização do trabalho e na implementação de medidas de segurança adequadas, influenciando diretamente na produtividade e no cumprimento dos prazos de entrega das obras.  Neste artigo, vamos explorar a importância de distinguir canteiro de obra e frente de trabalho, ilustrando como esse entendimento pode impactar positivamente todos os aspectos de um projeto de construção civil. O que é frente de trabalho na Construção Civil? Na Construção Civil, entender corretamente os termos técnicos é crucial para o gerenciamento eficiente e seguro dos projetos. Uma dessas terminologias é “Frente de Trabalho”. Segundo a NR 1, a Frente de Trabalho é definida como a “área de trabalho móvel e temporária, onde se desenvolvem operações de apoio e execução à construção, demolição ou reparo da obra.” Esse conceito destaca a natureza dinâmica e adaptável da Frente de Trabalho, que se altera conforme a progressão das atividades na obra. É importante notar que a Frente de Trabalho não é apenas um local físico, mas um espaço organizacional que precisa estar devidamente estruturado para garantir a segurança e a eficiência. Por exemplo, na pavimentação de uma rodovia, a Frente de Trabalho é visivelmente móvel, mudando de posição à medida que diferentes segmentos da rodovia são concluídos. Esse movimento constante exige uma coordenação meticulosa e um planejamento que antecipe as necessidades de cada nova fase da construção. A NR 18 reforça essa necessidade de organização ao estipular que cada Frente de Trabalho deve contar com no mínimo três trabalhadores capacitados, incluindo um encarregado por operações que envolvam ar comprimido. Isso não apenas garante que haja competência técnica no manejo de equipamentos específicos, mas também que a supervisão da segurança seja uma prioridade constante. Além disso, é essencial que cada Frente de Trabalho esteja integrada ao Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) da obra. Isso significa que todos os riscos potenciais devem ser avaliados e mitigados, com preparações adequadas para a assistência médica, recuperação e observação dos trabalhadores, garantindo assim um ambiente de trabalho que prioriza o bem-estar e a segurança. Compreender e aplicar corretamente o conceito de Frente de Trabalho é fundamental na Construção Civil, pois afeta diretamente a eficiência operacional e a segurança no local de trabalho. O que é canteiro de obra? O canteiro de obras é um termo fundamental que descreve a área destinada à execução do projeto, incluindo serviços de apoio e instalações provisórias indispensáveis para a realização da construção. Esta área serve como o coração da obra, onde se armazenam materiais, se realizam serviços auxiliares e onde a maioria das atividades diárias ocorre.  O canteiro de obras é essencial para promover a melhoria do trabalho na Construção Civil, garantindo que o local seja seguro e produtivo para os operários. É onde se concentram as operações principais e se apoia logisticamente o andamento da obra, o que o torna um espaço de vital importância para o sucesso do projeto. Existem três tipos principais de canteiros de obras, adaptados às necessidades específicas de cada projeto: Além das áreas operacionais, todo canteiro de obras deve incluir instalações de vivência adequadas para garantir o bem-estar dos trabalhadores. Essas instalações incluem: Essas instalações são projetadas para atender às necessidades diárias dos trabalhadores, oferecendo suporte logístico e administrativo necessário para a operação eficiente do canteiro de obras. Assim, o canteiro de obras se estabelece como um elemento crucial para a organização e sucesso de qualquer projeto na Construção Civil. Mas afinal, qual a diferença entre canteiro de obra e frente de trabalho? É o que nós veremos no tópico a seguir.  Diferença entre canteiro de obra e frente de trabalho Compreender a diferença entre canteiro de obra e frente de trabalho é crucial para o planejamento e a execução eficaz de projetos na Construção Civil. Embora ambos os termos estejam relacionados ao local de trabalho, eles se referem a aspectos distintos da organização e da logística de uma obra. O canteiro de obra é a área fixa e centralizada onde ocorrem as principais atividades de construção. Este local inclui instalações provisórias necessárias para suportar a obra, como almoxarifado, laboratórios, áreas de vivência e escritórios.  É uma base estável que oferece as condições necessárias para armazenar materiais, manter equipamentos e gerenciar as operações do projeto. Devido à sua natureza estática, o canteiro de obra é estrategicamente posicionado para otimizar o fluxo de trabalho e a logística ao longo de todo o período de construção. Em contrapartida, a frente de trabalho refere-se a áreas específicas e temporárias onde se desenvolvem operações diretamente ligadas à execução física da obra. É uma zona dinâmica e móvel, que se desloca conforme o avanço das fases do projeto.  A frente de trabalho é adaptável e configura-se de acordo com as necessidades imediatas da construção, mudando de localização para acompanhar o progresso dos trabalhos, como na pavimentação de estradas ou na extensão de redes de infraestrutura. Portanto, se o canteiro de obra serve como o coração logístico e administrativo do projeto, a frente de trabalho seria o pulso da atividade construtiva, movendo-se constantemente para atender às demandas específicas de cada etapa do processo construtivo.  Esta distinção é fundamental para a organização e a eficiência na Construção Civil, garantindo que tanto os recursos materiais quanto humanos sejam alocados de maneira eficaz para maximizar a produtividade e a segurança. Principal diferença entre canteiro de obra e frente de trabalho A principal diferença entre canteiro de obra e frente de trabalho na Construção Civil é que o primeiro é fixo e o segundo é móvel. Essa distinção afeta diretamente como os projetos são planejados e executados, influenciando a logística e a administração das atividades no local. O canteiro de obra é

Fibra, Senai-DF e Sinduscon-DF firmam parceria para qualificação profissional

Com o objetivo de aperfeiçoar a qualificação dos trabalhadores e de formar mais profissionais para o setor da construção, a Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do DF (Senai-DF), assinaram na terça-feira, 7 de maio, acordo de cooperação técnica com o Sindicato da Indústria da Construção Civil do DF (Sinduscon-DF). O acordo prevê a formação de turmas para o atendimento de demandas específicas das indústrias do setor da construção. As aulas serão ministradas pelo Senai-DF em um centro de treinamento que está sendo construído pelo Sinduscon-DF no Setor de Indústria e Abastecimento (SIA). No espaço, será possível formar mais de 400 profissionais por ano. A previsão da conclusão das obras e do início das turmas é agosto. Assinaram o acordo o presidente da Fibra, Jamal Jorge Bittar, o presidente do Sinduscon-DF, Adalberto Valadão Júnior, e o diretor regional do Senai-DF, Marco Secco, durante reunião ordinária de diretoria do sindicato. “O novo centro de treinamento é resultado do acordo de cooperação técnica, uma parceria muito inovadora com a Fibra e o Senai-DF, com o objetivo de formar e qualificar a mão de obra da indústria da construção civil”, afirma Valadão. A formação das turmas ocorrerá a partir das demandas das indústrias. “O Sinduscon-DF vai ouvir as empresas do setor para identificar, em cada momento, as áreas com maior necessidade de formação e carência de oferta de profissionais. Dessa forma, o Sinduscon-DF, a Fibra e o Senai-DF trabalharão para formar profissionais altamente qualificados para todo o ecossistema da indústria da construção civil”, diz Valadão. Para o presidente da Fibra, o acordo é mais uma forma de a Federação e o Senai-DF responderem de forma efetiva às necessidades das indústrias. “O Senai tem no Distrito Federal uma estrutura robusta para atendimento à construção civil. Planejamos formação com base em pesquisas e dados como os do Mapa do Trabalho Industrial, que servem de norteadores, porém, para realizar atendimentos pontuais, é fundamental a participação dos sindicatos, como faz o Sinduscon-DF ao promover este acordo.” Cursos gratuitos para o trabalhadorOs cursos serão ofertados ao trabalhador gratuitamente por meio do Programa Senai de Gratuidade Regimental, com insumos fornecidos pelas indústrias do setor da construção, que serão parceiras nas formações. Em 2023, o Senai-DF realizou mais de 14 mil matrículas de alunos em cursos da área de construção civil nas modalidades de qualificação, aperfeiçoamento e cursos técnicos e em turmas do programa Renova-DF, que realiza formação inicial em atividades do setor. “Este novo acordo representa um passo importante na formação profissional para a construção por atender a demandas de qualificação muito específicas, porém fundamentais para o trabalho das empresas”, afirma o diretor regional do Senai-DF, Marco Secco. “A parceria com o Sinduscon-DF é de extrema relevância, uma vez que o sindicato tem capacidade de mapear diretamente nas indústrias as necessidades de formação, permitindo que o Senai-DF solucione as demandas com muita efetividade.” O setor da construção no DFSegundo a Pesquisa de Emprego e Desemprego do DF publicada pelo Instituto de Pesquisa e Estatística do DF (IPEDF) em março, o setor da construção tem por volta de 69 mil trabalhadores. O último dado do produto interno bruto (PIB) do DF, publicado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e pelo IPEDF em 2021, mostra que a indústria participa com R$ 10,2 bilhões do PIB do DF. Desse valor, 51,3% são gerados pelo setor da construção. Texto: Nilson Carvalho/Senai-DFFoto: Victor Hugo Pessoa/Senai-DFAssessoria de Comunicação do Senai-DF

Em Obra pela Família: Lançada mobilização com trabalhadores da construção civil do DF

Iniciativa busca conscientizar profissionais em canteiros de obras no Distrito Federal Comunicação Sinduscon-DF Com foco na valorização da família dos trabalhadores, o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF) e o Grupo Mulheres do Brasil, com apoio do Pensando Brasília Produções, iniciaram uma mobilização nos canteiros de obras para dialogar com os profissionais do setor. O lançamento ocorreu, na terça-feira (7/5), durante reunião de diretoria da entidade, em Brasília, com a presença de uma das fundadoras do grupo, a empresária Janete Vaz.  A ação também é realizada com apoio do Serviço Social da Indústria da Construção do Distrito Federal (Seconci-DF). O presidente do Sinduscon-DF, Adalberto Valadão Júnior, parabenizou a empresária pela parceria e destacou a importância da mobilização nos canteiros de obras. “Nossos canteiros de obras estão abertos para essa ação. A indústria da construção civil só tem a ganhar com essa parceria”, afirmou ele, ao lado de Janete Vaz. “Precisamos avançar em qualidade, que vem da compreensão e aceitação das diferenças”, disse a empresária. A mobilização realizará uma série de palestras com profissionais da construção civil em canteiros de obras no Distrito Federal, buscando conscientizá-los sobre a importância da família, com “igualdade de oportunidades entre gêneros e raças”, conforme define o grupo.  Janete, destacou, ainda, a grande causa que vai caracterizar este século. “O que vai marcar o século 21 é a equidade de gênero. O planeta está exigindo mais equilíbrio entre homens e mulheres por diversos motivos”, ressaltou Janete, que estava acompanhada de outras lideranças femininas do Grupo Mulheres do Brasil. De acordo com a empresária, 20% dos profissionais registrados no Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea) são mulheres. “Nós temos nossa meta. Precisamos chegar lá, mas precisamos agradecer os passos que já demos”, acentuou, parabenizando a vice-presidente do Sinduscon-DF e titular da Diretoria de Ações Institucionais Sociais e Comunitárias (Daisc) da entidade, Helena Mazzaro Peres de Saboya Rocha Miranda. Helena, que também é titular da Diretoria de Economia e Estatística (DEE) do Sinduscon-DF, disse que é preciso trabalhar pela valorização da família, a partir de mobilização junto aos trabalhadores do setor. “Se nosso pilar central estiver forte, lidar com as adversidades da vida pessoal e profissional se torna mais fácil”, disse Helena. Durante o lançamento, estavam presentes os presidentes da Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra), Jamal Jorge Bittar, e da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi-DF), Eduardo Botelho, além de dezenas de empresários da construção civil. Eles reconheceram a importância da mobilização e prometeram esforços para que a ação ganhe mais força no Distrito Federal.