Mulheres na construção, uma solução estratégica para o setor

A ampliação da participação feminina na construção civil deixou de ser uma pauta social e se tornou uma agenda estratégica para o setor. Há escassez de mão de obra, o que exige dos empregadores enfrentar o desafio da inclusão de mulheres e refletir sobre como tornar a atividade mais atraente tanto para elas quanto para os jovens. O tema foi tratado no painel “Construção com Elas: Estratégia, Escala e Futuro”, do Encontro Internacional da Indústria da Construção (ENIC) 2026, organizado pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). O evento acontece até 21 de maio, no Distrito Anhembi, na cidade de São Paulo. “Oferecer salários e benefícios não é suficiente para reter talentos. Na retenção, os líderes exercem papel determinante e precisam ser preparados para conduzir as equipes no mesmo sentido”, disse na abertura Ana Claudia Gomes, vice-presidente de Responsabilidade Social e presidente da Comissão de Responsabilidade Social (CRS) da CBIC. Ela ressaltou o trabalho que a entidade vem desenvolvendo no treinamento de lideranças femininas. Pioneira no comando de uma entidade de classe do setor, Elissandra Cândido, presidente do Sinduscon Sul Fluminense, falou de sua experiência como empresária da construção civil, iniciada há mais de 30 anos, e sua conexão com a liderança institucional. “Em 2021, fui a primeira mulher a presidir um sindicato da CBIC. Hoje, já somos quatro mulheres liderando entidades, entre as mais de 90 existentes”, afirmou, destacando que o letramento promovido pela CBIC, qualificando executivas e secretárias, propiciou o avanço das mulheres nas diretorias. Mesmo assim, a maioria ainda é minoria na decisão. Embora as mulheres representem 51% da população brasileira, ocupam apenas 38% dos cargos de liderança no país e 11,5% da força formal na construção civil, de acordo com dados apresentados durante o painel. O ENIC é uma realização da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e Correalização do Sesi e Senai; conta com o Apoio Institucional da EMBRAPII; Patrocínio Oficial da CAIXA e Governo do Brasil, onde tem patrocínio CAIXA, tem Governo do Brasil; Patrocínio Institucional da CNI e IEL e do CAU/BR; Patrocínio Hub de Tecnologia da Schneider Eletric e Steck; Patrocínio Hub de Inovação do Sebrae; Patrocínio Naming room de Tecnologia da ABDI; Patrocínio Ouro da ApexBrasil, Saint-Gobain, Paggo, Brain e Kata; Patrocínio Prata da Agilean, AltoQi, Atlas Schindler, Esaf, Konstroi, Senior, Sienge, Cofer, Confea Crea – SP e da Mútua; Patrocínio Bronze da TOTVS, Zigurat, Exxata, Fastbuilt, Falconi, Sinaenco, Sinicon, além do Patrocínio Visibilidade da Trimble. Construir com respeito é construir para todos. Racismo não tem vez! Formação de mão de obra Para ampliar a presença feminina em outras funções, Elissandra destacou a efetividade do programa de qualificação de mão de obra “Elas Constroem”, iniciativa da CBIC com o SENAI, que conecta formação, encaminhamento produtivo e contratação. Atualmente operando em escala nacional, o programa registrou em 2025 a matrícula de 257 mulheres de 14 localidades de diferentes regiões do país, das quais 216 concluíram o ciclo, representando 84% do total. Entre as concluintes, 174 foram encaminhadas para vagas disponíveis e, até o momento do evento, 48 estão contratadas. As contratações distribuíram-se pelas capitais São Luís (15), Manaus (10), Salvador (10), Aracaju (8) e Campo Grande (5). Mais do que qualificar, “Elas Constroem” vem mudando o modo como o setor enxerga o talento. “O projeto gera uma mudança que começa na formação profissional e se estende para a ampliação da renda, a expansão da autoestima por meio do reconhecimento técnico, pelo pertencimento a uma indústria importante e a mobilização social, por inspirarem outras mulheres em suas localidades”, frisou Elissandra. Ao final de sua fala, a presidente do Sinduscon Sul Fluminense fez um pedido aos homens presentes na audiência: “Abram o coração e coloquem a diversidade como estratégia, como tendência para o futuro. Olhem as oportunidades e abram espaço para as competências femininas. O futuro é coletivo e precisa ser diverso”. Mediadora do painel, Ana Claudia Gomes agradeceu a presença de homens na audiência e pediu apoio à inclusão de mulheres. “O risco de haver assédio sempre existiu e é possível que aumente, mas não inviabiliza a inclusão. Precisamos primeiro mapear esses riscos e descobrir como inibi-los, por exemplo, criando um canal de denúncias, tratando o assunto de forma a não se repetir”, disse. Mulheres no Grupo CSN O Grupo CSN (Companhia Siderúrgica Nacional), com atuação em setores estratégicos como siderurgia, mineração, logística, cimento e energia, vem conseguindo incluir mulheres com sucesso em atividades antes predominantemente masculinas. Larissa Garbelini, head de diversidade, equidade e inclusão do Grupo, falou do programa “Capacitar Mulheres”. Iniciado em 2018, o projeto é uma iniciativa voltada à formação técnica operacional nas áreas de manutenção, mecânica e elétrica, solda industrial, operação de ponte rolante, operação de siderurgia, operação ferroviária e operação de mina. O programa já formou mais de 2.500 mulheres. No Grupo, o número de funcionárias ativas passou de 3.371 (14% do total) em 2020 para 7.691 (28%) em 2025, um crescimento robusto de 128,15% no período. Na siderurgia, a presença feminina saltou 7,5% em 2017 para 24% em 2026. Em cargos de liderança, as mulheres também apresentaram crescimento: passaram de 127 (10,80%) em 2021 para 260 (16%) em 2025. Cerca de 600 mulheres entram por ano na CSN, afirma Larissa. O processo de inclusão começa com a contratação para técnica operacional, mas ela primeiro vai ser capacitada. Terá padrinho, madrinha e um período de seis meses em que será avaliado seu desempenho. “Sabemos que quase 52% das mulheres são chefes de família, logo não podem ficar sem salário enquanto aprendem”, observa. “Oferecemos uma carreira e não apenas uma vaga.” Em várias atividades, o desempenho feminino surpreende. Larissa cita como exemplo dirigir caminhões enormes, tipo fora de estrada. Além dos padrões de cuidado na direção costumeiros entre as mulheres, a companhia detectou uma redução no consumo de combustível, um retorno inesperado do investimento. Assim, a companhia segue apostando na mão de obra feminina, acrescentando ao programa suporte para as lideranças, programas de empoderamento e estratégias para aumentar a eficiência operacional. Ao encerrar o painel, Ana Claudia Gomes reafirmou os avanços obtidos na inclusão feminina na construção, ponderando que ainda há muito a ser feito, que é preciso ver o que é valor para as mulheres e os jovens, oferecer a eles uma empresa condizente com as expectativas e começar a desenvolver pessoas. O tema tem interface com o projeto “Elas Constroem”, da Comissão de Responsabilidade Social (CRS) da CBIC, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai). Fonte: Agência CBIC
Utilize o Seconci-DF para cumprimento da Lei Nº 15.377/2026

São vários os serviços que podem ser utilizados para informação, além dos atendimentos médicos assistenciais disponíveis, sem custo aos trabalhadores Com a entrada em vigor da Lei nº 15.377/2026, que altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) para ampliar as ações de conscientização e prevenção em saúde no ambiente de trabalho, o Serviço Social da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Seconci-DF), se apresenta como parceiro estratégico das empresas do setor da construção para o cumprimento das novas exigências legais. A nova legislação estabelece obrigações aos empregadores, que precisam disponibilizar informações e promover ações de conscientização junto aos trabalhadores sobre campanhas oficiais de vacinação, o papilomavírus humano (HPV) e os cânceres de mama, colo do útero e próstata. A lei também determina que as empresas orientem os colaboradores sobre a realização de exames preventivos e sobre o acesso aos serviços de saúde disponíveis para diagnóstico precoce. Outro ponto previsto é a obrigatoriedade de informar os trabalhadores sobre o direito de ausência ao trabalho para realização de consultas e exames preventivos relacionados às doenças contempladas na legislação, sem prejuízo salarial, conforme já previsto na CLT. Nesse cenário, o Seconci-DF oferece suporte às empresas parceiras, auxiliando diretamente no cumprimento das determinações legais por meio de palestras educativas, consultas médicas gratuitas em ginecologia, urologia, clínica médica, campanhas de conscientização, orientações e ações preventivas voltadas à saúde do trabalhador. Além da estrutura própria, o Seconci-DF mantém parcerias estratégicas que também poderão ser utilizadas pelas empresas para apoiar o cumprimento da nova legislação, ampliando o acesso dos trabalhadores aos serviços de saúde e contribuindo para ambientes de trabalho mais seguros e saudáveis. A medida reforça a importância da atuação conjunta entre empregadores e instituições especializadas em saúde ocupacional para garantir mais qualidade de vida, prevenção e bem-estar aos trabalhadores da construção civil do Distrito Federal. Entre em contato conosco e solicite uma palestra ou mais informações sobre os atendimentos médicos que podem ser solicitados como forma de cumprimento à legislação. Ligue (61) 3399-1888 ou seconci@seconci-df.org.br. Você também pode ficar por dentro de todas nossas ações pelas nossas redes sociais. Sidney Rocha/Comunicação Seconci-DF
Seconci homenageia os profissionais de enfermagem da instituição

Entre os dias 12 e 20 de maio, é celebrada nacionalmente a Semana da Enfermagem, um período dedicado a reconhecer profissionais que transformam cuidado em acolhimento, atenção e compromisso com a vida. No Seconci-DF, enfermeiros e técnicos de enfermagem desempenham um papel fundamental no cuidado com os trabalhadores da construção civil, atuando diariamente com dedicação, empatia e responsabilidade. Mais do que uma profissão, a enfermagem representa vocação, humanidade e amor ao próximo. Esse sentimento aparece nas histórias e nos relatos dos profissionais que fazem parte da equipe do Seconci-DF e que enxergam no cuidado uma forma de transformar vidas. Para a técnica de enfermagem Simone Silva, a conexão com a enfermagem surgiu a partir da experiência de cuidar da própria mãe. “Percebi o quanto o cuidado, a atenção e o acolhimento fazem diferença na vida das pessoas. Foi então que surgiu em mim a vontade de também ajudar o próximo”, destacou. O desejo de cuidar também motivou Elen Cristina a escolher a profissão. “Ser técnica de enfermagem é oferecer cuidado, acolhimento e carinho em momentos importantes da vida das pessoas. E, além de tudo isso, ainda existe o orgulho de representar a profissão com alegria e dedicação todos os dias”, conta a técnica de enfermagem. Já o técnico de enfermagem Luiz Carlos Muniz acredita que o grande diferencial da enfermagem está no olhar humano. “A enfermagem representa amor ao próximo, acolhimento e dedicação. A gente aprende a observar não só a saúde física, mas também o lado emocional e mental de cada pessoa” Para João Vitor Miranda, a profissão proporciona aprendizado constante e uma troca diária com os trabalhadores atendidos pelo Seconci-DF. “É gratificante perceber o quanto o trabalhador se sente valorizado e acolhido quando recebe atenção e cuidado”, comenta o técnico. Gilvonete Queiroz reforça a importância da orientação e da prevenção dentro da enfermagem do trabalho. “Ver que conseguimos incentivar mudanças importantes na vida das pessoas é o que me motiva todos os dias a continuar exercendo essa profissão com amor e dedicação”, fala a técnica de enfermagem. Ana Paula dos Santos acredita que o carinho pelo próximo é essencial para quem escolhe atuar na área. “Quando existe amor pelo que faz e vontade genuína de cuidar das pessoas, o profissional consegue exercer a profissão com dedicação e humanidade”, disse a técnica de enfermagem. Em poucas palavras, a técnica de enfermagem Patrícia Marques resume a essência da enfermagem: “Ser técnica de enfermagem é cuidar de vidas com dedicação, carinho e conhecimento” Para a enfermeira Camila Trajano, cada detalhe do atendimento também representa cuidado. “Por trás de cada atendimento bem realizado, existe dedicação, planejamento e o trabalho cuidadoso da enfermagem”, conta. Texto: Sidney Rocha/Comunicação Seconci-DF
CBIC elege nova gestão para mandato que inicia em julho

A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) realizou, nesta segunda-feira (18), em São Paulo, Assembleia Geral para eleger os integrantes do Conselho de Administração e do Conselho Fiscal para a gestão 2026/2029. A chapa única liderada pelo empresário Eduardo Aroeira Almeida, atual vice-presidente financeiro da entidade, foi eleita por aclamação: ele sucederá a Renato Correia na presidência da CBIC a partir de 1º de julho. Em breve pronunciamento após o resultado, Correia destacou a importância da união do setor e fez um balanço das principais conquistas da gestão. “O que a gente precisa estimular cada vez mais é a união. A união faz a força. A união permite discordância, permite visões diferentes e permite que a gente cresça junto”, afirmou. A data da cerimônia de posse da futura gestão será anunciada em breve. Renato lembrou avanços conquistados pela CBIC nos últimos três anos, como o fortalecimento do programa Minha Casa, Minha Vida, a preservação do FGTS, a atuação em temas ligados à segurança jurídica, representação internacional e sustentabilidade. “Nós estamos muito longe de vencer o déficit habitacional e de fazer as infraestruturas que o país precisa. Só isso já seria uma missão incrível. Para mim foi um orgulho servir a vocês e servir esse setor”, declarou. O presidente também recebeu homenagens dos dirigentes da entidade e da equipe da CBIC. “Quero, em nome de toda a equipe da CBIC, agradecer esse tempo com o Renato, por acreditar no projeto e transformar o gigante em uma coisa muito maior”, destacou Fernando Guedes Ferreira Filho, presidente-executivo da CBIC. A reunião aconteceu um dia antes do maior evento da construção promovido pela CBIC, o Encontro Internacional da Indústria da Construção (ENIC) 2026, que começa nesta terça-feira (19), no Distrito Anhembi, em São Paulo. Durante o encontro, Renato Correia destacou a dimensão da edição deste ano do evento. “Discutimos a modelagem do ENIC ao longo do ano. Crescemos em área e vamos fazer um ENIC espetacular, com uma rodada de negócios internacional e participação de toda a cadeia produtiva”, afirmou. Fernando Guedes também destacou a expectativa para o encontro. “Não hesito em dizer que esse vai ser o melhor ENIC de todos os tempos, em conteúdo, visibilidade, relacionamento e importância econômica, política e institucional”, afirmou. Fonte: Agência Cbic
Maio Vermelho destaca cuidados e prevenção do câncer bucal

Seconci-DF amplia conscientização sobre a doença levando atendimento gratuito para os trabalhadores da construção civil Voltada à conscientização do câncer bucal, a campanha Maio Vermelho busca informar e alertar a população sobre os cuidados, além de incentivar a prevenção e aumentar os índices de diagnósticos precoces. Dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA) mostram que o Brasil deve registrar mais de 17 mil novos casos da doença até 2028. O câncer da boca e orofaringe é um tumor maligno que afeta os lábios e as estruturas da boca, como gengivas, bochechas, céu da boca (palato), língua (principalmente as bordas e laterais) e a região embaixo da língua (assoalho da boca). Tabagismo, consumo de bebidas alcoólicas e infecção pelo vírus HPV (papilomavírus humano) estão entre os principais fatores de risco para o surgimento da neoplasia. Estimativas apontam que até 30% dos casos de câncer podem ser prevenidos por meio de hábitos saudáveis, como alimentação equilibrada rica em frutas, legumes e vegetais, não fumar, evitar o consumo excessivo de bebidas alcoólicas e utilizar protetor solar nos lábios. A vacinação contra o HPV, o uso de preservativo, inclusive durante a prática do sexo oral, e a realização de exames periódicos também colaboram com a prevenção. Mára Lúcia Campos, gerente de odontologia do Seconci-DF, aponta que as pessoas devem ficar atentas a alguns sinais de alerta. “Principalmente lesões e machucados na boca que não cicatrizem em até 15 dias, sangramentos sem causa conhecida, manchas ou placas esbranquiçadas na boca e nódulos no pescoço”, destaca. “Vale ressaltar que esses sintomas não necessariamente serão confirmados como câncer, mas com o surgimento deles, devem ser investigados imediatamente, pois, se a doença for diagnosticada e tratada nas fases iniciais, há grandes chances de cura total”. Atendimento odontológico para trabalhadores da construção Com foco nos trabalhadores da construção civil, o Serviço Social da Indústria da Construção Civil do DF (Seconci-DF) oferece atendimento odontológico gratuito, levando cuidado e prevenção diretamente aos canteiros de obras. Com duas unidades fixas, no Núcleo Bandeirante e na Asa Norte, e quatro unidades móveis que percorrem obras em todo o Distrito Federal, a entidade oferece serviços gratuitos como extrações, restaurações, próteses, tratamentos de canal e limpeza dental. Para se ter uma ideia, em 2025 foram realizados mais de 21 mil atendimentos. Neste ano, no 1º trimestre, foram contabilizados mais de 4,5 mil atendimentos, distribuídos entre consultas, tratamentos concluídos e procedimentos diversos, reforçando o impacto social do trabalho contínuo. Thiago Gomes dos Santos, guardião de obras da CONBRAL, empresa parceira do Seconci-DF, foi um dos trabalhadores atendidos pela unidade móvel disponibilizada no canteiro onde atua. Segundo ele, o tratamento odontológico trouxe benefícios que foram além da saúde bucal, refletindo diretamente em sua autoestima. “Eu tinha vergonha de conversar com as pessoas, porque sempre achava que elas estavam olhando para o meu dente quebrado. Depois que fiz todo o tratamento no Seconci, me sinto mais tranquilo e confiante para falar”, relata. O trabalhador também destaca a importância da oferta gratuita do serviço odontológico dentro do ambiente de trabalho. “É uma facilidade muito grande para todos nós, porque torna mais acessível buscar um tratamento que, muitas vezes, a gente nunca imaginou que conseguiria fazer um dia”, afirma. O cuidado do Seconci-DF vai além do consultório. “Nosso objetivo é garantir que os trabalhadores da construção civil tenham acesso a um atendimento odontológico humanizado e preventivo. Quando conseguimos identificar problemas precocemente e orientar sobre os cuidados com a saúde bucal, contribuímos diretamente para a qualidade de vida e o bem-estar desses profissionais”, finaliza a gerente. O Seconci-DF disponibiliza diversas especialidades odontológicas gratuitas para os profissionais da construção civil vinculados a empresas parceiras. Para utilizar os serviços, o agendamento é simples: basta que o colaborador procure o setor de segurança do trabalho ou recursos humanos da empresa em que atua, para que ele realize a marcação das consultas no site da entidade. Fonte: Profissionais do Texto
Eleito por aclamação, Eduardo Aroeira assume presidência da CBIC em 1º de julho

O empresário Eduardo Aroeira Almeida foi eleito presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) para a gestão 2026/2029 nesta segunda-feira (18). Vice-presidente financeiro da entidade, Aroeira Almeida assumirá o mandato em 1º de julho, consolidando sua atuação no associativismo empresarial. A data da cerimônia de posse será anunciada em breve. Ao agradecer a confiança das entidades associadas, Aroeira destacou o compromisso da nova gestão com o fortalecimento institucional da construção civil brasileira. “A construção civil muda a vida das pessoas. Muda a vida do trabalhador que entra no canteiro de obras sem nenhuma qualificação e sai com um ofício; da família que recebe a chave de uma casa e, com isso, recebe uma identidade, uma segurança”, afirmou. Em breve discurso após a eleição, o novo presidente também ressaltou a importância do diálogo e da atuação conjunta do setor. “Nós recebemos essa responsabilidade com a consciência de que nos é dada a obrigação de servir. A gente não foi eleito somente para ocupar cargos, mas por uma convicção que nos une”, disse. Natural de Brasília, Eduardo Aroeira tem 50 anos e é formado em Engenharia Civil pela Universidade de Brasília (UnB). Além da vice-presidência financeira da CBIC, ele preside o Serviço Social da Indústria da Construção do Distrito Federal (SECONCI-DF). A presidência da CBIC coroa uma trajetória consolidada na representação institucional do setor da construção. Aroeira iniciou sua atuação no Sindicato da Indústria da Construção do Distrito Federal (Sinduscon-DF), onde exerceu o cargo de vice-presidente da Comissão da Indústria Imobiliária. Também presidiu a Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (ADEMI DF) por dois mandatos consecutivos e foi vice-presidente da Cooperativa de Compras do Distrito Federal (COOPERCON-DF). Além da atuação institucional, Aroeira é sócio-diretor da Apex Engenharia. Casado, é pai de duas filhas. Ao finalizar sua fala, Aroeira afirmou que pretende conduzir a CBIC com “mão estendida, ouvido aberto e coração comprometido com aquilo que sempre move a construção civil: pessoas, vidas, famílias e brasileiros que dependem do que essa indústria faz”. Fonte: Agência CBIC
Com chapa única, CBIC elege sua nova gestão nesta segunda-feira

A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) reúne suas associadas em Assembleia Geral nesta segunda-feira (18) para eleger os integrantes do seu Conselho de Administração e Conselho Fiscal para a gestão 2026/2029. O pleito será realizado na cidade de São Paulo, com o escrutínio de chapa única liderada pelo empresário Eduardo Aroeira Almeida, do Distrito Federal, atual vice-presidente financeiro da CBIC. Ele sucederá a Renato Correia, atual presidente da entidade. O mandato da futura gestão terá início em 1º de julho e a data da cerimônia de posse festiva será anunciada em breve. Representante nacional da indústria da construção, a CBIC formalizou chapa que reúne lideranças empresariais de todas as regiões do país, executivos que vão liderar as áreas técnicas e presidir suas comissões temáticas, contemplando diferentes segmentos estratégicos da indústria da construção. Conheça os integrantes da futura gestão: PRESIDENTE Eduardo Aroeira Almeida | DF VICE-PRESIDENTE ADMINISTRATIVO Marcos Mauro Pena de Araújo Moreira Filho | PR VICE-PRESIDENTE FINANCEIRO Alfredo Guttenberg de Mendonça Brêda | AL VICE-PRESIDENTES REGIONAIS Cezar Valmor Mortari | Região Centro-Oeste | GO Clerlânio Fernandes de Holanda | Região Norte | RR Patriolino Dias de Sousa Teixeira e Silva | Região Nordeste | CE Raphael Rocha Lafetá | Região Sudeste | MG Ricardo Dias Michelon | Região Sul | RS VICE- PRESIDENTES DE ÁREAS Vice-Presidente da Área de Habitação de Interesse Social (CHIS) | Clausens Roberto de Almeida Duarte | CE Vice-Presidente da Área de Política de Relações Trabalhistas (CPRT) | David de Oliveira Fratel | SP Vice-Presidente da Área de Materiais, Tecnologia, Qualidade e Produtividade (COMAT) | Dionyzio Antonio Martins Klavdianos | DF Vice-Presidente da Área da Indústria Imobiliária (CII) | Ely Flavio Wertheim | SP Vice-Presidente da Área Jurídica (CONJUR) | Felipe Melazzo de Carvalho | GO Vice-Presidente da Área de Obras Industriais e Corporativas (COIC) | Ilso José de Oliveira | MG Vice-Presidente da Área de Responsabilidade Social (CRS) | Maria Inês Menegotto de Campos | RS Vice-Presidente da Área de Meio Ambiente (CMA) | Nilson Sarti da Silva Filho | BA Vice-Presidente da Área de Infraestrutura (COINFRA) | Vinícius Augusto Pereira Benevides | RJ VICE-PRESIDENTES Alberto Scheeffer Stein | SC Alexandre Landim Fernandes | BA Caio Carmona Cesar Portugal | SP Carlos Augusto Emery Cade | PR Carlos Eduardo Lima Jorge | SP Celso Pimentel Fraga Filho | MG Claudio Medeiros Netto Ribeiro | RJ Claudio Teitelbaum | RS Fábio Ribeiro Nahuz | MA Guilherme Araújo Fortes | PI Henrique Jorge Medina Neto | AM Hidebrair Henrique de Freitas | GO José Elias Fernandes Abul Hiss | SP Marco Antonio Corsini | SC Marco Aurélio Alberton | SC Maria Elizabeth Cacho do Nascimento | PE Maria Rita de Cássia Singulano | SP Paulo Roberto de Morais Muniz | DF Rafael Sacchi | RS Ricardo Parzianello | PR Sérgio Augusto Nascimento Smith Junior | SE Sérgio Henrique Andrade de Azevedo | RN SUPLENTES: Avelar de Castro Loureiro Filho | PE Barbara Paludo | SC Bruno Baeta Ligório | MG Claúdio Cunha | BA Douglas Luiz Vaz da Silva | ES Lamartine Alves Pereira | PB Luiz Afonso Delgado Assad | DF Maria Eugenia Fornea | PR Ozaes Barros Mangueira Filho | PB Rafael Goellner Garcia | RS Rogério Yabiku | PR Russell Rudolf Ludwig | SP Samir Frazzon Samara | RS CONSELHO FISCAL Titulares: Abel Pickler Sgarioni | PR José Eugênio Souza de Bueno Gizzi | PR Murillo Estevam Allevato Filho | RJ Suplentes: Fabrizio de Almeida Gonçalves | PA Fernando Coe Razuk | GO Ricardo Beschizza | SP Fonte: Agência CBIC
MTE publica guia de perguntas e respostas para orientar empresas sobre mudanças da NR-1

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) publicou, nesta quarta-feira (6), o conteúdo “Perguntas e Respostas sobre o Capítulo 1.5 da NR-1”, com orientações voltadas a empresas, trabalhadores e profissionais de Segurança e Saúde no Trabalho (SST) sobre a gestão de riscos ocupacionais, com destaque para os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho. O material tem caráter orientativo e busca esclarecer dúvidas sobre a aplicação das normas, especialmente no contexto do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO). De acordo com o diretor de Segurança e Saúde no Trabalho do MTE, Alexandre Scapelli, o conteúdo parte do pressuposto de que o público já conhece o Manual do GRO/PGR (2026) e o Guia de Informações sobre Fatores de Risco Psicossociais (2025), disponíveis no site do Ministério. O conteúdo foi submetido à Comissão Nacional Tripartite Temática (CNTT) da NR-1, com participação de representantes de empregadores, trabalhadores e governo. “As respostas apresentadas possuem caráter orientativo e não substituem a interpretação da legislação vigente, prevalecendo sempre o texto normativo”, explicou. O documento é de responsabilidade da Coordenação-Geral de Normatização e Registros (CGNOR), do Departamento de Segurança e Saúde do Trabalhador (DSST), vinculado à Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT). Entre os principais pontos, o MTE esclarece que todas as empresas devem realizar ações de prevenção que incluam a identificação e avaliação dos fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho, no âmbito da Avaliação Ergonômica Preliminar (AEP), prevista na NR-17 e integrada ao GRO da NR-1. O processo envolve identificar perigos, avaliar riscos, implementar medidas de prevenção e acompanhar continuamente as condições de trabalho. A definição dos meios, metodologias e responsáveis é de competência da própria organização, que deve designar profissional ou equipe com conhecimento técnico compatível com a complexidade das atividades, não havendo exigência normativa de uma categoria profissional específica para essa finalidade. Contínuo O documento ainda reforça que a gestão de riscos ocupacionais é um processo contínuo, que vai além da elaboração de documentos. Ainda assim, são obrigatórios registros como o inventário de riscos, o plano de ação e os critérios adotados no GRO. A AEP pode ser utilizada como evidência da gestão de riscos ergonômicos, incluindo os psicossociais, enquanto o uso isolado de questionários não é suficiente para comprovar essa gestão, devendo seus resultados ser analisados tecnicamente e integrados ao processo. Para microempresas e empresas de pequeno porte dispensadas do PGR, a AEP passa a ser o principal documento comprobatório. Outro destaque é que a identificação de riscos psicossociais deve abranger todas as formas de organização do trabalho, incluindo regimes remoto, híbrido e teletrabalho. As empresas podem adotar diferentes metodologias, como observação das atividades, entrevistas e abordagens participativas, desde que tecnicamente fundamentadas. O MTE também esclarece que a avaliação desses riscos não se confunde com exames médicos periódicos, pois o foco está nas condições e na organização do trabalho, e não no diagnóstico clínico individual dos trabalhadores. No campo da fiscalização, não será exigida uma ferramenta específica. A atuação dos auditores-fiscais do trabalho se concentrará na verificação da consistência técnica do processo adotado pela empresa, na coerência com a realidade das atividades e na efetividade das medidas de prevenção. Serão considerados documentos, observações no ambiente de trabalho, entrevistas e outras evidências que demonstrem a implementação do GRO. A participação dos trabalhadores também deverá ser comprovada de forma efetiva. Confira aqui as perguntas e respostas Fonte: MTE
Seconci-DF promove evento sobre levantamento de riscos psicossociais relacionados ao trabalho

Além do evento, a instituição apresentou ferramenta criada para realização do levantamento nos canteiros de obras Sidney Rocha/Comunicação Seconci-DF Nesta quinta-feira, 14 de maio, o Serviço Social da Indústria da Construção do DF (Seconci-DF) promoveu um encontro com representantes de Recursos Humanos, segurança do trabalho e demais interessados no levantamento de riscos psicossociais relacionados ao trabalho. Na ocasião, a equipe multidisciplinar formada por profissionais das áreas de segurança do trabalho, medicina, psicossocial e gerência geral apresentou a ferramenta desenvolvida pela instituição para realização do levantamento nas empresas parceiras do Seconci-DF. Na abertura do evento, o presidente do Seconci-DF, Eduardo Aroeira Almeida, reforçou que o tema é recente e merece atenção, entendimento e ação conjunta entre o Seconci e as empresas parceiras. “O Seconci-DF acompanha diariamente a realidade dos canteiros de obras e das empresas do setor. Sabemos que as mudanças trazem desafios, mas também representam uma oportunidade de evolução nas práticas de gestão e de fortalecimento de uma verdadeira cultura de prevenção e cuidado dentro das organizações”, afirmou Eduardo. Eduardo complementou destacando que “esse é um tema novo, exigente e profundamente humano. A construção civil muda a vida das pessoas e é um setor movido por gente, histórias e famílias. Quando falamos sobre saúde mental, relações de trabalho, assédio, sobrecarga, pressão emocional e qualidade do ambiente laboral, falamos sobre produtividade, dignidade, prevenção e cuidado com o trabalhador”, ressaltou. A gerente geral do Seconci-DF, Geórgia Grace Bernardes, comentou sobre o compromisso do Seconci-DF junto às empresas para atendimento às mudanças relacionadas ao levantamento de riscos psicossociais relacionados ao trabalho. “Com o senso de responsabilidade e compromisso em prestar serviços de SST altamente qualificados, no início de 2025, o Seconci-DF trabalhou no desenvolvimento de uma ferramenta própria para realização do levantamento dos riscos psicossociais relacionados ao trabalho nas empresas parceiras. Agora, a solução desenvolvida pela instituição já está à disposição das empresas e vem sendo utilizada para atender às mudanças da Norma Regulamentadora 1 (NR-1), do Ministério do Trabalho”, destacou Geórgia. Embasada em metodologias reconhecidas nacional e internacionalmente como o HSE-IT (Health and Safety Executive, do Governo do Reino Unido), o e-book do SOC e a lista de fatores de risco do guia do Ministério do Trabalho, a ferramenta criada pelo Seconci-DF atende às exigências da norma e pode ser um importante apoio para empresas que ainda não definiram sua estratégia de aplicação do levantamento ou necessitam de suporte técnico especializado. A coordenadora de Recursos Humanos da empresa Base Investimentos, Amanda Cardoso, esteve no Seconci e elogiou a iniciativa da instituição. “O evento promovido sobre a NR-1 foi muito esclarecedor e trouxe informações importantes sobre a aplicação da norma nas empresas. Já desenvolvemos algumas ações relacionadas ao tema e o encontro reforçou a importância de seguir avançando com medidas que promovam mais segurança, prevenção e cuidado com os trabalhadores”, destacou Amanda. Da mesma forma, a técnica de segurança do trabalho da Construtora Faenge, Ana Carolina Reis, reforçou a importância de contar com o apoio do Seconci para esclarecimento de dúvidas e também no auxílio ao levantamento dos riscos psicossociais relacionados ao trabalho. “A empresa tem uma parceria com o Seconci e o evento sobre os riscos psicossociais foi muito importante para quem atua na linha de frente com os trabalhadores. Fiquei muito feliz em participar. Foi um encontro esclarecedor e que tirou muitas dúvidas”, afirmou Ana Carolina. As empresas interessadas em conhecer mais sobre o serviço de levantamento dos riscos psicossociais relacionados ao trabalho criada pelo Seconci-DF podem entrar em contato conosco pelo telefone (61) 3399-1888 ramal 247 ou pelo e-mail seconci@seconci-df.org.br. Assista a live do evento no vídeo abaixo:
Seconci-DF reforça conscientização sobre prevenção e diagnóstico precoce do câncer de boca no Maio Vermelho

Campanha alerta para os fatores de risco, sinais da doença e importância do cuidado com a saúde bucal José Albuquerque/Comunicação Seconci-DF O Maio Vermelho é o mês dedicado à conscientização e prevenção do câncer de boca, campanha que busca alertar a população sobre os fatores de risco, sinais de alerta e, principalmente, a importância do diagnóstico precoce da doença. O tema ganha destaque no Serviço Social da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Seconci-DF), que reforça a importância da informação e do acompanhamento odontológico regular entre os trabalhadores da construção civil e seus familiares. De acordo com estimativas do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o Brasil deve registrar mais de 17 mil novos casos de câncer de cavidade oral em 2026. A doença está entre os tipos de câncer mais incidentes no país e afeta principalmente os homens. O câncer de boca pode acometer regiões como lábios, língua, gengiva, céu da boca, bochechas e assoalho da boca. Um dos principais desafios para o enfrentamento da doença é que, em muitos casos, ela se desenvolve de forma silenciosa, sem dor ou sintomas aparentes nas fases iniciais. Entre os principais sinais de alerta estão feridas na boca que não cicatrizam em até 15 dias, manchas brancas ou avermelhadas, sangramentos sem causa aparente, caroços na região da boca ou do pescoço, dificuldade para mastigar ou engolir e rouquidão persistente. Segundo a gerente de Odontologia do Seconci-DF, Mára Lucia, a conscientização é uma das principais ferramentas para combater a doença.“Quando identificado precocemente, as chances de cura são muito altas. Por isso, nosso papel enquanto instituição é ampliar o acesso à informação, orientar a população e fortalecer o cuidado com a saúde bucal”, destaca. Os principais fatores de risco para o câncer de boca são o tabagismo e o consumo excessivo de bebidas alcoólicas, especialmente quando associados. Outros fatores também contribuem para o desenvolvimento da doença, como a infecção pelo HPV, má higiene bucal e exposição solar sem proteção. A prevenção continua sendo a principal aliada no combate à doença. Evitar o cigarro, reduzir o consumo de álcool, manter hábitos saudáveis, realizar corretamente a higiene bucal e fazer consultas regulares ao dentista são atitudes essenciais para reduzir os riscos e garantir mais qualidade de vida. “O câncer de boca não pode esperar. Feridas que não cicatrizam, manchas, dor persistente ou dificuldade para mastigar precisam ser investigadas rapidamente. O diagnóstico precoce salva vidas”, reforça Mára Lucia. Cuidado que salva O cuidado e acompanhamento da saúde bucal deve ir além do Maio Vermelho, o Seconci-DF reforça a importância das consultas odontológicas regulares como ferramenta fundamental para o diagnóstico precoce do câncer de boca. Durante os atendimentos, profissionais capacitados conseguem identificar alterações suspeitas ainda nos estágios iniciais da doença, aumentando significativamente as chances de sucesso no tratamento. Presente na palestra em alusão ao Maio Vermelho, realizada pelo Seconci-DF na obra do novo anexo do Park Shopping, a técnica de segurança Hilia Vanessa Santos, relata que a orientação recebida durante o evento foi essencial para entender a importância da prevenção e da realização de exames regulares. “A palestra foi muito interessante e fundamental para conscientizar os trabalhadores sobre a importância da higiene vocal e os riscos do tabagismo e das drogas. O doutor trouxe explicações claras, interagiu bastante com o pessoal e conseguiu prender a atenção de todos, tirando muitas dúvidas. Tenho certeza de que agora eles vão se cuidar mais e entender os impactos que esses hábitos podem causar na saúde”, completa. O Seconci-DF vai além dos atendimentos nas unidades físicas da instituição, promovendo ações de saúde diretamente nos canteiros de obras, levando orientação, avaliação odontológica e conscientização aos trabalhadores da construção civil. As iniciativas buscam facilitar o acesso ao cuidado preventivo, aproximando os serviços de saúde dos profissionais que, muitas vezes, têm dificuldade de procurar atendimento devido à rotina de trabalho. Para saber mais sobre a Odontologia do Seconci-DF, ligue (61) 3399-1888 ou (61) 98166-6969. Para ficar por dentro das nossas novidades, acesse www.seconci-df.org.br