Seconci-DF recebe representantes da indústria da construção de Mato Grosso do Sul e de Pernambuco

Comunicação Seconci-DF Na quarta-feira, 27 de novembro, representantes da indústria da construção dos estados do Mato Grosso do Sul e de Pernambuco visitaram a sede do Seconci-DF para conhecer o trabalho social desenvolvido pela entidade e conhecer as instalações de atendimento. Estiveram na instituição, o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de Pernambuco (Sinduscon-PE), Antonio Claudio Sá Barreto Couto, e o presidente eleito do Sindicato da Indústria da Construção do Estado de Mato Grosso do Sul (Sinduscon-MS) Kleber Recalde. A visita ao DF ocorreu com intermediação da gerente executiva do Seconci Brasil, Denise Noleto, e também por ocasião do Encontro Nacional da Indústria da Construção (ENIC), que aconteceu no DF no dia 26 de novembro, e recebeu representantes de todos os Sindicatos da Construção do DF. Tanto Antonio Claudio, quanto Kleber Recalde elogiaram a estrutura do Seconci-DF e reforçaram a importância da responsabilidade social promovida em ações e atividades como são desenvolvidas pelos Seconcis.

Os Benefícios de uma concreta gestão de riscos

Uma gestão de riscos eficaz não só evita problemas, como também vislumbra as oportunidades e estabelece bases para um crescimento e sucesso a longo prazo. Compreender o que é a gestão de riscos pode marcar a diferença entre uma organização próspera e uma que enfrenta dificuldades. A gestão de riscos desenvolvida e aplicada de maneira eficaz proporciona para as empresas vantagens competitivas e de sustentabilidade a longo prazo, tais como: O tema tem interface com o projeto “Conhecimento, Segurança e Saúde no Trabalho”, da Comissão de Política de Relações Trabalhistas (CPRT) da CBIC, com a correalização do Serviço Social da Indústria (Sesi). Fonte: Agência CBIC

Capacitação e novos modelos de trabalho são destaque na última reunião da CPRT/CBIC de 2024

Os novos modelos de trabalho e os investimentos na capacitação do setor foram destaque na última reunião do ano da Comissão de Política de Relações Trabalhistas (CPRT) da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), realizada nesta segunda-feira (25/11), na sede da entidade. O encontro contou com a participação de integrantes do colegiado para debater o balanço de atividades realizadas em 2024 e as expectativas para o próximo ano. O vice-presidente de Política de Relações Trabalhistas da CBIC, Ricardo Michelon, ressaltou que a entidade se manteve atenta as propostas vindas dos trabalhadores e do governo e de possíveis modificações na Legislação brasileira. Ele citou como destaques a revisão de normas coletivas e o direito de oposição — que permite que o trabalhador se oponha ao desconto de contribuições sindicais no seu salário.  “Esse foi um ano em que a CBIC se manteve muito atenta em relação às muitas propostas vindas principalmente dos trabalhadores em conjunto com o governo sobre possíveis modificações e legislações, além da questão da evolução das normas. Outra pauta importante foi a nossa estrutura que dá suporte às negociações coletivas, em que tivemos uma série de questões, como o do direito de oposição que apareceu como demanda de muitos sindicatos que nos procuraram”, explicou Michelon.    Para discutir o ambiente do trabalho do futuro, a comissão também anunciou que divulgará, nessa terça-feira (26/11), durante o Encontro Nacional da Indústria da Construção (ENIC), uma pesquisa realizada com 2 mil trabalhadores da construção civil em todas as capitais do país. Na avaliação do vice-presidente da CPRT, os dados servirão para nortear as próximas ações do setor.  “Buscamos entender o que motiva; o que desmotiva o trabalhador; o que leva ele a estar no setor; o que faz ele continuar; o que ele não gosta. E, com os resultados, esperamos organizar uma pauta para 2025 para orientar as ações que a CBIC pretende fazer, em conjunto com as entidades no sentido de potencializar o tema da capacitação de profissionais do nosso setor, além de outras ações”, observou.  O consultor técnico da CBIC, Clóvis Queiroz, citou que a discussão dos novos modelos de trabalho também deve impactar o setor.   “A questão da jornada de trabalho, novos modelos de contratação e o próprio Supremo Tribunal Federal (STF) tem falado muito sobre isso quando defendem a questão da terceirização, dos novos modelos de contratação e jornada de trabalho sempre é uma discussão. Seja dentro do CCT (Convenção Coletiva de Trabalho), seja dentro de projetos de lei. É sempre um assunto que precisamos estar bastante atento e é um pleito que acontece sempre em CCT a inclusão às vezes”, afirmou.  Juliana Oliveira, Gerente de Segurança e Saúde do Seconci-DF, apresentou um panorama abrangente sobre as atualizações e mudanças que ocorreram nas normas regulamentadoras durante o ano de 2024. O grande destaque foi para a alteração da NR-01, com a  inclusão dos fatores de riscos psicossociais, que passarão a vigorar em 26 de maio de 2025. Capacitação  No radar do setor, a capacitação também enfrenta desafios. Estudos apontam que a mão de obra na construção civil tem sido um desafio para as empresas da área, seja na contratação de profissionais qualificados ou não.  Para a Luciana Ferreira Pinto, membro da CPRT, é necessário fazer uma campanha de mudança de imagem para valorizar o setor. “É preciso tirar um pouco a imagem de empreiteiro e passar para a imagem de construtor. Ele não está empreitando nada, ele está construindo o país, está construindo o futuro, está construindo a ligação entre um lugar e outro. Seria interessante um trabalho grande a ser desenvolvido para mostrar e tirar aquela ideia pejorativa de empreiteiro, mas para a ideia de construção de um futuro”, apontou.  Ricardo Michelon partilhou do mesmo entendimento. Segundo ele, essa mudança passa pelo desafio entre as empresas. “Isso passa pela imagem, pelo engajamento das empresas sem que isso incorpore um custo a elas.”, ponderou.  A gestora de projetos da comissão, Gabriela Serafim, ressaltou todo o trabalho desenvolvido pela comissão durante o ano de 2024, com o objetivo de monitorar, informar, disseminar informações e prevenir acidentes no setor da construção civil.  O tema tem interface com o projeto “Conhecimento, Segurança e Saúde no Trabalho”, da Comissão de Política de Relações Trabalhistas (CPRT) da CBIC, com a correalização do Serviço Social da Indústria (Sesi). Fonte: CBIC

No 99º ENIC, CBIC apresenta pesquisa inédita do perfil do trabalhador e trabalhadora da construção

85% dos trabalhadores do setor da construção estão satisfeitos ou muito satisfeitos com seus empregos no Brasil. Essa é uma das conclusões da pesquisa nacional e inédita Perfil do Profissional da Construção Civil, iniciativa conjunta da Comissão de Política de Relações Trabalhistas (CPRT) e da Comissão de Responsabilidade Social (CRS) da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), em parceria com o Serviço Social da Indústria (SESI) e o Instituto Euvaldo Lodi (IEL/RS), apresentadas durante painel do 99º Encontro Nacional da Indústria da Construção (ENIC) | Política & Estratégia, realizado pela CBIC na manhã da terça-feira (26/11), no salão de eventos da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília. “Este tema já está no foco da CBIC há bastante tempo. Como representantes do setor, decidimos intensificar nossos esforços para expandir ainda mais nosso conhecimento, para isso, realizamos uma série de pesquisas, tanto internamente quanto com a colaboração de outras entidades. Este ano foi marcado pela consolidação de um grande volume de informações, e o ponto culminante dessa jornada é essa pesquisa”, disse Ricardo Michelon, vice-presidente de Política de Relações Trabalhistas e presidente da CPRT/CBIC. “A CBIC tem se empenhado em implementar diversas iniciativas para compreender melhor o perfil dos trabalhadores e tornar o setor mais atrativo para os jovens”, comentou Ana Cláudia Gomes, vice-presidente de Responsabilidade Social e presidente da CRS/CBIC.  O 99º ENIC é promovido pela CBIC em correalização com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e o Serviço Social da Indústria (Sesi) e apoio institucional da Confederação Nacional da Indústria (CNI). O evento tem como patrocinadores o Sienge, o Sistema Confea Crea Mútua, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), a Caixa Econômica Federal (CEF) e o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. Com abordagem quantitativa, a pesquisa foi aplicada em contatos presenciais e ouviu 2 mil profissionais atuantes em funções de produção em canteiro de obras. A amostra foi baseada por região, considerando a participação do setor no PIB, e distribuída por 27 cidades – o campo aconteceu nas 26 capitais brasileiras e no Distrito Federal no período de 10 de outubro a 21 de novembro. “A pesquisa foi desafiadora, mas a equipe foi incansável. Buscamos entender quem são as pessoas nas obras, suas motivações, dificuldades e os aspectos positivos e negativos de seu trabalho”, disse Greice de Rossi, consultora do IEL/RS responsável pelo projeto. Predominância masculina Além de mapear o perfil do trabalhador da construção no Brasil, a iniciativa também explorou as principais motivações dos profissionais que seguem atuando no setor. Os resultados revelam que 37% dos entrevistados gostam do que fazem, 20% destacaram o ambiente de trabalho como atrativo, e outros 20% ressaltaram as oportunidades de crescimento profissional.  A pesquisa revelou o perfil diversificado dos trabalhadores, com destaque para a predominância masculina, e o envelhecimento da força de trabalho da construção. Cerca de 60% dos entrevistados têm mais de 40 anos, e 60% possuem mais de 10 anos de experiência no setor. O levantamento também registra que a maioria dos entrevistados tem formação básica: 30% haviam concluído o ensino médio e 45% têm o ensino fundamental incompleto.  Em relação ao tipo de contratação, a maioria dos participantes estava sob o regime CLT. Os cargos mais comuns eram os de servente e pedreiro, seguidos por eletricistas, carpinteiros e hidráulicos.  Em sua primeira edição, a pesquisa Perfil do Profissional da Construção Civil também focou o público feminino, investigando como as mulheres percebem as oportunidades de crescimento na indústria da construção. 44% das entrevistadas afirmaram que o trabalho feminino é valorizado na construção e 62,4% relataram que a mulher recebe tratamento respeitoso no setor.  Durante o painel, os executivos da CBIC afirmaram que a pesquisa será importante para orientar ações novas destinadas a valorizar o trabalhador da construção e tornar o setor mais inclusivo e atraente. CPRT e CRS acompanham os temas relacionados à atração e retenção de mão de obra, assim como estímulo à maior participação de mulheres e outros públicos.  “O principal desafio é o capital humano e intelectual da indústria, especialmente no que se refere à atração e desenvolvimento de talentos. É importante criar uma indústria que atraia jovens, incluindo mulheres, e oferecer oportunidades para seu crescimento”, pontuou Ana Cláudia Gomes. “A CRS, nesta edição, procurou entender a participação feminina no setor e como elas percebem as oportunidades de desenvolvimento. O objetivo é coletar informações para criar um plano de ação que torne a indústria mais atrativa”, concluiu. O tema tem interface com o projeto “Conhecimento, Segurança e Saúde no Trabalho”, da Comissão de Política de Relações Trabalhistas (CPRT) da CBIC, com a correalização do Serviço Social da Indústria (Sesi). O tema tem interface com o projeto “Responsabilidade Social na Indústria da Construção”, da Comissão de Responsabilidade Social (CRS/CBIC), com a correalização do Serviço Social da Indústria (Sesi Nacional). Fonte: CBIC

Câncer bucal: saiba a importância da prevenção da doença

Campanha ressalta o diagnóstico precoce e a adoção de hábitos saudáveis para diminuir os riscos da doença O câncer bucal é uma doença que pode acometer as estruturas da cavidade oral. É o caso dos lábios, língua, gengivas e bochechas, por exemplo. Sua manifestação ocorre por meio de lesões, aftas e feridas na região afetada Novembro Vermelho Esse cenário resulta na busca por tratamento tardio, de forma que a doença já esteja em estágio avançado. Nesse sentido, a campanha Novembro Vermelho busca conscientizar a população acerca dos riscos do câncer bucal. Além disso, reforça a importância do diagnóstico precoce no aumento das chances de cura e melhora da qualidade de vida dos pacientes.  A cirurgiã-dentista Ianara Pinho explica que os principais fatores de risco são tabagismo e consumo de álcool em excesso. Ademais, a exposição direta ao sol também pode aumentar a possibilidade de desenvolver a doença. “Muitos não sabem que hábitos como fumar e beber em excesso são responsáveis por grande parte dos casos. É essencial que essas informações cheguem ao público, para que possam adotar hábitos preventivos”. A especialista ainda destaca que consultar regularmente o dentista é um cuidado fundamental para prevenir e diagnosticar o quanto antes. “O exame clínico feito por um profissional capacitado é capaz de identificar lesões suspeitas que, muitas vezes, o paciente nem percebe. Qualquer alteração que dure mais de 15 dias, como feridas na boca ou manchas, deve ser investigada”, orienta a especialista. Fatores de risco para o câncer bucal Ainda de acordo com a especialista, a campanha Novembro Vermelho não se restringe ao alerta sobre os sintomas e fatores de risco. Por isso, ela também incentiva uma atitude ativa em relação à saúde bucal. “A adoção de medidas simples, como proteger os lábios do sol, evitar o cigarro e o consumo excessivo de álcool, e manter uma alimentação equilibrada, pode salvar vidas. Cuidar da saúde bucal é também uma forma de cuidar da saúde geral”, conclui a cirurgiã-dentista. Fonte: Portal Terra

Campanha Novembro Azul do Seconci-DF é destaque na Globo Brasília

A campanha Novembro Azul – Mês de Prevenção ao Câncer de Próstata foi destaque na TV Globo Brasília, na segunda-feira, 25 de novembro. A equipe da TV acompanhou uma palestra realizada no Noroeste na empresa parceira Faenge e também entrevistou o gerente médico do Seconci-DF, Maurício Nieto. Até o final de novembro, o Seconci-DF percorrerá 35 canteiros de obras e sensibilizará mais de 4 mil trabalhadores da construção falando sobre saúde do homem e exames médicos. Atualmente, a entidade oferece atendimento em urologia e realização de exames como PSA e ultrassonografia de próstata. Atendimento gratuito e disponível para todos os trabalhadores das empresas parceiras à instituição. Confira aqui

A Gestão de Riscos Ocupacionais nas empresas

O Conceito da gestão de riscos é uma abordagem sistemática que busca identificar, avaliar e mitigar os riscos potenciais que podem afetar negativamente uma organização, seus ativos, colaboradores e operações. Na fase de revisão da NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais, foi realizada a harmonização com conceitos estabelecidos nas demais Normas Regulamentadoras, Convenções da OIT e Norma de Gestão ISO 45001, bem como reposicionamento de dispositivos esparsos previstos em outras NR com relação aos direitos e obrigações. A NR 01 prevê que o gerenciamento de riscos ocupacionais deve constituir um Programa de Gerenciamento de Riscos – PGR que, à critério da organização, pode ser implementado por unidade operacional, setor ou atividade. O PGR pode ser atendido por sistemas de gestão, desde que estes cumpram as exigências previstas na norma e em dispositivos legais de segurança e saúde no trabalho. A essência da gestão de riscos envolve antecipar os possíveis perigos, tomar medidas preventivas para minimizar seus impactos e criar um sistema de gestão de riscos. Esse processo é contínuo, adaptando-se à medida que as circunstâncias e os riscos evoluem e deve ter um roteiro mínimo a ser observado e que envolve: 1) Identificar Riscos: O primeiro passo no processo de gestão de risco é identificar os riscos potenciais no ambiente de trabalho. Isso implica reconhecer as ameaças internas e externas que poderiam afetar a segurança das pessoas e das instalações. 2) Avalição e Análise: Uma vez identificados os riscos, é importante avaliar as probabilidades de ocorrência e os respectivos impactos potenciais. Essa avaliação permite ordenar os riscos com base na gravidade de cada um e estabelecer as prioridades a serem observadas. 3) Mitigação e Controle: Desenvolver estratégias eficazes para mitigar e controlar os riscos identificados. Isso pode incluir a implementação de medidas de segurança adicionais. Também é fundamental a formação e informação dos colaboradores em protocolos de segurança, assim como a possível modificação de processos operacionais. 4) Monitoramento e melhoria contínua: A gestão de riscos é um processo em constante evolução. Após a implementação de medidas de mitigação, deve ser realizado um acompanhamento regular para avaliar a eficácia das medidas adotadas e, se necessário, fazer adaptações. O tema tem interface com o projeto “Conhecimento, Segurança e Saúde no Trabalho”, da Comissão de Política de Relações Trabalhistas (CPRT) da CBIC, com a correalização do Serviço Social da Indústria (Sesi). Fonte: CBIC

Empresas terão que avaliar riscos à saúde mental dos trabalhadores; veja o que muda em 2025

Ministério do Trabalho e Emprego exige que empregadores desenvolvam um plano de ação para controle dos riscos à saúde psicossocial até maio do ano que vem Empresas têm até maio de 2025 para fazer um plano de gerenciamento de riscos envolvendo a saúde mental dos empregados. A atualização de agosto do MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) incluiu, pela primeira vez, a responsabilidade dos empregadores em promover um ambiente favorável ao bem-estar psicológico. A medida foi uma atualização da Norma Regulamentadora Número 01 (NR-1) feita pelo MTE em agosto deste ano. Em nota, o ministério afirma que os empregadores devem reconhecer todos os perigos e riscos no ambiente de trabalho, ou seja os riscos físicos, os riscos químicos, os riscos biológicos, os riscos ergonômicos, os de acidente e os riscos psicossociais. A atualização da NR-01 aumenta a responsabilidade das empresas sobre a saúde mental dos funcionários. Segundo o advogado trabalhista Sérgio Pelcerman, os empregadores deverão implementar um planejamento para controle dos riscos ocupacionais relacionados à saúde mental, que deverá ficar à disposição da fiscalização do MTE. Na prática, as empresas deverão apresentar dois documentos: a AET (Análise Ergonômica do Trabalho), que agora deverá incluir todos os fatores que possam afetar a saúde mental, e o GRO (Gerenciamento de Riscos Ocupacionais), que abrange um plano para mitigar esses riscos. Para Priscila Arraes, advogada especialista em direito trabalhista, a medida vai impactar na forma como as empresas lidam questões como sobrecarga de trabalho e exigências excessivas. Além disso, as empresas precisarão abordar problemas como burnout, assédio moral e sexual no ambiente de trabalho. O MTE fiscaliza o cumprimento da norma, verificando casos de adoecimento relacionados à saúde mental, com fiscalizações que também podem ocorrer por meio de denúncias. As penalidades incluem multas, variando conforme o porte da empresa, reincidência e gravidade da infração. Em casos graves, o ministério tem autonomia para interditar setores ou até mesmo toda a empresa. Caso ocorram acidentes ou doenças ocupacionais, a empresa pode ser responsabilizada de forma mais rigorosa, tanto administrativa quanto judicialmente, o que exige uma maior atenção à conformidade com as normas de segurança. Segundo o Ministério da Previdência Social, 2023 registrou o maior número de trabalhadores beneficiados com auxílio-doença por transtornos mentais e comportamentais desde 2014, totalizando cerca de 273 mil pessoas, um aumento de aproximadamente 42,2% em relação a 2022. Para se adequarem à atualização da norma do MTE, alguns empregadores optam por contratar serviços terceirizados, o que abre novas oportunidades de negócio para empresas que oferecem avaliação de saúde mental para outras organizações. A startup Bee Touch é um exemplo: ela elabora Programas de Gerenciamento de Riscos (PGR) utilizando tecnologia de dados para identificar e avaliar fatores de risco à saúde mental no ambiente de trabalho. “A nossa inovação é a atuação preventiva para combater problemas de saúde mental. Usamos tecnologia para coletar os dados e entregamos um relatório técnico para os gestores”, afirma Ana Carolina Peuker, sócia-fundadora e CEO da Bee Touch. Segundo Kelly Vara, psicóloga organizacional, as medidas de prevenção dos riscos à saúde mental representam um avanço essencial no ambiente corporativo. “Essas ações impactam diretamente na produtividade, pois uma cultura de valorização e escuta gera senso de pertencimento e aumenta a eficiência dos profissionais”, afirma. Fonte: Folha de S.Paulo

Trabalhadores contam suas experiências com o câncer de próstata

Durante as palestras realizadas ao longo de novembro, várias histórias reforçam a importância da ação e do cuidado com a saúde do homem Comunicação Seconci-DF A campanha Novembro Azul – Mês de Prevenção ao Câncer de Próstata, realizada pelo Seconci-DF, está percorrendo canteiros de obras em todo o Distrito Federal, levando informação e prevenção aos trabalhadores das empresas parceiras da entidade. Nesse sentido, quem participa corrobora as informações com depoimentos e experiências que viveram ou que estão vivendo relacionadas ao tema. Esses depoimentos reforçam a importância de campanhas preventivas dentro das obras e também da presença do Seconci como incentivador e como promotor da saúde do homem. O gerente médico do Seconci-DF, Maurício Nieto, conta que o engajamento dos trabalhadores é fundamental para que a prevenção aconteça, e isso é feito por meio das palestras e orientações. “Campanhas efetivas com conscientização sobre o tema e a satisfação com o atendimento prestado pelo Seconci gerou uma procura crescente para o atendimento urológico. Nossa expectativa é realizar 700 consultas em urologia até o final de 2024”, comenta Maurício. Os trabalhadores que utilizam o serviço médico da instituição reforçam o chamamento para que outros trabalhadores façam a prevenção contra a doença. O eletricista Vicente Francisco, da obra Península, perdeu o pai para o câncer de próstata e tem consciência de que prevenir é melhor do que remediar. “Perdi meu pai pro câncer de próstata porque ele trabalhava na roça e tinha preconceito em procurar o médico e quando ele foi, já era tarde demais. A minha história é diferente: eu procuro o pessoal do Seconci, faço o acompanhamento e estou muito bem”, contou Francisco. O Seconci oferece atendimento médico com urologista, além dos exames de PSA e ultrassonografia para análise da próstata dos pacientes. Esse serviço está disponível para todos os trabalhadores, a partir de 45 anos, das empresas parceiras da instituição. “Eu tive uma orientação sobre o atendimento no Seconci e fui muito bem atendido pela equipe. Fiz a requisição dos exames, os quais fiz no próprio Seconci e, depois do processo, ao retornar ao médico, eu estava normal. Agora, sigo fazendo os exames preventivos”, explicou Marcelo Correia, técnico em edificações da empresa parceira Base Investimentos. Confira o vídeo dos depoimentos dos trabalhadores no final da página Por fim, mais do que prevenir por meio de palestras e orientações, os profissionais que estão participando da campanha Novembro Azul tem recebido relatos de pessoas que justificam o cuidado e a campanha nas obras. “É muito sério (o câncer). Não seja preconceituoso e, se sentir sintoma, procure ajuda. Eu passei por uma situação delicada de ficar sem conseguir urinar e, mesmo assim, segui com minha vida, indo para o trabalho até que não consegui mais. Só senti alívio quando coloquei uma sonda para ter uma vida normal. Eu fiquei nove meses com a sonda, tendo que trocar de 21 em 21 dias e não é fácil”, disse o servente, Dionísio Pereira, da empresa parceira Eleven. Para ter acesso ao atendimento médico gratuito do Seconci-DF, procure o RH ou a área de segurança do trabalho da empresa onde trabalha e solicite o agendamento de uma consulta. Esse agendamento é feito pelo site no link https://www.seconci-df.org.br/agendamento/.

AGO – Edital de Convocação

Assunto: Aprovação do Orçamento para o Exercício de 2025. Em cumprimento ao artigo 17, inciso I, alínea “b”, do Estatuto Social do Seconci-DF, ficam convocados todos os associados, na plenitude de seus direitos sociais, ou por intermédio dos seus representantes, devidamente documentados na forma prevista no mesmo Estatuto, para participarem da Assembleia Geral Ordinária que será realizada no dia 28.11.2024, às 8h, instalando-se em primeira convocação, com, no mínimo, 2/3 do número de associados e, em segunda convocação, às 8h30min, com qualquer número, de forma híbrida: online, via link abaixo, e na sede da entidade, situada no SPLM, Conjunto 3, Lotes 11, 13 e 15 – Núcleo Bandeirante-DF, em que será deliberada a seguinte pauta: Link da videochamada: https://us02web.zoom.us/j/88616826476?pwd=0uF8Wy6mVkv5OJX2kEqcX2qQfWF5N3.1 Para acessar a AGO assinada, clique aqui.