5 dicas para fomentar a saúde mental no ambiente de trabalho

Aumento de casos de saúde mental deve mudar práticas das empresas Nos últimos anos, o debate em torno da saúde mental no ambiente de trabalho tem ganhado cada vez mais destaque. Com o aumento dos casos de ansiedade, depressão e estresse entre os colaboradores, empresas e especialistas têm buscado formas de promover um ambiente mais saudável e acolhedor. Diante desse cenário, confira cinco dicas essenciais para promover a saúde mental no local de trabalho. Promova um espaço seguro para o diálogoEstabelecer um ambiente onde os colaboradores se sintam à vontade para expressar suas opiniões e preocupações é fundamental. Pesquisas revelam que muitos profissionais se sentem inseguros para discordar de suas lideranças, o que reflete a necessidade de criar espaços de diálogo abertos e inclusivos. Estabeleça um ambiente seguro e saudávelA Organização Mundial da Saúde (OMS) destaca que ambientes de trabalho seguros e saudáveis são um direito fundamental. Ao criar um ambiente acolhedor, as empresas não apenas melhoram o desempenho e a produtividade, mas também contribuem para a preservação da saúde mental dos colaboradores. Incentive ações que combatam o assédioO assédio no ambiente de trabalho é uma realidade que compromete a saúde mental e física dos colaboradores. Combater esse tipo de comportamento é uma obrigação das empresas, que devem agir para prevenir e solucionar casos de assédio moral, físico ou psicológico. Valorize a diversidadeA diversidade no ambiente de trabalho não só enriquece a cultura organizacional, mas também promove o bem-estar dos colaboradores. Processos seletivos, contratações e retenções de talentos devem levar em consideração a diversidade, garantindo um ambiente inclusivo e respeitoso. Melhore a qualidade de vida dos funcionáriosAlém de salários atrativos, os colaboradores buscam por empresas que valorizem sua qualidade de vida. Proporcionar um ambiente propício ao desenvolvimento, equipamentos adequados e condições de trabalho favoráveis são medidas essenciais para promover a saúde mental e aumentar a produtividade. Fonte: Portal Contábeis
Exames complementares Seconci-DF

Com apoio do Seconci-DF, as empresas da construção realizam os exames, treinamentos admissionais durante o processo de contratação Assessoria de Comunicação Social do Seconci-DF Os exames complementares referem-se aos exames admissionais, demissionais, de mudança de função e periódicos. A realização destes exames tem por objetivo fazer um levantamento médico das condições de saúde dos trabalhadores, além de detectar possíveis doenças relacionadas ao ambiente laboral. Nesse sentido, as empresas do setor da construção civil do Distrito Federal contam com o apoio do Seconci-DF na realização do Atestado de Saúde Ocupacional (ASO). Atualmente, o Seconci-DF disponibiliza às empresas que realizam os programas ocupacionais na instituição os seguintes exames: Hoje, o Seconci-DF disponibiliza toda uma estrutura própria para realização dos exames complementares das empresas parceiras na sua sede, localizada no Setor Placa da Mercedes/Núcleo Bandeirante. A área médica da instituição se prepara para inaugurar a sala de raio-X que tornará o processo dos exames complementares mais prático, dinâmico e possibilitando comodidade para os pacientes/trabalhadores. Em 2023, o Seconci realizou 51. 182 exames complementares. Média de 4.265 exames realizados/mês. O gerente médico do Seconci-DF comenta sobre o trabalho feito em prol dos trabalhadores das empresas parceiras. Ele conta que os exames complementares realizados para o atendimento ocupacional subsidia o médico do trabalho na avaliação de aptidão ou inaptidão para realizar determinada função. “É de suma importância que tais exames sejam executados com técnica correta e por profissionais capacitados para não gerar distorções nas avaliações. Pensando nisso e também para dar mais comodidade e agilidade no atendimento dos funcionários das empresas parceiras, o Seconci-DF prioriza a realização desses exames pelo nosso time de colaborares nas dependências da sede da unidade”, finaliza Maurício.
6 dicas para estimular as crianças a cuidarem dos dentes

Dentista explica como inserir o hábito da escovação de maneira divertida para os pequenos A saúde bucal é uma parte essencial para o desenvolvimento das crianças. No entanto, não é sempre que os pequenos gostam de manter bons hábitos com essa parte do corpo. Para se ter uma ideia, segundo um relatório divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 70% das crianças terão pelo menos uma cárie até os cinco anos, o que pode acontecer devido à falta cuidado com os dentes. Pensando nisso, Bruno Vidigal, professor doutor do Curso de Odontologia do Centro Universitário Newton Paiva, elenca 6 dicas para os pais e responsáveis estimularem os cuidados com a saúde bucal nas crianças. Confira! 1. Comece cedo Introduza a higiene bucal assim que o primeiro dente do bebê aparecer. Use uma gaze ou escova de dentes infantil macia para limpar suavemente os dentes e a gengiva. Algumas crianças fazem o uso de mamadeira deitados após a escovação, o que não é indicado. 2. Torne a prática divertida Utilize escovas de dentes coloridas e com personagens que a criança goste, bem como pastas de dente com sabores agradáveis, apropriadas para a idade, sempre se atentando com a quantidade de produto e flúor. Torne o momento da escovação uma atividade divertida, cantando músicas ou contando histórias enquanto escova os dentes. 3. Seja um modelo Atitudes contam mais do que o discurso. Crianças imitam muitas atitudes dos pais, e escovar os dentes juntos pode ser uma maneira divertida e eficaz de adotar bons hábitos de higiene bucal. 4. Invista em recursos visuais Existem livros, aplicativos e vídeos projetados para ensinar as crianças sobre a saúde bucal. Esses recursos podem explicar a importância de cuidar dos dentes de uma forma que elas entendam e apreciem. 5. Estabeleça uma rotina Faça da escovação e do uso do fio dental hábitos diários que aconteçam ao mesmo tempo todos os dias, como após o café da manhã e antes de dormir. A consistência ajuda a transformar a higiene bucal em parte da rotina diária da criança. 6. Visite o dentista regularmente Leve seu filho ao dentista para check-ups regulares a partir do aparecimento do primeiro dente ou no primeiro aniversário. Visitas regulares não só ajudam a manter a saúde bucal em dia, mas também acostumam a criança ao ambiente do consultório dental, reduzindo o medo e a ansiedade. “A adoção de medidas preventivas e educativas pode reduzir significativamente o número de casos de problemas dentários graves no futuro, garantindo um sorriso saudável para toda a vida”, finaliza o especialista. Por Lívia Brandão de Campos | O Tempo
Construção civil atua para mitigar impactos ambientais, afirma vice do Sinduscon-DF

Luciano Alencar participará de seminário no MPDFT. Inscrições são realizadas no site do órgão Comunicação Sinduscon-DF* As mudanças climáticas estão acentuando a ocorrência de eventos atípicos nos quais proporcionam elevação dos riscos de enchentes, deslizes de terra e danos nas infraestruturas urbanas. A avaliação é do vice-presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF) e diretor de Meio Ambiente e Sustentabilidade da entidade, Luciano Alencar. “Neste contexto de mitigação dos impactos ambientais, a indústria da construção civil trabalha para contribuir com soluções tecnológicas e expertise de ações para o enfrentamento desses cenários”, disse ele, que vai participar do Seminário Extremos Climáticos e Desastres no Distrito Federal, de 6 a 9 de maio deste ano, no auditório da sede do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). O órgão realizará o evento, em parceria com o Fórum de Defesa das Águas do Distrito Federal. De acordo com o vice-presidente do Sinduscon-DF, a degradação das nascentes, a contaminação e o rebaixamento do lençol freático, o comprometimento da qualidade e da capacidade de abastecimento de água e de saneamento são assuntos recorrentes no debate sobre disponibilidade hídrica no Distrito Federal. O seminário reunirá especialistas, gestores públicos e representantes da sociedade civil organizada em painéis e oficinas. O objetivo é compartilhar estudos e informações sobre impactos das mudanças climáticas no Brasil e no Distrito Federal, contemplando as sensibilidades ambientais e ecológicas do território. Além disso, o seminário vai abordar o cenário dos recursos hídricos e as possíveis ações para adaptação a essa nova realidade e para a mitigação dos efeitos do aquecimento global, sobretudo, nas áreas produtoras de água e de proteção dos ecossistemas. Como forma de buscar possíveis respostas aos desafios, no último dia do seminário, serão realizadas três oficinas. A primeira será sobre a construção de protocolo de ação integrada entre os atores envolvidos na prevenção e no combate ao parcelamento irregular do solo e na apresentação de proposta de criação de sala de situação específica para questões ambientais e fundiárias. A segunda formulará uma proposta de construção de agenda e de fórum permanente para o enfrentamento e monitoramento dos impactos das mudanças climáticas no Distrito Federal, envolvendo a sociedade civil e o poder público. A terceira discutirá formas de garantir o envolvimento de órgãos e entidades distritais e federais na revisão do Plano Diretor de Ordenamento Territorial (PDOT) e a legitimação desse instrumento, no contexto das mudanças climáticas. Segundo o promotor de justiça Roberto Carlos Batista, recursos hídricos, ocupação desordenada do solo, contaminações e mobilidade urbana são temas ligados diretamente aos fenômenos extremos de mudanças climáticas, que comprometem a qualidade de vida e o bem estar da população. “Todo esse complexo quadro e seus riscos serão mostrados nesse evento conjunto do MPDFT com a sociedade civil organizada. No momento em que o Ministério Público se afeiçoa por sua atuação cada vez mais social, a iniciativa traduz a união de forças para a busca de saídas sustentáveis para a capital federal em tempos de riscos permanentes”, acredita. “Cada vez mais, o Plano Diretor, instrumento do uso e ocupação do solo e da função socioambiental da propriedade, deve ter uma preocupação com o verde, com os espaços vazios, com a iluminação natural, com a circulação de ar, para garantir qualidade de vida e evitar o aquecimento global. Devemos pensar globalmente e agir localmente”, avaliou o promotor de Justiça Paulo José Leite Farias. PROGRAMAÇÃO Confira, abaixo, os detalhes ou clique aqui. Seminário Extremos Climáticos e Desastres no Distrito Federal Quando: Brasília-DF, 6 a 9 de maio de 2024 Onde: Auditório da Sede do MPDFT >> Dia 06/05/2024 – Abertura 18h | Recepção 19h | Composição da mesa 20h | Palestra do ministro Herman Benjamin, do Superior Tribunal de Justiça (STJ) 21h | Encerramento >> Dia 07/05/2024 Painel 1: Panorama dos efeitos mundiais das mudanças climáticas 08h30 | Composição da mesa 08h40 | Suely Mara Vaz Guimarães de Araújo – Observatório do Clima 09h | Ane Alencar – Instituto de Proteção da Amazônia (Ipam) 09h20 | André Souza – Pesquisador sobre a mudança do clima no DF 09h40 | Pedro Ivo Batista – Fórum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais (FBOMs) 10h20 | Intervalo 10h30 | Daniel César Azeredo – Procurador da República (MPF) 10h45 | Mariana Cirne – Procuradora-Chefe da Procuradoria Nacional de Defesa do Clima e do Meio Ambiente (AGU) 11h | Representante do Ministério do Meio Ambiente (MMA) 11h15 | Representante do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) 12h | Intervalo para almoço Painel 2: Caminhos para a resiliência no DF: uso e ocupação do solo sob a ótica das mudanças climáticas 13h | Composição da mesa 13h10 | Maria Sílvia Rossi, Diretora de Planejamento e Administração do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) 13h40 | Representante da Secretaria de Meio Ambiente do DF (Sema) 14h | Representante da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação do DF (Seduh) 14h40 | Intervalo Painel 3: Impactos das mudanças climáticas no DF 15h | Composição da mesa 15h10 | Professora Liza Andrade – Cidades sensíveis à água, áreas de riscos, adaptações necessárias para sobreviver às mudanças climáticas e desafios para futuros projetos urbanísticos no DF 15h30 | Alba Ramos – Impactos nas bacias hidrográficas, perspectivas futuras para o abastecimento e riscos de escassez hídrica 16h20 | Intervalo 16h30 | Representante do MPDFT – Prodema 16h50 | Benny Schvasberg – Rede de Promoção da Mobilidade Sustentável e do Transporte Coletivo do DF – Rede Urbanidade – Mobilidade urbana e mudanças climáticas 17h10 | Representante da Defesa Civil do DF 17h30 | Representante da Companhia Ambiental de Saneamento do Distrito Federal (Caesb) 18h | Encerramento Dia 08/05/2024 Painel 4: Desafios das comunidades produtoras de água 08h30 | Composição da mesa 08h40 | Águas Emendadas 08h50 | Lago Oeste 09h | Rios contaminados – Sobradinho 09h10 | Bacia do Rio Descoberto – Brazlândia 09h20 | Park Way e Lago Sul 09h30 | Serrinha do Paranoá 09h40 | Quinhão 16 09h50 | Caub 1 10h | Pipiripau 10h30 | Intervalo Painel 5: Apresentação de trabalhos científicos 10h40 | Composição da mesa 10h50 | Professor Vicente Bernardi – UnB – Contaminação de mercúrio na região de Águas Emendadas; sequestros de carbono na Serrinha; impactos dos projetos urbanísticos em áreas sensíveis: redução da vazão dos córregos da Serrinha 11h10 | Professor José Francisco Gonçalves Júnior – Contaminação do Rio Melchior – monitoramento
Conheça o Projeto Prevenir

Novo projeto digital tem como objetivo realizar ações, palestras e eventos voltados para práticas de saúde e segurança no trabalho Assessoria de Comunicação Social do Seconci-DF O Projeto Prevenir está no ar e foi idealizado pelo auditor-fiscal do trabalho da Secretária Regional do Trabalho e Emprego no DF (SRTE), Rômulo Machado. De acordo com ele, a ideia é compartilhar conhecimento para aperfeiçoar as relações de trabalho contribuindo especialmente para a redução dos acidentes de trabalho e para a erradicação do trabalho análogo ao de escravo. Ele conta que a ideia é apresentar análises dos dados de acidentes de trabalho que poderão ser uteis para orientar a tomada de decisão das empresas e seus representantes. O projeto pode ser encontrado no instagram (@projetoprevenir_trabalho) e seu idealizador fala sobre as motivações do projeto e o que pretende fazer. “Vou analisar os dados disponíveis e indicar os setores que mais acidentam, os fatores causais desses acidentes e as ocupações mais atingidas, tanto a nível nacional quanto estadual, possibilitando uma atuação assertiva e objetiva por parte das organizações. Para além dos números, vou criar conteúdos para ajudar os profissionais no entendimento e na aplicação das normas”, explica Rômulo. O auditor-fiscal comenta que a situação atual não é caótica, mas ainda há muito para se fazer quando se tratar de conscientização e de prevenção de acidentes. “Quando se tem um sistema caótico, pequenos “remédios” trazem grandes resultados. Aplicando essa lógica aos acidentes de trabalho, tínhamos esses cenários nas décadas de 70/80. O cenário atual não é caótico, então, para conseguir resultados temos que fazer um esforço maior, ter estratégias baseadas em evidências e construir ações direcionadas, assertivas”, conta Rômulo. Outro ponto abordado pelo projeto serão as palestras de sensibilização nos ambientes de trabalho. Rômulo fala que terão duas abordagens: uma com foco na prevenção de acidentes de trabalho e a outra para erradicação do trabalho análogo ao de escravo. “A área prevencionista tem evoluído e contribuído de forma efetiva para redução dos acidentes de trabalho no Brasil. Contudo, temos o enorme desafio de avançar, temos que criar novas estratégias e ações concretas para continuar reduzindo os acidentes de trabalho. E essa não é uma tarefa simples”, finaliza. Rômulo Machado é auditor-fiscal do trabalho e já ocupou diversas funções, dentre as quais destacam-se: Coordenador Geral de Normatização (área que elabora e revisa as Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) de Segurança e Saúde no Trabalho); assessor da Presidência da República e subsecretário de Inspeção do Trabalho.
Abril Verde: Seconci-DF promove 17 palestras com mais de 2 mil trabalhadores sensibilizados

Durante o mês, várias palestras foram realizadas levando informação sobre prevenção de acidentes pela segurança do trabalho e pelo serviço psicossocial Chegamos a mais um fim de abril e, como já de costume, vários eventos e ações foram realizadas em prol da segurança e saúde no trabalho. No Seconci-DF, esse cuidado foi feito por meio da sensibilização dos trabalhadores nos canteiros de obras com a realização de palestras com o tema segurança do trabalho, saúde mental, alcoolismo, drogas e tantos outros que fazem parte das ações da instituição. A gerência de segurança do trabalho e o serviço psicossocial do Seconci promoveram 17 palestras com o tema Abril Verde – Prevenção de Acidentes e Promoção da Segurança e Saúde no setor. Com isso, mais de 2 mil trabalhadores foram alcançados pelo trabalho feito pelos técnicos de segurança do Seconci. “Nossa preocupação é conscientizar sobre a cultura da prevenção e o papel que cada um tem para evitar que acidentes aconteçam. Com isso, levamos informações relevantes sobre o ambiente onde eles estão inseridos e o que deve ser feitos para que acidentes não aconteçam”, explica Juliana Moreira de Oliveira, gerente de segurança do trabalho do Seconci-DF. Falando sobre saude mental, alcoolismo, tabagismo e outras doenças, o serviço psicossocial também esteve em vários canteiros levando conscientização e fazendo o alerta para cuidados que podem evitar acidentes. “Nosso objetivo com as palestras é fortalecer a presença do Seconci junto às empresas e, principalmente, ofertar uma oportunidade para os trabalhadores que precisam de apoio para enfrentar seus problemas de saúde física e mental e, consequentemente, prevenir acidentes ou doenças dentro do ambiente onde eles atuam”, disse Roseane dos Santos, assistente social do Seconci-DF. As empresas que solicitaram as palestras elogiaram os profissionais do Seconci e reforçaram o quanto é importante ter esse cuidado e atenção com os trabalhadores nas obras. O técnico de segurança da SVO Engenharia, Paulo Alvim, disse que os profissionais da instituição atuam com clareza e sabem dar o recado aos trabalhadores. “O palestrante que esteve na nossa empresa domina o conteúdo com didática impressionante. Para nós, quanto maior a frequência de palestras, melhor”, disse Alvim. Reforçando a fala da SVO, a técnica de segurança do trabalho da Original Construções, Maíra Cunha, disse que as palestras sobre Abril Verde são válidas para despertar o interesse dos trabalhadores. “Palestra excelente sobre o Abril Verde. Informações valiosas de extrema importância para nossos colaboradores. Agradeço ao Seconci e equipe de palestrantes por nos proporcionar mais esse momento de aprendizado”, falou Cunha. “Palestra excelente sobre o Abril Verde. Informações valiosas de extrema importância para nossos colaboradores. Agradeço ao Seconci e equipe de palestrantes por nos proporcionar mais esse momento de aprendizado”, Maíra Cunha, técnica de segurança do trabalho | Original Construções. As palestras realizadas pelo serviço psicossocial tiveram uma abordagem mais voltada para a saúde física e mental dos trabalhadores com temas como saúde mental, alcoolismo, tabagismo e outras drogas. O trabalho feito pela assistente social e pela psicóloga do Seconci também foram elogiados. “A equipe do Serviço Sociais do Seconci-DF tem sido fundamental para auxiliar os trabalhadores da construção civil. Muitos desses trabalhadores enfrentam problemas como alcoolismo, tabagismo, uso de drogas e até mesmo questões de saúde física em casa, sem saber como lidar com essas situações. Isso acaba impactando negativamente seu desempenho no local de trabalho”, finaliza Rodrigo Leite da Silva, técnico de segurança da Construtora Villela e Carvalho. Leia mais: Abril Verde reforça a importância da segurança do trabalho Gerente de Segurança do Seconci-DF recebe homenagem Sessão solene enaltece importância da segurança e saúde no trabalho Seconci-DF participa do Seminário Segurança em Máquinas, Equipamentos e Trabalho Digno
SIT promove live sobre Responsabilidades Cíveis e Criminais Decorrentes de Acidentes de Trabalho

Por Aline de Melo Pires/Jornalista da Revista Proteção A Secretaria de Inspeção do Trabalho do Ministério do Trabalho promove, nesta quinta-feira, 2 de maio, a live Responsabilidades Cíveis e Criminais Decorrentes de Acidentes de Trabalho. O evento é aberto a empresas de modo geral, gerentes e líderes, profissionais de Saúde e Segurança no Trabalho e de Recursos Humanos e de Contabilidade, além de membros do Sesmt e Cipa e trabalhadores em geral em promover ambientes de trabalho seguros, sadios e produtivos. A SIT chama a atenção para o fato de que acidentes do trabalho, além de afetar a vida e saúde de trabalhadores e impactar significativamente a competitividade e os custos das empresas, podem acarretar responsabilidades civis, assim como criminais, aos responsáveis. A atividade integra a Canpat 2024 (Campanha Nacional de Prevenção e será transmitido pelo canal da SIT no Youtube.
“Times com melhor bem-estar são mais produtivos”, analisa especialista

Em entrevista exclusiva, médico Pedro Shiozawa defende a promoção da saúde mental no ambiente corporativo e explica lei que certifica empresas engajadas na causa Correio Braziliense s empresas brasileiras que promoverem diretrizes e ações voltadas para a saúde mental de seus colaboradores, a partir deste mês, poderão receber o Certificado Empresa Promotora da Saúde Mental do governo federal. A determinação está prevista no Projeto de Lei 14.831/2024, recentemente aprovado pelo Senado Federal. Para entender mais sobre o tema, o Correio entrevistou o doutor em psiquiatria Pedro Shiozawa, especialista em pesquisa clínica aplicada na Harvard Medical School e professor do Departamento de Saúde Mental da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (FCMSCSP). Confira abaixo. O que a aprovação da Lei 14.831/2024 significa para as discussões sobre a saúde mental do trabalhador brasileiro? Essa lei, ao estabelecer diretrizes e obrigações claras para a proteção e promoção da saúde mental no ambiente de trabalho, representa um marco significativo nas discussões sobre bem-estar do trabalhador brasileiro. De maneira explícita, passa-se a mensagem de que olhar para saúde mental é um valor, é algo importante, sério e que tem desdobramentos relevantes para a sociedade. Temos que lembrar que o tema ainda é um tabu em nossa sociedade e que a aprovação da referida lei é um grande passo no caminho da quebra de estigmas e de preconceitos sobre o tema. Só a lei é suficiente para melhorar as condições no ambiente laboral? Que outras ações e fatores são importantes nesse processo? Não. A lei é um passo fundamental, mas não suficiente. Agora, devemos focar nos desdobramentos e nas portas que a aprovação da lei abre. Agora é a hora de as organizações, de maneira responsável, revisitarem suas abordagens com saúde mental por meio da criação de programas robustos e relevantes focados em capacitação, mensuração e suporte. Essas ações devem ter caráter contínuo para que as empresas possam gerenciar a construção de uma cultura saudável em sua identidade. Para tanto, contar com ferramentas assertivas de mensuração de bem-estar, treinamentos com especialistas e abordagens ferramentais com informação de qualidade são algumas das estratégias que deverão acontecer cada vez mais. No fim do dia, temos que lembrar que saúde mental é um valor a ser construído internamente nas empresas e continuamente lapidado. Sabemos que ansiedade e depressão são as doenças do século. Mas quais outras são ligadas exclusivamente ao trabalho? Existem condições psiquiátricas que podem ter como fatores contributivos para seu aparecimento ou agravo algumas relações disfuncionais do trabalho, como o caso do transtorno do estresse pós-traumático, transtorno de adaptação e transtornos do humor, por exemplo. No entanto, pensar numa condição exclusivamente relacionada ao trabalho nos remete ao famigerado quadro do burnout, que, vale destacar, não é tido no meio médico como status de doença, mas, sim, como uma condição resultante do estresse crônico no trabalho que não foi gerenciado com sucesso. O burnout caracteriza-se por esgotamento, cinismo ou sentimentos negativos relacionados ao ambiente, e uma eficácia profissional reduzida. É atualmente reconhecida pela OMS como uma síndrome relacionada exclusivamente ao trabalho. Mas, para além de pensarmos em transtornos propriamente ditos, temos que lembrar que, quando coisas estressantes acontecem, a gente se perturba. Assim, é comum que tenhamos reações frente a esse tipo de estresse, como insônia, irritabilidade, falha de memória e manifestações físicas, sem que elas representem uma doença propriamente dita. Como as empresas podem se cadastrar para receber o certificado? Para receber o certificado, que terá validade de dois anos e será outorgado por uma comissão do governo a ser ainda criada, a empresa deve preencher três requisitos fundamentais: 1- Implementar programas de promoção da saúde mental no ambiente de trabalho, por exemplo, por meio de recursos de apoio psicológico e psiquiátrico para seus trabalhadores; conscientizar sobre a importância da saúde mental por meio da realização de campanhas e treinamentos, capacitar as lideranças e mensurar o bem-estar com ferramentas assertivas e relevantes; 2- Promover um ambiente de trabalho seguro e saudável (por exemplo, a partir de incentivos ao equilíbrio entre vida pessoal e profissional e prática de atividades físicas); 3- Divulgar as ações e políticas relacionadas à promoção da saúde mental e do bem-estar de seus trabalhadores. Qual o principal desafio para o avanço da pauta no país? Há esperança? O principal desafio ainda é o estigma. Numa pesquisa recente de nosso ecossistema em parceria com a GPTW, observamos que, para 2024, o principal desafio de gestão para as lideranças ouvidas na pesquisa é a saúde mental. No entanto, apenas cerca de metade das empresas possui orçamento direcionado para investir na mudança. Essa desconexão entre entender a relevância do tema e possuir instrumentos e budget (orçamento) para endereçar a questão ainda é um grande desafio. Na minha opinião, essa desconexão ainda decorre do não entendimento de que, quando falamos sobre crescimento, engajamento, metas e lucro, estamos também falando sobre saúde mental. Sabemos, na verdade, que times com melhores índices de bem-estar emocional são times mais engajados e produtivos, onde há expressiva queda de turnover (rotatividade) e maior retenção de talentos. Assim, sem dúvidas, há esperança e essa esperança é pautada fortemente na criação de uma cultura mais positiva sobre saúde mental, que cada vez mais deixa de ser papo de doença e vai se tornando papo de negócio. Diante de um mercado de trabalho cada vez mais exigente, qual conselho de ouro você daria aos profissionais para preservar a saúde? Acredito que estar aberto a falar sobre saúde mental e entender que nossas emoções entram catraca adentro na empresa sejam a chave. Levantar a mão e pedir ajuda quando for necessário e cada um saber seu papel nesse processo é garantia da transformação. Se aprendemos algo na pandemia, foi que as pessoas são o bem mais valioso de uma organização. Não tenho dúvida. Olhar para saúde mental é o melhor para os indivíduos, para os negócios e para a sociedade. Esse é um caminho sem volta.
Gerente de Segurança do Seconci-DF recebe homenagem

A engenheira Juliana Moreira foi uma das contempladas pela moção da Câmara Legislativa do DF Assessoria de Comunicação Social do Seconci-DF A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) promoveu sessão solene na sexta-feira, 26 de abril, em alusão ao Dia Mundial de Segurança e Saúde no Trabalho, comemorado em 28 de abril. Neste ano, várias personalidades que trabalham com segurança e saúde no trabalho receberam moção de louvor pelo trabalho desenvolvido em prol da vida e de ambientes seguros para os trabalhadores. A sessão solene foi proposta pela deputada distrital Deyse Amarilio (PSB-DF) e contou também com a participação dos deputados distritais Max Maciel (PSOL) e Eduardo Pedrosa (União Brasil). Para Juliana, esse é o reconhecimento de vários anos lutando por melhoria e por mais segurança nos ambientes laborais. “Eu só tenho a agradecer. Esse trabalho não é feito sozinha: tenho minha equipe da segurança e do Seconci como um todo. Agradeço também a confiança da diretoria, da Geórgia, do Leonardo, porque participar desses grupos demanda tempo e sempre contei com a compreensão de todos. Acho que é importante a nossa participação porque é uma forma de agregar e divulgar nosso trabalho”, contou ela. A deputada Deyse falou sobre a importância do Abril Verde e da valorização dos trabalhadores prevencionistas. Além disso, ela lembrou as vítimas de acidentes de trabalho e do papel de todos como agentes de prevenção. “Eu fico muito feliz de ser a propositora desse momento. No dia 28 comemoramos o dia mundial da saúde e segurança no trabalho. É uma ocasião para reforçar a importância da integridade dos trabalhadores e da preservação da sua segurança no ambiente de trabalho”, disse Deyse. Representando o presidente do Seconci-DF, Carlos Eugênio de Faria, o diretor Gustavo de Faria Franco esteve na sessão solene e falou sobre a importância do trabalho da segurança da instituição e do reconhecimento que a gerente Juliana tem no setor. “Uma das grandes atividades que o Seconci faz diz respeito à segurança do trabalho. Nós do DF, temos o privilégio de termos uma profissional de altíssima qualidade, que é envolvida no Brasil inteiro quando se trata deste assunto tendo, inclusive, participado da atualização da Norma Regulamentadora 18. Ela já é conhecida como a Juliana do Seconci e isso nos dá muito orgulho”, comentou Gustavo. O mês de abril já é considerado o mês de prevenção de acidentes de trabalho e também em memoria às vítimas de acidentes. Nesse sentido, o Seconci-DF atua durante o ano todo com levando informação, realizando treinamentos e sendo parceiro das empresas do setor da construção na promoção de ambientes saudáveis e seguros para os trabalhadores do setor. A sessão solene contou com a presença de representantes sindicais, representantes do ministério público, do judiciário e entidades de classes que atuam nas áreas de saúde e segurança do trabalho. Além da gerente de segurança do trabalho do Seconci, várias personalidades que atuam na prevenção de acidentes no trabalho receberam moção de louvor pelo trabalho em prol da vida. Juliana Moreira de Oliveira é formada em Engenharia Civil pela Universidade de Brasília (UnB), com pós-graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho pela UnB. Atua no Seconci-DF como gestora desde 2001, sendo também consultora de SST na Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e na Associação dos Serviços Sociais da Indústria da Construção (Seconci-Brasil). Além disso, é a representante do Seconci-DF no Comitê Permanente Regional no Distrito Federal (CPR-DF) e no Grupo Interinstitucional do Trabalho Seguro da Décima Região (Getrin-10).
Seconci-DF participa do Seminário Segurança em Máquinas, Equipamentos e Trabalho Digno

Evento aconteceu na quarta-feira, 24 de abril, e faz alusão ao Abril Verde – mês de promoção da segurança e saúde no trabalho Assessoria de Comunicação Social do Seconci-DF O Comitê Permanente Regional no Distrito Federal (CPR-DF) realizou o Seminário Segurança em Máquinas, Equipamentos e Trabalho Digno na quarta-feira, 24 de abril, no auditório do Sinduscon-DF. O evento faz parte das comemorações do Abril Verde e contou com várias palestras com temas relacionados ao uso correto e a segurança de máquinas, equipamentos e teve também uma explanação sobre a Organização Internacional do Trabalho (OIT). O presidente do Seconci-DF, Carlos Eugênio de Faria Franco, esteve no evento e ressaltou a importância do trabalho desenvolvido em prol da segurança e saúde no trabalho e também da atuação da instituição como agente promotor de práticas prevencionistas. “É importante ver tanta gente reunida para falar sobre segurança. Esse seminário é bom porque é uma maneira de esclarecer duvidas e envolve todos os agentes da construção por um ambiente mais seguro e saudável”, comentou Carlos Eugênio. O CPR-DF é composto por várias instituições, sindicatos e entidades representativas das empresas, trabalhadores e do governo. Em 2024, o Sindicato da Indústria da Construção do Distrito Federal (Sinduscon-DF) está como coordenador. O vice-presidente e titular da Diretoria de Políticas e Relações Trabalhistas (DPRT) da entidade, José Magalhães, ressaltou que “É preciso sempre se preocupar com a manutenção e atualização dos equipamentos. O EPI é para diminuir o acidente, mas tem o equipamento de proteção coletiva e as medidas administrativas, que evitam muitos acidentes com máquinas, porque envolve manutenção, investimento em máquinas e equipamentos e o cuidado de colocar a pessoa treinada para usá-los”, disse Magalhães. Além do presidente do Seconci-DF, a equipe de segurança do trabalho da instituição esteve no evento e, durante o Seminário, foram entregues materiais informativos sobre os serviços oferecidos aos trabalhadores e empresas em suas áreas de atuação, especialmente, na prevenção de acidentes e da promoção da saúde dentro dos ambientes de obras. Confira, no vídeo abaixo, um pouco mais sobre o evento. Com informações do Sinduscon-DF e registros do Sticombe