Elen Cristina, uma história de superação

Porta-voz Seconci do Outubro Rosa e reconhecimento no Prêmio Fronteiras da Saúde 2023 Assessoria de Comunicação Social do Seconci-DF No dia 25 de outubro, a técnica de enfermagem do Seconci-DF, Elen Cristina, foi uma das selecionadas para entrega do Prêmio Fronteiras da Saúde 2023, promovido pelo Instituto Lado a Lado pela Vida. A premiação aconteceu durante o Global Fórum Fronteiras da Saúde que, em 2023, teve como tema central “A reestruturação e fortalecimento dos sistemas de saúde: redução das desigualdades e enfrentamento de ameaças futuras. Tomada de decisão, aprendizado e resiliência”. Elen venceu a luta contra um câncer de mama e, durante sua batalha, foi acolhida pela Associação Brasileira de Assistência às Pessoas com Câncer (Abrapec), instituição que fez o convite para a entrega do prêmio. Além disso, foi a porta-voz da campanha Outubro Rosa na Construção do Seconci-DF realizando palestras durante todo o mês de outubro em vários canteiros de obras do DF. “O prêmio foi um evento muito bom e nos oportunizou a conhecer várias pessoas da saúde e eu tive a oportunidade de networking, a além de falar da prevenção e do trabalho que fizemos no Seconci. Esse convite veio pela Abrapec e eu me senti lisonjeada”, explica Elen. Sobre a campanha do Outubro Rosa na Construção, ela ressalta a importância de levar o assunto para os canteiros de obras e também de poder ser um exemplo para as mulheres que estão passando pelo tratamento. “Foi uma oportunidade maravilhosa poder ajudar e inspirar mulheres, e sensibilizar homens, a terem essa vivência e esse relato sobre a doença. Esse outubro ficará marcado para sempre pela oportunidade que o Seconci me deu de poder levar esse assunto para os canteiros”, finalizou ela.

Você conhece o Perfil Profissiográfico Previdenciário dos trabalhadores?

O Perfil Profissiográfico Previdenciário é um documento histórico-laboral do trabalhador que reúne, entre outras informações, dados administrativos, registros ambientais e resultados de monitoração biológica durante todo o período em que o profissional exerceu suas atividades na empresa. Este documento traz os dados informados pela empresa sobre as condições de trabalho e de exposição a agentes prejudiciais à saúde do colaborador (empregado, prestador de serviço cooperado ou trabalhador avulso). É responsabilidade da empresa contratante manter atualizadas as informações de todos os Perfis Profissiográficos Previdenciários (PPP) dos seus trabalhadores, fazendo constar no documento a informação correta sobre a eficácia ou ineficácia dos equipamentos de proteção individuais ou coletivos. O não cumprimento desta legislação aplicável, pode constar como violação das normas de segurança do trabalho, causando danos aos seus empregados como prejuízo para os fins previdenciários. O tema tem interface com o projeto “Segurança e Saúde no Trabalho e Relações Trabalhistas na Indústria da Construção”, da Comissão de Política de Relações Trabalhistas (CPRT) da CBIC, com a correalização do Serviço Social da Indústria (Sesi). Fonte: Agência CBIC

Auxiliares de Saúde Bucal do Seconci-DF marcam presença na 20ª Semana de Saúde Bucal do CRO-DF

Evento aconteceu no sábado, 22 de outubro, e teve como assunto a capacitação profissional das auxiliares de saúde bucal As auxiliares de saúde bucal (ASBs) do Seconci-DF participaram do 2º Encontro de Técnicos de Auxiliares em Saúde Bucal promovido pelo Conselho Regional de Odontologia do DF (CRO-DF). O evento aconteceu na Asa Sul e faz parte da 20ª edição da Semana de Saúde Bucal do Distrito Federal e contou com a presença de 8 auxiliares que atuam nos consultórios do Seconci-DF. A programação contou com duas palestras que falaram sobre os temas: Biossegurança em consultório odontológico, com a secretária da comissão de biossegurança do CRO_DF, Elaine Bicalho Maia Correia; e Competências e atribuições dos técnicos e auxiliares em saúde bucal, com a especialista em dentística e harmonização orofacial e mestre em ciências da saúde, Ana Luiza Júlio de Matos. Representando o Seconci-DF, estiveram no evento 9 auxiliares em saúde bucal. Entre elas, a técnica em saúde bucal (TSB), Edjane Joventino. Para ela, essa foi uma oportunidade de atualizar e sair do mecânico do dia a dia. “Agora que saímos de uma pandemia e voltamos para o ‘normal’, é importante falar sobre esses assuntos, principalmente biossegurança, porque têm outras doenças e cuidados que devem continuar no atendimento odontológico”, conta ela. O evento faz parte da comemoração do Dia do Cirurgião-Dentista (25/10) e tem como objetivo promover a conscientização sobre a importância da saúde oral e incentivar hábitos de higiene bucal adequados para a população. Segundo o presidente do CRO-DF, Marco Antônio dos Santos, a ação visa, ainda, alertar sobre a necessidade de consulta odontológica periódica para exame de prevenção de doenças e infecções na cavidade bucal, buscando a valorização do exercício profissional do cirurgião-dentista. O Seconci-DF conta hoje com 20 cirurgiões dentistas e 9 auxiliares de saúde bucal e 3 técnicas em saúde dental. “É sempre bom que os profissionais de odontologia procurem se informar e atualizar sobre o que está acontecendo na área porque o conhecimento sempre agrega valor e melhora o serviço que é oferecido pelo profissional. No caso das auxiliares, elas estão sempre do lado dos cirurgiões e conhecer novas técnicas e habilidades que possam melhorar nosso atendimento é sempre válido”, conta Mára Lúcia Campos, gerente de odontologia do Seconci-DF. Assessoria de Comunicação Social do Seconci-DF | Com informações do CRO-DF

Segurança e Saúde no Trabalho: pilar fundamental para a Construção

Clovis Carvalho é consultor CBIC em Segurança e Saúde no Trabalho (SST) A indústria da construção é uma das atividades econômicas mais antigas e fundamentais para o desenvolvimento de qualquer sociedade. Ela desempenha um papel crucial na criação de infraestruturas, edifícios e espaços que sustentam a vida moderna. No entanto, essa indústria também é notória pelos seus desafios complexos, onde a segurança e saúde no trabalho (SST) se destacam como preocupações cruciais. Abordamos ao longo deste artigo, a importância da segurança e saúde no trabalho para as empresas da indústria da construção, destacando os benefícios, desafios e práticas recomendadas para garantir um ambiente de trabalho seguro e saudável. A implementação de práticas seguras de trabalho ajuda a reduzir significativamente o número de acidentes e lesões. Isso não apenas protege os trabalhadores, mas também evita interrupções na produção e possíveis atrasos no cronograma das obras. A maioria dos países, como é o caso do Brasil, possui regulamentações específicas em relação à SST. No caso do setor da Indústria da Construção, o principal instrumento legal a ser observado é a Norma Regulamentadora 18 (NR 18), todavia, ele não é o único, é igualmente importante que as empresas se atentem ao Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) e ao Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) contidos na Norma Regulamentadora 01 (NR 01), nos equipamentos de proteção individuais previstos na NR 06, no Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO) tratado na NR 07, dentre outros regulamentos. A não observância dessas regulamentações pode resultar em responsabilizações administrativas e judiciais para as empresas. Importante destacar, que os trabalhadores que se sentem seguros e saudáveis tendem a ser mais produtivos. Ambientes de trabalho seguros podem ajudar a reduzir o estresse e a ansiedade dos trabalhadores, melhorando sua eficiência e qualidade de trabalho. A prevenção de acidentes e lesões reduz os custos associados a compensações trabalhistas, tratamento médico e treinamento de substituição. Além disso, empresas com histórico de segurança positivo podem obter melhores taxas de Contribuição do Grau de Incidência de Incapacidade Laborativa decorrente dos Riscos Ambientais do Trabalho (GILRAT – antigo Seguro Acidente do Trabalho – SAT), em decorrência do Fator Acidentário de Prevenção – FAP, .que é o mecanismo utilizado pela Receita Federal do Brasil para aumentar ou diminuir as alíquotas de 1% (risco leve), 2% (risco médio) ou 3% (risco grave) que cada empresa recolhe mensalmente para o financiamento dos benefícios por incapacidade. Essas alíquotas poderão ser reduzidas em 50% ou majoradas em 100%, conforme a quantidade, a gravidade e o custo das ocorrências acidentárias em cada empresa em relação ao seu segmento econômico. Outro importante aspecto a ser considerado, é que empresas que demonstram um compromisso com a segurança e saúde no trabalho desfrutam de uma melhor confiança entre os clientes, investidores e a comunidade em geral. Isso pode resultar em mais oportunidades de negócios e uma vantagem competitiva. Embora a importância da segurança e da saúde no trabalho seja inegável, a indústria da construção enfrenta desafios únicos ao tentar implementar e manter padrões elevados nessa área. O processo produtivo da indústria da construção, diante de tantos desafios e abordagens técnicas especializadas, faz com que muitas das vezes seja empregada mão de obra temporária ou sazonal, o que pode dificultar a implementação consistente de programas de treinamento e de segurança e saúde no trabalho. As pressões para cumprir prazos apertados e orçamentos restritos podem levar também a atalhos de segurança. Esta atitude, pode acarretar para as empresas em decorrência de um único acidente e a depender de sua dimensão, responsabilizações ambientais, administrativas, judiciais, tributárias e até mesmo penais. Em alguns casos, o comportamento humano também pode levar a situações de insegurança nas atividades desenvolvidas nos canteiros de obra, pois existe uma cultura arraigada da “virilidade” entre os trabalhadores do setor, como por exemplo, quem carrega mais sacos de cimento de uma única vez. Esse tipo de atitude, deve ser vigiada e desmotivada pelas empresas, pois pode levar os trabalhadores a se envolverem em comportamentos perigosos. Para superar esses desafios e garantir um ambiente de trabalho seguro e saudável na indústria da construção, as empresas podem adotar várias práticas, a começar do comprometimento da alta administração com a segurança e saúde no trabalho. Outra ação, é a implantação de treinamento adequados e o estabelecimento de canais de comunicação eficazes entre a gestão e os trabalhadores, permitindo assim, que os problemas de segurança sejam identificados e abordados rapidamente. Por fim, avaliação regular de riscos em locais de trabalho específicos também ajuda a identificar perigos potenciais e a implementar medidas preventivas. Fonte: Agência CBIC

Dia Internacional de combate ao câncer de mama

Nunca é demais falar sobre prevenção e cuidados com a saúde e, na construção civil, as empresas contam com apoio do Seconci-DF para ações preventivas Assessoria de Comunicação Social do Seconci-DF | Com informações do INCA Estimativa do Instituto do Câncer aponta que, em 2023, serão 73.610 casos novos de câncer de mama em 2023, com um risco estimado de 66,54 casos a cada 100 mil mulheres. O número reforça a importância da prevenção e de campanhas que conscientizam as mulheres sobre o cuidado com a saúde. Na construção do Distrito Federal, durante o mês de outubro, o Seconci-DF tem percorrido vários canteiros de obras levando informação sobre a doença. A preocupação maior é despertar o interesse nas trabalhadoras para que elas se cuidem, se previnam. “Nosso objetivo é mostrar a elas que quanto antes se detecta um câncer, maiores são as chances de cura. Além disso, temos mostrado durante nossas palestras que é muito simples cuidar da saúde com atividade física, alimentação saudável e o autoexame”, conta Elen Cristina, técnica de enfermagem do Seconci-DF. Mais de 200 mulheres que trabalham nos canteiros de obras do DF serão alcançadas pela ação do Seconci-DF que conta também com a participação do Serviço Social da Indústria (SESI) na disponibilização de exames como aferição de pressão arterial e glicemia. A campanha do outubro rosa da construção conta ainda com apoio do Sindicato dos Trabalhadores (Sticombe) e do Sindicato da Indústria da Construção (Sinduscon-DF). Uma das empresas beneficiada pela campanha foi a Soltec Engenharia. De acordo com a técnica de segurança do trabalho da empresa, Patrícia Freitas, a parceria com o Seconci é fundamental porque desperta o interesse nas mulheres das obras para cuidarem da saúde. “Esse trabalho do Seconci é muito importante e gostamos bastante porque trouxe conhecimento para todas e muitas têm dificuldade em falar sobre o assunto”, finaliza. Fatores de risco Não há uma causa única para o câncer de mama. Diversos fatores estão relacionados ao desenvolvimento da doença entre as mulheres, como: envelhecimento, determinantes relacionados à vida reprodutiva da mulher, histórico familiar de câncer de mama, consumo de álcool, excesso de peso, atividade física insuficente e exposição à radiação ionizante.  Os principais fatores são: Comportamentais/Ambientais Aspectos da vida reprodutiva/hormonais Hereditários/Genéticos A mulher que possui esses fatores genéticos tem risco elevado para câncer de mama. Conheça os materiais do INCA abaixo:

Tem mulher no canteiro de obra

Setor observa crescimento gradual da presença feminina ao longo de décadas, mas desigualdade salarial entre gêneros permanece alta A construção civil é um setor predominantemente masculino. Entre os profissionais registrados no Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), 80,5% são homens e apenas 19,5% mulheres. Mas esse cenário vem mudando. Somente em 2021, o número de mulheres trabalhando na construção cresceu 16% em relação ao ano anterior, impulsionado pela retomada do setor na economia nacional, segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego. Naquele ano, a pasta registrou mais de 500 mil mulheres ocupando cargos em escritórios de engenharia, indústrias e canteiro de obras. A tendência de maior contratação de mulheres na área, porém, é histórica. “Há algum tempo existe um movimento de aumentar a participação das mulheres na nossa indústria. Esse movimento não é algo grande e impactante, mas é devagar e gradativo. Houve momentos de boom, em que pela evasão e dificuldade de contratação de mão de obra, as empresas buscavam mulheres, mas depois desses booms o mercado continuou fazendo isso numa escala menor”, argumenta Ana Cláudia Pontes, vice-presidente de responsabilidade social da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). Para Gabriela Teodoro, engenheira de 28 anos que coordena uma equipe em uma grande construtora do Distrito Federal, “Mais do que apenas representar uma luta contra estereótipos de gênero, essa mudança traz consigo uma série de benefícios para a indústria.” Ela acredita que equipes diversificadas produzem melhores resultados porque pessoas com diferentes histórias de vida, experiências e perspectivas trazem abordagens distintas para solucionar problemas, o que, na construção civil, se traduz em soluções mais criativas, eficientes e inovadoras para desafios de engenharia e design. Na visão de sua colega Adriana Fialho, 46 anos, as mulheres demonstram características de liderança e organização que alavancam novos patamares de qualidade no serviço. “Mulheres são mais detalhistas, se atentando a diversos itens que normalmente são despercebidos pelos homens”, conta a engenheira e arquiteta. “Desta forma, os projetos são melhor compatibilizados sendo resolvidos antecipadamente, diminuindo retrabalho.” Desigualdade Apesar dos avanços, ainda existem obstáculos — muitas mulheres enfrentam preconceito, assédio e falta de oportunidades para crescimento dentro do setor. Adriana Fialho percorreu uma longa estrada até se estabelecer na profissão. “A voz da mulher não é tão evidente quanto a voz masculina, era muito preconceito envolvido.” Ela afirma que mulheres precisam provar sua capacidade para conquistar seu espaço, enquanto profissionais homens, apenas por serem homens, têm sua posição garantida. “A gente sempre precisa se capacitar mais, obter mais conhecimentos técnicos e demonstrar maiores resultados. Mas, mesmo assim, ainda persiste a desigualdade salarial e a falta de postos de trabalho disponíveis para as mulheres”, lamenta. Uma pesquisa realizada pelo Banco Nacional de Empregos (BNE) concluiu que o cargo de engenheiro civil possui uma desigualdade salarial de 38,6% entre gêneros, taxa ainda maior que a média nacional de discrepância salarial entre homens e mulheres apontada pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio do IBGE em 2021, que é de 20,5%. Ainda segundo o IBGE, 15,1% dos homens brasileiros possuem ensino superior, enquanto entre as mulheres, o índice é de 19,4% entre a população economicamente ativa. Ou seja, mulheres precisam estudar mais tempo para receberem menores salários. Gabriela Galvão, 38 anos, já atuou como arquiteta e engenheira foi nos canteiros de obra onde sentiu o peso de ser mulher num ambiente dominado pelos homens. “Eu recebi comentários de mau gosto, é o tipo de coisa que a gente se sente desconfortável, sabe? Ter que se preocupar com as roupas, com os comentários machistas que sempre surgem”, lamenta. Além desses desafios, as profissionais da área relatam dificuldades comuns a todas as mulheres no mercado de trabalho, como a falta de modelos femininos em posições de liderança e o desafio de equilibrar demandas de trabalho com as responsabilidades familiares. Há anos promovendo a pauta da equidade no setor da construção, Ana Cláudia Pontes observa que o mercado tem forçado empresas a implementarem políticas de inclusão. “Há um movimento de mudança, desde os financiadores, passando pelo consumidor e até a força de trabalho que torna essa transformação urgente. As empresas não vão conseguir mais fazer uma venda sem enxergar essas agendas”, afirma. Formação Um dos motivos para o aumento da presença feminina na construção civil é a entrada de mais mulheres em cursos técnicos e universitários. Iniciativas como o Programa Mulheres Construindo Autonomia na Construção Civil, criado em 2012 pelo governo federal e que formava mulheres de baixa renda para a inserção nesse mercado de trabalho, entre outras, foram responsáveis pelo crescimento histórico. “Ao longo dos anos, várias organizações sociais passaram a fazer ações de qualificação profissional para preparar mulheres para a construção civil e também uma série de parcerias com as entidades patronais para empregar essas mulheres depois”, explica Ana Pontes, vice-presidente da CBIC. Segundo dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), entre 2010 e 2021, o número de alunas que concluíram cursos nas áreas de exatas aumentou 96%, saindo de 37.005 para 72.791. A professora universitária Tatiane Rodrigues, 40 anos, testemunhou a mudança do perfil dos estudantes do curso de engenharia civil acontecendo em tempo real. “Até 2020, eu via um crescimento constante no número de mulheres nas minhas turmas, mas, de três anos para cá, por algum motivo, o quantitativo de alunas diminuiu. De toda forma, observo meninas cada vez mais empoderadas, seguras e conscientes de que podem ser o que quiserem, inclusive engenheiras”, comemora. Ela conta que entendeu, logo no início da vida universitária, que o apoio de outras mulheres é fundamental para sobrevivência em um mercado hostil. “Eu e as outras meninas formávamos grupos de estudos e trabalhos que sempre se destacaram nas atividades acadêmicas pelo comprometimento e qualidade das entregas. Tivemos atuação feminina na presidência do Centro Acadêmico, na fundação da empresa júnior, em projetos de iniciação científica e importantes campos de estágio”, relembra Tatiane. “Vejo que na época praticamos a sororidade de forma muito natural e espontânea.” Também docente na área da engenharia, Ivonne Alejandra Gutierrez, 37 anos,

Últimas semanas! Inscreva-se para o Prêmio CBIC de Responsabilidade Social

Últimas semanas para realizar as inscrições para a 16ª edição do Prêmio CBIC de Responsabilidade Social, promovido pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).  A iniciativa tem como objetivo reconhecer e divulgar as boas ações desenvolvidas pela construção civil. As inscrições do Prêmio CBIC de Responsabilidade Social 2023 – Troféu Paulo Safady Simão podem ser feitas até o dia 27 de outubro.  Clique aqui e inscreva-se!  Confira abaixo as categorias:  III. Cadeia Produtiva: práticas, ações ou projetos de Responsabilidade Social desenvolvidos por empresas filiadas às entidades que compõem o Movimento Construção É Mais; A iniciativa tem interface com o projeto “Responsabilidade Social na Indústria da Construção”, da Comissão de Responsabilidade Social (CRS/CBIC), com a correalização do Serviço Social da Indústria (Sesi Nacional). Fonte: Agência CBIC

Jogos Sesi-DF 2023 estão com inscrições abertas

[Atualização em 10/10, às 16h05: as inscrições foram prorrogadas até 16 de outubro. O prazo anterior era 9 de outubro.] Até 16 de outubro, indústrias do Distrito Federal e do Entorno e empresas públicas e órgãos do governo do DF podem inscrever trabalhadores gratuitamente para os Jogos Sesi-DF 2023. A iniciativa do Serviço Social da Indústria do DF (Sesi-DF) busca fomentar a promoção da saúde por meio do esporte e estimular a prática regular de atividade física. A competição ocorrerá em três fins de semana consecutivos — nos dias 21, 22, 28 e 29 de outubro e 4 e 5 de novembro —, nas unidades do Sesi-DF de Sobradinho e de Taguatinga. Haverá disputas em modalidades coletivas e individuais: futebol de campo, futebol society, futebol society master, futsal, natação, vôlei de areia 4×4 e vôlei de quadra. Poderão participar trabalhadores formalmente registrados maiores de 18 anos, desde que não sejam atletas profissionais federados. Os três primeiros colocados de cada modalidade receberão troféus e medalhas. Como se inscreverA inscrição deve ser feita pela contratante, que precisa solicitar por e-mail (jogos.sesidf@sistemafibra.org.br) os documentos que deverão ser preenchidos e devolvê-los no mesmo endereço de e-mail. A ficha de inscrição tem de estar completa e com o carimbo da instituição. Para cada trabalhador inscrito, a contratante deve apresentar original e cópia da carteira de trabalho (página do contrato vigente com a empresa) ou de documento funcional em que conste a matrícula (no caso de servidores públicos), cópia do RG ou da Carteira Nacional de Habilitação e questionário de aptidão física preenchido e assinado pelo trabalhador. Além disso, termo de autorização de exposição de marca assinado por representante da instituição e termo de autorização de uso de imagem, nome e voz assinado pelos competidores. Cada atleta só poderá participar de uma modalidade coletiva e uma individual. Aqueles que tiverem duplo vínculo empregatício deverão optar por qual das empresas competirão. Em caso de dúvidas, os interessados podem entrar em contato com a Central de Inscrições pelo telefone (61) 3355-9546, de segunda a sexta-feira, das 8 às 17 horas. Clique aqui para ler o regulamento da competição. Texto: Samira Pádua Foto: Moacir Evangelista/Sesi-DF – 10.9.22 Assessoria de Comunicação do Sesi-DF

Outubro Rosa na construção no Distrito Federal

Mês de outubro terá várias ações em canteiros de obras reforçando o cuidado com a saúde da mulher e a prevenção contra o câncer de mama O mês de outubro se tornou oficialmente o mês de prevenção ao Câncer de Mama. Isso acontece com a campanha Outubro Rosa Mês de Prevenção à doença que teve início nos Estados Unidos, no início da década de 90. O resto é história. De acordo com o Instituto do Câncer (INCA), no Distrito Federal, são estimados 1.030 casos da doença em 2023 e isso reforça a importância da prevenção. O Seconci-DF, em parceria com as empresas e demais entidades do setor, promove neste mês palestras e circuitos de bem-estar em vários canteiros de obras como forma de prevenir e alertar as mulheres da construção sobre a doença. “Essa campanha é muito importante para as empresas trabalharem a prevenção com as trabalhadoras. Isso requer cuidado e atenção. Se você está doente, você não trabalha, não produz, e nosso objetivo é justamente fazer o alerta com as trabalhadoras dos canteiros”, explica a técnica de enfermagem do Seconci-DF, Elen Cristina. Oficialmente, a campanha teve início na segunda, 9 de outubro, num canteiro de obras em Taguatinga com a presença de 30 mulheres. A técnica de segurança do trabalho do local agradeceu a presença de todos e ressaltou como o assunto precisa ser abordado para conscientização. “A palestra foi maravilhosa. O assunto é muito delicado e foi abordado de maneira muito sensível e por alguém que já viveu a doença. Isso torna o trabalho do Seconci ainda mais preciso e necessário como forma de prevenção para nós, mulheres”, falou Elisângela Rodrigues, técnica de segurança do trabalho da Península Residencial. Além das palestras, o Serviço Social da Indústria (SESI-DF) disponibilizou alguns serviços para as trabalhadoras com oferecimento de exames de aferição de pressão, glicemia, além do autoexame nas mamas. “Nesse mês nós estamos com o circuito do bem-estar nas obras em parceria com o Seconci levando informação e atendimentos de saúde, além de cuidados sobre a mama para as trabalhadoras da construção”, conta a enfermeira do SESI-DF, Karoliny Bento. Até o final de outubro, cerca de 300 trabalhadoras da construção serão alcançadas pela ação do Seconci-DF com foco na prevenção do câncer de mama e nos cuidados com a saúde da mulher. SUPERAÇÃO Passar por um tratamento de câncer não é fácil. Quem teve que enfrentar a doença fala como a prevenção e o cuidado com a saúde é fundamental e possibilita o aumento de chances de que o tratamento seja menos doloroso e invasivo. A técnica de enfermagem do Seconci-DF, Elen Teixeira, enfrentou o câncer de mama em plena pandemia do COVID-19 e hoje, curada da doença, conta como a vontade de viver e a detecção precoce contribuíram para o sucesso do seu tratamento. “Em 2019, eu descobri que estava com câncer e fiz o tratamento durante a pandemia. A médica me disse que minhas chances de cura eram grandes porque eu fui diagnosticada precocemente”, conta.

Lacen-DF faz acompanhamento terapêutico de precisão para pacientes oncológicos

Serviço aprimora a dosagem dos remédios para usuários em tratamentos complexos, reduzindo efeitos colaterais Pacientes em tratamentos complexos, como a quimioterapia em combate ao câncer, contam com um serviço da Secretaria de Saúde (SES-DF) para garantir o uso dos medicamentos de maneira precisa. Somente em agosto, mais de 700 pessoas foram beneficiadas pelo monitoramento terapêutico realizado pelo Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF). Na prática, o trabalho significa personalizar as doses utilizadas nos tratamentos, reduzindo os efeitos colaterais e, assim, os riscos para a saúde dos pacientes. Os maiores beneficiados são as crianças, em que pequenas variações da dosagem já podem fazer a diferença. “A dose de tratamento é muito próxima da dose tóxica. Por isso, temos que monitorar de perto e bem rápido”, explica o gerente de medicamentos e toxicologia do Lacen-DF, Rodrigo Filgueiras. A partir de amostras de sangue, a equipe da SES-DF verifica a concentração do fármaco no paciente e assessora a equipe de tratamento. O objetivo é não haver uma concentração alta demais, que vá causar danos ao fígado, mucosas ou rins, nem tão baixa que impeça a efetividade do tratamento. De acordo com a diretora técnica e pediatra do Hospital da Criança de Brasília (HCB), Isis Magalhães, pacientes em tratamento de leucemia, por exemplo, recebem a medicação conforme um protocolo pré-estabelecido, de acordo com o porte físico da criança. “O metabolismo, contudo, é diferente em cada paciente e pode ter toxicidade do quimioterápico no organismo, não pela dose, mas pela farmacodinâmica do medicamento”, explica. Por isso, o procedimento de coleta de sangue para avaliação foi padronizado. “Dependendo da dosagem, rapidamente nós temos que usar algumas medicações para retirar o efeito e a toxicidade”, completa. Em apoio ao HCB, a equipe do Lacen-DF faz a entrega das análises em até duas horas a partir do recebimento das amostras. “Como é crítico, temos que dar uma resposta rápida ao paciente”, conta a servidora do Núcleo de Toxicologia, Manoela Uema. Para isso, são utilizados três equipamentos, operados pelos cinco farmacêuticos da equipe. Além de pacientes da oncologia, o Núcleo de Toxicologia do Lacen-DF também faz o monitoramento terapêutico de pacientes que recebem medicações psiquiátricas, imunossupressoras e anticonvulsivantes, bem como fazer análise. Somente em agosto de 2023, foram 1.159 amostras analisadas. A novidade do ano é o início da análise da Vancomicina, antibiótico utilizado para casos de infecções graves. O serviço está disponível para todos os hospitais da rede pública, incluindo as unidades do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde (Iges-DF), o HCB e o Hospital Universitário de Brasília (HUB). “O Lacen trabalha no acompanhamento daqueles pacientes que realmente necessitam de cuidados especiais. A equipe se sente realizada neste contexto da garantia do melhor tratamento”, afirma a diretora da unidade, Grasiela Araújo. Centro de referência O Lacen-DF é a unidade de referência da SES-DF para análises de material biológico na identificação de doenças, além de avaliar alimentos, bebidas, medicamentos e outros produtos utilizados na área de saúde. Os 240 servidores trabalham em parceria aos serviços de vigilância epidemiológica, ambiental e sanitária, tendo se destacado durante a pandemia de covid-19 pela capacidade de processamento de exames e de sequenciamento genético para a confirmação das variantes. Fonte: Secretaria de Saúde do DF