Mensagem de Páscoa

Nesta Páscoa, celebramos o renascimento da esperança, da fé e do compromisso com o próximo. ✨ Mais do que uma data simbólica, este é um momento de reflexão sobre o cuidado, a solidariedade e a importância de transformar vidas por meio de atitudes concretas. No Seconci-DF, essa missão se renova todos os dias. Por meio do nosso Serviço Social, seguimos promovendo acolhimento, dignidade e bem-estar aos trabalhadores da construção civil e suas famílias. Que o espírito da Páscoa nos inspire a continuar fazendo a diferença, com propósito, sensibilidade e compromisso com um futuro mais humano. Feliz Páscoa! Eduardo Aroeira Almeida Presidente do Seconci-DF

Secretária de Justiça e Cidadania do DF conhece o Seconci

Marcela Passamani visitou a instituição e conheceu o trabalho social feito pelo setor da construção Comunicação Seconci-DF Na quinta-feira, 29 de janeiro, o Serviço Social da Indústria da Construção do Distrito Federal (Seconci-DF) recebeu a visita da Secretária de Estado de Justiça e Cidadania do DF (SEJUS-DF), Marcela Passamani, para uma agenda institucional. Com o objetivo de estreitar os laços entre o poder público e a instituição, Passamani conheceu a estrutura física e a capacitação técnica-operacional do Seconci-DF e avaliou a possibilidade de aproximar o serviço social da entidade dos serviços já realizados pela SEJUS. A diretoria executiva do Seconci-DF foi representado pelos diretores José Antônio Bueno Magalhães e Gustavo de Faria franco. Para Magalhães, a visita reforça o papel social da instituição e a busca de novas parcerias para aumentar a visibilidade do Seconci e o alcance do serviço social prestado. “A Secretaria de Justiça e Cidadania já é uma parceira nossa e estamos estreitando os laços para levar mais atividades e mais produtos aos nossos associados. Em contrapartida, a SEJUS vai conseguir atender esse nosso público, que é o público deles também”, contou Magalhães. Ele reforçou a importância dessas visitas como forma de divulgar o trabalho social do Seconci-DF e buscar mais alcance e novas parcerias que evidenciem o potencial da instituição. “No fundo, Estado, governo e empresários têm o mesmo público. O que estamos querendo fazer é estreitar os trabalhos e os serviços, mostrar nossa casa e nosso potencial, com tudo o que temos e podemos fazer. Acho que foi uma visita produtiva”, concluiu Magalhães. Para a Secretária Marcela Passamani, a visita ao Seconci-DF reforça a importância de unir esforços para ampliar o alcance das ações da SEJUS. “Queremos construir essa parceria, incluindo o Seconci em nossas iniciativas e, ao mesmo tempo, contando com o apoio da instituição em projetos simbólicos e transformadores, como a realização de um casamento coletivo com trabalhadores do setor da construção civil. É assim, somando forças, que levamos cidadania a quem mais precisa”, disse Marcela. Acompanhando a visita, estiveram também a vice-presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do DF (Sinduscon-DF), Tereza Cristina; a subsecretária de Enfrentamento à Violência Doméstica da SEJUS, Uiara Couto de Mendonça; a gerente-geral do Seconci-DF, Geórgia Grace Bernardes; e os gerentes das áreas técnicas e de atendimento do Seconci-DF: Juliana Moreira de Oliveira, Maurício Carvalho Nieto, Roseane dos Santos, Geraldo Gomes e, representando a Gerência de Odontologia, Karin Campos.

Seconci-DF inicia 2026 com treinamento para trabalho em altura

Curso é obrigatório para trabalhadores que exerçam funções consideradas trabalho em altura, onde haja risco de queda Comunicação Seconci-DF Na sexta-feira,16 de janeiro, 20 trabalhadores estiveram na sede da instituição realizando o treinamento para trabalho em altura, de acordo com a Norma Regulamentadora 35, do Ministério do Trabalho e Emprego. Esse treinamento é obrigatório para trabalhadores que exerçam atividades em altura, superior a 2m, com risco de queda e está disponível às empresas parceiras, com carga horária de 8h, divididos em teoria e prática, com todo o suporte necessário. De acordo com o Observatório de Segurança e Saúde no Trabalho, queda de altura representa o maior quantitativo de acidentes que mata ou deixa sequelas nos ambientes de trabalho e o treinamento de NR-35 tem por objetivo reduzir riscos, evitar acidentes e promover ambientes de trabalho mais seguros e trabalhadores mais conscientes. Durante o curso, os participantes recebem orientações sobre identificação e análise de riscos, uso correto de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), sistemas de proteção coletiva e condutas seguras para atividades realizadas em altura. A gerente de segurança do trabalho do Seconci-DF, Juliana Moreira de Oliveira, explica a importância do treinamento para quem atua em atividades que se enquadram como trabalho em altura. “Nosso objetivo com o curso de NR-35 é preparar o trabalhador para atuar em atividades em altura com mais segurança e consciência dos riscos. O treinamento é focado nas atividades que ele realmente executa no canteiro de obras, aproximando a capacitação da realidade do dia a dia. A etapa prática acontece em uma plataforma instalada na sede do Seconci-DF, onde simulamos diferentes situações de trabalho em altura típicas da construção civil”, explica Juliana. A capacitação contribui diretamente para mais segurança no dia a dia e maior confiança na execução das atividades. O pedreiro Wilson Carvalho contou uma experiência que passou e que não deseja para ninguém.  “Eu fui passar da periferia para o balacim e acabei caindo e ficando rodando na corda. Fiquei pendurado cerca de 2 minutos”. Ele reforça a importância da capacitação para exercer atividades nessas condições. “O treinamento é muito importante e a gente aprende mais, se atualiza e vê coisas que você não sabia”, finaliza. Por que o treinamento em NR-35 é obrigatório? A NR-35 determina que nenhum trabalho em altura pode ser realizado sem que o trabalhador esteja devidamente capacitado, autorizado e considerado apto clinicamente. O treinamento é obrigatório porque prepara o profissional para: A norma estabelece que o treinamento inicial deve ter carga horária mínima de 8 horas, com conteúdo teórico e prático, e deve ser realizado antes do início das atividades. Além disso, o treinamento deve ser reciclado a cada dois anos, ou sempre que houver mudança de função, retorno de afastamento prolongado ou ocorrência de acidentes relevantes Principais pontos da NR-35 A NR-35 vai além do uso de equipamentos. Ela organiza o trabalho em altura a partir de uma lógica de prevenção, planejamento e controle de riscos. Entre seus principais pontos, destacam-se: Todo trabalho em altura deve ser previamente planejado e passar por uma Análise de Risco (AR), considerando o local, as condições ambientais, os sistemas de ancoragem, os equipamentos utilizados, os riscos adicionais e as situações de emergência. Para atividades não rotineiras, também é obrigatória a emissão da Permissão de Trabalho (PT) Somente trabalhadores capacitados, formalmente autorizados e considerados aptos em avaliação médica podem executar atividades em altura. Essa autorização deve ser registrada e permitir a identificação clara das atividades para as quais o trabalhador está habilitado Quando não for possível eliminar o trabalho em altura, a norma exige a adoção de Sistemas de Proteção Contra Quedas (SPQ), priorizando a proteção coletiva e, quando necessário, a proteção individual. O uso correto de cinturão tipo paraquedista, talabartes com absorvedor de energia, pontos de ancoragem e trava-quedas é fundamental para reduzir a gravidade de uma eventual queda Os equipamentos de proteção devem passar por inspeções iniciais, rotineiras e periódicas, sendo imediatamente retirados de uso quando apresentarem desgaste, defeitos ou deformações. Esse controle é essencial para garantir a confiabilidade dos sistemas de segurança A NR-35 também exige que as empresas tenham procedimentos de emergência e salvamento, com equipes capacitadas, equipamentos adequados e planejamento que reduza o tempo de suspensão do trabalhador após uma queda, evitando agravos à saúde

Trabalhadores da Construção Celebram Conclusão do Curso de Alfabetização do Seconci-DF

Projeto leva educação para os canteiros no Distrito Federal e transforma a vida de quem precisa de uma segunda chance na sala de aula Comunicação Seconci-DF A parceria entre o Serviço Social da Indústria da Construção do DF (Seconci-DF) e a construtora FAENGE encerrou mais um ciclo do projeto de alfabetização para trabalhadores da construção civil, com uma celebração especial realizada diretamente no canteiro de obras. O evento marcou o fim do ano letivo e destacou o impacto da educação no ambiente de trabalho e na vida dos colaboradores. A atividade contou com a presença da gerente geral do Seconci-DF, Geórgia Grace Bernardes, e do presidente da FAENGE, Leonardo Ávila, além de representantes da empresa e do serviço social, reforçando a importância da iniciativa para o desenvolvimento humano e social no setor da construção. Educação no canteiro: parceria que transforma vidas Durante o evento, Geórgia ressaltou como a alfabetização tem sido um diferencial na valorização dos profissionais do setor. “Encerramos aqui o primeiro ciclo de alfabetização no canteiro, um orgulho imenso para o Seconci-DF. A FAENGE realiza um trabalho fantástico ao transformar vidas e promover responsabilidade social na construção civil do Distrito Federal”. As turmas de alfabetização promovidas pelo Seconci-DF atendem trabalhadores diretamente nos canteiros, oferecendo alfabetização, primeiro e segundo segmentos do Ensino Fundamental. Para as empresas, o programa amplia a responsabilidade social, melhora o clima organizacional e contribui para a qualificação profissional. O presidente da FAENGE, Leonardo Ávila, destacou os resultados do programa.“Agradeço ao Seconci-DF pela parceria. Hoje concluímos mais uma etapa com trabalhadores que foram alfabetizados pelos professores do Seconci. É um avanço enorme para os colaboradores e para a empresa” Histórias reais de transformação no trabalho Os depoimentos dos trabalhadores evidenciam o impacto direto da alfabetização em suas rotinas. O meio oficial de pedreiro Adão Domingos dos Reis relata que o curso mudou sua vida. “Foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida. Hoje eu sei assinar um documento, fazer um PIX e andar de ônibus entendendo a sinalização” Seu colega de empresa, Francisco da Silva, ajudante de pedreiro, reforça o sentimento de conquista. “Quando cheguei, eu não sabia ler nem escrever. Hoje já consigo ler um pouco e colocar meu nome nos documentos. Antes dependia dos outros para ir embora; agora faço tudo sozinho”. Como levar a alfabetização para os trabalhadores da sua empresa O Seconci-DF mantém turmas de alfabetização em diversos canteiros de obras e empresas parceiras no DF, contribuindo para a formação básica, valorização profissional e inclusão social. Empresas interessadas em implantar o projeto de alfabetização podem entrar em contato com a coordenação pedagógica: (61) 3399-1888 – Ramal 241

Alfabetização: iniciativa do Seconci-DF leva cidadania e dignidade aos trabalhadores

Projeto existe desde o início da década de 1990 e já atendeu mais de 13,5 mil trabalhadores da construção Comunicação Seconci-DF As turmas de alfabetização do Seconci-DF são uma oportunidade para que as empresas do setor promovam a alfabetização dentro dos ambientes de obra. Nesse sentido, turmas do primeiro segmento de alfabetização, que corresponde ao ensino fundamental, são montadas de acordo com a necessidade de cada obra. Em mais de 30 anos de projeto, a recompensa é vista na transformação de vida e no ganho que todos que passaram ou estão nas salas sentem no dia a dia. Atualmente, a instituição conta com duas turmas ativas e se prepara para inaugurar mais uma sala. De acordo com o coordenador pedagógico do Seconci-DF, Geraldo Henrique Gomes, a alfabetização tem como objetivo devolver a dignidade e a cidadania aos participantes. “O Seconci começou seu projeto de alfabetização na década de 1990. Desde então, já atendemos mais de 13 mil alunos. Ele é realizado dentro do canteiro de obras, aproveitando a estrutura física da empresa, que pode ser o próprio refeitório, e visa resgatar a cidadania do operário da construção”, explicou Geraldo. As empresas que apoiam a alfabetização reconhecem como os trabalhadores que participam têm suas vidas transformadas. A técnica de segurança do trabalho Ana Carolina Batista, da empresa parceira FAENGE, reforça como a mudança é visível para os alunos da escola de alfabetização. “O que eu percebo é que os funcionários que frequentam a sala de aula desenvolveram muito na leitura, na escrita, no modo de falar. Eles já conseguem ler e formar pequenas palavras, além de se expressarem melhor”, contou Ana Carolina. Os trabalhadores que estão nas turmas de alfabetização falam da importância de poderem estudar e das descobertas que o ensino proporciona. Para o ajudante Jorge Galvão, é importante ter a sala de aula, e ele segue aprendendo dia após dia. “Eu lia pouco, agora estou lendo mais ou menos e sigo desenvolvendo mais. A professora é muito educada e muito paciente com a gente”, disse Jorge. Da mesma forma, o meio oficial Adão Domingos conta que não sabia ler nem escrever e, graças à turma de alfabetização na empresa onde trabalha, ele consegue realizar atividades simples do dia a dia. “Eu não sabia nada. Não lia, não escrevia, e hoje, com apoio da empresa e do Seconci, consigo pegar um ônibus”, contou Adão. Para formar uma turma de alfabetização para seus trabalhadores, as empresas do setor da construção podem entrar em contato com o Seconci-DF pelo telefone (61) 3399-1888, ramal 241, ou pelo e-mail coordenacao.apoio@seconci-df.org.br para mais informações.