Seconci-DF participa de sabatina com candidatos ao GDF e defende parcerias para ampliar ações em benefício dos trabalhadores

Instituição reforçou a importância do apoio do futuro governo às iniciativas de saúde, segurança, qualificação e responsabilidade social desenvolvidas pelo Seconci-DF no setor da construção civil O Seconci-DF participou, nesta terça-feira (15), da série de encontros promovida pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF) e pela Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (ADEMI DF) com os candidatos ao Governo do Distrito Federal nas eleições de 2026. A iniciativa reuniu representantes do setor da construção civil para conhecer as propostas dos candidatos e apresentar demandas consideradas estratégicas para o desenvolvimento do DF. Representado pelo presidente Eduardo Aroeira Almeida, além de diretores que também atuam como empresários do setor, o Seconci-DF aproveitou o espaço para destacar a importância da participação do poder público na construção de políticas e parcerias voltadas à saúde, segurança, qualificação profissional, responsabilidade social e melhoria da qualidade de vida dos trabalhadores da construção civil. Durante o encontro, o presidente do Seconci-DF ressaltou que a aproximação com o Governo do Distrito Federal é fundamental para ampliar iniciativas que já apresentaram resultados positivos ao longo da história da instituição. “É um momento importante onde podemos ouvir propostas, fazer perguntas e, acima de tudo, estender a possibilidade de parcerias. O Seconci já fez diversas parcerias muito importantes, como, por exemplo, a alfabetização dos trabalhadores nos canteiros de obra e a alfabetização em presídios. Esse relacionamento com o governo é fundamental para que possamos ampliar ainda mais os nossos serviços”, destacou Eduardo Aroeira. Retomada de projetos sociais O vice-presidente do Seconci-DF, Carlos Antônio da Silva Filho, também destacou a oportunidade de reconstrução de parcerias com o poder público, especialmente para a retomada de projetos sociais desenvolvidos pela instituição. “Eu, como vice-presidente do Seconci, vejo nessa oportunidade uma possibilidade de reativar a nossa parceria e viabilizar essa retomada do nosso projeto de alfabetização, que é tão importante para nossos funcionários da construção civil. Então, creio que essa participação é extremamente importante”, afirmou o empresário da Construtora Concretiza. A participação do Seconci-DF na sabatina também reforça o papel da instituição como representante de uma agenda que vai além da prestação de serviços: levar saúde, prevenção, assistência, educação e qualidade de vida para quem trabalha na construção civil e no apoio às empresas para cumprimento de metas de responsabilidade social, bem como apoio às políticas públicas que beneficiam o setor como um todo. Demandas estratégicas para a construção A programação contou com a participação dos principais candidatos ao Governo do Distrito Federal e permitiu que lideranças empresariais apresentassem demandas relacionadas ao desenvolvimento do setor. Entre os temas debatidos estiveram segurança jurídica e licenciamento, desenvolvimento urbano sustentável, habitação de interesse social, infraestrutura e obras públicas, inovação e qualificação da mão de obra. O presidente do Sinduscon-DF, Adalberto Cléber Valadão JR., destacou a importância do encontro para que o setor possa apresentar seus pleitos e buscar compromissos dos candidatos. “Temos a oportunidade de ouvi-los, saber quais são as propostas que eles trazem direcionadas ao nosso setor e também fazer cobranças, adquirir compromissos com eles daquilo que a gente está precisando, nossos pleitos enquanto um setor produtivo”, afirmou. O presidente da ADEMI-DF, Celestino Fracon JR., também ressaltou a participação dos candidatos e a relevância do segmento da construção para o Distrito Federal. “Conseguimos agenda com todos os candidatos e isso demonstra a importância que o segmento tem”, finalizou. Texto: Sidney Rocha/Comunicação Seconci-DF
Agosto Lilás: Seconci-DF entra na última semana de campanha com 31 palestras e mais de 3,2 mil trabalhadores impactados

Palestra no canteiro da Vilella e Carvalho reforçou o papel dos homens na prevenção da violência contra a mulher e contou com a participação de instituições parceiras Na última semana do Agosto Lilás, o Serviço Social da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Seconci-DF) reforça as ações de conscientização e enfrentamento à violência doméstica e familiar. Até o final do mês, serão realizadas 31 palestras em canteiros de obras, alcançando mais de 3,2 mil trabalhadores, em uma mobilização que conta com o apoio de instituições que integram a rede de proteção às mulheres. Um dos canteiros visitados foi da empresa parceira ao Seconci, Construtora Vilella e Carvalho que reuniu trabalhadores para discutir os diferentes tipos de violência contra a mulher, formas de prevenção e o papel dos homens no enfrentamento ao problema. A atividade faz parte do programa “Eu Protejo as Mulheres”, desenvolvido pelo Seconci-DF, com apoio de parceiros como a Divisão Integrada de Atendimento à Mulher da Polícia Civil do Distrito Federal (DIAM/PCDF), as Secretarias de Estado de Justiça e da Mulher do Distrito Federal, aém do apoio institucional do Sinduscon-DF e do Sticombe, sindicatos patronal e laboral do setor da construção do DF, respectivamente. A palestra realizada no canteiro da Villela ficou sob responsabilidade do gerente dos Núcleos do Direito delas, Bruno Abreu dos Santos Carvalho, que reforcou a importância de levar essa discussão aos canteiros como forma de envolver os homens diretamente na prevenção. “Os homens são as pessoas que nós acreditamos que devem assumir esse papel de proteção, de cuidado, de conscientização. Não é uma guerra entre homens e mulheres. Na verdade, é a junção de homens e mulheres juntos para combater essa violência que tem acontecido contra as mulheres em todos os ambientes”, destacou. A psicóloga do Seconci-DF, Flávia Ferraiolo, que também esteve na palestra realizada nesta quarta-feira, no Setor Noroeste, explica que o trabalho busca apresentar informações que muitas vezes ainda são desconhecidas pelos trabalhadores. “A gente passa informações importantíssimas sobre cada tipo de violência, o que fazer e como proceder. Muitas vezes, os homens nem sabem direito do que se trata. E é para eles que a gente tem que falar”, afirmou. A participação dos parceiros amplia a rede de orientação e proteção e fortalece o trabalho realizado nos canteiros. Ao levar profissionais e instituições especializadas para esses espaços, a campanha aproxima os trabalhadores dos serviços disponíveis e estimula a busca por ajuda diante de situações de violência. Com a campanha entrando em sua última semana, o Seconci-DF reforça que a conscientização deve ultrapassar o período do Agosto Lilás. A proposta é estimular trabalhadores a reconhecer diferentes formas de violência, romper com a naturalização de comportamentos abusivos e contribuir para ambientes mais seguros e respeitosos dentro e fora dos canteiros de obras. E também reforça que a instituição possui um serviço de acolhimento psicossocial à disposição dos trabalhadores e trabalhadoras das empresas parceiras para casos de violência doméstica e familiar. Estamos de portas abertas para acolher, orientar e apoiar, sem julgamentos. Telefone (61) 3399-1888 | (61) 981243486 | social@secnci-df.org.br Texto: José Vinicius/Comunicação Seconci-DF Leia mais sobre esse assunto: Trabalhadoras da construção reforçam importância do Agosto Lilás Seconci-DF inicia campanha Agosto Lilás nos canteiros de obras do Distrito Federal
Artigo: Educação também é uma forma de construir futuros

Agosto é um mês que nos convida a falar sobre educação. O Dia do Estudante, celebrado no dia 11, nos lembra da importância de aprender, mas, para quem acompanha de perto trabalhadores que tiveram que abandonar o ensino no tempo regular e retomaram os estudos na vida adulta, essa reflexão vai muito além de uma data no calendário. No Programa de Alfabetização do Seconci-DF, tenho a oportunidade de acompanhar histórias que mostram, diariamente, como a educação pode transformar vidas. Desde o início dos anos 1990, o programa oferece aos trabalhadores da construção civil a oportunidade de aprender, retomar os estudos e conquistar mais autonomia. Ao longo dessa trajetória, já foram realizados mais de 13,5 mil atendimentos. Esse número representa muito mais do que uma estatística. Representa pessoas. São trabalhadores que, por diferentes circunstâncias da vida, não tiveram a oportunidade de estudar ou precisaram interromper sua formação. Para muitos deles, voltar à sala de aula significa enfrentar desafios, mas também significa recuperar algo que parecia distante: a possibilidade de aprender. E é justamente aí que percebemos que alfabetizar vai muito além de ensinar a ler e escrever. É poder ler uma mensagem no celular, compreender um documento, escrever o próprio nome, acompanhar a vida escolar dos filhos ou simplesmente ganhar mais segurança para enfrentar situações do cotidiano. São pequenas conquistas que, para quem vive esse processo, têm um enorme significado. Também vejo nessa experiência uma importante dimensão de responsabilidade social. Cuidar de quem constrói não significa apenas cuidar da saúde e da segurança. Significa olhar para o trabalhador de forma integral e contribuir para que ele tenha oportunidades de desenvolvimento e de transformação da própria vida. Quando um trabalhador volta a estudar, essa mudança muitas vezes chega também à sua família. Filhos e netos passam a enxergar naquele estudante um exemplo de que nunca é tarde para aprender. É isso que o mês de agosto me faz lembrar: educação não tem idade, e oportunidade de aprender não deveria ter prazo de validade. Como coordenador pedagógico, sinto orgulho de fazer parte de um programa que há mais de três décadas ajuda a construir novas possibilidades para trabalhadores da construção civil. E, no Seconci-DF, temos a convicção de que cuidar de quem constrói também é ajudar cada trabalhador a construir novos capítulos da sua própria história. Artigo escrito por Geraldo Henrique Gomes, coordenador pedagógico do Seconci-DF
Artigo: 20 anos da Lei Maria da Penha: prevenir a violência também é cuidar

A celebração dos 20 anos da Lei Maria da Penha representa um marco na consolidação das políticas públicas de enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher no Brasil. Desde sua promulgação, a Lei nº 11.340/2006 fortaleceu os mecanismos de proteção às vítimas, ampliou a responsabilização dos agressores e impulsionou a articulação da rede de atendimento, reafirmando que a violência contra a mulher constitui uma violação dos direitos humanos e uma questão de saúde pública. Embora os avanços sejam significativos, os indicadores nacionais demonstram que a violência de gênero permanece como um desafio permanente. Seus impactos extrapolam o ambiente familiar, comprometendo a saúde física e mental das vítimas, a autonomia econômica, os vínculos sociais e o desempenho profissional. Nesse contexto, a prevenção e a identificação precoce dos sinais de violência tornam-se estratégias fundamentais para reduzir seus efeitos e interromper o ciclo da violência. Na atuação do Serviço Social do Seconci-DF, compreendo que o ambiente de trabalho também desempenha um papel estratégico na proteção social. Por meio de ações educativas, palestras e campanhas de conscientização, buscamos fortalecer o acesso à informação, sensibilizar trabalhadores e empregadores e estimular uma cultura organizacional pautada no respeito, na equidade e na promoção dos direitos humanos. As empresas possuem relevante responsabilidade social na construção de ambientes seguros e acolhedores. Ao promover espaços de diálogo, qualificar lideranças para a identificação de situações de vulnerabilidade e orientar sobre os serviços da rede de proteção, contribuem para a prevenção da violência e para o fortalecimento da saúde e da qualidade de vida de seus colaboradores. Os 20 anos da Lei Maria da Penha representam não apenas uma oportunidade para reconhecer os avanços conquistados, mas também para reafirmar o compromisso coletivo com a defesa dos direitos das mulheres. Como assistente social do Seconci-DF, renovo meu compromisso de fortalecer ações de prevenção, educação e acolhimento, compreendendo que o enfrentamento à violência exige atuação integrada, responsabilidade compartilhada e compromisso permanente com a dignidade humana Artigo escrito pela assistente social Roseane dos Santos | Ilustração: IA
Seconci-DF inicia campanha Agosto Lilás nos canteiros de obras do Distrito Federal

Ação percorrerá 31 frentes de trabalho com alcance de mais 3 mil trabalhadores para falar sobre a prevenção da violência doméstica e familiar O Serviço Social da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Seconci-DF) iniciou, na segunda-feira, 3 de agosto, a campanha Agosto Lilás, que promove ações de conscientização e prevenção à violência doméstica e familiar nos canteiros de obras do Distrito Federal. Coordenada pelo Serviço Psicossocial da instituição, a iniciativa deverá percorrer 31 canteiros de obras, sensibilizando mais de 3 mil trabalhadores ao longo do mês de agosto. Realizada pelo segundo ano consecutivo, a campanha conta com o apoio da Secretaria de Estado de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF), da Secretaria de Estado da Mulher (SecMulher/DF) e da Divisão Integrada de Atendimento à Mulher da Polícia Civil do Distrito Federal (DIAM/PCDF). A proposta é ampliar o diálogo sobre a prevenção da violência, fortalecer a rede de proteção às mulheres e estimular os trabalhadores da construção civil a refletirem sobre seu papel na construção de relações baseadas no respeito e na igualdade. Para a assistente social do Seconci-DF, Roseane dos Santos, levar essa discussão aos canteiros de obras representa uma oportunidade de promover mudanças culturais e fortalecer o compromisso coletivo com o enfrentamento da violência. “É muito importante reforçar o papel de cada um dentro desse ciclo de violência ao qual as mulheres estão expostas. Quando reunimos tantos parceiros e trazemos esse assunto para um ambiente majoritariamente masculino, estamos quebrando tabus e contribuindo para uma sociedade mais segura e respeitosa para as mulheres“, destaca. Durante a abertura da campanha, a coordenadora do Núcleo Integrado de Atendimento à Mulher (NUIAM/PCDF) da 6ª Delegacia de Polícia do Paranoá, Juliana Salvador, ressaltou a importância de trabalhar a prevenção diretamente com o público masculino. “Quando orientamos uma mulher a sair de um relacionamento abusivo, muitas vezes ela já foi vítima de algum tipo de violência. Ao dialogarmos com os homens, atuamos antes que a violência aconteça. Estamos trabalhando diretamente na prevenção e impedindo que novos casos ocorram. Foi uma experiência muito positiva e pude perceber o interesse e a atenção dos trabalhadores durante toda a palestra“, comentou. Ao longo da campanha, representantes das instituições parceiras participarão das atividades, levando informações sobre prevenção, acolhimento, canais de denúncia e a atuação dos órgãos que compõem a rede de proteção às mulheres. O objetivo é sensibilizar os trabalhadores para que reconheçam sua responsabilidade na construção de uma sociedade mais segura, respeitosa e livre da violência. Conscientização que transforma Além das palestras, um dos momentos mais marcantes da campanha é o espaço destinado ao diálogo com os trabalhadores. Muitos compartilham experiências pessoais e relatam situações vividas por familiares ou pessoas próximas, evidenciando como a informação e a conscientização podem contribuir para romper ciclos de violência. O encarregado de obras José Ribamar da Rocha destacou que os exemplos recebidos dentro de casa foram fundamentais para a formação de seus valores. “Eu nunca vi meu pai agredir ou ofender minha mãe, nem minha mãe desrespeitar meu pai. Eles fizeram questão de nos ensinar a tratar as mulheres da nossa vida da mesma forma que gostaríamos que tratassem nossa mãe e nossas irmãs“, contou Ribamar. Para o servente Marcelino Moreira, a campanha reforça a importância do diálogo e do respeito dentro dos relacionamentos. “Tenho 40 anos de casado e sei que a convivência exige diálogo e respeito. A palestra mostrou o papel de cada um na prevenção da violência e trouxe orientações importantes para todos nós“, disse Marcelino. A campanha Agosto Lilás seguirá durante todo o mês de agosto, levando informação, conscientização e orientação aos trabalhadores da construção civil do Distrito Federal. A iniciativa reforça o compromisso do Seconci-DF com a promoção da saúde, da cidadania e da responsabilidade social, contribuindo para a construção de ambientes de trabalho mais conscientes e de uma sociedade cada vez mais comprometida com a proteção e o respeito às mulheres. Texto: Sidney Rocha/Comunicação Seconci-DF
Artigo: Dia Nacional da Saúde: cuidar das pessoas é construir um futuro melhor

No dia 5 de agosto celebramos o Dia Nacional da Saúde, uma data que nos convida a refletir sobre um dos direitos mais fundamentais de todo cidadão: o acesso à saúde de qualidade. Mais do que uma comemoração, este é um momento para reafirmarmos nosso compromisso com a promoção da vida, da prevenção de doenças e da construção de uma sociedade mais justa e saudável. A Constituição Federal de 1988 estabelece que a saúde é um direito de todos e um dever do Estado, garantido por meio de políticas sociais e econômicas que promovam o acesso universal e igualitário às ações e aos serviços de saúde. Esse princípio tornou o Brasil uma referência mundial ao instituir o Sistema Único de Saúde (SUS), um patrimônio da sociedade brasileira que transforma vidas diariamente. Mas a promoção da saúde vai além do atendimento médico. Ela também passa pela responsabilidade de empresas, instituições e trabalhadores na criação de ambientes seguros, saudáveis e humanizados. É nesse contexto que o Serviço Social da Indústria da Construção Civil (Seconci) exerce um papel essencial. Criado em São Paulo, em 1964, o modelo Seconci tornou-se referência nacional ao unir saúde, segurança do trabalho e responsabilidade social em benefício dos trabalhadores da construção civil. No Distrito Federal, o Seconci-DF atua desde 1988, coincidindo com o ano em que a Constituição consolidou o direito universal à saúde. Desde então, nossa missão tem sido levar atendimento de qualidade, prevenção, promoção da saúde e bem-estar aos profissionais que constroem a capital do país. Tenho muito orgulho de presidir uma instituição que, todos os dias, transforma esse compromisso em ações concretas. São milhares de trabalhadores atendidos por meio de consultas médicas, odontológicas, psicossociais, programas preventivos, exames, ações educativas e iniciativas voltadas à segurança e à saúde nos canteiros de obras. Cuidar de quem constrói Brasília é uma missão que nos inspira e fortalece diariamente. Como brasiliense, acompanhei de perto o crescimento da nossa cidade e reconheço a contribuição indispensável dos trabalhadores da construção civil para o desenvolvimento do Distrito Federal. Valorizar esses profissionais significa reconhecer que o progresso só é possível quando as pessoas estão no centro das decisões. Neste Dia Nacional da Saúde, reforço que investir em saúde não é apenas cumprir uma obrigação legal. É um compromisso com a dignidade humana, com a produtividade, com a sustentabilidade das empresas e com o desenvolvimento do nosso país. Aproveito esta data para convidar as empresas da construção civil que ainda não conhecem o trabalho do Seconci-DF a se aproximarem da nossa instituição. Juntos, podemos ampliar o alcance dessa importante obra social e fortalecer uma cultura de prevenção, segurança e cuidado com as pessoas. A saúde é um patrimônio coletivo. E cuidar de quem trabalha é, acima de tudo, construir um futuro mais humano, mais seguro e mais próspero para todos. Artgo escrito por Eduardo Aroeira Almeida | Presidente do Seconci-DF
Agosto Lilás: campanha do Seconci-DF levará ações de prevenção à violência doméstica a 31 canteiros de obras

Objetivo é conscientizar os trabalhadores sobre o papel de cada um para enfrentamento ao problema e como agir em casos próximos Mais de 3 mil trabalhadores da construção civil devem ser alcançados pela campanha Agosto Lilás – Mês de Prevenção à Violência Doméstica e Familiar, promovida pelo Serviço Social da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Seconci-DF). Ao longo do próximo mês, a iniciativa percorrerá 31 canteiros de obras de empresas parceiras em diferentes regiões do Distrito Federal com ações de conscientização, orientação e prevenção à violência contra a mulher. A campanha integra um trabalho permanente desenvolvido pelo serviço psicossocial do Seconci-DF que, durante todo o ano, realiza palestras educativas, atendimentos individuais a trabalhadores, trabalhadoras e seus familiares, além de encaminhamentos à rede de proteção sempre que necessário como forma de proteger e evitar casos de violência dentro do setor da construção ou com pessoas ligadas aos trabalhadores que atuam no setor. Para a assistente social do Seconci-DF, Roseane dos Santos, iniciativas como o Agosto Lilás são fundamentais para ampliar o debate sobre o tema e transformar os trabalhadores em aliados no enfrentamento à violência contra a mulher. “Nós temos a campanha ‘Eu Protejo as Mulheres‘, que já percorreu canteiros de obras em praticamente todas as regiões do Distrito Federal, abordando o tema com os trabalhadores e quebrando preconceitos. Também utilizamos casos reais para mostrar que o combate à violência é responsabilidade de toda a sociedade e, no nosso caso, também dos trabalhadores que são nosso público”, explica. Segundo Roseane, além de conscientizar, o trabalho busca orientar mulheres que vivenciam situações de violência e mostrar que existem caminhos para romper esse ciclo. “A violência pode acontecer dentro da nossa casa, entre familiares e pessoas próximas e, muitas vezes, as vítimas não sabem como agir nem onde procurar ajuda. O papel do Seconci é despertar a consciência de que elas não estão sozinhas, fazer o acolhimento, orientar, realizar os encaminhamentos necessários e apresentar os canais disponíveis para acolher e proteger quem enfrenta essa realidade”, afirma. O atendimento psicossocial oferecido pelo Seconci-DF já ajudou diversas trabalhadoras a romper o ciclo da violência. Uma delas é Antônia Pâmela Soares, que procurou apoio após sofrer ameaças do então companheiro. “Naquele dia, quando fui ameaçada com uma faca, percebi que não podia mais continuar vivendo daquela forma. Foi o meu basta. Com a orientação do técnico de segurança Solano Ferreira, procurei o atendimento psicossocial do Seconci-DF e encontrei o apoio de que precisava”, relata. Após o acolhimento, Antônia recebeu orientação especializada e foi encaminhada aos órgãos responsáveis pela proteção das mulheres. “A Roseane me acolheu, fez os encaminhamentos para o Comitê de Proteção à Mulher (SecMulher) e para a Polícia Militar, e tudo aconteceu muito rápido. Mesmo depois da medida protetiva, ainda sofri outra ameaça, mas meu ex-companheiro foi preso”, conta. Mulheres em situação de violência doméstica podem procurar diretamente o Seconci-DF para solicitar atendimento. Durante a campanha, representantes de instituições parceiras também participarão das ações nos canteiros de obras, reforçando a rede de orientação e acolhimento às vítimas. Estarão presentes a Secretaria de Estado da Mulher e da Justica do DF, representantes da Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM/PCDF), além do apoio institucional do Sindicato da Indústria da Construção (Sinduscon-DF) e do Sindicato dos Trabalhadores da Construção (Sticombe). Projeto mobiliza trabalhadores pela proteção das mulheres O projeto “EU PROTEJO AS MULHERES” é uma iniciativa do Seconci-DF, desenvolvida em parceria com o Sinduscon-DF, o Sticombe, a Secretaria de Estado da Mulher, a Secretaria de Estado de Justiça e Cidadania e a Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (DEAM). A proposta é conscientizar, prevenir e combater a violência contra a mulher no setor da construção civil, promovendo uma cultura de respeito, responsabilidade e proteção dentro e fora dos ambientes de trabalho. As ações incluem palestras educativas nos canteiros de obras, distribuição do selo “EU PROTEJO AS MULHERES”, incentivo ao envolvimento das famílias e atendimento psicossocial especializado para vítimas, familiares e possíveis agressores, com encaminhamento à rede de proteção quando necessário. O projeto busca transformar cada trabalhador em um agente de proteção, reforçando que o enfrentamento à violência contra a mulher é um compromisso coletivo e uma responsabilidade de toda a sociedade. Conheça os 6 tipos de violência doméstica e familiar Clique em cada tipo para entender o significado e conhecer exemplos. 👊 Violência Física + O que é? Qualquer ação que cause dano ao corpo ou à saúde da mulher. Exemplos Empurrões Tapas, socos e chutes Estrangulamento Queimaduras Lesões com objetos ou armas 🧠 Violência Psicológica + O que é? Condutas que causem sofrimento emocional, diminuam a autoestima ou controlem as decisões e a liberdade da mulher. Exemplos Ameaças Humilhações constantes Chantagem emocional Controle do celular e redes sociais Isolamento da família e amigos Perseguição (stalking) 🛑 Violência Sexual + O que é? Obrigar ou constranger a mulher a participar de qualquer ato sexual contra sua vontade. Exemplos Estupro marital Obrigar relações sexuais Impedir uso de contraceptivos Forçar gravidez ou aborto Exploração sexual 💳 Violência Patrimonial + O que é? Controlar, destruir, reter ou subtrair bens, documentos, dinheiro ou recursos da mulher. Exemplos Tomar salário Reter documentos Destruir objetos pessoais Impedir a mulher de trabalhar Danificar bens 🗣️ Violência Moral + O que é? Qualquer conduta que atinja a honra, dignidade ou reputação da mulher. Exemplos Calúnia Difamação Injúria Acusações falsas Xingamentos e ofensas públicas 👨👩👧 Violência Vicária + NOVA FORMA PREVISTA EM LEI Violência praticada contra filhos, familiares, pessoas próximas ou animais de estimação com o objetivo de causar sofrimento, controlar ou atingir psicologicamente a mulher. Exemplos Ameaçar os filhos Agredir crianças para atingir a mãe Impedir o convívio com os filhos Ferir ou matar animal de estimação Agredir familiares para causar sofrimento Importante Uma mulher pode sofrer mais de um tipo de violência ao mesmo tempo. Se você ou alguém que conhece precisa de ajuda, denuncie. Ligue 180 ou procure a rede de proteção da sua cidade. Texto: Sidney Rocha/Comunicação Seconci-DF
Seconci-DF lança projeto “Construindo Histórias”

Iniciativa busca destacar trajetórias de trabalhadores da construção civil atendidos nas áreas de atuação do serviço social do setor O Seconci-DF lançou o projeto Construindo Histórias, uma iniciativa que reúne depoimentos de trabalhadores da construção civil atendidos pela instituição e evidencia o impacto das ações desenvolvidas nas áreas de saúde, segurança do trabalho, odontologia, assistência psicossocial e educação. A série mensal apresenta relatos de pessoas que tiveram suas vidas transformadas a partir dos serviços oferecidos pelo Seconci-DF, mostrando que o cuidado com o trabalhador vai além dos atendimentos realizados diariamente. O objetivo é dar visibilidade às histórias de superação, acolhimento e desenvolvimento vivenciadas por quem constrói o Distrito Federal. A gerente geral do Seconci-DF, Geórgia Grace Bernardes, ressalta a importância de dar visibilidade para o trabalhador atendido. De acordo com ela, é uma forma de mostrar o resultado da obra social feita pela instituição que transforma vidas há quase quatro décadas. “Muito além da enorme e evidente importância de publicarmos preciosos depoimentos sobre o valor da missão primordial do Seconci de levar bem-estar em diversas dimensões da vida do trabalhador da construção, o projeto ‘Construindo Histórias’ vai irradiar partilhas inspiradoras e polinizadoras para todas as partes interessadas reconhecerem o potencial transformador que lhe é próprio nesses entrelaçamentos de cuidados, pessoas, vivências e entregas”, explicou Geórgia. O primeiro episódio traz o depoimento do trabalhador Dyêgo dos Santos, paciente atendido pelo serviço psicossocial do Seconci-DF, que compartilha como o apoio recebido pela instituição contribuiu para superar o vício em drogas. “Foi durante uma palestra com a assistente social Roseane. Ela disse que quem tivesse algum problema podia falar com ela e eu falei. Essa foi a decisão mais importante da minha vida e já são sete anos longe das drogas”, conta Dyêgo. Os episódios serão publicados mensalmente nos canais oficiais da instituição, reunindo histórias reais que demonstram, na prática, como os serviços oferecidos pelo Seconci-DF contribuem para a melhoria da qualidade de vida dos trabalhadores, da responsabilidade social e do fortalecimento do setor da construção civil. O primeiro episódio de Construindo Histórias já está disponível e pode ser acessado na página oficial do projeto:https://www.seconci-df.org.br/construindo_historias/ Sidney rocha/Comunicação Seconci-DF
Na mídia: unidades móveis de odontologia do Seconci-DF são destaque na Globo

Durante o Bom dia DF, A gerente da área falou sobre o serviço que leva saúde bucal para as obras O trabalho social feito pelo Seconci-DF foi destaque no jornal Bom dia DF, da TV Globo. Na manhã desta sexta-feira, 24 de julho, a equipe de TV acompanhou o atendimento realizado dentro de um canteiro de obra no Jardim Botânico. Com entrada ao vivo, a gerente de odontologia do Seconci-DF, Mára Lúcia Campos, ressaltou a importância do serviço, quem pode usar e quais são os requisitos necessários para que as empresas possam ter esse benefício dentro dos canteiros de obras das empresas. Confira: Veja mais: https://globoplay.globo.com/v/14808387/
[Artigo] Proteger crianças e adolescentes é construir um futuro melhor para toda a sociedade

Por Roseane dos Santos | Assistente Social do Seconci-DF Há 36 anos, o Brasil dava um passo decisivo na garantia dos direitos da infância e da adolescência com a criação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Mais do que uma legislação, o ECA reafirmou que toda criança e todo adolescente são sujeitos de direitos e que sua proteção é uma responsabilidade compartilhada entre a família, a sociedade e o Estado. Essa conquista continua extremamente atual. Infelizmente, a violência doméstica e a violência sexual ainda fazem parte da realidade de muitas famílias brasileiras. Seus impactos ultrapassam as vítimas diretas, comprometendo o desenvolvimento de crianças e adolescentes, a saúde mental, os vínculos familiares e a qualidade de vida de todos que convivem nesse ambiente. Por isso, acolher, orientar e garantir o acesso à rede de proteção é uma missão que exige compromisso, sensibilidade e atuação integrada. No Seconci-DF, esse compromisso faz parte do nosso propósito de cuidar das pessoas. Por meio do Serviço Psicossocial, acolhemos trabalhadores da construção civil e seus familiares em situações de vulnerabilidade social, violência doméstica e violência sexual. Nosso trabalho envolve escuta qualificada, orientação, encaminhamentos e acompanhamento técnico, sempre respeitando a história, o tempo e as necessidades de cada pessoa. Em muitos desses atendimentos, crianças e adolescentes também precisam de proteção. Seja como vítimas diretas ou por viverem em lares marcados pela violência, elas necessitam de uma rede preparada para identificar sinais, oferecer acolhimento e garantir o acesso aos serviços especializados. Cada atendimento representa uma oportunidade de interromper ciclos de violência e contribuir para um futuro mais seguro. Mas nossa atuação não termina no atendimento individual. O Seconci-DF também promove ações educativas, campanhas de conscientização e iniciativas voltadas à promoção da saúde mental, da cidadania e da prevenção da violência nos canteiros de obras e nas empresas parceiras. Levar informação é fortalecer direitos. É incentivar que mais pessoas reconheçam situações de risco, saibam onde buscar ajuda e compreendam que proteger crianças e adolescentes é responsabilidade de todos. Neste aniversário do Estatuto da Criança e do Adolescente, renovamos nosso compromisso com a defesa dos direitos humanos e com a construção de uma sociedade onde crianças e adolescentes possam crescer livres da violência, com dignidade, proteção e oportunidades.