Saúde bucal em dia

O Seconci oferece serviços de Odontologia voltados para os trabalhadores da construção civil promovendo serviço de qualidade em várias especialidades Com uma equipe de 19 cirurgiões-dentistas, o Serviço Social da Indústria da Construção Civil do DF (Seconci-DF) atende os pacientes realizando consultas, avaliações e orientações sobre higiene e saúde bucal. Por ano, são realizados uma média de 20 mil atendimentos, tanto nas unidades fixas, quanto nas unidades móveis que ficam dentro dos canteiros de obras.  As empresas que apoiam a obra social da entidade podem oferecer esse serviço, de forma gratuita para seus colaboradores. Para a gerente de Odontologia do Seconci-DF, Mára Lúcia Campos, esse serviço é um investimento que oferece dignidade e conforto para os trabalhadores beneficiados. “O atendimento odontológico do Seconci, para os trabalhadores da construção civil, melhora sua qualidade de vida porque, além das unidades fixas de atendimento, ele recebe o tratamento dentro do canteiro de obra, onde pode cuidar e melhorar a sua qualidade de vida, quando se trata de atendimento odontológico e de qualidade”, comentou. Já para o paciente, Antônio Marcos da Silva, o atendimento oferecido pelo Seconci fez a diferença em sua autoestima. “Ao longo desses dias, eu fui muito bem recebido. O acolhimento desde o primeiro instante foi maravilhoso. Eu estou adorando fazer meu tratamento. Eu cheguei aqui desanimado e desacreditado com a minha boca e o doutor me deu a solução; estou muito contente com o tratamento”, disse ele. Comunicação Seconci-DF

Seca no Distrito Federal exige atenção redobrada com a saúde dos olhos

Seconci-DF oferece atendimento oftalmológico gratuito para os trabalhadores da construção civil da cidade Com a chegada do inverno, iniciado em 21 de junho, o Distrito Federal entra no período mais seco do ano, marcado por baixa umidade relativa do ar, mudanças bruscas de temperatura, ventos intensos e maior concentração de poeira. Essas condições favorecem o aparecimento da síndrome do olho seco, causada pela redução da lubrificação da superfície ocular. Além disso, também é comum o aumento dos casos de conjuntivite alérgica, irritação ocular, sensação de areia nos olhos, ardência, vermelhidão e outros, que se não tratados da forma correta, podem resultar em complicações mais graves. Segundo o Censo 2022 do IBGE, cerca de 7,9 milhões de brasileiros possuem dificuldade severa para enxergar, reforçando a importância da prevenção e do acompanhamento oftalmológico. Entre os operários da construção civil, que permanecem expostos diariamente às condições climáticas e aos agentes presentes nos canteiros de obras, os cuidados devem ser ainda mais rigorosos para prevenir complicações. Em Brasília, os trabalhadores contam com atendimento oftalmológico gratuito por meio do Serviço Social da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Seconci-DF). Entre janeiro e maio de 2026, a entidade realizou mais de 260 atendimentos na especialidade. Os trabalhadores podem realizar diversos exames como avaliação da acuidade visual, refração quando indicada, biomicroscopia, tonometria para medida da pressão intraocular e exame do fundo de olho, conforme a necessidade clínica de cada paciente. As consultas contribuem para a identificação precoce de alterações na visão e para a promoção da saúde no ambiente de trabalho. “Nós cuidamos para que esse profissional seja acompanhado desde o exame admissional e com avaliações anuais”, aponta Maurício Nieto, gerente de medicina do Seconci-DF. Cuidados De acordo com Nieto, a prevenção é a principal aliada para reduzir os impactos da seca sobre a saúde ocular, principalmente dos trabalhadores da construção civil que estão constantemente expostos ao ambiente externo.  “A exposição prolongada ao sol, ao vento, à poeira e à baixa umidade aumenta significativamente o risco de irritações e do ressecamento ocular”, destaca. “Os cuidados passam por medidas simples, como utilizar corretamente os Equipamentos de Proteção Individual indicados para sua atividade, como óculos de segurança quando houver risco de partículas ou poeira e também óculos de sol com proteção UV nas atividades realizadas sob exposição solar. Além disso, é importante manter o organismo hidratado, evitar coçar os olhos, utilizar lágrimas artificiais quando indicadas por um profissional de saúde, evitar manipular os olhos com as mãos sujas e procurar atendimento especializado sempre que houver sintomas persistentes ou exposição a produtos químicos ou corpos estranhos”. O médico da entidade recomenda evitar a automedicação e utilizar colírios lubrificantes somente sob orientação médica e também realizar consultas de rotina ao longo do ano. “Em caso de dor intensa, secreção, piora da visão ou irritação prolongada, a indicação é procurar avaliação oftalmológica”, afirma Maurício. “Além disso, algumas doenças oculares, como o glaucoma, podem evoluir de forma silenciosa. Os atendimentos periódicos permitem o diagnóstico precoce, aumentam as chances de tratamento eficaz e contribuem para preservar a visão e a segurança nas atividades do dia a dia e do trabalho”. Qualidade de vida Os benefícios do acompanhamento oftalmológico também são percebidos pelas próprias pessoas que utilizam o serviço. Para muitos, manter os exames em dia é uma forma de preservar a saúde da visão e garantir mais segurança no dia a dia e no ambiente de trabalho. A auxiliar administrativa Edna Alves é uma das colaboradoras que realiza consultas periódicas no Seconci-DF. “Já realizo esse acompanhamento há algum tempo e sempre fui muito bem atendida pelos profissionais que cuidam da gente”. O operador de cremalheira Antônio Francisco também destaca a qualidade do atendimento. “Procurei o Seconci para fazer um exame de rotina depois que meus óculos quebraram. Já passei por outras consultas aqui e posso dizer que o atendimento está aprovado”, afirma. Já o técnico em eletrotécnica Valtomir Alves reforça a importância da prevenção e exames de rotina. “Eu sempre faço um mapeamento e acompanhamento. Todo ano venho conferir como está a minha vista e, desta vez, retornei para saber como está a saúde da minha visão”. Fonte: Profissionais do Texto

[Artigo] Saúde ocular: proteger a visão é proteger a vida do trabalhador

Por Maurício Carvalho Nieto, gerente Médico do Seconci-DF Quando falamos em segurança do trabalho dentro de um canteiro de obra, é comum que as pessoas pensem imediatamente em capacetes, cintos de segurança e botas. No entanto, existe um equipamento que desempenha um papel fundamental na preservação da saúde e da qualidade de vida dos trabalhadores: os óculos de proteção. Os olhos estão entre os órgãos mais vulneráveis durante as atividades desenvolvidas nos canteiros de obras. Poeira, partículas projetadas por equipamentos, fagulhas de soldagem, produtos químicos, concreto, madeira, metais, exposição à radiação solar podem causar lesões temporárias ou permanentes quando não há a proteção adequada. A utilização correta dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), especialmente os óculos de proteção e os protetores faciais, reduz o risco de acidentes e doenças relacionadas à visão. Mais do que uma exigência legal, trata-se de um investimento na saúde, na produtividade e na autonomia desses profissionais. Entretanto, a prevenção não se limita ao uso dos EPIs. O cuidado com a saúde ocular também passa pelo acompanhamento médico periódico. Muitas doenças oculares evoluem de forma silenciosa e, quando apresentam sintomas, podem já ter comprometido parte da visão. É justamente por isso que o Serviço Social da Indústria da Construção do DF (Seconci-DF) mantém um compromisso permanente com a promoção da saúde dos trabalhadores que atuam no setor da construção. Nosso objetivo não é apenas tratar doenças, mas atuar preventivamente, identificando alterações precocemente e orientando cada trabalhador sobre a melhor forma de preservar sua saúde. O Seconci-DF realiza consultas e exames oftalmológicos completos no ambulatório de oftalmologia. Esse atendimento contribui para identificar alterações de acuidade visual, acompanhar doenças oculares, orientar tratamentos e verificar se os trabalhadores apresentam condições adequadas para desempenhar suas atividades com segurança. Procurar um médico especialista é importante porque problemas de visão podem surgir naturalmente com o envelhecimento ou em decorrência de doenças como diabetes e hipertensão arterial. Nesses casos, o acompanhamento oftalmológico periódico torna-se indispensável para evitar complicações mais graves. Por isso, reforço uma mensagem simples, mas extremamente importante: utilizar corretamente os óculos de proteção durante toda a jornada de trabalho e realizar consultas oftalmológicas regularmente são atitudes que caminham juntas. Uma não substitui a outra; ambas se complementam na preservação da saúde ocular. No Seconci-DF, os trabalhadores da construção podem realizar todo esse acompanhamento e cuidado com a saúde ocular. Esse cuidado é importante para saúde dos trabalhadores, para a segurança dentro do seu ambiente de trabalho e um compromisso que nos motiva diariamente: oferecer atendimento, prevenção, diagnóstico e acompanhamento, contribuindo para que os trabalhadores exerçam suas atividades com qualidade de vida, segurança e bem-estar.

CBIC conhece instalações do Seconci-DF

Visita aconteceu por meio de convite do Seconci Brasil para conhecer de perto o trabalho social realizado para os trabalhadores e empresas do setor Representantes da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) estiveram no Seconci-DF nesta terça-feira, 7 de julho. O convite foi feito pela Associação dos Serviços Sociais (Seconci Brasil) e teve por objetivo conhecer de perto o trabalho desenvolvido junto às empresas e aos trabalhadores da construção no DF e demais estados onde há Seconcis em atividade. A gerente executiva do Seconci Brasil, Denise Noleto, foi quem idealizou a visita, que contou com participação e representantes da área comercial, da Comissão de Políticas de Relações Trabalhistas (CPRT), das áreas de eventos e parcerias, além dos gerentes técnicos das áreas de atendimento do Seconci-DF. A gerente de Segurança do Trabalho do Seconci-DF, Juliana Moreira de Oliveira, foi a responsável pela recepção dos visitantes. “Tivemos a oportunidade de mostrar para os profissionais da CBIC como é o dia o dia do atendimento ao trabalhador e todas as ações que são feitas por nossa entidade. Esta foi uma oportunidade para estreitar ainda mais os laços e parcerias que possam beneficiar o trabalho dos Seconcis. Eles tiveram uma ideia do trabalho realizado no DF e também dos demais Seconcis em atividade pelo país”, contou Juliana. Denise Noleto reforçou a importância da CBIC na relação dos Seconcis com os sindicatos patronais e destacou o papel estratégico dessa parceria para a promoção do trabalho social desenvolvido em benefício dos trabalhadores da construção. “A CBIC sempre foi uma parceira essencial do Seconci Brasil e é muito importante que os profissionais que atuam na instituição conheçam de perto o nosso trabalho e possam contribuir para divulgar e ampliar o alcance de todas as ações que desenvolvemos”, explicou. A gestora da Comissão de Política de Relações Trabalhistas (CPRT/CBIC), Gabriela Serafim, foi uma das representantes da CBIC presentes na visita e ressaltou a importância da experiência para compreender a dimensão do trabalho desenvolvido pelos Seconcis. “Eu já conhecia a relevância e a capacidade de atuação dos Seconcis, mas visitar as instalações e acompanhar de perto o trabalho desenvolvido torna essa dimensão muito mais concreta. É possível perceber o quanto essas entidades agregam valor e são fundamentais para o fortalecimento da indústria da construção. Sem dúvida, os estados que contam com um Seconci oferecem aos trabalhadores um ambiente mais seguro, saudável e com melhores condições para o desenvolvimento de suas atividades”, destacou. Por meio do Seconci Brasil, o Seconci-DF atua como parceiro da CBIC na assessoria de segurança do trabalho e na realização de ações educativas voltadas à área, contribuindo para a promoção de canteiros de obras mais seguros e para a preservação da integridade e da saúde dos trabalhadores do setor. Texto: Sidney Rocha/Comunicação Seconci-DF Presidente da CBIC e do Seconci-DF defende debate setorial sobre redução da jornada de trabalho em audiência no Senado Eduardo Aroeira inicia mandato na presidência da CBIC com foco na segurança jurídica e melhoria do ambiente de negócios da construção

SESI e SENAI lançam cartilhas para conscientizar sobre os riscos das Bets

Com foco na prevenção e na promoção da saúde financeira e emocional, o Serviço Social da Indústria (SESI) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) lançam duas cartilhas educativas sobre os riscos das apostas online, conhecidas como Bets, para estudantes e trabalhadores da indústria. As publicações apresentam, em linguagem acessível, informações sobre o funcionamento das apostas digitais e os impactos na saúde mental, nas finanças, nas relações familiares e no desempenho escolar e profissional. O material também aborda temas como educação financeira, tomada de decisões conscientes e a importância de buscar apoio diante de sinais de perda de controle. “As Bets causam impactos relevantes na educação, na saúde e no trabalho. Entre os problemas identificados estão a falta de concentração dos alunos, a exposição precoce às apostas, consequências financeiras, como o endividamento, além de aspectos emocionais e perda de produtividade no trabalho”, pontua o diretor-superintendente do SESI, Paulo Mól. A cartilha “Escola” foi desenvolvida para estimular o diálogo entre estudantes, famílias e educadores, incentivando escolhas responsáveis e a prevenção desde a juventude. Já a versão “Indústria” trata dos reflexos das apostas no ambiente de trabalho, como dificuldades financeiras, queda de concentração, riscos à segurança e impactos na qualidade de vida dos trabalhadores. “Quando o trabalhador enfrenta dificuldades financeiras ou emocionais decorrentes das apostas, os reflexos podem chegar ao ambiente de trabalho, comprometendo a atenção, a segurança e a produtividade. Por isso, investir em informação e prevenção é uma forma de cuidar das pessoas e fortalecer a competitividade da indústria”, reforça o diretor geral do SENAI, Leone Andrade. Acesse as cartilhas nos links a seguir: A iniciativa integra as ações do SESI e do SENAI para promoção da saúde, do bem-estar e da educação, contribuindo para ampliar a conscientização sobre um tema que tem ganhado relevância em todo o país. Matéria: Agência de Notícias da Indústria

Jogos de azar: prevenção contra o vício

Seconci-DF possui palestras de sensibilização sobre os riscos e as consequências dos jogos online e do vício Nesta sexta-feira, 3 de julho, a assistente social do Seconci-DF, Roseane dos Santos, esteve no auditório da Câmara Federal conversando com os trabalhadores da empresa parceira Tecnicall Engenharia sobre o vício em jogos de azar, com foco nos jogos online. Na ocasião, Roseane comentou sobre a importância da conscientização em relação aos riscos que envolvem esse tipo de prática e também sobre o suporte oferecido pelo Seconci aos trabalhadores que estão nessa situação. O Serviço Psicossocial oferece às empresas parceiras palestras e atendimento gratuito sobre o vício em jogos. “Essa é uma oportunidade de desmistificar e mostrar os perigos e riscos envolvidos quando se trata de jogos de azar. Portanto, nós vamos às empresas, conversamos com os trabalhadores, orientamos os técnicos e encarregados e, quando há necessidade, encaminhamos os trabalhadores para o atendimento individualizado comigo, assistente social, e com a nossa psicóloga”, explica Roseane. Quando são detectados problemas relacionados ao vício, os trabalhadores passam a receber atendimento individualizado na sede do Seconci, no Setor Placa da Mercedes, e na unidade da Asa Norte, na 706/707 Norte. Se houver necessidade, e o atendimento do Seconci não for suficiente para resolver o problema, os profissionais do Serviço Psicossocial da entidade encaminham os trabalhadores para a rede de apoio, como os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS). Para a engenheira de segurança do trabalho da Tecnicall, Priscila Gomes Rodrigues, a parceria com o Seconci-DF é fundamental para orientar e conscientizar os trabalhadores. “Essa campanha já tinha sido feita em outros contratos da empresa e o retorno aqui também foi muito bom. Eles ficaram muito interessados e, no final, vieram saber mais sobre o atendimento e eu só tenho a agradecer porque o objetivo foi cumprido e acho que muitos vão querer procurar o Seconci para o atendimento com o psicossocial”, disse Priscila. As palestras sobre jogos de azar oferecidas pelo Seconci-DF são gratuitas e estão disponíveis para todas empresas que são parceiras da entidade. Para solicitar uma visita das profissionais da área, bem como agendar um atendimento para trabalhadores que já estão enfrentando problemas com esse tipo de vício, basta entrar em contato pelo telefone (61) 3399-1888 R-211 ou pelo whatsapp (61) 98124-3486. Texto: Sidney Rocha | Comunicação Seconci-DF

Eduardo Aroeira inicia mandato na presidência da CBIC com foco na segurança jurídica e melhoria do ambiente de negócios da construção

A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) inicia, nesta quarta-feira (1º), uma nova fase de sua atuação institucional com o início da gestão 2026-2029. Liderado pelo empresário Eduardo Aroeira Almeida, até então vice-presidente financeiro da entidade, o mandato acontece em momento desafiador para o setor, marcado pela implementação da reforma tributária, a necessidade de escalar a produtividade e reverter a escassez de mão de obra, e o avanço das políticas habitacionais e de infraestrutura. Nascido no Distrito Federal e engenheiro civil, Aroeira Almeida tem uma trajetória consolidada no associativismo da construção. É sócio-diretor da Apex Engenharia e preside o Serviço Social da Indústria da Construção do Distrito Federal (Seconci-DF). Também foi presidente da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (ADEMI DF) por dois mandatos consecutivos. Ele assume a presidência da CBIC disposto a dar continuidade às pautas estratégicas da entidade e fortalecer o diálogo institucional em defesa da indústria da construção, com vistas a produzir avanços. Em entrevista exclusiva ao CBIC Hoje, Eduardo Aroeira Almeida fala sobre as prioridades da nova gestão, os desafios econômicos e regulatórios do setor, o acesso ao crédito, a escassez da mão de obra, a industrialização da construção e as perspectivas para os próximos três anos. Leia os principais trechos: O senhor tem longa trajetória no associativismo da construção e já colaborava com a alta direção da CBIC em mandatos anteriores. Como recebeu a indicação do seu nome e formou a diretoria que o acompanha? Este convite foi uma grande honra para mim e carrega desafios muito grandes, não apenas pelo cenário do nosso setor, como pela importância de suceder ao Renato Correia e José Carlos Martins, líderes com quem eu tive o prazer de trabalhar e que me ensinaram muito. Mais que isso, são líderes que fizeram da CBIC a representação que é hoje e contribuíram para a expansão e o fortalecimento da construção brasileira, avançando com um projeto iniciado em 1957. Ser eleito presidente da CBIC, em uma transição sem disputa interna e por aclamação, me honra e alegra muito. A diretoria que assume comigo foi construída com uma visão de renovação e consolidação da nossa representação regional. A presença em todo o Brasil é uma marca registrada da CBIC e fator essencial da sua importância, da qualidade do seu trabalho e dos resultados que nossa entidade gera para o setor. O colegiado deste mandato traz mudanças pontuais, respeitando a atuação de profissionais cuja contribuição é emblemática para a construção brasileira e cujo legado seguirá conosco. Quais as prioridades da CBIC nesta nova gestão?  Nossa gestão será de continuidade e busca por avanços. A CBIC tem atuado junto ao poder público para fomentar uma melhoria no ambiente de negócios e na segurança jurídica, de forma a criar as condições para a manutenção do investimento nos diversos segmentos da construção. Manter e estimular a atividade do nosso setor é essencial para a geração de emprego e renda, assim como para garantir qualidade de vida para a população seja pelo provimento da moradia, seja pela melhoria da infraestrutura nas cidades.  Dentre nossas prioridades, está o avanço na industrialização do setor, na pauta de inovação e absorção de novas tecnologias, na melhoria do acesso ao financiamento para o mercado imobiliário, na capacitação da nossa mão de obra dentre outros temas que são estratégicos para o tomador de decisão. Vamos atuar, também, pelo fortalecimento do associativismo, mantendo a integração e coesão de nossas associadas. A agenda de trabalho da CBIC é ampla e vamos avançar com ela. Quais os desafios para manter o crescimento do setor da construção em nível nacional?  Temos enfrentado desafios em diversos campos e vou apontar os mais relevantes. No campo econômico, a política monetária é um aspecto crítico para a atividade empresarial e a manutenção da taxa básica em patamares altos é, certamente, um fator de preocupação para o empresário do setor. A redução da Selic tem acontecido em uma velocidade e magnitude menores que o desejável para impulsionar a atividade da construção, especialmente do mercado imobiliário, e nossa expectativa é que continue caindo. No campo da regulação, a implementação da reforma tributária é outro fator relevante para o nosso setor. Nossas empresas estão atravessando o período de transição, adequando processos para atender as novas regras e medindo os impactos do novo arcabouço sobre o negócio. A CBIC continua apoiando suas entidades associadas e as empresas nesse esforço, de forma que a reforma tributária gere os ganhos esperados por todos os brasileiros. Para nós, a reforma pode criar as condições para escalar a industrialização da construção brasileira e este é um efeito positivo. Outro aspecto desafiador está na pauta trabalhista, seja pela escassez de mão de obra, pela baixa produtividade do setor ou pela discussão açodada da redução da jornada de trabalho e extinção da escala 6×1. O trabalhador é o mais importante ativo do nosso setor e temos discutido como resgatar a atratividade do setor da construção, assim como buscado mecanismos para qualificar nossa mão de obra. Como ampliar o acesso à moradia no Brasil? No nosso entendimento, cada vez mais é importante dispormos de instrumentos que garantam acesso à casa própria no Brasil. A moradia digna é um direito inscrito na Constituição, o déficit habitacional vem caindo, porém em um ritmo menor que o necessário para tirar da moradia precária ou do aluguel a população que ainda precisa de habitação. Para avançar nesse desafio, será importante fortalecer e ampliar, cada vez mais, políticas públicas destinadas à democratização do acesso à moradia. Nesse campo, o programa Minha Casa, Minha Vida tem um papel importante e a recente inclusão da classe média entre os beneficiários terá um feito positivo não apenas para o setor, como especialmente para a população. Além disso, medidas que ampliem o volume de recursos para produção também farão diferença, dando às empresas condições para fazer mais lançamentos. Como o Brasil pode melhorar a competitividade da economia? Esse é um debate estratégico para o país e a CBIC tem participado ativamente dessa pauta. A competitividade da economia brasileira exige

Presidente da CBIC e do Seconci-DF defende debate setorial sobre redução da jornada de trabalho em audiência no Senado

O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Eduardo Aroeira, participou nesta quarta-feira (1º) de audiência pública no Senado Federal sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas e extingue a escala 6×1, sem redução salarial. Durante o debate, que reuniu representantes do governo, parlamentares, trabalhadores e do setor produtivo, Aroeira defendeu que a proposta seja discutida considerando os impactos econômicos e sociais para diferentes segmentos da economia. Segundo o presidente da CBIC, estudos da entidade apontam que a redução da jornada poderá elevar entre 10% e 15% os custos da mão de obra na construção civil. “Se a gente discutir essa redução pensando simplesmente em empresários contra trabalhadores, corremos o risco de perder o principal problema que uma eventual implementação sem discussão pode causar, que é justamente prejudicar as pessoas mais necessitadas do nosso país”, afirmou. De acordo com a entidade, esse aumento poderá elevar entre 6% e 10% o custo das moradias do programa Minha Casa, Minha Vida e exigir recursos adicionais para manter o mesmo volume de habitações produzidas. Aroeira também defendeu que a proposta considere as particularidades de cada atividade econômica e preveja um período de adaptação. “O melhor para o Brasil é que haja flexibilidade na discussão e que não se obrigue todos os setores a trabalhar em 40 horas. É importante que cada segmento tenha condições específicas e que exista uma transição mais longa, permitindo ganhos de produtividade para que ninguém seja prejudicado nesse processo”, concluiu. Outro ponto abordado foi o impacto sobre o mercado de trabalho da construção. Conforme levantamento da CBIC, a redução da jornada exigiria a contratação de mais de 380 mil novos trabalhadores para manter o atual nível de atividade do setor. “Enquanto o IPCA gira em torno de 4% a 5%, a inflação da mão de obra na construção civil já supera 8%. A necessidade de trabalhadores já é uma realidade e, com a redução da jornada, será ainda maior”, alertou. Segundo estudo da CBIC, a redução da jornada poderá elevar em 36,6% os custos de obras de infraestrutura, o que representaria cerca de R$ 18 bilhões adicionais em investimentos ao longo de cinco anos. “O que adianta um trabalhador ter quatro horas a menos por semana se os investimentos em metrô, corredores de transporte e infraestrutura ficarem mais caros e atrasarem ainda mais? O que precisamos discutir é como garantir qualidade de vida para a população por meio da moradia, do saneamento e dos serviços públicos”, disse. Foto: Com informações da Agência Senado

Atualização da NR-10 deve entrar em vigor em junho de 2027

A nova NR-10 entra em vigor em 1º de junho de 2027, com prazo estendido até 1º de junho de 2028 para adequação aos requisitos de instalação de dispositivos diferenciais residuais (DDR) em áreas molhadas de edificações não residenciais já existentes.  A atualização da norma que trata da segurança em instalações e serviços com eletricidade foi publicada em 1º de junho a Portaria TEM 737/2026A Portaria MTE nº 737/2026. O novo texto fortalece a integração dos riscos elétricos ao Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO), ampliando a conexão com o PGR e os demais processos de SST. Entre as principais mudanças estão o reforço da desenergização como medida prioritária de prevenção, a inclusão de requisitos mais claros para o tratamento do risco de arco elétrico, a atualização dos treinamentos e a reorganização da norma para reduzir interpretações divergentes. A nova estrutura também reforça a hierarquia de controles, priorizando a eliminação do perigo antes da adoção de medidas coletivas, administrativas e do uso de EPIs. O objetivo é controlar o risco na fonte, e não apenas proteger o trabalhador da sua exposição. O tema tem interface com o projeto “Monitoramento de dados de Saúde e Segurança no Trabalho e Relações Trabalhistas e iniciativas de prevenção de acidentes e valorização do trabalhador”, da Comissão de Política de Relações Trabalhistas (CPRT) da CBIC, em parceria com o Serviço Social da Indústria (Sesi). Fonte: Agência CBIC

Seconci-DF participa de debate nacional sobre a nova NR-1 promovido pela CBIC

O Seconci-DF estará presente no evento “Nova NR-1: Riscos Psicossociais, GRO e Segurança Jurídica”, promovido pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) no próximo dia 30 de junho, das 9h às 11h, com transmissão ao vivo pelo YouTube. Representando a instituição, a gerente de Segurança do Trabalho, Juliana Moreira de Oliveira, participará do debate ao lado de especialistas nacionais para discutir os impactos da atualização da NR-1, especialmente em relação aos riscos psicossociais, ao Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) e à segurança jurídica das empresas. A participação reforça o trabalho que o Seconci-DF vem realizando para apoiar as empresas da construção civil na adequação às novas exigências da norma. Entre as ações desenvolvidas estão o levantamento de riscos psicossociais nas empresas, a promoção de eventos técnicos voltados para profissionais de Recursos Humanos e lideranças, além do assessoramento especializado para a implementação de medidas de prevenção e promoção da saúde mental no ambiente de trabalho. Promovido pela Comissão de Política de Relações Trabalhistas (CPRT) da CBIC, o encontro o encontro reunirá especialistas para analisar os principais aspectos da atualização normativa e seus reflexos na gestão empresarial, na prevenção de riscos e na segurança jurídica das organizações e contará com participação do vice-presidente de Política de Relações Trabalhistas da CBIC, Ricardo Dias Michelon; o advogado e consultor técnico da entidade, Clovis Queiroz; o superintendente Ambulatorial do Seconci-SP, Giancarlo Brandão; além da representante do Seconci-DF, Juliana Moreira de Oliveira. O tema tem interface com o projeto “Monitoramento de dados de Saúde e Segurança no Trabalho e Relações Trabalhistas e iniciativas de prevenção de acidentes e valorização do trabalhador”, da Comissão de Política de Relações Trabalhistas (CPRT) da CBIC, em parceria com o Serviço Social da Indústria (Sesi).  Comunicação Seconci-DF | Com informações da CBIC