Capacitação feminina na construção civil: inclusão e representatividade

A representatividade feminina na área da engenharia foi o foco central do painel realizado nesta terça-feira (8), no Auditório Costa do Descobrimento, durante a 79ª Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia (Soea). Com a participação de lideranças do setor e especialistas, o evento abordou a necessidade de ampliar a capacitação das mulheres e criar uma rede de apoio para fortalecer sua presença no mercado de trabalho. Abrindo o painel, Bia Kern, fundadora do Instituto Mulheres em Construção, destacou a importância de oferecer capacitação e oportunidades para mulheres na construção civil. “Vamos ensinar nossas mulheres e compartilhar com elas o que sabemos fazer. Sempre que capacitamos alguém, todos ganham: a profissional, a empresa e a sociedade. Além de ser gratificante como pessoa, esse crescimento é coletivo”, afirmou. Bia também apresentou o Projeto Regenera RS, desenvolvido no Rio Grande do Sul após as enchentes que atingiram a região. “O projeto visa capacitar a população e, no nosso caso, prioritariamente mulheres, ampliando suas chances de inserção no mercado com uma nova profissão. Até o momento, já qualificamos 300 pessoas, impactando mais de 100 famílias. Agora, vamos iniciar uma nova etapa com mais 2 mil mulheres”, ressaltou. Na sequência, a engenheira civil e influenciadora digital Lulu Magalhães enfatizou a importância de criar ações de inclusão para mulheres recém-formadas na engenharia. “Temos muitas mulheres que se formam, mas não conseguem seguir na área. Precisamos de iniciativas que promovam treinamento para que elas adquiram segurança e domínio, além de criar oportunidades para as próximas gerações e construir uma rede de apoio sólida”, pontuou Lulu, que tem utilizado suas redes sociais para promover a representatividade feminina no setor. O painel também contou com a participação da engenheira civil e de segurança do trabalho Márcia Luna, que abordou os impactos do saneamento básico na vida das mulheres. “Implementar o saneamento básico é uma necessidade urgente, que impacta diretamente a vida das mulheres. Precisamos ocupar os espaços públicos e privados, colocando nossa voz e buscando formas de transformar projetos do papel em realidade, para que a sociedade possa receber resultados concretos do que temos a oferecer”, disse Márcia. A engenheira destacou ainda que o evento é um espaço de reflexão e ação, e que é fundamental que as mulheres assumam protagonismo nas pautas de infraestrutura. Mediando as discussões, a engenheira civil, sanitarista, ambiental e conselheira federal Carmen Lúcia Petraglia apresentou os resultados do Programa Mulher do Sistema Confea/Crea e Mútua, que já vem promovendo ações de inserção de mulheres em diversas frentes da engenharia. “Daqui para frente, precisamos ampliar o que já está sendo feito e expandir ainda mais nossa atuação. Já estamos fortes, mas o mais importante agora é inserir as mulheres nas profissões do futuro”, afirmou Carmen, reforçando que as ações de apoio devem continuar evoluindo para consolidar a presença feminina no mercado. O painel evidenciou a necessidade de construir uma rede de apoio entre profissionais e entidades para promover a equidade de gênero nas áreas tecnológicas. As iniciativas apresentadas mostraram como a capacitação e a criação de oportunidades podem transformar não só a vida das mulheres, mas também contribuir para o desenvolvimento social e econômico do país. Reportagem: Dhiogo Bottacin (Crea-ES)Edição: Julianna Curado (Confea) Revisão: Lidiane Barbosa (Confea)Equipe de Comunicação da 79ª SoeaFotos: ArtFoto Produtora e Cacto Comunicação/Confea

Semana CANPAT 2024 destaca impacto das normas de segurança na construção civil

A Semana CANPAT Construção 2024, organizada pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) por meio de sua Comissão de Política de Relações Trabalhistas (CPRT), iniciou, nesta segunda-feira (7),  com falas importantes que ressaltaram a importância da segurança e saúde no trabalho na indústria da construção. Com o tema “Impacto das Normas Regulamentadoras na Gestão de Segurança e Saúde no Trabalho na Indústria da Construção”, o evento se propõe a discutir e aprimorar as condições laborais em um setor que emprega milhões de trabalhadores no Brasil. Renato de Sousa Correia, presidente da CBIC, iniciou sua fala destacando o longo caminho que a CBIC e as entidades parceiras têm percorrido para promover melhores condições de saúde e segurança no setor. Ele frisou o caráter colaborativo das ações, mencionando o envolvimento de instituições como a Secretaria de Inspeção do Trabalho, SESI, Sinduscon-SP, Seconci e outras, todas unidas por um esforço coletivo em prol dos trabalhadores da construção civil.  Correia sublinhou a complexidade do setor ao mencionar que o Brasil conta com cerca de 3 milhões de trabalhadores formais distribuídos em 170 mil empresas, das quais 90% são pequenas, com menos de 30 funcionários. “É um universo muito pulverizado”, explicou ele, evidenciando a dificuldade de implementação de políticas uniformes de saúde e segurança em um ambiente de trabalho tão diversificado. “Existe um esforço sistêmico de melhorar esse ambiente de trabalho para que possamos produzir com segurança, qualidade de vida, e entregar aquilo que é importante para o cidadão brasileiro: habitação e infraestrutura.” Ele ainda ressaltou o papel essencial das Normas Regulamentadoras (NRs) no cumprimento dessas metas, destacando que a melhoria contínua das regulações e treinamentos é um dos caminhos para garantir que o setor opere de forma mais segura e sustentável. “Temos um grande déficit habitacional e carências na área de infraestrutura, e cada um aqui está organizando o setor da indústria da construção para que possamos transformar esse ambiente com sustentabilidade, saúde e segurança”, afirmou, agradecendo também aos trabalhadores que se dedicam diariamente a se profissionalizar e cuidar uns dos outros, numa verdadeira atuação em equipe. Ricardo Dias Michelon, vice-presidente de Política de Relações Trabalhistas da CBIC, reforçou a importância da Semana CANPAT e deu um panorama das atividades programadas para os próximos dias. Ele destacou que o evento se encerrará com o Dia Nacional da Saúde e Segurança nas Escolas da Indústria da Construção (DNSSE|IC), uma iniciativa que visa promover a cultura da prevenção entre os estudantes do ensino fundamental e médio. “Esses jovens serão os futuros empreendedores e trabalhadores, e semear essa cultura de prevenção desde cedo é essencial”, afirmou Michelon, reforçando a importância de integrar os conceitos de segurança e saúde no ambiente escolar. Michelon também destacou o papel da CBIC em coordenar ações de segurança no trabalho desde 2017, afirmando que o setor tem evoluído significativamente nesse aspecto. Segundo ele, as várias iniciativas promovidas pela CBIC, como publicações técnicas, vídeos orientativos e debates entre trabalhadores, governo e empresários, têm gerado impactos positivos, com a redução gradual de acidentes no setor. “Costumo dizer que prevenção é, acima de tudo, cuidado”, afirmou Michelon. “Nosso setor depende fundamentalmente de pessoas, e cuidar dessas pessoas é estratégico para a evolução do nosso ambiente de trabalho.” Ele também mencionou que a escassez de mão de obra qualificada é um dos grandes desafios atuais do setor, o que torna a melhoria do ambiente de trabalho ainda mais urgente. “A evolução desse ambiente vai nos permitir trazer mais tecnologia, aumentar a produtividade e melhorar a qualidade do nosso trabalho. Nesse ambiente de sinergia, todo mundo ganha”, concluiu Michelon, reforçando o papel central da CBIC em liderar essas discussões. Emmanuel Lacerda, Superintendente de Saúde e Segurança na Indústria do SESI/DN, trouxe uma perspectiva institucional, destacando a missão do SESI em promover ambientes de trabalho saudáveis. Segundo ele, a participação do SESI na CANPAT Construção é natural, dado o alinhamento da missão da instituição com a promoção da saúde e segurança. “Esse evento tem caráter de discussão, de debate e de construção, busca de soluções, algo que está totalmente em sintonia com a nossa missão estatutária”, disse Lacerda. Ele também pontuou um aspecto relevante que vai além dos acidentes de trabalho: as doenças comuns e crônicas que afetam a saúde dos trabalhadores. “Temos dado uma lupa nessas questões, pois grande parte dos afastamentos dos trabalhadores não está relacionada diretamente ao trabalho, mas a doenças crônicas e outras condições de saúde”, explicou Lacerda, destacando a importância de tratar esses fatores para garantir o bem-estar geral do trabalhador. Rogério Silva Araújo, Diretor do Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho da Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT/TEM), enfatizou a relevância do diálogo social para o avanço das normativas de segurança no setor. “Manter esse diálogo social aberto e pujante é extremamente importante para nós, enquanto governo, para que possamos avançar em conjunto nas regulações”, disse ele. Araújo trouxe um dado preocupante à tona: o Brasil gasta, em média, 4% do seu PIB com acidentes e adoecimentos relacionados ao trabalho, o que representa cerca de R$ 80 bilhões por ano. “Precisamos, mais uma vez, olhar para o trabalho e pensar na segurança e saúde como um investimento, não como um custo”, afirmou Araújo, destacando que a redução de acidentes aumenta a produtividade e impulsiona o crescimento econômico. Ele também mencionou a reativação da Comissão Nacional da NR 18, responsável por discutir e propor melhorias na norma que rege as condições de segurança no setor da construção. A participação de trabalhadores, empregadores e governo é fundamental para garantir que as atualizações sejam eficazes na prevenção de acidentes e no cuidado com a saúde dos trabalhadores.  Haruo Ishikawa, Vice-presidente do Sinduscon-SP e Coordenador do Grupo Estratégico de SST da CPRT/CBIC, reforçou a importância de tratar a segurança e saúde como um investimento. “Segurança e saúde para a CBIC é investimento, não é gasto”, afirmou, ressaltando que o discurso da CBIC tem sido o de que investir em segurança resulta em lucro para as empresas, uma visão que ele considera essencial para

Outubro Rosa: Seconci-DF foca na rede de apoio para pacientes

Durante o mês de outubro, o Seconci-DF percorrerá 26 canteiros de obras levando informação sobre câncer de mama Comunicação Seconci-DF O Seconci-DF iniciou na quarta-feira, 2 de outubro, a campanha Outubro Rosa – mês de prevenção ao câncer de mama. Durante os próximos 30 dias, serão realizadas 26 palestras em canteiros de obras das empresas parceiras falando sobre a prevenção e o cuidado com a saúde da mama. Além da prevenção à doença, neste ano, o foco da campanha será na rede de apoio de pessoas que estejam passando pelo tratamento e enfrentamento do câncer de mama. A técnica de enfermagem e uma das palestrantes do Seconci-DF, Elen Cristina, já enfrentou um câncer de mama. Ela comenta que a rede de apoio da família, principalmente do seu marido, foi essencial para que ela vencesse a doença e hoje pudesse compartilhar sua história. “Não é fácil receber um diagnóstico de câncer. Foi muito importante ter ao meu lado o apoio do meu esposo. Passar por esse desafio sozinha é muito difícil e ter pessoas que nos ama, nos apoia do nosso lado torna a batalha mais fácil de ser vencida, como eu venci”, conta Elen. Elen foi diagnosticada com um câncer de mama no ano de 2019. A rede de apoio foi importante para que ela pudesse vencer a doença e pudesse transformar a vida de outras pessoas pela sua história. Adalto Firmino, marido dela, corrobora sua fala. “Outubro de 2019, minha esposa foi diagnosticada com câncer de mama, uma ano depois de eu perder minha mãe por causa de um câncer de garganta. Foi um choque grande, mas eu sabia que ela ia superar a doença”, conta Adalto. Ele também reforça a importância de que as pessoas próximas às mulheres com a doença deem o apoio necessário e seja a rede de apoio para quem está sofrendo com a doença. “Caso encontre um desafio desse na sua jornada, não desampare essa pessoa. Quem está com câncer precisa de amor, carinho. Segure na mão dessa pessoa e mostre que ela não está só”, pediu ele. PALESTRAS As palestras realizadas durante o mês de outubro tem por objetivo levar conhecimento e sensibilização aos trabalhadores das empresas parceiras. Nesse sentido, serão 26 canteiros e mais de 2 mil trabalhadores alcançados. A primeira palestra da campanha aconteceu nesta quarta, 2 de outubro, num canteiro de obra localizada na quadra 500 do sudoeste e contou com a presença de 70 pessoas. “A palestra foi muito importante para todos. Foi uma palestra linda e agradecemos a oportunidade de trazer esse tema para nossos trabalhadores”, disse a técnica de segurança da empresa Base Investimento, Adriana Alves. Veja o depoimento completo de Adalto Firmino

Gerente de segurança do trabalho do Seconci-DF passa a compor a CNTT da NR-18

De forma efetiva, a engenheira agora integra grupo de discussão que atua na melhoria e implementação da Norma sobre segurança e saúde na indústria da construção Comunicação Seconci-DF A gerente de segurança do trabalho do Seconci-DF, Juliana Moreira de, passa compor a bancada de empregadores da Comissão Nacional de Tripartite Temática (CNTT). O nome da gestora foi publicado na Resolução Nº 15, do Diário Oficial da União (DOU), do dia 30 de setembro de 2024. A CNTT foi criada no âmbito da Comissão Tripartite Paritária Permanente (CTPP) composta por representantes do governo, dos empregadores e dos trabalhadores com objetivo de acompanhar e discutir a implementação da Norma Regulamentadora nº 18 (NR-18) Condições de Segurança e Saúde no Trabalho na Indústria da Construção. Juliana que, até então, participava como assessora da bancada patronal na CTPP falou sobre a o trabalho feito pela Comissão e a importância de ser a representantes dos empregadores nesses debates de aprimoramento da NR-18. “É uma honra e uma responsabilidade muito grande fazer parte desta Comissão. Com 23 anos de atuação na área de segurança do trabalho do Seconci-DF, me sinto preparada para contribuir com um ambiente mais seguro e saudável para o setor da construção”, disse ela. Atualmente, além do trabalho à frente da gerência de segurança do trabalho do Seconci-DF, Juliana atua como representante dos empregadores no Comitê Permanente Regional da NR-18 no Distrito Federal (CPR-DF), no Grupo de Trabalho Interinstitucional do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (Getrin10), além de prestar assessoria sobre Segurança e Saúde do Trabalho para a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), juntamente com a engenheira Andréia Malcher (Seconci-MG), com intermediação do Seconci Brasil.

Seconci-DF participa do ENSE 2024

Nos dias 26 e 27, representantes dos Serviços Sociais da Indústria da Construção se encontraram em BH Comunicação Seconci-DF O Seconci-DF esteve presente no Encontro Nacional de Seconcis 2024 (ENSE) realizado em Belo Horizonte com representantes das áreas administrativas, de segurança do trabalho, medicina do trabalho, odontologia e serviço social. Além disso, a diretoria executiva também marcou presença no evento pertencente ao calendário anual de atividades dos Seconcis ativos pelo país. Para o presidente do Seconci-DF, Carlos Eugênio de Faria Franco, o ENSE é uma oportunidade de alinhar acoes, conhecer projetos e trocar experiências com os demais parceiros de ações sociais do setor. Ele comenta que a ideia de criar um Encontro de Seconcis é muito importante e, como o próprio nome já diz, é uma oportunidade para que todos possam trocar experiências e falar sobre o trabalho desenvolvido em suas localidades. “Nós temos Seconcis com muita expertise que servem como exemplo para os que têm uma atuação menor. Minas Gerais, em Belo Horizonte, que foi o anfitrião deste ano, é um exemplo que todos podem e devem seguir porque é um modelo que deu super certo. Além disso, as palestras e as reuniões técnicas realizadas nos dois dias são sempre enriquecedoras e todos voltamos para casa com uma bagagem ampla de conhecimento e ideias a serem implementadas em nossas localidades”, disse Carlos Eugênio. Confira o que disse cada gestor do Seconci-DF sobre o ENSE 2024: “Um ponto alto e com ótimas perspectivas para a atuação dos Seconci’s em rede nacional de atendimento às empresas que têm empreendimentos/negócios em diversos estados brasileiros será a elaboração e celebração de um convênio, capitaneado pelo Seconci Brasil, entre os Seconci’s com a finalidade de modelar parcerias ágeis, com credibilidade, confiabilidade e qualidade ‘Seconci’ para melhor atender clientes que atuam além de suas regiões“, GEÓRGIA GRACE, gerente geral. “Mais uma vez o Seconci-DF esteve presente no ENSE em MG, onde foram abordados assuntos de Gestão em Saúde, enriquecendo ainda mais a Odontologia do Seconci, com o objetivo de atuar buscando sempre um atendimento de excelência ao nosso público alvo”, MÁRA LÚCIA CAMPOS, gerente de odontologia. “O serviço social teve uma participação no ENSE 2024 com momentos de muito aprendizado, interação, conhecimento e muitas expectativas para projetos futuros com todas as colegas, um grande momento com todos”, ROSEANE DOS SANTOS, assistente social. “É sempre muito enriquecedor encontrar com os profissionais de segurança do trabalho dos outros Seconcis. A troca de experiências é muito importante para a melhoria dos nossos serviços”, JULIANA MOREIRA DE OLIVEIRA, gerente de segurança do trabalho “O ENSE é uma oportunidade única de compartilhar experiências, dificuldades e soluções para problemas que acontece em todas as unidades Seconci. Os dois dias de discussões nas áreas técnicas além dos painéis gerais muito bem apresentados trazem uma bagagem de conhecimento além de muitas ideias para estarmos melhorando nossos serviços”, MAURÍCIO NIETO, gerente de medicina. Encontro Nacional reúne Serviços Sociais da Construção em BH Encontro de Seconcis termina com reuniões técnicas e apresentação de dados

Conheça a programação da Semana CANPAT Construção 2024

A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), através da Comissão de Política de Relações Trabalhistas (CPRT), realizará a Semana CANPAT Construção 2024, programada para o período de 7 a 11 de outubro. Com o tema “Impacto das Normas Regulamentadoras na Gestão de Segurança e Saúde no Trabalho na Indústria da Construção”, o evento busca promover a atualização e discussão sobre as normas de segurança no setor.   A abertura do evento ocorrerá no dia 7 de outubro, às 11h, e contará com um painel técnico, às 11h30, focado nas principais mudanças da Norma Regulamentadora (NR) 1, que foram aprovadas em 2024. A abertura será feita por Renato Correia, presidente da CBIC, e contará com a participação de Ricardo Dias Michelon, vice-presidente de Política de Relações Trabalhistas da CBIC; Emmanuel Lacerda, Superintendente de Saúde e Segurança na Indústria do SESI/DN; Rogério Silva Araújo, Secretário de Inspeção do Trabalho Substituto do Ministério do Trabalho e Emprego; e Antonio Carlos Salgueiro de Araújo, Presidente do Seconci-Brasil. O painel será mediado por Haruo Ishikawa, Vice-presidente do Sinduscon-SP e Coordenador do Grupo Estratégico de SST da CPRT/CBIC, com a presença de Rodrigo Vieira Vaz, Auditor Fiscal do Trabalho da Superintendência Regional do Trabalho (SRTb/SP) no Estado de São Paulo.   Nos dias subsequentes, a programação inclui painéis técnicos específicos sobre outras normas regulamentadoras. No dia 8 de outubro, das 11h às 12h será discutida a NR-12, abordando os principais pontos de atenção relacionados ao setor da construção, mediada por José Bassili, Gerente de Segurança Ocupacional do Seconci-SP, com João Carlos Pires Campos, Engenheiro de Segurança do Trabalho e Diretor da E-SST Engenharia e Comércio de Soluções, Serviços e Treinamento, como painelista.   No dia 9 de outubro, das 11h às 12h30, o foco será a NR 18, conhecida como a NR da indústria da construção, detalhando sua implementação, com a mediação de Juliana Moreira de Oliveira, Gerente de Segurança do Trabalho do Seconci-DF. Os painelistas serão Antonio Pereira do Nascimento, Auditor Fiscal do Trabalho e Coordenador do Projeto da Construção da Seção de Segurança e Saúde no Trabalho da SRTb/SP, e Lucas Bergmann, Engenheiro do SESI-SC.   No dia 10 de outubro, das 11h às 12h30, o painel técnico abordará a gestão de terceiros na indústria da construção, com foco no papel das partes contratantes e contratadas. Clovis Queiroz, Consultor Técnico da CBIC, será o mediador, e Guilherme Sena Fonseca Penna, Coordenador de SST da FIEMG, participará como painelista.   A semana será encerrada no dia 11 de outubro com ações do Dia Nacional de Segurança e Saúde nas Escolas | Indústria da Construção. Um dia de eventos e palestras voltada para crianças e adolescentes nas escolas, com o objetivo de levar uma mensagem de cidadania e prevenção aos estudantes, futuros empreendedores e trabalhadores do país.    Para participar dos painéis, faça a sua inscrição no link:  https://brasil.cbic.org.br/cbic-cprt-semana-construcao-canpat-2024 O tema tem interface com o projeto “Conhecimento, Segurança e Saúde no Trabalho”, da Comissão de Política de Relações Trabalhistas (CPRT) da CBIC, com a correalização do Serviço Social da Indústria (Sesi).  Fonte: Agência CBIC

Encontro de Seconcis termina com reuniões técnicas e apresentação de dados

Em dois dias, cerca de 80 representantes de todas as entidades em funcionamento estiveram na capital mineira para o evento No segundo dia do Encontro Nacional de Seconcis (ENSE), vários assuntos foram debatidos pelas áreas de atuação das instituições. Além das reuniões técnicas, o segundo dia contou com uma palestra da assessora jurídica do Seconci-MG, Daniela Souza, sobre a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e uma breve apresentação sobre o seguro de vida PASI, com o gerente de relações institucionais da empresa, André Araújo. Além disso, o Seconci Paraná também fez uma apresentação sobre uma plataforma que está sendo desenvolvida para importação de dados do e-Social em substituição à SEFIP, serviço de agendamento, marcação de consultas e envio de e-Social.  Ainda na reunião de administradores, o presidente do Seconci Brasil, Antônio Carlos Salgueiro, reforçou o papel da associação. “A gente atuava como uma comissão dentro da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e fomos vendo a necessidade de criar uma associação que pudesse angariar novos Seconcis e também atuar a favor dos que estão em funcionamento, além de fiscalizar a atuação de todos que estão em atividade”, disse Antônio Carlos. Na parte da tarde, do último dia de evento, o superintendente ambulatorial do Seconci-SP, Giancarlo Brandão, ministrou palestra com o tema ‘As oportunidades estratégicas das áreas ocupacionais para o crescimento e fortalecimento do Seconci’. Finalizando o ENSE 2024, a economista Ieda Vasconcelos, da CBIC, esteve no evento ministrando palestra sobre o cenário econômico no setor da construção. Em sua fala, Ieda abordou o momento atual da economia, taxa de juros, falta de mão de obra e as previsões para o setor da construção nos próximos meses. Nos dois dias de evento, O ENSE reuniu profissionais das áreas técnicas dos Seconcis, sendo elas: segurança do trabalho, medicina do trabalho, odontologia e serviço social. Em 2025, o Encontro será feito na cidade de Curitiba, tendo como anfitrião o Seconci-PR. “Nossa expectativa é fazer um evento muito bacana e receber todos que estão aqui da melhor forma possível”, finalizou Maricleia Mann Faria, superintendente do Seconci-PR. Fonte: Seconci Brasil

Encontro Nacional reúne Serviços Sociais da Construção em BH

Representantes de todos os Seconcis do país estão na capital mineira para dois dias de troca de experiências e apresentação de projetos e resultados O Encontro Nacional de Seconcis (ENSE) teve início nesta quinta-feira, 26 de setembro, no Serviço Social da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Seconci-MG). Entre hoje e amanhã, estão programados painéis e reuniões técnicas entre todos os Seconcis ativos no país. O ENSE acontece uma vez por ano e tem por objetivo reunir todas as instituições em funcionamento para troca de ideias, apresentação de projetos e resultados da atuação das entidades em suas respectivas regiões. O presidente da Associação de Serviços Sociais (Seconci Brasil), Antônio Carlos Salgueiro, reforçou a importância do ENSE e de como os dois dias são fundamentais para que todos possam se conectar e levar novas ideias para suas bases. “O bom desse encontro é que todos trocam suas experiências, suas dores e mostra que não somos concorrentes, mas parceiros em busca de melhorias para nosso público alvo”, contou Antônio Carlos. Também presente na abertura do ENSE, o presidente do Seconci-MG, Ricardo Catão Ribeiro, reforçou o caráter familiar do Encontro e agradeceu a presença de todos. “Há 9 anos, fomos anfitriões desse evento e é um prazer receber todos aqui novamente, confirmando que esse trabalho dos Seconcis se tornou referência em responsabilidade social e promoção do capital humano”, disse Catão. No painel de abertura, a superintendente da Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Comsiv), do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), Desembargadora Evangelina Castilho Duarte, ministrou uma palestra sobre violência doméstica e familiar e também falou da parceria com o anfitrião sobre o projeto que tem levado conscientização e mobilização para os canteiros de obras de Belo Horizonte. Em seguida, representantes dos Seconcis de São Paulo, Distrito Federal, Rio de Janeiro e Minas Gerais participaram do painel “Como o Seconci pode auxiliar as empresas no estabelecimento de um ambiente de trabalho saudável no que se refere à saúde mental dos trabalhadores”. Cada um apresentou seu projeto de saúde mental e os dados desses atendimentos aos trabalhadores. Antes das reuniões técnicas, o auditor-fiscal do trabalho, Mário Parreiras de Faria, ministrou uma palestra sobre os programas ocupacionais PCMSO e PGR Estiveram na abertura do ENSE 2024, o vice-presidente de relações trabalhistas do Sindicato da Indústria da Construção Civil de Minas Gerais (Sinduscon-MG), Felipe Boaventura, o superintendente do Seconci-MG, Ivon Ribeiro de Godoy, que recebeu uma placa em homenagem ao seu trabalho à frente do Seconci-MG ao longo de 32 anos, a ex-presidente do Seconci-MG e atual vice-presidente de planejamento, Danuza Mohallem e o vice-presidente administrativo da entidade mineira, Márcio Afonso Pereira. Fonte: Seconci Brasil

Bate papo com especialista: DNOCS reforça importância da campanha Setembro Amarelo

Conscientização, prevenção e cuidado são o mote da conversa com a psicóloga e assistente social, Reijane Morais este mês de setembro, marcado pela campanha de conscientização sobre a prevenção ao suicídio, o DNOCS apresenta uma entrevista com Reijane Morais, servidora aposentada da instituição, assistente social e psicóloga. Reijane compartilha suas perspectivas sobre o delicado tema do suicídio, abordando a importância do acolhimento, do apoio emocional e da conscientização. Em uma conversa franca e sensível, ela nos oferece reflexões e orientações para contribuir com a campanha do Setembro Amarelo. 1. Qual é a importância do Setembro Amarelo e como ele contribui para a conscientização sobre a prevenção do suicídio? Reijane: O Setembro Amarelo visa alertar e reforçar os cuidados sobre a saúde mental intensificando, dessa forma, a prevenção ao suicídio, que pode afetar indivíduos de diferentes origens, classes sociais, idades, orientações sexuais e identidades de gênero. 2. Quais são os sinais de alerta que indicam que uma pessoa pode estar em risco de suicídio? Reijane: De acordo com Ministério da Saúde, alguns sinais demonstram que o indivíduo está vivenciando uma crise suicida, embora cada caso deve ser analisado de forma individual: falta de esperança, aparecimento de problemas de conduta, manifestações verbais de morte, expressão de ideias ou de intenções suicidas, isolamento. Pessoas próximas e familiares devem ficar atentos, principalmente, se a maioria desses sinais se manifestarem ao mesmo tempo. 3. Como o ambiente de trabalho pode influenciar na saúde mental dos colaboradores, e quais práticas podem ser adotadas para promover o bem-estar emocional no local de trabalho? Reijane: O ambiente laboral pode afetar a saúde do trabalhador de várias formas, tanto positiva quanto negativa. Se no local de trabalho as relações são ruins, se não há espaço para o diálogo, se há uma carga horária cansativa, uma sobrecarga de trabalho e o trabalhador não se sente reconhecido, tudo isso pode contribuir para o surgimento de sentimentos de angústia, depressão ou ansiedade, acarretando em uma desmotivação e consequente baixa produtividade. Ter um ambiente agradável, com boas relações, boa comunicação, bons equipamentos, mobiliário ergonômico, salários justos, são fatores que proporcionam qualidade de vida no trabalho e uma boa saúde mental. 4. Que papel a família e os amigos desempenham na prevenção do suicídio, e como eles podem oferecer apoio a alguém que esteja passando por um momento difícil? Reijane: É fundamental que os familiares e amigos fiquem atentos aos sentimentos da pessoa, respeitando e não fazendo julgamentos, mas mostrando preocupação e cuidado. Caso percebam que a situação é grave, devem estimular a pessoa a procurar ajuda profissional. 5. Quais são os principais fatores de risco associados ao suicídio e como podemos abordá-los de maneira preventiva? Reijane: Os fatores de risco para o suicídio são muitifacetados e variam de acordo com a idade, o gênero, o histórico pessoal e cultural. Mas, podemos relacionar alguns indicadores que podem contribuir para o risco de suicídio: genética familiar, ambiente familiar tóxico (maus tratos, abuso físico e sexual), transtornos psiquiátricos, doenças crônicas debilitantes, perdas e luto, orientação sexual (rejeição), abuso de substâncias lícitas e ilícitas. É necessário que seja fortalecida a rede de apoio dessa pessoa, família e profissionais envolvidos juntos dando suporte e, também, que sejam restritos os meios prováveis de realização do suicídio (armas brancas e de fogo, medicamentos, dentre outros). 6. Como as políticas públicas podem ajudar na prevenção do suicídio e na promoção da saúde mental no Brasil? Reijane: O suicídio tem aumentado em vários países, incluindo o Brasil e, principalmente, entre os jovens entre 15 a 24 anos. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o suicídio se tornou uma das dez principais causas de morte no planeta. Diante desse quadro, as Políticas Públicas são imprescindíveis na prevenção e enfrentamento do suicídio, através de ações do governo federal, estadual e municipal e, também, da sociedade civil e de ONGs. Algumas portarias foram instituídas, pelo Ministério da Saúde, referentes a ações sobre o tema suicídio, transcritas a seguir do site do ministério:– “O Ministério da Saúde lançou em 2006 a Portaria nº 1.876, de 14 de agosto de 2006, que institui Diretrizes Nacionais para Prevenção do Suicídio, a ser implantadas em todas as unidades federadas, respeitadas as competências das três esferas de gestão;– Ainda em 2006, lançou o Manual dirigido a profissionais das equipes de saúde mental. Este material encontra-se em processo de revisão e atualização;– Em 2011, pela Portaria nº 3088/2011, foi instituída a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) para pessoas com sofrimento ou transtorno mental, incluindo aquelas com necessidades decorrentes do uso de crack, álcool e outras drogas, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), sendo ofertado o cuidado em saúde mental por todos os pontos da RAPS, que prevê a articulação desde Atenção Básica: Equipe de Saúde da família (ESF), Unidade Básicas de Saúde (UBS), Centro de Convivência, Consultório na Rua, Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF) até a Atenção Hospitalar e serviços de urgência e emergência (UPA 24h, SAMU 192), sob a coordenação dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS); – A Portaria nº 1271, de 06 de junho de 2014, a qual define a Lista Nacional de Notificação Compulsória de doenças, agravos e eventos de saúde pública nos serviços de saúde públicos e privados em todo o território nacional, torna as tentativas de suicídio e o suicídio agravos de notificação compulsória imediata em todo o território nacional. O que indica a necessidade de acionamento imediato da rede de atenção e proteção para a adoção de medidas adequadas a cada caso; – Curso EAD, parceria do Ministério da Saúde e UFSC, de Crise e Urgência em Saúde Mental. Entre os anos de 2014 e 2015 foram certificados 1.990 profissionais que atuam no Sistema Único de Saúde. – Desde 2015, o Ministério da Saúde mantém parceria com o Centro de Valorização da Vida (CVV), instituição voltada ao apoio emocional por meio de ligação telefônica para prevenção de suicídios. Neste ano (2017), a parceria foi ampliada, tendo sido assinado um novo Acordo de Cooperação Técnica, que prevê a gratuidade

Tudo sobre a Área de Vivência no canteiro de obra

A Área de Vivência no canteiro de obra é um espaço destinado ao conforto e bem-estar dos trabalhadores durante o período em que estão em atividade. Essa área é essencial para garantir condições adequadas para que possam descansar, se alimentar e realizar outras atividades essenciais fora das horas de trabalho. É uma exigência da NR 18 – norma regulamentadora responsável por determinar as diretrizes que deixam o ambiente da Construção Civil mais seguro para os colaboradores. Por este motivo, é uma área que deve obrigatoriamente ser criada e seguindo um determinado padrão que é descrito na legislação. Sem este ambiente, além da empresa se colocar em risco judicial, sujeita a multas e outros processos, acaba prejudicando a qualidade de vida dos trabalhadores. Se você tem dúvidas ou deseja saber mais informações sobre a Área de Vivência no canteiro de obra, continue sua leitura. Neste artigo, vamos trazer tudo que você precisa saber sobre este importante ambiente que pode colaborar para a produtividade da sua construção. Vamos lá? O que é a área de vivência no canteiro de obra? Regulamentada pela NR 18, a área de vivência representa um conjunto de instalações nos canteiros de obras, que visam proporcionar condições mínimas de segurança, conforto e privacidade aos trabalhadores da construção civil.  Segundo o ponto 18.5 da norma, as áreas de vivência devem incluir instalações sanitárias, vestiários, locais para refeição e, quando necessário, alojamentos para os trabalhadores. Estas instalações devem ser mantidas em perfeito estado de conservação, higiene e limpeza, garantindo ambientes propícios ao descanso e à preservação da dignidade dos trabalhadores. Além da NR 18, a área de vivência no canteiro de obra também deve estar em conformidade com as disposições da NR 24, que trata das condições sanitárias e de conforto nos locais de trabalho. Essa complementaridade assegura que as instalações atendam aos padrões adequados para que realmente sejam úteis e agradáveis. A instalação sanitária, um dos componentes mais importantes do espaço, deve ser equipada com lavatório, bacia sanitária sifonada com assento e tampo, mictório, e chuveiro, nas proporções adequadas para atender ao número de trabalhadores. Quando necessário, a norma também torna obrigatória a disponibilização de alojamento, que ofereçam cozinha, local para refeição, instalação sanitária, lavanderia e área de lazer. A norma estabelece, também, limites para o deslocamento dos trabalhadores até as instalações sanitárias mais próximas, visando garantir acesso rápido e eficiente. Além disso, destaca a obrigatoriedade do fornecimento de água potável, filtrada e fresca, por meio de bebedouros ou dispositivos equivalentes, com proporções específicas para grupos de trabalhadores, evitando o uso de copos coletivos. É importante destacar que, alternativamente, algumas empresas podem estabelecer convênios com estabelecimentos nas proximidades, desde que preservadas a segurança, higiene e conforto, e garantido o transporte adequado dos trabalhadores. Checklist da área de vivência Desenvolver e manter a área de vivência no canteiro de obra requer uma abordagem sistemática e atenção aos detalhes. Um checklist bem elaborado pode ser uma ferramenta valiosa para assegurar a conformidade com as diretrizes da NR 18 e, ao mesmo tempo, garantir a eficiência e a qualidade desses espaços essenciais. 1. Estrutura física Ao iniciar a avaliação, certifique-se de que as instalações estão estruturalmente sólidas, proporcionando um ambiente seguro para os trabalhadores. Verifique se há espaço suficiente para cada componente da área de vivência, desde instalações sanitárias até vestiários e locais para refeição. 2. Conservação e limpeza Mantenha um programa regular de manutenção para garantir que as instalações estejam sempre em boas condições. A priorização da higiene e limpeza constante em todas as áreas não apenas atende a requisitos sanitários, mas também contribui para um ambiente saudável e agradável. 3. Atendimento às especificações da NR 18 Assegure que cada elemento da área de vivência atenda estritamente às especificações da NR 18. Isso inclui garantir que as instalações sanitárias sejam completas e que os vestiários estejam de acordo com as necessidades dos trabalhadores, respeitando as proporções recomendadas.  4. Condições ambientais para área de vivência no canteiro de obra Avalie as condições ambientais, considerando fatores como ventilação, iluminação e isolamento térmico. Certifique-se de que a área está em conformidade com as diretrizes da NR 24 para condições sanitárias e de conforto nos locais de trabalho. 5. Acessibilidade e deslocamento Tenha certeza de que o deslocamento dos trabalhadores até as instalações sanitárias seja inferior a 150 metros no plano horizontal e atenda aos limites especificados no plano vertical. Verifique também a disponibilidade de rampas e acessos adequados para garantir acessibilidade a todas as pessoas.  6. Fornecimento de água Potável O fornecimento contínuo de água potável, filtrada e fresca é não só obrigatório como fundamental para a produtividade das equipes. Verifique a disponibilidade de bebedouros ou dispositivos equivalentes, com a proporção adequada para o número de trabalhadores. 7. Alojamentos (se aplicável) Quando houver alojamentos, assegurar que estes atendam às exigências da NR 18, incluindo áreas para cozinha, refeição, instalações sanitárias, lavanderia e área de lazer. Verificar a conformidade com as especificações de higiene e conforto. 8. Frentes de trabalho Em casos de alojamentos, assegure que atendam integralmente às exigências da NR 18. Isso inclui áreas para cozinha, refeição, instalações sanitárias, lavanderia e área de lazer, mantendo padrões elevados de higiene e conforto.  Considere convênios com estabelecimentos próximos se for preciso, mas certifique-se de manter os padrões de segurança, higiene e conforto. 9. Treinamento e conscientização Promova treinamentos regulares para a equipe responsável pela manutenção das áreas de vivência, garantindo o entendimento profundo das normas e procedimentos. Estimule a conscientização dos trabalhadores sobre a importância da preservação e bom uso desses espaços, fortalecendo a cultura de responsabilidade compartilhada. Um checklist abrangente e regular pode ser uma ferramenta valiosa na gestão eficaz das áreas de vivência, contribuindo para ambientes de trabalho mais seguros, saudáveis e alinhados com as normas regulamentadoras. Por que isso é importante? A criação de uma boa área de vivência no canteiro de obras, conforme estipulado pela NR 18, é muito mais do que uma obrigação burocrática. Essa prática adquire uma relevância fundamental em razão de diversos aspectos que convergem para a promoção de ambientes de trabalho mais seguros, saudáveis e