Elen Cristina, uma história de superação

Porta-voz Seconci do Outubro Rosa e reconhecimento no Prêmio Fronteiras da Saúde 2023 Assessoria de Comunicação Social do Seconci-DF No dia 25 de outubro, a técnica de enfermagem do Seconci-DF, Elen Cristina, foi uma das selecionadas para entrega do Prêmio Fronteiras da Saúde 2023, promovido pelo Instituto Lado a Lado pela Vida. A premiação aconteceu durante o Global Fórum Fronteiras da Saúde que, em 2023, teve como tema central “A reestruturação e fortalecimento dos sistemas de saúde: redução das desigualdades e enfrentamento de ameaças futuras. Tomada de decisão, aprendizado e resiliência”. Elen venceu a luta contra um câncer de mama e, durante sua batalha, foi acolhida pela Associação Brasileira de Assistência às Pessoas com Câncer (Abrapec), instituição que fez o convite para a entrega do prêmio. Além disso, foi a porta-voz da campanha Outubro Rosa na Construção do Seconci-DF realizando palestras durante todo o mês de outubro em vários canteiros de obras do DF. “O prêmio foi um evento muito bom e nos oportunizou a conhecer várias pessoas da saúde e eu tive a oportunidade de networking, a além de falar da prevenção e do trabalho que fizemos no Seconci. Esse convite veio pela Abrapec e eu me senti lisonjeada”, explica Elen. Sobre a campanha do Outubro Rosa na Construção, ela ressalta a importância de levar o assunto para os canteiros de obras e também de poder ser um exemplo para as mulheres que estão passando pelo tratamento. “Foi uma oportunidade maravilhosa poder ajudar e inspirar mulheres, e sensibilizar homens, a terem essa vivência e esse relato sobre a doença. Esse outubro ficará marcado para sempre pela oportunidade que o Seconci me deu de poder levar esse assunto para os canteiros”, finalizou ela.

Juntos pela prevenção de acidentes de trabalho – escavações e soterramentos

Você sabia? No dia 17 de outubro de 2023, QUATRO trabalhadores MORRERAM SOTERRADOS na construção de um supermercado em Minas Gerais. Infelizmente, o SOTERRAMENTO é um tipo de acidente que acontece com frequência, no país inteiro, em razão da ausência da adoção das medidas de prevenção. O que fazer para evitar estes acidentes de trabalho? As escavações com profundidade superior a 1,25 m (um metro e vinte e cinco centímetros) devem ser protegidas com taludes ou escoramentos definidos em projeto elaborado por profissional legalmente habilitado e devem dispor de escadas ou rampas colocadas próximas aos postos de trabalho, a fim de permitir, em caso de emergência, a saída rápida dos trabalhadores. Talude é uma inclinação ou declive íngreme em um terreno ou superfície (resultado de uma escavação em solo com determinada inclinação). O ângulo do talude deve ser cuidadosamente calculado para garantir estabilidade e segurança da estrutura ou do terreno adjacente. Escoramento em escavações é o processo de fornecer suporte temporário e estruturas de contenção para evitar desmoronamentos ou deslizamentos de terra durante a escavação. Toda escavação com profundidade superior a 1,25 m (um metro e vinte e cinco centímetros) somente pode ser iniciada com a liberação e autorização do profissional legalmente habilitado, atendendo o disposto nas normas técnicas nacionais vigentes. Não realize escavações com profundidade superior a 1,25 m (um metro e vinte e cinco centímetros) sem a adoção das medidas de prevenção. Elas salvam vidas. Fonte: CPR-DF

Você conhece o Perfil Profissiográfico Previdenciário dos trabalhadores?

O Perfil Profissiográfico Previdenciário é um documento histórico-laboral do trabalhador que reúne, entre outras informações, dados administrativos, registros ambientais e resultados de monitoração biológica durante todo o período em que o profissional exerceu suas atividades na empresa. Este documento traz os dados informados pela empresa sobre as condições de trabalho e de exposição a agentes prejudiciais à saúde do colaborador (empregado, prestador de serviço cooperado ou trabalhador avulso). É responsabilidade da empresa contratante manter atualizadas as informações de todos os Perfis Profissiográficos Previdenciários (PPP) dos seus trabalhadores, fazendo constar no documento a informação correta sobre a eficácia ou ineficácia dos equipamentos de proteção individuais ou coletivos. O não cumprimento desta legislação aplicável, pode constar como violação das normas de segurança do trabalho, causando danos aos seus empregados como prejuízo para os fins previdenciários. O tema tem interface com o projeto “Segurança e Saúde no Trabalho e Relações Trabalhistas na Indústria da Construção”, da Comissão de Política de Relações Trabalhistas (CPRT) da CBIC, com a correalização do Serviço Social da Indústria (Sesi). Fonte: Agência CBIC

Auxiliares de Saúde Bucal do Seconci-DF marcam presença na 20ª Semana de Saúde Bucal do CRO-DF

Evento aconteceu no sábado, 22 de outubro, e teve como assunto a capacitação profissional das auxiliares de saúde bucal As auxiliares de saúde bucal (ASBs) do Seconci-DF participaram do 2º Encontro de Técnicos de Auxiliares em Saúde Bucal promovido pelo Conselho Regional de Odontologia do DF (CRO-DF). O evento aconteceu na Asa Sul e faz parte da 20ª edição da Semana de Saúde Bucal do Distrito Federal e contou com a presença de 8 auxiliares que atuam nos consultórios do Seconci-DF. A programação contou com duas palestras que falaram sobre os temas: Biossegurança em consultório odontológico, com a secretária da comissão de biossegurança do CRO_DF, Elaine Bicalho Maia Correia; e Competências e atribuições dos técnicos e auxiliares em saúde bucal, com a especialista em dentística e harmonização orofacial e mestre em ciências da saúde, Ana Luiza Júlio de Matos. Representando o Seconci-DF, estiveram no evento 9 auxiliares em saúde bucal. Entre elas, a técnica em saúde bucal (TSB), Edjane Joventino. Para ela, essa foi uma oportunidade de atualizar e sair do mecânico do dia a dia. “Agora que saímos de uma pandemia e voltamos para o ‘normal’, é importante falar sobre esses assuntos, principalmente biossegurança, porque têm outras doenças e cuidados que devem continuar no atendimento odontológico”, conta ela. O evento faz parte da comemoração do Dia do Cirurgião-Dentista (25/10) e tem como objetivo promover a conscientização sobre a importância da saúde oral e incentivar hábitos de higiene bucal adequados para a população. Segundo o presidente do CRO-DF, Marco Antônio dos Santos, a ação visa, ainda, alertar sobre a necessidade de consulta odontológica periódica para exame de prevenção de doenças e infecções na cavidade bucal, buscando a valorização do exercício profissional do cirurgião-dentista. O Seconci-DF conta hoje com 20 cirurgiões dentistas e 9 auxiliares de saúde bucal e 3 técnicas em saúde dental. “É sempre bom que os profissionais de odontologia procurem se informar e atualizar sobre o que está acontecendo na área porque o conhecimento sempre agrega valor e melhora o serviço que é oferecido pelo profissional. No caso das auxiliares, elas estão sempre do lado dos cirurgiões e conhecer novas técnicas e habilidades que possam melhorar nosso atendimento é sempre válido”, conta Mára Lúcia Campos, gerente de odontologia do Seconci-DF. Assessoria de Comunicação Social do Seconci-DF | Com informações do CRO-DF

Segurança e Saúde no Trabalho: pilar fundamental para a Construção

Clovis Carvalho é consultor CBIC em Segurança e Saúde no Trabalho (SST) A indústria da construção é uma das atividades econômicas mais antigas e fundamentais para o desenvolvimento de qualquer sociedade. Ela desempenha um papel crucial na criação de infraestruturas, edifícios e espaços que sustentam a vida moderna. No entanto, essa indústria também é notória pelos seus desafios complexos, onde a segurança e saúde no trabalho (SST) se destacam como preocupações cruciais. Abordamos ao longo deste artigo, a importância da segurança e saúde no trabalho para as empresas da indústria da construção, destacando os benefícios, desafios e práticas recomendadas para garantir um ambiente de trabalho seguro e saudável. A implementação de práticas seguras de trabalho ajuda a reduzir significativamente o número de acidentes e lesões. Isso não apenas protege os trabalhadores, mas também evita interrupções na produção e possíveis atrasos no cronograma das obras. A maioria dos países, como é o caso do Brasil, possui regulamentações específicas em relação à SST. No caso do setor da Indústria da Construção, o principal instrumento legal a ser observado é a Norma Regulamentadora 18 (NR 18), todavia, ele não é o único, é igualmente importante que as empresas se atentem ao Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) e ao Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) contidos na Norma Regulamentadora 01 (NR 01), nos equipamentos de proteção individuais previstos na NR 06, no Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO) tratado na NR 07, dentre outros regulamentos. A não observância dessas regulamentações pode resultar em responsabilizações administrativas e judiciais para as empresas. Importante destacar, que os trabalhadores que se sentem seguros e saudáveis tendem a ser mais produtivos. Ambientes de trabalho seguros podem ajudar a reduzir o estresse e a ansiedade dos trabalhadores, melhorando sua eficiência e qualidade de trabalho. A prevenção de acidentes e lesões reduz os custos associados a compensações trabalhistas, tratamento médico e treinamento de substituição. Além disso, empresas com histórico de segurança positivo podem obter melhores taxas de Contribuição do Grau de Incidência de Incapacidade Laborativa decorrente dos Riscos Ambientais do Trabalho (GILRAT – antigo Seguro Acidente do Trabalho – SAT), em decorrência do Fator Acidentário de Prevenção – FAP, .que é o mecanismo utilizado pela Receita Federal do Brasil para aumentar ou diminuir as alíquotas de 1% (risco leve), 2% (risco médio) ou 3% (risco grave) que cada empresa recolhe mensalmente para o financiamento dos benefícios por incapacidade. Essas alíquotas poderão ser reduzidas em 50% ou majoradas em 100%, conforme a quantidade, a gravidade e o custo das ocorrências acidentárias em cada empresa em relação ao seu segmento econômico. Outro importante aspecto a ser considerado, é que empresas que demonstram um compromisso com a segurança e saúde no trabalho desfrutam de uma melhor confiança entre os clientes, investidores e a comunidade em geral. Isso pode resultar em mais oportunidades de negócios e uma vantagem competitiva. Embora a importância da segurança e da saúde no trabalho seja inegável, a indústria da construção enfrenta desafios únicos ao tentar implementar e manter padrões elevados nessa área. O processo produtivo da indústria da construção, diante de tantos desafios e abordagens técnicas especializadas, faz com que muitas das vezes seja empregada mão de obra temporária ou sazonal, o que pode dificultar a implementação consistente de programas de treinamento e de segurança e saúde no trabalho. As pressões para cumprir prazos apertados e orçamentos restritos podem levar também a atalhos de segurança. Esta atitude, pode acarretar para as empresas em decorrência de um único acidente e a depender de sua dimensão, responsabilizações ambientais, administrativas, judiciais, tributárias e até mesmo penais. Em alguns casos, o comportamento humano também pode levar a situações de insegurança nas atividades desenvolvidas nos canteiros de obra, pois existe uma cultura arraigada da “virilidade” entre os trabalhadores do setor, como por exemplo, quem carrega mais sacos de cimento de uma única vez. Esse tipo de atitude, deve ser vigiada e desmotivada pelas empresas, pois pode levar os trabalhadores a se envolverem em comportamentos perigosos. Para superar esses desafios e garantir um ambiente de trabalho seguro e saudável na indústria da construção, as empresas podem adotar várias práticas, a começar do comprometimento da alta administração com a segurança e saúde no trabalho. Outra ação, é a implantação de treinamento adequados e o estabelecimento de canais de comunicação eficazes entre a gestão e os trabalhadores, permitindo assim, que os problemas de segurança sejam identificados e abordados rapidamente. Por fim, avaliação regular de riscos em locais de trabalho específicos também ajuda a identificar perigos potenciais e a implementar medidas preventivas. Fonte: Agência CBIC

Dia Internacional de combate ao câncer de mama

Nunca é demais falar sobre prevenção e cuidados com a saúde e, na construção civil, as empresas contam com apoio do Seconci-DF para ações preventivas Assessoria de Comunicação Social do Seconci-DF | Com informações do INCA Estimativa do Instituto do Câncer aponta que, em 2023, serão 73.610 casos novos de câncer de mama em 2023, com um risco estimado de 66,54 casos a cada 100 mil mulheres. O número reforça a importância da prevenção e de campanhas que conscientizam as mulheres sobre o cuidado com a saúde. Na construção do Distrito Federal, durante o mês de outubro, o Seconci-DF tem percorrido vários canteiros de obras levando informação sobre a doença. A preocupação maior é despertar o interesse nas trabalhadoras para que elas se cuidem, se previnam. “Nosso objetivo é mostrar a elas que quanto antes se detecta um câncer, maiores são as chances de cura. Além disso, temos mostrado durante nossas palestras que é muito simples cuidar da saúde com atividade física, alimentação saudável e o autoexame”, conta Elen Cristina, técnica de enfermagem do Seconci-DF. Mais de 200 mulheres que trabalham nos canteiros de obras do DF serão alcançadas pela ação do Seconci-DF que conta também com a participação do Serviço Social da Indústria (SESI) na disponibilização de exames como aferição de pressão arterial e glicemia. A campanha do outubro rosa da construção conta ainda com apoio do Sindicato dos Trabalhadores (Sticombe) e do Sindicato da Indústria da Construção (Sinduscon-DF). Uma das empresas beneficiada pela campanha foi a Soltec Engenharia. De acordo com a técnica de segurança do trabalho da empresa, Patrícia Freitas, a parceria com o Seconci é fundamental porque desperta o interesse nas mulheres das obras para cuidarem da saúde. “Esse trabalho do Seconci é muito importante e gostamos bastante porque trouxe conhecimento para todas e muitas têm dificuldade em falar sobre o assunto”, finaliza. Fatores de risco Não há uma causa única para o câncer de mama. Diversos fatores estão relacionados ao desenvolvimento da doença entre as mulheres, como: envelhecimento, determinantes relacionados à vida reprodutiva da mulher, histórico familiar de câncer de mama, consumo de álcool, excesso de peso, atividade física insuficente e exposição à radiação ionizante.  Os principais fatores são: Comportamentais/Ambientais Aspectos da vida reprodutiva/hormonais Hereditários/Genéticos A mulher que possui esses fatores genéticos tem risco elevado para câncer de mama. Conheça os materiais do INCA abaixo:

Urbanista Alain Bertaud apresentará estratégias para planejamento de Brasília

Sinduscon-DF e Cidade Urbitá realizam seminário no dia 23/10, a partir das 8h30, na sede da entidade Comunicação Sinduscon-DF  No momento em que o Distrito Federal discute a revisão do Plano Diretor de Ordenamento Territorial (PDOT), Brasília vai receber o urbanista francês Alain Bertaud, considerado um dos maiores nomes em planejamento urbano do mundo. Ele discutirá o assunto, na segunda-feira (23/10), a partir das 8h30, em seminário realizado pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal, no auditório da entidade, em parceria com a Cidade Urbitá. A entrada é gratuita para o público em geral. Confirmaram presença no evento representantes da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh), do Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU), da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi) e da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da Universidade de Brasília (UnB). Profissionais da área, estudantes e sociedade civil organizada podem participar. Não há necessidade de inscrição prévia para se ter acesso ao evento. O presidente do Sinduscon-DF, Adalberto Valadão Júnior, diz que o urbanista francês vai enriquecer ainda mais o debate sobre o PDOT, no momento em que o Governo do Distrito Federal realiza oficinas com a população para a revisão do plano. Ao longo de sua experiência de décadas, o francês atuou em diferentes países e inúmeras cidades, assessorando, desenvolvendo e acompanhando as consequências das escolhas de planejamento. Clique aqui e veja mais notícias no site do Sinduscon-DF! “Alain Bertaud é, hoje, um dos urbanistas mais respeitados do mundo. Será uma oportunidade única para debater os desafios de Brasília nos dias de hoje, considerando as soluções e experiências mundo afora. O objetivo é saber como podemos canalizar esse conhecimento nas nossas legislações, promovendo mais qualidade de vida para a população do Distrito Federal como um todo”, destaca o presidente do Sinduscon-DF. CEO da Cidade Urbitá, Ricardo Birmann afirma que Bertaud “não é um acadêmico distante dos problemas reais das cidades”. “Arrisco dizer que não há ninguém que tenha tido experiência prática tão ampla quanto ele, de forma que seus insights para o PDOT, particularmente nos ajudando a evitar erros já cometidos em outros lugares, serão muito valiosos para Brasília”, ressalta. O 1º vice-presidente do Sinduscon-DF, João Accioly, conta que Bertaud vai representar um marco na discussão sobre o PDOT, com profundidade e de forma técnica. Segundo ele, o debate mostrará, por exemplo, como se deve pensar e executar o planejamento de infraestrutura das cidades, considerando pontos essenciais, como mobilidade urbana e necessidade de se investir em ciclovias ou em metrô, a depender do perfil e tamanho da população. “Ele vai apresentar dados mais precisos e reais para que se consiga fazer legislação que dê condição para se garantir equilíbrio e qualidade de vida para os cidadãos”, diz. Saiba mais sobre Alain Bertaud Alain Bertaud, de 84 anos, é um dos maiores especialistas em planejamento urbano no mundo, particularmente por ser extremamente versado em economia urbana, uma disciplina pela qual arquitetos não costumam se interessar. Em seu livro “Ordem Sem Design: Como os mercados moldam as cidades”, o urbanista ensina que elas devem ser mais entendidas como um conjunto de agentes econômicos do que como um projeto de arquitetura. Ele enfatiza que boa parte da ordem urbana não decorre de um plano diretor, mas sim da organização espontânea das pessoas interagindo entre si e com o espaço construído. SERVIÇO:

Alimentação saudável evita doenças como hipertensão e diabetes

Comida saudável e cuidados simples como evitar frituras e processados ajudam na saúde e evitam doenças Assessoria de Comunicação Social do Seconci-DF Manter uma alimentação saudável e práticas que vão desde educação física, evitar tabagismo, excesso de álcool ou alimentos processados são formas de garantir a saúde do corpo e da mente. Além disso, alinhar esses cuidados à uma alimentação saudável com frutas, legumes, proteínas e evitando excesso de carboidratos são ferramentas importantes para que o corpo permaneça saudável e longe de doenças como hipertensão e diabetes. De acordo com o médico do Seconci-DF, Tony Teixeira, nas últimas décadas, o processo de globalização, assim como o aumento no ritmo do trabalho, tem feito o brasileiro consumir alimentos de péssima qualidade nutricional como fast foods. “Isso gerou uma transição epidemiológica evidenciada na pandemia das doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), tais como pressão alta, diabetes e obesidade. Uma alimentação saudável e equilibrada pode induzir promover a saúde e prevenir o desenvolvimento de DCNT”, conta ele. Tony reforça a importância de uma alimentação equilibrada e da necessidade de uma rotina de hábitos saudáveis. “A base de um bom controle dessas condições está em uma tríade. Em primeiro lugar, oferecer informações nutricionais mínimas como a redução no consumo de sal, carne vermelha, embutidos, enlatados e carboidratos (pães, macarrão, açúcar, farináceos, entre outros), por exemplo. Além do mais, a prática de exercícios físicos aeróbicos”, pontua Tony DIA MUNDIAL DA ALIMENTAÇÃO: foi criado em 1981, marcando também o surgimento da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) para trazer uma reflexão sobre a importância dos alimentos e fazer um apelo para garantir a segurança alimentar e nutricional em todo o mundo. PROGRAMA DE HIPERTENSÃO E DIABETES (PHD): está em funcionamento desde maio de 2022 e promove a saúde dos trabalhadores da construção civil do Distrito Federal por meio do acompanhamento das doenças com equipe médica, realização de exames e triagem nos canteiros de obras. Confira o vídeo do lançamento do PHD aqui. Quer participar do Programa, agende uma consulta aqui.

Motivos que podem causar mau hálito

O mau hálito é um problema muito comum e afeta várias pessoas. Sua causa pode variar e a boa notícia é que o tratamento e cura é simples e acessível Uma boa higiene bucal é fundamental para evitar diversos problemas que estão diretamente relacionados a saúde, além de prevenir outras doenças nos seres humanos. Um dos problemas que acarreta uma higiene bucal deficitária é a falta de atenção aos problemas dentais, a falta de regularidade em procurar um dentista e cuidados simples como escovação diária, uso de fio dental e escovação da língua. Entre os problemas decorrentes de uma má higienização bucal está o mau hálito. Ele é consequência da falta de atitudes simples como escovação diária, tabagismo e utilização de alguns alimentos que contêm substâncias que provocam reações químicas no estomago provocando o mau cheiro. “É muito importante a visita ao dentista regularmente, pois cáries quando não tratadas ou que afetem o dente e sua raiz também podem gerar halitose. É preciso se atentar quando há espaço entre os dentes que possam reter alimentos e outros problemas como gengivite e periodontite porque, além do mau hálito, provocam dor e bastante incômodo aos pacientes”, conta a gerente de odontologia do Seconci-DF, Mára Lúcia Campos. Não ter cuidado com a higiene é deixar na boca diversos resíduos de tudo que se ingere ao longo do dia. Nesse caso, é inevitável que o mau cheiro prevaleça. Isso, aliado a problemas de saúde, pode causar não só halitose como desencadear mais problemas de saúde ao longo da vida. No Seconci-DF, o cuidado com a saúde bucal dos trabalhadores é constante e o atendimento em várias especialidades está disponível a todos que atuam no setor da construção das empresas parceiras. O atendimento odontológico oferecido pelo Seconci-DF é gratuito e pode ser solicitado pelo próprio trabalhador, com aval da empresa. “Nosso atendimento é realizado na sede, nas unidades móveis e no Sindicato dos Trabalhadores (Sticombe), na Asa Norte. Trabalhamos para que todos tenham acesso aos serviços e aos cuidados que garantam uma higiene bucal digna com cuidados e tratamentos em várias especialidades odontológicas”, finaliza Mára. Como prevenir o mau hálito: Ficou alguma dúvida? Entre em contato com a odontologia do Seconci-DF pelo telefone (61) 3399-1888 ramal 261 ou pelo nosso site www.seconci-df.org.br

Tem mulher no canteiro de obra

Setor observa crescimento gradual da presença feminina ao longo de décadas, mas desigualdade salarial entre gêneros permanece alta A construção civil é um setor predominantemente masculino. Entre os profissionais registrados no Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), 80,5% são homens e apenas 19,5% mulheres. Mas esse cenário vem mudando. Somente em 2021, o número de mulheres trabalhando na construção cresceu 16% em relação ao ano anterior, impulsionado pela retomada do setor na economia nacional, segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego. Naquele ano, a pasta registrou mais de 500 mil mulheres ocupando cargos em escritórios de engenharia, indústrias e canteiro de obras. A tendência de maior contratação de mulheres na área, porém, é histórica. “Há algum tempo existe um movimento de aumentar a participação das mulheres na nossa indústria. Esse movimento não é algo grande e impactante, mas é devagar e gradativo. Houve momentos de boom, em que pela evasão e dificuldade de contratação de mão de obra, as empresas buscavam mulheres, mas depois desses booms o mercado continuou fazendo isso numa escala menor”, argumenta Ana Cláudia Pontes, vice-presidente de responsabilidade social da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). Para Gabriela Teodoro, engenheira de 28 anos que coordena uma equipe em uma grande construtora do Distrito Federal, “Mais do que apenas representar uma luta contra estereótipos de gênero, essa mudança traz consigo uma série de benefícios para a indústria.” Ela acredita que equipes diversificadas produzem melhores resultados porque pessoas com diferentes histórias de vida, experiências e perspectivas trazem abordagens distintas para solucionar problemas, o que, na construção civil, se traduz em soluções mais criativas, eficientes e inovadoras para desafios de engenharia e design. Na visão de sua colega Adriana Fialho, 46 anos, as mulheres demonstram características de liderança e organização que alavancam novos patamares de qualidade no serviço. “Mulheres são mais detalhistas, se atentando a diversos itens que normalmente são despercebidos pelos homens”, conta a engenheira e arquiteta. “Desta forma, os projetos são melhor compatibilizados sendo resolvidos antecipadamente, diminuindo retrabalho.” Desigualdade Apesar dos avanços, ainda existem obstáculos — muitas mulheres enfrentam preconceito, assédio e falta de oportunidades para crescimento dentro do setor. Adriana Fialho percorreu uma longa estrada até se estabelecer na profissão. “A voz da mulher não é tão evidente quanto a voz masculina, era muito preconceito envolvido.” Ela afirma que mulheres precisam provar sua capacidade para conquistar seu espaço, enquanto profissionais homens, apenas por serem homens, têm sua posição garantida. “A gente sempre precisa se capacitar mais, obter mais conhecimentos técnicos e demonstrar maiores resultados. Mas, mesmo assim, ainda persiste a desigualdade salarial e a falta de postos de trabalho disponíveis para as mulheres”, lamenta. Uma pesquisa realizada pelo Banco Nacional de Empregos (BNE) concluiu que o cargo de engenheiro civil possui uma desigualdade salarial de 38,6% entre gêneros, taxa ainda maior que a média nacional de discrepância salarial entre homens e mulheres apontada pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio do IBGE em 2021, que é de 20,5%. Ainda segundo o IBGE, 15,1% dos homens brasileiros possuem ensino superior, enquanto entre as mulheres, o índice é de 19,4% entre a população economicamente ativa. Ou seja, mulheres precisam estudar mais tempo para receberem menores salários. Gabriela Galvão, 38 anos, já atuou como arquiteta e engenheira foi nos canteiros de obra onde sentiu o peso de ser mulher num ambiente dominado pelos homens. “Eu recebi comentários de mau gosto, é o tipo de coisa que a gente se sente desconfortável, sabe? Ter que se preocupar com as roupas, com os comentários machistas que sempre surgem”, lamenta. Além desses desafios, as profissionais da área relatam dificuldades comuns a todas as mulheres no mercado de trabalho, como a falta de modelos femininos em posições de liderança e o desafio de equilibrar demandas de trabalho com as responsabilidades familiares. Há anos promovendo a pauta da equidade no setor da construção, Ana Cláudia Pontes observa que o mercado tem forçado empresas a implementarem políticas de inclusão. “Há um movimento de mudança, desde os financiadores, passando pelo consumidor e até a força de trabalho que torna essa transformação urgente. As empresas não vão conseguir mais fazer uma venda sem enxergar essas agendas”, afirma. Formação Um dos motivos para o aumento da presença feminina na construção civil é a entrada de mais mulheres em cursos técnicos e universitários. Iniciativas como o Programa Mulheres Construindo Autonomia na Construção Civil, criado em 2012 pelo governo federal e que formava mulheres de baixa renda para a inserção nesse mercado de trabalho, entre outras, foram responsáveis pelo crescimento histórico. “Ao longo dos anos, várias organizações sociais passaram a fazer ações de qualificação profissional para preparar mulheres para a construção civil e também uma série de parcerias com as entidades patronais para empregar essas mulheres depois”, explica Ana Pontes, vice-presidente da CBIC. Segundo dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), entre 2010 e 2021, o número de alunas que concluíram cursos nas áreas de exatas aumentou 96%, saindo de 37.005 para 72.791. A professora universitária Tatiane Rodrigues, 40 anos, testemunhou a mudança do perfil dos estudantes do curso de engenharia civil acontecendo em tempo real. “Até 2020, eu via um crescimento constante no número de mulheres nas minhas turmas, mas, de três anos para cá, por algum motivo, o quantitativo de alunas diminuiu. De toda forma, observo meninas cada vez mais empoderadas, seguras e conscientes de que podem ser o que quiserem, inclusive engenheiras”, comemora. Ela conta que entendeu, logo no início da vida universitária, que o apoio de outras mulheres é fundamental para sobrevivência em um mercado hostil. “Eu e as outras meninas formávamos grupos de estudos e trabalhos que sempre se destacaram nas atividades acadêmicas pelo comprometimento e qualidade das entregas. Tivemos atuação feminina na presidência do Centro Acadêmico, na fundação da empresa júnior, em projetos de iniciação científica e importantes campos de estágio”, relembra Tatiane. “Vejo que na época praticamos a sororidade de forma muito natural e espontânea.” Também docente na área da engenharia, Ivonne Alejandra Gutierrez, 37 anos,