‘EU PROTEJO AS MULHERES’

Agenda de palestras é preenchida em pouco mais de 24 horas Assessoria de Comunicação Social do Seconci-DF O projeto ‘EU PROTEJO AS MULHERES’, iniciativa do Seconci-DF, em parceria com o Sinduscon-DF e com o Sticombe, teve seu calendário de palestras preenchido em pouco de mais de 24 horas. No total, foram agendadas 16 palestras até o final de agosto. Com isso, mais de 2 mil trabalhadores serão alcançados nessa etapa do projeto que levará o assunto para os trabalhadores da construção. As palestras e o atendimento do projeto ‘EU PROTEJO AS MULHERES’ não tem custo às empresas. De acordo com a assistente social da instituição, Roseane dos Santos, este trabalho não só protege as mulheres, mas torne os homens aliados na luta contra essa violência que assola tantas famílias. “Nosso objetivo é tornar os trabalhadores conscientes do seu papel de protetor e de denunciador de casos de violência contra mulheres. Para isso, estamos levando informação e dando assistência necessárias aos envolvidos em casos que envolvem violência familiar e envolvendo mulheres”, finaliza. Além das palestras, o Seconci-DF prestará orientações aos trabalhadores que queiram ser atendidos pela área psicossocial da instituição. Atualmente, o serviço oferece atendimento com assistente social e psicóloga, além de realizar encaminhamentos para a rede de apoio e de proteção às vítimas de violência contra mulher. A primeira palestra do projeto acontecerá no dia 8 de julho, num canteiro de obra localizado em Taguatinga. Para conhecer o projeto ou conhecer mais sobre a atuação do Seconci-DF, entre em contato conosco no telefone (61) 3399-1888 ou seconci@seconci-df.org.br
Equipamentos de Proteção Individuais e e-Social: o que tem a ver?

Existe uma relação com Equipamentos de Proteção Individuais e e-Social que é o envio de informações sobre o CA (Certificado de Aprovação). A Norma Regulamentadora Nº 06 (NR 06) é quem define as diretrizes para utilização do EPI (Equipamento de Proteção Individual) e, dentre as mais importantes, está a obrigatoriedade do empregador em verificar se os EPIs que estão sendo fornecidos aos trabalhadores foram aprovados pelo Ministério do Trabalho. E como isso funciona? Confira a seguir. Para entender a relação de Equipamentos de Proteção Individuais e e-Social o primeiro passo é analisar o que diz a NR-06. Segundo essa Norma, uma das principais obrigatoriedades do empregador é: “Adquirir somente EPI aprovado por órgão de âmbito nacional competente em matéria de segurança e saúde do trabalho”. Desse modo, a empresa precisa ter atenção a detalhes que vão desde a reputação do fornecedor até a validade dos EPIs adquiridos. Ainda de acordo com a NR06, a organização deve registrar quando fornecer o EPI aos empregados. Isso pode ser feito por registros manuais (fichas, livros, etc.) ou meios eletrônicos (softwares de gestão). No entanto, ao optar por sistemas eletrônicos, é preciso que estes ofereçam o recurso da emissão de relatórios. Um dos dados mais importantes nesse procedimento é a validade do CA no EPI. No momento da entrega de EPIs, é obrigatório que o empregado receba o item com o Certificado de Aprovação em dia. Por isso, é fundamental que a empresa observe esse detalhe na aquisição e monitore em seus registros se os EPI fornecidos estão com o CA dentro da validades, além de seguir uma periodicidade de troca adequada ao uso e até mesmo o descarte do EPI, se for o caso. Mas, se comprar EPIs com o CA inválido, por exemplo, a empresa pode reportar ao órgão responsável pela regulação da segurança e saúde do trabalho para que sejam tomadas as medidas cabíveis. O intuito disso é que a empresa atenda a requisitos efetivos de proteção dos colaboradores. Toda essa rotina está ligada aos lançamentos realizados no e-Social e, em caso de inconformidade, seja de um CA vencidos, seja de uma periodicidade de troca muito defasada, pode haver prejuízo para a empresa. Vale dizer que o empregador não pode esquecer que a NR-06 também exige que ele treine seus colaboradores para o uso de EPI, e que substitua este sempre que danificado ou extraviado. Como informar EPIs no e-Social? Os Equipamentos de Proteção Individuais e e-Social se encontram no envio da movimentação descrita anteriormente. O ambiente do eSocial destinado a transmissão de dados ligados a segurança e saúde do trabalho é separado em 3 eventos: O Evento S-2240 é o que tem ligação com informações de EPI. Nessa área do e-Social a organização informa: E é dentro desse contexto que se indica e se informa os EPIs utilizados nos setores de trabalho, através do LTCAT (Laudo Técnico de Condições do Trabalho), que traz informações dos agentes e das medidas de controle aplicadas pelas organizações. Na prática, quando se identifica o risco da atividade relacionado aos colaboradores, deve-se listar os Equipamentos de Proteção Individuais ou Coletivos necessários. Então, se um profissional trabalha, por exemplo, numa marcenaria, são verificados e identificados os agentes nocivos da função e quais os CA´s dos EPIs são utilizados. Esta informação é enviada ao eSocial. Trata-se de uma exigência para todas as empresas que tenham funcionários registrados no Regime Geral da Previdência (RGPS). O Evento S-2240 do e-Social deve ser atualizado sempre que houver um colaborador exposto a um risco ou agente nocivo e, consequentemente, acontece a transmissão dos novos dados ligados aos EPIs. Fonte: Agência CBIC | Dauar Medtra
‘Saúde e segurança do trabalhador deve ser preservada’, afirma auditor durante lançamento da CANPAT 2024

O mais importante é a saúde e segurança do trabalhador e deve ser preservada, disse o auditor fiscal do trabalho de São Paulo, Antônio Pereira, durante o painel “Impacto das normas regulamentadoras na gestão da Segurança e Saúde no Trabalho (SST) no setor da construção civil”, que aconteceu no decorrer do lançamento da Campanha Nacional de Prevenção de Acidentes do Trabalho na Indústria da Construção (CANPAT Construção 2024), realizado nesta quinta-feira (20) pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). Durante o evento, mediado por José Bassili, gerente de segurança ocupacional do Serviço Social da Construção Civil do Estado de São Paulo (Seconci/SP), o auditor fiscal do trabalho destacou a prevalência de acidentes graves na construção civil, como quedas e choques elétricos, e suas consequências. “Se vocês considerarem as maiores dificuldades que a gente tem em todas as atividades econômicas, muitas têm a ver com a construção civil. Um dos maiores deles é a questão da queda e choque elétrico”, afirmou. Ele ressaltou que os impactos dos acidentes de trabalho são profundos, afetando a imagem da empresa, a produtividade e a gestão. Pereira enfatizou a importância de preservar a saúde e segurança do trabalhador para manter a produtividade e a vida laboral dos empregados. “O mais importante é a saúde e segurança do trabalhador, que ela deva ser preservada”, disse. Também presente no encontro, a gerente de Soluções Integradas de Saúde e Segurança do Departamento Nacional do Serviço Social da Indústria (Sesi), Katyana Aragão, abordou a necessidade de sensibilizar os empresários sobre os benefícios da SST. “Escutar o trabalhador tem sido um crescimento para nós”, afirmou, explicando que entender as necessidades dos trabalhadores e suas condições de trabalho impacta diretamente na produtividade. Katyana mencionou que problemas de saúde, como dores nas costas e questões de saúde mental, incluindo depressão, influenciam significativamente o desempenho dos trabalhadores. “É preciso que sensibilize os empresários sobre saúde e segurança porque torna o trabalhador mais produtivo, gera mais negócios e gera satisfação para todos”, concluiu. Ambos os especialistas comentaram sobre a importância das normas regulamentadoras. Pereira destacou que a revisão da NR 18 visa dar mais liberdade às empresas para definirem medidas de proteção, especialmente coletivas. “A ideia de trabalhar mais com o projeto”, disse ele, enfatizando a necessidade de implementar as normas de forma eficiente. A gerente do Sesi, por sua vez, elogiou o Programa de Gestão de Riscos (NR 01), que, segundo ela, trouxe muitos benefícios para a gestão de riscos na construção. “Ela foi muito discutida, teve a participação ativa de todos e está sendo revista agora para ser aprimorada”, afirmou. Além disso, Katyana também enfatizou a importância de uma abordagem baseada em dados e o uso da tecnologia para uma gestão eficiente dos riscos. “Através desses esforços, espera-se não apenas a redução de acidentes e doenças ocupacionais, mas também um aumento na produtividade e satisfação dos trabalhadores e empresários do setor”, finalizou. O tema tem interface com o projeto “Conhecimento, Segurança e Saúde no Trabalho”, da Comissão de Política de Relações Trabalhistas (CPRT) da CBIC, com a correalização do Serviço Social da Indústria (Sesi). Fonte: Agência CBIC
Projeto ‘EU PROTEJO AS MULHERES’

É com grande satisfação que apresentamos o projeto “EU PROTEJO AS MULHERES”, uma iniciativa conjunta entre o Serviço Social da Construção Civil do Distrito Federal (Seconci-DF), o Sindicato da Indústria da Construção Civil do DF (Sinduscon-DF) e o Sindicato dos Trabalhadores da Construção (Sticombe). Nosso objetivo é conscientizar e engajar todos vocês na luta contra a violência doméstica e familiar, especialmente direcionada às mulheres. O que é o projeto? Trata-se de um projeto que visa mobilizar AÇÕES de conscientização, prevenção e combate à violência contra a mulher dentro do ambiente da construção civil, predominantemente ocupado por homens.Acreditamos que, juntos, podemos fazer a diferença e contribuir para uma sociedade mais humana e segura. Como vai funcionar? 1 – Palestras de Sensibilização:Nos canteiros de obras, realizaremos palestras informativas e sensibilizadoras sobre os diversos tipos de violência enfrentados pelas mulheres, e principalmente sobre o que cada ouvinte pode fazer para mudar esse contexto. Abordaremos temas como respeito, fatores que geram a violência, pessoas impactadas, acolhimento do Seconci e a importância de proteger as mulheres em suas famílias e comunidades. 2 – Selo “EU PROTEJO AS MULHERES”:Cada um de vocês receberá um selo com os dizeres “EU PROTEJO AS MULHERES”.Ao usá-lo, vocês demonstrarão publicamente o compromisso de combater a violência, contribuir para ampliar a conscientização e promover um ambiente seguro para todas. 3 – Envolvimento das Famílias:Convidamos também suas famílias a participarem desse movimento.Juntos, podemos criar uma rede de apoio e conscientização. 4 – Atendimento especializado:Além das palestras, ofereceremos atendimento psicossocial com os profissionais do Seconci (ASSISTENTE SOCIAL/PSICÓLOGA) para as vítimas, familiares e (possíveis) agressores;Ajuda profissional: caso o atendimento no Seconci não consiga solucionar todos os problemas, nossos profissionais encaminharão os participantes para atendimentos especializados como CRAS, entre outros; Cada gesto, cada palavra e cada atitude fazem a diferença.Juntos, buscaremos uma sociedade mais humana e segura não só para mulheres, mas para todos! Agende uma palestra para sua empresa!Ligue (61) 3399-1888 ramal 211 ousocial@seconci-df.org.br
Psicossocial: palestras sensibilizam trabalhadores

Realizadas pela assistente social e pela psicóloga do Seconci-DF, vários são os temas abordados Assessoria de Comunicação Social do Seconci-DF As empresas parceiras do Seconci-DF têm à disposição vários temas para palestras e sensibilização dos trabalhadores por meio do Serviço Psicossocial do Seconci-DF. Atualmente, a equipe está percorrendo obras em todo o Distrito Federal levando informação sobre saúde mental, alcoolismo, drogas, tabagismo e assédio. A assistente social do Seconci-DF, Roseane dos Santos, conta que ir até as obras é importante porque, além de levar informação, possibilita que haja interesse no trabalhador em procurar a equipe e pedir ajuda, quando ele se sente sensibilizado. “Esse é nosso trabalho: despertar neles o interesse e mostrar que estamos ali para ajudá-lo. Todas as palestras que realizamos, existe esse contato e interesse no atendimento individualizado que o Seconci oferece para quem precisa de apoio”, conta Roseane. A importância do trabalho psicossocial do Seconci-DF já colhe frutos e o retorno dos trabalhadores, das empresas e de todos que são beneficiados é visto nos depoimentos colhidos pela equipe de atendimento. “Tivemos um atendimento com a equipe e o funcionário veio me agradecer. Ele disse que deu tudo certo e que a enteada dele já está fazendo acompanhamento. Ele disse que a mãe dela gostou muito do atendimento, e que a assistente social as acolheu com muito carinho”, conta a técnica de segurança da Via Engenharia, Elisângela Rodrigues. Ela conta ainda que é essencial ter o Seconci como parceiro e ressalta como as palestras despertam nos trabalhadores o pedido de ajuda. “Uma palestra tão essencial, com um tema tão importante para nossos colaboradores, um agradecimento especial a Roseane, pela disponibilidade, empenho e sensibilidade de abordar o tema com nossos colaboradores”, finalizou Elisângela. As palestras não têm custo às empresas e a solicitação deste serviço pode ser feita por telefone ou e-mail: (61) 3399-1888 ramal 211 | social@seconci-df.org.br.
PPCUB: Câmara Legislativa do DF aprova projeto de lei complementar por 18 votos a 6

Proposta de autoria do Executivo teve grande apoio do setor produtivo Comunicação Sinduscon-DF Com forte apoio do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF) e outras entidades do setor produtivo, a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) aprovou, nesta quarta-feira (19), o Projeto de Lei Complementar nº 41/2024, que institui o Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília (PPCUB). Aprovado em dois turnos, o texto somou 18 votos favoráveis e 6 contrários (veja ao final). Agora, segue para sanção do governador Ibaneis Rocha. De acordo com o presidente do Sinduscon-DF, Adalberto Valadão Júnior, a aprovação do PPCUB é, além de muito importante, uma dívida histórica da classe política com a cidade. “As legislações precisam acompanhar as mudanças, o crescimento e as evoluções das cidades e pessoas. Ao não fazerem isso, abre-se espaço pra crescimento desordenado, ilegalidades e insegurança jurídica”, ressaltou. O projeto ficou 15 anos em discussão com a sociedade. O Governo do Distrito Federal enviou o projeto do PPCUB à Câmara Legislativa no dia 4 de março deste ano. A proposição, que estabelece regras sobre o que pode e o que não pode ser feito na área tombada da capital, transitou por cinco comissões da Casa e recebeu centenas de emendas, grande parte das quais foram acatadas. “O Executivo fez a sua parte propondo a lei, a sociedade civil fez a dela, discutindo e a aprimorando ao longo de anos. Agora, o Legislativo fez a sua parte, com a responsabilidade e o compromisso, sem ceder a visões parciais e sensacionalistas da lei”, afirmou o presidente do Sinduscon-DF, que acompanhou a votação no plenário da CLDF, ao lado de outros vice-presidentes do sindicato. A validação do projeto por parte do plenário veio após relatórios favoráveis das comissões de Assuntos Fundiários (CAF); de Desenvolvimento Econômico Sustentável (CDESCTMAT); de Economia, Orçamento e Finanças (Ceof); bem como de Constituição e Justiça (CCJ). O parecer da Comissão de Educação, Saúde e Cultura (Cesc) foi contrário ao projeto, mas a maioria dos deputados rejeitou o documento. Sobre discordâncias, o deputado Roosevelt (PL) destacou que “é normal que os relatórios das comissões tenham divergências, porque cada uma analisa a matéria sob uma ótica”. COMO VOTARAM OS DISTRITAIS Votos favoráveis: Hermeto (MDB); Pepa (PP); Daniel Donizet (MDB); Eduardo Pedrosa (União Brasil); Doutora Jane (MDB); Iolando (MDB); Joaquim Roriz Neto (MDB); Jorge Vianna (PSD); João Cardoso (Avante); Martins Machado (Republicanos); Pastor Daniel de Castro (PP); Robério Negreiros (PSD); Rogério Morro da Cruz (PRD); Thiago Manzoni (PL); Wellington Luiz (MDB); Roosevelt (PL); Jaqueline Silva (MDB) e Paula Belmonte (Cidadania). Votos contrários: Gabriel Magno (PT); Ricardo Vale (PT); Dayse Amarilio (PSB); Max Maciel (PSol); Fábio Felix (PSol); e Chico Vigilante (PT). MOBILIZAÇÃO A aprovação teve apoio de 24 entidades do setor produtivo, que se posicionaram favoravelmente ao PLC do PPCUB. Elas assinaram uma carta, que foi enviada, no início do mês de junho, para os parlamentares distritais, defendendo a “legislação moderna, eficaz e aderente às necessidades do Distrito Federal”. A mobilização foi organizada pelo Sinduscon-DF e pela Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi-DF).
Gestão eficiente da segurança de trabalhadores terceirizados na construção

Na dinâmica atividade da construção, a terceirização de mão de obra se tornou uma realidade essencial. Garantir a segurança dos trabalhadores contratados é fundamental para a integridade de todos os envolvidos no processo. A terceirização apresenta desafios significativos, especialmente no que diz respeito à segurança no trabalho e ao cumprimento das normas regulamentadoras. A chave para enfrentar esses desafios está em uma gestão eficaz da segurança dos terceirizados. Elementos fundamentais para uma gestão eficiente: A gestão eficiente da segurança dos trabalhadores terceirizados demanda uma abordagem de responsabilidade compartilhada. Enquanto a empresa contratante deve proporcionar um ambiente de trabalho seguro e garantir o cumprimento das normas de segurança, as empresas terceirizadas são responsáveis por assegurar que seus funcionários estejam devidamente treinados e equipados. Implementar estratégias adequadas na gestão dos trabalhadores, incluindo os terceirizados, não apenas promove a segurança, mas também contribui para a manutenção de altos padrões de produtividade. Com isso, a indústria da construção pode continuar avançando com segurança e eficiência. Esta abordagem proativa não apenas protege os trabalhadores, mas também fortalece a integridade e a reputação das empresas envolvidas no setor da construção. O tema tem interface com o projeto “Conhecimento, Segurança e Saúde no Trabalho”, da Comissão de Política de Relações Trabalhistas (CPRT) da CBIC, com a correalização do Serviço Social da Indústria (Sesi).
CANPAT terá foco no impacto das normas na gestão de SST

A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) lançou, nesta quinta-feira (20), em evento online, a Campanha Nacional de Prevenção de Acidentes do Trabalho na Indústria da Construção – CANPAT Construção 2024, com o tema central ‘Impactos das normas regulamentadoras na gestão da saúde e segurança do trabalho na indústria da construção’. A iniciativa, que se estende até 11 de outubro, busca conscientizar trabalhadores, empregadores e demais atores do setor sobre a importância da segurança no trabalho e dos impactos das Normas Regulamentadoras (NRs) na gestão da SST. O vice-presidente da Comissão de Prevenção de Acidentes de Trabalho (CPRT) da CBIC, Ricardo Michelon, destacou a relevância do tema para o setor. “Esse ano, vamos abordar a importância normas regulamentadoras na gestão de SST no setor. É um assunto de extrema relevância para o nosso setor e que vamos desenvolver esse tema em conjunto”, disse. Michelon ressaltou ainda a importância da cultura de prevenção, pois, para ele, ela contribui para a evolução das equipes de trabalho, da evolução do setor como um todo. “A prevenção também tem um papel fundamental nesse desafio de aumentar a atratividade de profissionais para o nosso setor da construção”, avaliou. O presidente da Associação Seconci Brasil, Antonio Carlos Salgueiro, corroborou a importância da segurança como fator de atratividade para o setor. “Sabemos que a construção civil, pela natureza da atividade, possui um alto grau de risco de acidentes e, por isso, exige de todos nós o grande comprometimento em ações que ajudem a conscientizar para a prevenção dos acidentes no ambiente de trabalho”, enfatizou. Trazendo o ponto de vista do Poder Executivo, o secretário de Inspeção do Trabalho substituto do Ministério do Trabalho e Emprego, Rogério Araújo, reforçou o compromisso do governo com a segurança na construção civil. “É muito gratificante fazer parte desse momento, para trazer informações para os atores envolvidos na prevenção de acidentes no trabalho na indústria da construção – que é um setor extremamente importante para o desenvolvimento e crescimento do país, geração de empregos”, destacou. A gerente de Soluções Integradas de Saúde e Segurança do Departamento Nacional do Serviço Social da Indústria (Sesi), Katyana Aragão, apresentou as iniciativas da instituição na área. “O Sesi vem desde 2016 atuando numa estratégia de digitalização dos seus produtos com foco na ampliação do acesso a saúde para os trabalhadores. Acesso a mais saúde para os trabalhadores é mais produtividade para as empresas e a indústria da construção faz parte”, adiantou. O presidente do Serviço Social da Construção Civil do Estado de São Paulo (Seconci-SP), vice-presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-SP) e coordenador de SST da CPRT/CBIC, Haruo Ishikawa, enfatizou a importância da CANPAT Construção. “Essa Campanha tem sido muito relevante para fortalecer a saúde e segurança do trabalho na construção”, registrou. Ishikawa finalizou sua participação com um chamado à ação. ”As nossas empresas precisam melhorar, continuamente, a gestão de saúde e segurança. Como eu falo sempre, investir em segurança dá lucro para a empresa”, convocou Ishikawa. O tema tem interface com o projeto ‘Conhecimento, Segurança e Saúde no Trabalho’, da CPRT da CBIC, com a correalização do Sesi Nacional. Fonte: Agência CBIC
Equipamentos de Proteção Individuais e e-Social: o que tem a ver?

Existe uma relação com Equipamentos de Proteção Individuais e e-Social que é o envio de informações sobre o CA (Certificado de Aprovação). A Norma Regulamentadora Nº 06 (NR 06) é quem define as diretrizes para utilização do EPI (Equipamento de Proteção Individual) e, dentre as mais importantes, está a obrigatoriedade do empregador em verificar se os EPIs que estão sendo fornecidos aos trabalhadores foram aprovados pelo Ministério do Trabalho. E como isso funciona? Confira a seguir. Para entender a relação de Equipamentos de Proteção Individuais e e-Social o primeiro passo é analisar o que diz a NR-06. Segundo essa Norma, uma das principais obrigatoriedades do empregador é: “Adquirir somente EPI aprovado por órgão de âmbito nacional competente em matéria de segurança e saúde do trabalho”. Desse modo, a empresa precisa ter atenção a detalhes que vão desde a reputação do fornecedor até a validade dos EPIs adquiridos. Ainda de acordo com a NR06, a organização deve registrar quando fornecer o EPI aos empregados. Isso pode ser feito por registros manuais (fichas, livros, etc.) ou meios eletrônicos (softwares de gestão). No entanto, ao optar por sistemas eletrônicos, é preciso que estes ofereçam o recurso da emissão de relatórios. Um dos dados mais importantes nesse procedimento é a validade do CA no EPI. No momento da entrega de EPIs, é obrigatório que o empregado receba o item com o Certificado de Aprovação em dia. Por isso, é fundamental que a empresa observe esse detalhe na aquisição e monitore em seus registros se os EPI fornecidos estão com o CA dentro da validades, além de seguir uma periodicidade de troca adequada ao uso e até mesmo o descarte do EPI, se for o caso. Mas, se comprar EPIs com o CA inválido, por exemplo, a empresa pode reportar ao órgão responsável pela regulação da segurança e saúde do trabalho para que sejam tomadas as medidas cabíveis. O intuito disso é que a empresa atenda a requisitos efetivos de proteção dos colaboradores. Toda essa rotina está ligada aos lançamentos realizados no e-Social e, em caso de inconformidade, seja de um CA vencidos, seja de uma periodicidade de troca muito defasada, pode haver prejuízo para a empresa. Vale dizer que o empregador não pode esquecer que a NR-06 também exige que ele treine seus colaboradores para o uso de EPI, e que substitua este sempre que danificado ou extraviado. Como informar EPIs no e-Social? Os Equipamentos de Proteção Individuais e e-Social se encontram no envio da movimentação descrita anteriormente. O ambiente do eSocial destinado a transmissão de dados ligados a segurança e saúde do trabalho é separado em 3 eventos: O Evento S-2240 é o que tem ligação com informações de EPI. Nessa área do e-Social a organização informa: E é dentro desse contexto que se indica e se informa os EPIs utilizados nos setores de trabalho, através do LTCAT (Laudo Técnico de Condições do Trabalho), que traz informações dos agentes e das medidas de controle aplicadas pelas organizações. Na prática, quando se identifica o risco da atividade relacionado aos colaboradores, deve-se listar os Equipamentos de Proteção Individuais ou Coletivos necessários. Então, se um profissional trabalha, por exemplo, numa marcenaria, são verificados e identificados os agentes nocivos da função e quais os CA´s dos EPIs são utilizados. Esta informação é enviada ao eSocial. Trata-se de uma exigência para todas as empresas que tenham funcionários registrados no Regime Geral da Previdência (RGPS). O Evento S-2240 do e-Social deve ser atualizado sempre que houver um colaborador exposto a um risco ou agente nocivo e, consequentemente, acontece a transmissão dos novos dados ligados aos EPIs. Fonte: Dauar Medtra
CBIC anuncia lançamento da CANPAT Construção 2024

No dia 20 de junho, às 10h, a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) lançará oficialmente a CANPAT Construção 2024 por meio da Comissão de Política de Relações Trabalhistas (CPRT). O evento virtual, com transmissão ao vivo pelo YouTube da CBIC, abordará o tema “Impacto das Normas Regulamentadoras na Gestão de Segurança e Saúde no Trabalho na Indústria da Construção”. Este encontro preparatório antecede a Semana CANPAT Construção, que ocorrerá de 7 a 11 de outubro, e incluirá quatro painéis técnicos focados na gestão da construção: – *NR 10:* As principais mudanças e reflexos da NR-10. – *NR 12:* As principais mudanças e reflexos da NR-12. – *NR 18:* As principais mudanças e reflexos da NR-18. – *NR 35:* As principais mudanças e reflexos da NR-35. O tema tem interface com o projeto “Conhecimento, Segurança e Saúde no Trabalho”, da Comissão de Política de Relações Trabalhistas (CPRT) da CBIC, com a correalização do Serviço Social da Indústria (Sesi). Participe! Fonte: Agência CBIC