Precisa falar com o Seconci-DF? Consulte nossa lista de contatos

Para facilitar o atendimento e tornar a comunicação mais ágil, o Serviço Social da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Seconci-DF) disponibiliza a lista atualizada de contatos de seus colaboradores, organizada por setor. Por meio da relação, é possível identificar o setor responsável e entrar em contato diretamente para: 👉 Acesse a lista de contatos do Seconci-DF O Seconci-DF trabalha para manter canais de comunicação claros, acessíveis e eficientes, fortalecendo o relacionamento com empresas, trabalhadores, parceiros e a sociedade.
Seconci-DF reforça apoio à saúde mental durante o mês de janeiro

A campanha de Janeiro Branco destaca a importância do cuidado com a saúde mental, ao mesmo tempo em que dados recentes mostram desafios e demandas crescentes nesse campo. O relatório global Health Service Report 2024 revelou que 54% dos brasileiros acreditam que os transtornos emocionais são os principais problemas de saúde enfrentados por toda a população. Em 2018, o número era de apenas 18%. Esses indicadores reforçam a necessidade de ampliar o diálogo e o acesso a serviços de apoio emocional e psicossocial em todos os contextos sociais. Com foco nos trabalhadores da construção civil, o Serviço Social da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Seconci-DF) oferece, de forma gratuita, aos trabalhadores das empresas parceiras atendimento com assistente social e psicóloga, que realizam o acolhimento do trabalhador e de seus familiares na sede e na unidade da Asa Norte. Além do atendimento individualizado, os colaboradores têm acesso a triagem psicossocial e médica no ambiente de trabalho, promovidas pelo programa Seconci Presente, que leva equipes especializadas diretamente aos canteiros de obras. Com ênfase em acolhimento humano, os atendimentos são realizados tanto por agendamento prévio, além de ações de sensibilização e conscientização sobre prevenção a dor emocional, ansiedade, depressão e outros temas relevantes à saúde mental. “A atenção às emoções dos trabalhadores e suas famílias são essenciais para evitar o sofrimento e fortalecer vínculos. Estar presente, ouvir e encaminhar para cuidados é uma forma concreta de cuidado integral e valorização humana”, aponta Roseane dos Santos, assistente social do Seconci-DF. Além do atendimento direto, a entidade promove palestras e atividades educativas que contribuem para a redução de estigmas e preconceitos relacionados à busca por ajuda psicológica, especialmente em segmentos com maior resistência em procurar apoio profissional. Quando necessário, o Serviço Psicossocial encaminha os trabalhadores para a rede de apoio e serviços públicos especializados, como os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), fortalecendo a rede de cuidados integrados. “A oferta contínua de suporte psicossocial visa prevenir o agravamento de transtornos emocionais, promover bem-estar e qualidade de vida, e contribuir para um ambiente laboral mais seguro, saudável e produtivo”, explica Flávia Ferraiolo, psicóloga do Seconci-DF. Analicy Pereira, de 21 anos, copeira na Engemil, empresa parceira ao Seconci-DF, é uma das trabalhadoras do setor atendidas pelo serviço psicossocial do Seconci-DF. Em 2025, a jovem enfrentou perdas familiares e buscou atendimento psicológico na entidade. Ela relata que todo o acompanhamento é respeitoso e acolhedor, além de extremamente importante. “Muitas pessoas que passam por algum problema psicológico evitam procurar ajuda por preconceito ou até mesmo por falta de tempo. Com esse apoio gratuito do Seconci, nos sentimos mais à vontade para buscar acolhimento”, afirma. “O trabalho que eles realizam pode salvar vidas”, conclui. Janeiro Branco 2026: Paz. Equilíbrio. Saúde Mental Durante o mês de janeiro, o Seconci-DF intensifica ações de conscientização sobre saúde mental e reforça o atendimento psicossocial gratuito voltado aos trabalhadores e seus familiares. “Promover saúde mental entre os profissionais da construção civil é um compromisso fundamental. O apoio, junto às empresas parceiras, fortalece a responsabilidade social e demonstra que cuidar de pessoas é também cuidar de um setor mais produtivo e resiliente”, afirma Eduardo Aroeira, presidente do Seconci-DF. Com o tema “Paz. Equilíbrio. Saúde Mental”, as atividades buscam estimular o diálogo sobre equilíbrio emocional, identificação de sinais de adoecimento e oferta de caminhos de acolhimento. As palestras serão ministradas pelos profissionais de psicologia e de serviço social do Seconci-DF, especialistas no atendimento aos trabalhadores e no apoio às empresas na gestão de riscos psicossociais. Em 2025, os profissionais do serviço psicossocial do Seconci-DF realizaram 101 palestras nos canteiros de obras e falaram com cerca de 10 mil trabalhadores sobre saúde mental. “Ao longo dos anos, a participação ativa dos trabalhadores nas palestras, incluindo relatos emocionais e procura espontânea por acolhimento para si e para familiares, têm demonstrado o impacto positivo dessa iniciativa no ambiente de trabalho e na vida pessoal”, finaliza Roseane. Fonte: Profissionais do Texto Por Fernanda Nalon
Responsabilidades e Obrigações quanto à Segurança e Saúde do Trabalho nas empresas

Além das responsabilidades dos empresários e do SESMT, a construção de um ambiente realmente seguro depende da atuação de estruturas internas voltadas à participação dos trabalhadores. CIPA: representação e fortalecimento da cultura de prevenção A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e de Assédio (CIPA) exerce um papel estratégico ao representar os trabalhadores e colaborar diretamente com a gestão da empresa, promovendo o diálogo e auxiliando no monitoramento das ações de segurança e saúde do trabalho. Suas principais responsabilidades, de acordo com a NR-5, incluem: A CIPA atua como ponte entre trabalhadores e gestão, promovendo participação, transparência e melhoria contínua no ambiente de trabalho. Trabalhadores: corresponsabilidade na segurança Na ponta das atividades estão os trabalhadores, que têm papel fundamental na construção de um ambiente seguro. Suas responsabilidades diretas incluem: Quando os trabalhadores reconhecem sua corresponsabilidade na SST, as práticas de prevenção de acidentes se tornam mais eficazes e integradas à rotina diária do trabalho. O tema tem interface com o projeto “Conhecimento, Segurança e Saúde no Trabalho na Indústria da Construção”, da Comissão de Política de Relações Trabalhistas (CPRT) da CBIC, com a correalização do Serviço Social da Indústria (Sesi). Agência CBIC
Atendimento odontológico beneficia trabalhadores da construção civil

De forma gratuita, Seconci-DF amplia acesso a serviços voltados à saúde bucal no setor A saúde bucal é essencial para o bem-estar geral, refletindo na autoestima, alimentação e fala, e prevenindo doenças, como mostra o Ministério da Saúde. Com foco nos trabalhadores da construção civil, o Serviço Social da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Seconci-DF) oferece uma assistência contínua que busca democratizar o acesso ao cuidado odontológico, chegando até os canteiros de obras. Com duas unidades fixas, no Núcleo Bandeirante e na Asa Norte, e quatro unidades móveis que percorrem obras em todo o Distrito Federal, a entidade oferece serviços gratuitos como extrações, restaurações, próteses, tratamentos de canal e profilaxia. Apenas em 2024, foram realizados mais de 22 mil atendimentos. Em 2025, entre janeiro e outubro, foram contabilizados mais de 18 mil atendimentos, reforçando o impacto social do trabalho contínuo. Mára Lúcia Campos, gerente de odontologia do Seconci-DF, destaca que o cuidado vai além do consultório. “Quando o trabalhador recebe orientação, tratamento adequado e acolhimento, sua vida muda. Quando tratamos uma dor, restauramos um dente ou orientamos sobre higiene, estamos promovendo mais autoestima, confiança e bem-estar”. “Nosso trabalho nos canteiros e nas unidades fixas mostra, todos os dias, como a saúde bucal é parte importante do cuidado integral e como a prevenção pode mudar histórias e abrir novas possibilidades”. O impacto social do atendimento é resultado direto da parceria com as empresas do setor da construção, segundo Eduardo Aroeira, Presidente do Seconci-DF. “Garantir ao trabalhador o acesso a uma saúde bucal de qualidade é um compromisso permanente do Seconci. Esse trabalho só se concretiza graças às empresas que acreditam na responsabilidade social como valor do setor da construção. Com essa parceria, promovemos um ambiente seguro, saudável e impactamos positivamente quem atua na construção, fortalecendo um setor mais humano e saudável”. O Seconci-DF oferece diversas especialidades odontológicas gratuitas, disponíveis para todos os trabalhadores da construção civil de empresas parceiras. O agendamento é feito de forma simples: basta solicitar à área de segurança ou recursos humanos da empresa onde atua, que fará o agendamento das consultas no site da entidade. Fonte: Profissionais do Texto
Reajuste nos valores dos exames laboratoriais

O Seconci-DF informa que, a partir de janeiro de 2026, haverá reajuste exclusivamente nos valores dos exames laboratoriais realizados na Clínica Seconci. Destacamos que não haverá reajuste nos demais serviços abrangidos pelo Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), como ASOs e exames complementares, que permanecem com os valores atuais. O reajuste decorre do recente aumento nos preços praticados pelos laboratórios parceiros no mercado, o que impacta diretamente os custos operacionais dos serviços laboratoriais ofertados pelo Seconci-DF. A nova tabela de valores dos exames laboratoriais já está disponível e passa a vigorar a partir de janeiro de 2026. Para mais informações ou esclarecimentos, os interessados podem entrar em contato pelos canais habituais de atendimento do Seconci-DF: (61) 3399-1888 RAMAL 214 | seconci@seconci-df.org.br
Funcionamento durante o Natal e Ano Novo

Em virtude das comemorações de Natal e Ano Novo, o Seconci informa que haverá alterações em seu expediente nas seguintes datas: As atividades serão retomadas normalmente nos demais dias úteis. Agradecemos a compreensão de todos e desejamos Boas Festas!
Aviso importante sobre atendimento e expediente no Seconci-DF
Radar Trabalhista – Governo empossa 829 novos auditores-fiscais do Trabalho aprovados no CNU

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, empossou nesta segunda-feira 829 novos auditores-fiscais do Trabalho, ao lado de representantes dos trabalhadores, dos empregadores e de organismos internacionais. Trata-se do maior ingresso da história da carreira e um marco na estratégia do Governo Federal de reconstruir e fortalecer o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Segundo Luiz Marinho, a realização do Concurso Nacional Unificado (CNU) representa um movimento decisivo de retomada institucional após anos de desmonte. O ministro ressaltou que o reforço no quadro só foi possível graças à decisão do povo brasileiro ao eleger um governo comprometido com o fortalecimento do Estado e com políticas públicas de proteção social. Ele destacou ainda que o modelo unificado ampliou transparência e igualdade de oportunidades, recompondo uma carreira essencial para garantir direitos trabalhistas em um país de dimensões continentais. Luiz Marinho lembrou que a chegada da nova turma ocorre em um momento ainda marcado pelos impactos de políticas que precarizaram as relações de trabalho. “Por mais que comemoremos, nunca teremos auditores suficientes para olhar cada detalhe do Brasil, mas este concurso representa um passo decisivo”, afirmou. Para saber mais sobre essa e outras notícias relacionadas à área trabalhista, além de uma seleção de decisões publicadas por Tribunais Superiores, Executivo, Ministério Público do Trabalho e Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho, acesse o Radar Trabalhista nº 436/2025 da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) de 04/08 à 08/08/2025. Confira a galeria com todas as edições do Radar Trabalhista. O tema tem interface com o projeto “Conhecimento, Segurança e Saúde no Trabalho na Indústria da Construção”, da Comissão de Política de Relações Trabalhistas (CPRT) da CBIC, com a correalização do Serviço Social da Indústria (Sesi). Fonte: Agência CBIC
Mudanças no treinamento da NR-18

Veja como ficará o treinamento básico de segurança no período de dezembro/25 e janeiro/26 Comunicação Seconci-DF Informamos que o Treinamento da NR-18 referente ao período de 15 de dezembro de 2025 a 9 de janeiro de 2026 será realizado sempre às segundas, quartas e sextas-feiras, das 13h às 17h. De acordo com a NR-18, todos os empregados devem receber treinamento para garantir a execução de suas atividades com segurança. Para demais esclarecimentos, entre em contato conosco pelo telefone (61) 3399-1888 ramal 247 ou pelo WhatsApp (61) 98241-2224
Domine as regras de conduta para as festas corporativas

Eventos comemoram encerramento de ciclos, conquistas e fortalecem laços, mas exigem — dos estagiários aos chefes — bom comportamento O mês de dezembro é marcado por tradições e festividades. Dentro do ambiente dos negócios, empresas, bancos, faculdades e outras instituições não ficam de fora. Segundo a Catho, plataforma gratuita de emprego, as confraternizações corporativas seguem em alta e voltaram a ocupar defintivamente o calendário das empresas. As clássicas confraternizações de fim de ano são excelentes momentos de integração entre setores, construção de novas relações e diversão — com moderação. Para garantir que o evento seja bem-sucedido, algumas dicas são indispensáveis. Pensando nisso, o Correio reuniu experiências, conselhos e um pouco a respeito do que é a comemoração sob diferentes óticas. Não são todas as empresas que seguem uma espécie de cartilha do que pode ou não ser realizado ao longo do evento. Por isso, a sócia-diretora da 21 Saberes, empresa de consultoria em recursos humanos (RH), Juliana Barbieri, 43 anos, destaca a importância de “usar e abusar” do bom senso nas confraternizações. Ela afirma que algumas instituições investem em manuais de vestimenta, proibições e recomendações, mas aos colaboradores que não recebem a orientação prévia, Juliana recomenda buscar as lideranças e entender o ambiente e o esperado como postura adotada pelo colaborador. De acordo com a Associação Brasileira de Recursos Humanos — Sesccional São Paulo (ABRH- -SP), comportamentos que podem virar problema são: casos de embriaguez excessiva, discussões, postagens inadequadas nas redes sociais, brincadeiras constrangedoras e avanços indesejados. Ainda segundo a ABRH, dependendo da gravidade, atitudes assim podem configurar assédio moral ou sexual, violação do código de ética e até motivo para demissão por justa causa. A diretora da Catho Patricia Suzuki alerta também que o comportamento adotado durante as celebrações pode ter impacto direto na reputação profissional e até nas oportunidades futuras dentro da própria organização. Mas a especialista acredita que as confraternizações podem ser uma excelente oportunidade de networking interno, fortalecendo laços entre colegas de trabalho, além de contribuir para um clima organizacional mais leve. Segundo ela, esses momentos são válidos para mostrar autenticidade e interagir com pessoas de outras áreas que no dia a dia não têm um contato direto. A especialista Mariana Damiati, sócia diretora de cultura organizacional da Crescimentum, empresa especializada em educação corporativa que visa formar lideranças e promover colaboração e autonomia nas organizações, destaca que nesses momentos o clima é de descontração, mas para ela: “O cuidado continua valendo.” Segundo Mariana, é sempre importante lembrar de respeitar os limites, ou seja, aproveitar sem exageros, trabalhar a comunicação respeitosa, vestir-se de forma adequada e saber a hora de ir embora. Ela destaca a importância de atentar-se principalmente ao consumo de bebidas alcoólicas para garantir uma boa experiência a todos, além de boas memórias para o futuro. Juliana Barbieri, especialista em RH, cita a importância de lembrar que comportamentos considerados inadequados em um contexto social, devem ser evitados no ambiente das confraternizações. E cita também com o ditado popular das três coisas que não devem ser conversadas para não gerar intrigas: religião, política e futebol. Rituais Juliana enxerga, ainda, os eventos de fim de ano das empresas como uma espécie de ritual. Segundo ela, pensar nas festividades remete a um processo que gera conexões entre as pessoas do ambiente corporativo, que dia após dia se veem “apagando incêndios”, cumprindo metas e garantindo que prazos sejam cumpridos. As confraternizações, para ela, chegam para retirar os trabalhadores daquele ambiente e levá-los a se conhecerem como pessoas e gerar vínculos que fogem do tradicional “colega de trabalho” Forma de equilíbrio A antiga Eletrobras — agora Axia Energia — uma das maiores geradoras e transmissoras de energia elétrica do Brasil, promove anualmente mais de 200 eventos voltados para o crescimento profissional e integração dos funcionários. Maurício Vasconcelos, 30, gerente de Comunicação Interna na Axia, declara a respeito do impacto das confraternizações na relação de trabalho e na produtividade: “Deve haver um equilíbrio entre os desafios a serem cumpridos e as conquistas.” Para Maurício, essas celebrações são necessárias para comemorar os frutos de muito trabalho e integração entre todos os setores que são essenciais para o sucesso da empresa. Segundo ele, é por meio da colaboração entre funcionários que a empresa pode expandir cada vez mais. Dessa forma, retribuir o esforço realizado ao longo do ano é uma das ações que a instituição pode realizar. Futuras comemorações Para Mari Viana, CEO da Gestão Consciente, organização que busca prestar consultoria para otimizar a gestão de pessoas nas empresas, nos últimos anos ficou evidente que as confraternizações de encerramento anuais deixaram de ser apenas celebrações. Segundo a especialista, elas tornaram-se um espelho da cultura organizacional e um “retrato cru” do nível de maturidade emocional das equipes e das lideranças. Por isso, para ela, o antigo “manual de boas maneiras” não deve mais ser seguido. Ela afirma que o mundo corporativo precisa agora de consciência, autocontrole e inteligência relacional. As festas atuais, em sua percepção, não exigem rigidez, mas sim, consciência. Além disso, a formalidade agora deve ser substituída pela maturidade. Mari conclui: “Não são apenas celebrações, são espelhos. Quem sabe olhar, cresce, mas quem evita, tropeça. E quem exagera, vira pauta em janeiro.” Benefícios Geórgia Grace Bernardes, 50, que atua como gerente-geral no Serviço Social da Indústria da Construção (Seconci-DF), assegura que as confraternizações de fim de ano das empresas afiliadas trabalham, entre diversos aspectos, a questão da responsabilidade social, que é atribuída como um dos pilares da instituição. Para a construção profissional como um todo, Geórgia garante que a motivação dos colaboradores aumenta. O colaborador Sidney Rocha, 40, avalia que a confra da firma serve como uma espécie de descompressão devido à exaustão e demandas do ano. Ele, que atua há cerca de 10 anos à frente da organização dessas comemorações no Seconci-DF, afirma ser essencial para a garantia do sucesso do evento entender os gostos e demandas de cada funcionário. Segundo ele, é nesse momento que se comemora e reconhece o esforço demandado ao longo do ano por todos que atuaram para