Construindo Histórias: alfabetização transforma aprendizado em autonomia para trabalhador da construção civil

Projeto do Seconci-DF mostra, todos os meses, como os serviços da instituição contribuem para transformar histórias e ampliar oportunidades para trabalhadores do setor Ir ao mercado. Escolher um produto. Conferir o preço. Identificar o nome de uma mercadoria. Fazer uma compra sem precisar da ajuda dos filhos. Para muitas pessoas, são tarefas corriqueiras. Para o pedreiro Gilmar da Cunha, cada uma delas representa uma conquista. Aluno do Programa de Alfabetização de Jovens e Adultos do Seconci-DF, Gilmar vem descobrindo, pouco a pouco, a autonomia que o conhecimento pode proporcionar. O que antes dependia da ajuda de outras pessoas começa a fazer parte da sua rotina. “O que eu sei, aprendi na escolinha. Graças a Deus e à professora, que sempre se esforçou e se esforça por nós. Hoje em dia, vou ao mercado sem precisar levar meus filhos. Consigo ver os nomes, os preços e comprar as coisas sozinho”, conta o aluno da sala de aula montada na empresa parceira e apoiadora ao programa do Seconci-DF, Construtora Faenge. De acordo com a professora de alfabetização do Seconci-DF, Cristiane Monteiro, o maior desafio é conciliar o esforço do trabalho nas obras com o ensino e, nesse aspecto, o pedreiro Gilmar é exempleo O Programa de Alfabetização de Jovens e Adultos do Seconci-DF utiliza situações presentes na rotina dos trabalhadores como ponto de partida para o aprendizado. A proposta aproxima o conteúdo da realidade dos alunos e mostra que a leitura e a escrita estão presentes em diferentes momentos da vida. Para Geraldo Henrique Gomes, coordenador pedagógico do Seconci-DF, essa conexão entre o aprendizado e a experiência cotidiana é fundamental para tornar o processo significativo. “O programa de alfabetização de jovens e adultos estimula o trabalhador a aprender por meio da sua vivência diária. O resultado é gratificante e transformador. Ao reconhecer palavras, compreender informações, identificar preços ou preencher documentos, o aluno passa a lidar com situações do cotidiano de uma maneira diferente e enxergando novas possibilidades”, explica o coordenador. Histórias que constroem histórias A trajetória de Gilmar é uma das muitas histórias que fazem parte da atuação do Seconci-DF. O Seconci oferece serviços voltados à saúde, segurança, assistência e desenvolvimento dos trabalhadores da construção civil e de seus familiares. É justamente para dar visibilidade aos resultados dos serviços e atendimentos oferecidos que o Construindo Histórias apresenta, todos os meses, relatos de trabalhadores atendidos pela instituição. São histórias diferentes, mas que têm algo em comum: mostram que o cuidado pode produzir mudanças concretas na vida das pessoas. No caso de Gilmar, cada palavra aprendida representa também um passo em direção à autonomia. E o próximo objetivo já está definido: trabalhar, juntar dinheiro e conquistar a habilitação. Os sonhos renovados, a possibilidade de enxergar a vida com a lente do conhecimento e o apoio às necessidades dos trabalhadores são parte do projeto que o Seconci leva às empresas parceiras e ao setor da construção que entende a importância do investimento no lado social do setor.
Dia Mundial da Alfabetização destaca desafio de levar educação a trabalhadores da construção

Seconci-DF mantém programa que oferece aulas dentro dos canteiros e aproxima o ensino da realidade dos profissionais. Para quem passa o dia no canteiro de obras, voltar à sala de aula pode parecer um desafio distante. Entre o trabalho, o deslocamento e as responsabilidades familiares, retomar os estudos nem sempre encontra espaço na rotina. É justamente para aproximar a educação dessa realidade que o Serviço Social da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Seconci-DF) mantém um projeto de alfabetização e ensino fundamental voltado aos trabalhadores da construção civil. A iniciativa ganha destaque neste 8 de setembro, Dia Mundial da Alfabetização. As aulas são realizadas nos próprios canteiros, uma estratégia que facilita a participação e permite que o processo de aprendizagem esteja conectado ao cotidiano dos alunos. Desde o início da década de 1990, mais de 13,5 mil trabalhadores de empresas parceiras da entidade já passaram pelas classes de alfabetização e pelos segmentos do ensino fundamental. Entre os participantes do projeto está o operador de betoneira Francisco Gilmar Eugênio, que encontrou nas aulas a oportunidade de avançar na escrita e, com isso, retomar um antigo projeto pessoal: obter a carteira de motorista. Antes de participar da iniciativa, ele conta que tinha dificuldade até para escrever o próprio nome. “Eu praticamente não sabia escrever nem o meu próprio nome direito. Depois das aulas, consegui tirar meus documentos e assiná-los. Agora quero continuar estudando para realizar o sonho de conseguir minha CNH”, relata Francisco. Para o coordenador pedagógico do Seconci-DF, Geraldo Henrique Gomes, criar condições para que o trabalhador volte a estudar também significa abrir novas possibilidades para sua trajetória. “Quando a educação chega ao local onde o trabalhador está, uma das principais barreiras para o retorno aos estudos deixa de existir. Nosso objetivo é oferecer uma oportunidade real para que esses profissionais avancem na escolaridade, conquistem mais autonomia e percebam que sempre é tempo de aprender”, afirma. A continuidade do projeto depende também da participação das construtoras, que disponibilizam espaço e apoiam a presença dos colaboradores nas aulas. Dessa forma, o canteiro passa a incorporar uma nova dimensão: além de espaço de trabalho, torna-se também ambiente de formação e desenvolvimento. Uma das empresas que apoiam a iniciativa do Seconci-DF em levar educação para os trabalhadores é a CONBRAL que, desde o início do projeto, manteve a sala de aula em suas obras. Ao longo dos anos, mais de 500 trabalhadores da empresa tiveram acesso à educação nas classes de alfabetização e ensino fundamental dentro do ambiente de trabalho. De acordo com o diretor da empresa, Paulo Muniz, a iniciativa traz benefícios concretos para trabalhadores e empresas. “O programa apresenta alto índice de satisfação entre os colaboradores e contribui para o aumento da produtividade e da permanência na empresa”, comemora. Levantamento da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) aponta que, em 2024, 34% dos trabalhadores entrevistados possuíam o ensino fundamental incompleto e 2% eram analfabetos. Mais do que aprender a ler e escrever, a retomada dos estudos pode ampliar a autonomia em situações corriqueiras, como compreender documentos, preencher informações e lidar com diferentes demandas do dia a dia. Texto: Fernanda Nalon | Profissionais do Texto
Operários da construção civil concluem ciclo de alfabetização e ensino fundamental dentro de canteiro de obras

Formatura de 14 trabalhadores da CONBRAL aconteceu no mês em que é celebrado o Dia do Estudante Agosto, mês em que é celebrado o Dia do Estudante (11/8), ficará marcado na vida de 14 trabalhadores da construção civil. Nesta sexta-feira (21/8), eles participaram da cerimônia de formatura do Programa de Alfabetização do Serviço Social da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Seconci-DF), realizada no canteiro de obras da CONBRAL, no Guará II. A solenidade marcou a conclusão de mais uma etapa de aprendizagem conciliada à rotina profissional. A iniciativa integra o trabalho desenvolvido pelo Seconci-DF para ampliar o acesso à educação entre os profissionais da construção civil. As aulas acontecem dentro dos próprios canteiros, facilitando a participação dos trabalhadores e aproximando o processo de aprendizagem da realidade de quem passa boa parte do dia no ambiente de obras. A escolha de agosto para celebrar a conclusão desse ciclo ganha um significado especial justamente por coincidir com o mês dedicado aos estudantes. Para os trabalhadores da CONBRAL, a data representa a oportunidade de reconhecer o esforço de quem divide o tempo entre as atividades profissionais e a sala de aula e decidiu investir na própria formação. “Concluir os estudos enquanto se concilia uma rotina de trabalho é uma demonstração de determinação e de que nunca é tarde para buscar novos conhecimentos. Só a educação pode transformar o país, pode transformar a alma de cada um. É indiscutível uma análise que é a educação o grande início de qualquer transformação no ser humano. Qualquer tipo de superação passa por um processo educativo”, diz Geórgia Grace, Gerente Geral do SECONCI-DF. Para a CONBRAL, oferecer condições para que os trabalhadores possam estudar durante a jornada de trabalho também faz parte de uma visão de valorização das pessoas que constroem os empreendimentos. “Acreditamos que investir nos nossos colaboradores é tão importante quanto investir na própria obra. Criar condições para que possam estudar, adquirir novos conhecimentos e avançar em sua formação é uma forma de reconhecer o valor de cada profissional.”, afirma Paulo Muniz, diretor da CONBRAL. “Essa formatura representa uma conquista para eles e para toda a nossa empresa. Só a educação pode mudar o país. Que esta conquista para os nossos operários sirva de exemplo para muitos outros colaboradores”, finaliza. Educação que transforma O pedreiro Erasmo Carlos Souza Coelho, de 57 anos, foi um dos trabalhadores que concluiu mais uma etapa dos estudos dentro do canteiro de obras. Ele conta que, no início, teve muita dificuldade, mas que a experiência foi transformadora. “Quando surgiu essa oportunidade de estudar, eu soube aproveitar. Espero continuar com os meus estudos daqui para frente”, conta. Outro trabalhador que também concluiu os estudos foi Pedro Antônio Oliveira Filho, de 51 anos, que trabalha na área da limpeza. Quando iniciou na escola, sua principal dificuldade era com a escrita, mas, com a ajuda das aulas, já conseguiu aperfeiçoar a habilidade. “É muito bom você trabalhar em um lugar que oferece esse tipo de oportunidade. A professora tem muita paciência com a gente e, graças a ela, estou conseguindo superar as dificuldades que eu tinha, que eram principalmente de trocar uma letra por outra”. A professora Vera Lúcia da Silva acompanhou de perto cada etapa do processo de aprendizagem dos trabalhadores e celebrou com eles a conquista. Para ela, o momento da formatura também representa o resultado da dedicação dos alunos, que conciliam as aulas com a rotina de trabalho pesado no canteiro de obras. “Eu estou muito realizada e fico muito feliz por eles, pela vontade que eles têm de aprender, porque não é fácil, principalmente para eles que trabalham pesado. Mesmo com os problemas do dia a dia, eles esquecem de tudo dentro da sala de aula. A gente brinca, a gente se diverte e aprende também”, afirma. Ao longo das aulas, a professora viu de perto a evolução dos alunos, especialmente no aprendizado da leitura e da escrita. Segundo ela, alguns chegaram à escola conhecendo as letras, mas ainda sem conseguir ler, e foram avançando aos poucos, com exercícios e incentivo. “Eles aprenderam muito. Eu percebo que na parte de matemática eles entendem mais rápido, acredito que pelo o dia a dia, de precisar pagar uma conta ou resolver outras coisas”, conta. “O português é um pouco mais devagar, mas muitos deles já melhoraram bastante a leitura e a escrita. É um trabalho diário em que eles vão se superando a cada dia”. Educação nos canteiros de obras De acordo com levantamento da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), 34% dos trabalhadores entrevistados no estudo sobre o perfil da mão de obra da construção civil possuem o Ensino Fundamental incompleto, enquanto 2% são analfabetos. Nesse cenário, levar a educação para dentro do canteiro representa uma alternativa concreta para ampliar a escolaridade e criar novas oportunidades para os profissionais. Desde o início da década de 1990, mais de 13,5 mil trabalhadores de empresas parceiras do Seconci-DF já tiveram acesso às classes de alfabetização e aos segmentos do Ensino Fundamental oferecidos pela entidade. A parceria com as empresas é fundamental para a continuidade do projeto. Ao disponibilizar espaço e incentivar a participação dos colaboradores, as construtoras contribuem para transformar o canteiro em um ambiente que, além de gerar emprego, também estimula desenvolvimento, qualificação e novas perspectivas para os trabalhadores. Texto: Fernanda Nalon/Profissionais do Texto
Seconci-DF lança projeto “Construindo Histórias”

Iniciativa busca destacar trajetórias de trabalhadores da construção civil atendidos nas áreas de atuação do serviço social do setor O Seconci-DF lançou o projeto Construindo Histórias, uma iniciativa que reúne depoimentos de trabalhadores da construção civil atendidos pela instituição e evidencia o impacto das ações desenvolvidas nas áreas de saúde, segurança do trabalho, odontologia, assistência psicossocial e educação. A série mensal apresenta relatos de pessoas que tiveram suas vidas transformadas a partir dos serviços oferecidos pelo Seconci-DF, mostrando que o cuidado com o trabalhador vai além dos atendimentos realizados diariamente. O objetivo é dar visibilidade às histórias de superação, acolhimento e desenvolvimento vivenciadas por quem constrói o Distrito Federal. A gerente geral do Seconci-DF, Geórgia Grace Bernardes, ressalta a importância de dar visibilidade para o trabalhador atendido. De acordo com ela, é uma forma de mostrar o resultado da obra social feita pela instituição que transforma vidas há quase quatro décadas. “Muito além da enorme e evidente importância de publicarmos preciosos depoimentos sobre o valor da missão primordial do Seconci de levar bem-estar em diversas dimensões da vida do trabalhador da construção, o projeto ‘Construindo Histórias’ vai irradiar partilhas inspiradoras e polinizadoras para todas as partes interessadas reconhecerem o potencial transformador que lhe é próprio nesses entrelaçamentos de cuidados, pessoas, vivências e entregas”, explicou Geórgia. O primeiro episódio traz o depoimento do trabalhador Dyêgo dos Santos, paciente atendido pelo serviço psicossocial do Seconci-DF, que compartilha como o apoio recebido pela instituição contribuiu para superar o vício em drogas. “Foi durante uma palestra com a assistente social Roseane. Ela disse que quem tivesse algum problema podia falar com ela e eu falei. Essa foi a decisão mais importante da minha vida e já são sete anos longe das drogas”, conta Dyêgo. Os episódios serão publicados mensalmente nos canais oficiais da instituição, reunindo histórias reais que demonstram, na prática, como os serviços oferecidos pelo Seconci-DF contribuem para a melhoria da qualidade de vida dos trabalhadores, da responsabilidade social e do fortalecimento do setor da construção civil. O primeiro episódio de Construindo Histórias já está disponível e pode ser acessado na página oficial do projeto:https://www.seconci-df.org.br/construindo_historias/ Sidney rocha/Comunicação Seconci-DF
Seconci-DF esteve presente no GDF Mais Perto do Cidadão no Itapoã

Iniciativa da Secretaria de Justiça leva atendimentos para a população e contou duas unidades móveis odontológicas e orientações de saúde bucal José Albuquerque/Comunicação Seconci-DF O Serviço Social da Indústria da Construção do Distrito Federal (Seconci-DF) participou, na sexta (27/03), do programa GDF Mais Perto do Cidadão realizado na Cidade do Itapoã, levando à população atendimentos odontológicos gratuitos e orientações voltadas à promoção da saúde bucal. A iniciativa, coordenada pela Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF), reúne diversos órgãos e parceiros em uma estrutura montada na região administrativa. A proposta é aproximar o poder público da população e ampliar o acesso a direitos básicos. Para isso, a ação conta com parceiros que levam serviços e ampliam o leque de atendimentos, como foi o caso do Seconci-DF. “Os parceiros que integram o time de voluntários são essenciais para ampliar o alcance do GDF Mais Perto do Cidadão, levando serviços, cuidado e dignidade a quem mais precisa. No Itapoã, o Seconci-DF foi um dos parceiros fundamentais para que os serviços chegassem à população. Juntos, transformamos presença em impacto real na vida das pessoas”, reiterou a secretária de Justiça e Cidadania do DF, Marcela Passamani. A atuação do Seconci-DF na área de odontologia reforça a importância da saúde bucal como parte essencial da saúde integral. Cuidados preventivos, como a higiene adequada e o acompanhamento regular, são fundamentais para evitar problemas como cáries, doenças gengivais e infecções que podem impactar diretamente o bem-estar e até a saúde geral do organismo. Mara Lucia, Gerente de Odontologia do Seconci defende a importância da atenção à saúde bucal para pessoas que precisam e aproveitam as oportunidades de ações como esta. “A saúde bucal vai muito além do sorriso. Quando levamos atendimento odontológico para perto da população, ampliamos o acesso à prevenção e ajudamos a evitar problemas que podem se agravar com o tempo. Nosso objetivo é orientar, cuidar e promover mais qualidade de vida para as pessoas”, destaca. Moradores do Itapoã aproveitaram a estrutura para buscar atendimentos e orientações em diferentes áreas, reunindo em um só espaço serviços que impactam diretamente o bem-estar da comunidade. Marcos Silva 54 anos, morador da região, destaca que se surpreendeu com o suporte. “Foi uma oportunidade muito boa porque nem sempre a gente consegue esse tipo de atendimento perto de casa. Aproveitei para cuidar da saúde bucal e ainda recebi orientações importantes. Isso faz muita diferença para a gente que mora aqui”, disse ele. Total de atendimentos: Durante os dois dias de evento, as unidades móveis do Seconci-DF realizaram 59 atendimentos à população do Itapoã.
Secretária de Justiça e Cidadania do DF conhece o Seconci

Marcela Passamani visitou a instituição e conheceu o trabalho social feito pelo setor da construção Comunicação Seconci-DF Na quinta-feira, 29 de janeiro, o Serviço Social da Indústria da Construção do Distrito Federal (Seconci-DF) recebeu a visita da Secretária de Estado de Justiça e Cidadania do DF (SEJUS-DF), Marcela Passamani, para uma agenda institucional. Com o objetivo de estreitar os laços entre o poder público e a instituição, Passamani conheceu a estrutura física e a capacitação técnica-operacional do Seconci-DF e avaliou a possibilidade de aproximar o serviço social da entidade dos serviços já realizados pela SEJUS. A diretoria executiva do Seconci-DF foi representado pelos diretores José Antônio Bueno Magalhães e Gustavo de Faria franco. Para Magalhães, a visita reforça o papel social da instituição e a busca de novas parcerias para aumentar a visibilidade do Seconci e o alcance do serviço social prestado. “A Secretaria de Justiça e Cidadania já é uma parceira nossa e estamos estreitando os laços para levar mais atividades e mais produtos aos nossos associados. Em contrapartida, a SEJUS vai conseguir atender esse nosso público, que é o público deles também”, contou Magalhães. Ele reforçou a importância dessas visitas como forma de divulgar o trabalho social do Seconci-DF e buscar mais alcance e novas parcerias que evidenciem o potencial da instituição. “No fundo, Estado, governo e empresários têm o mesmo público. O que estamos querendo fazer é estreitar os trabalhos e os serviços, mostrar nossa casa e nosso potencial, com tudo o que temos e podemos fazer. Acho que foi uma visita produtiva”, concluiu Magalhães. Para a Secretária Marcela Passamani, a visita ao Seconci-DF reforça a importância de unir esforços para ampliar o alcance das ações da SEJUS. “Queremos construir essa parceria, incluindo o Seconci em nossas iniciativas e, ao mesmo tempo, contando com o apoio da instituição em projetos simbólicos e transformadores, como a realização de um casamento coletivo com trabalhadores do setor da construção civil. É assim, somando forças, que levamos cidadania a quem mais precisa”, disse Marcela. Acompanhando a visita, estiveram também a vice-presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do DF (Sinduscon-DF), Tereza Cristina; a subsecretária de Enfrentamento à Violência Doméstica da SEJUS, Uiara Couto de Mendonça; a gerente-geral do Seconci-DF, Geórgia Grace Bernardes; e os gerentes das áreas técnicas e de atendimento do Seconci-DF: Juliana Moreira de Oliveira, Maurício Carvalho Nieto, Roseane dos Santos, Geraldo Gomes e, representando a Gerência de Odontologia, Karin Campos.