CBIC conhece instalações do Seconci-DF

Visita aconteceu por meio de convite do Seconci Brasil para conhecer de perto o trabalho social realizado para os trabalhadores e empresas do setor Representantes da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) estiveram no Seconci-DF nesta terça-feira, 7 de julho. O convite foi feito pela Associação dos Serviços Sociais (Seconci Brasil) e teve por objetivo conhecer de perto o trabalho desenvolvido junto às empresas e aos trabalhadores da construção no DF e demais estados onde há Seconcis em atividade. A gerente executiva do Seconci Brasil, Denise Noleto, foi quem idealizou a visita, que contou com participação e representantes da área comercial, da Comissão de Políticas de Relações Trabalhistas (CPRT), das áreas de eventos e parcerias, além dos gerentes técnicos das áreas de atendimento do Seconci-DF. A gerente de Segurança do Trabalho do Seconci-DF, Juliana Moreira de Oliveira, foi a responsável pela recepção dos visitantes. “Tivemos a oportunidade de mostrar para os profissionais da CBIC como é o dia o dia do atendimento ao trabalhador e todas as ações que são feitas por nossa entidade. Esta foi uma oportunidade para estreitar ainda mais os laços e parcerias que possam beneficiar o trabalho dos Seconcis. Eles tiveram uma ideia do trabalho realizado no DF e também dos demais Seconcis em atividade pelo país”, contou Juliana. Denise Noleto reforçou a importância da CBIC na relação dos Seconcis com os sindicatos patronais e destacou o papel estratégico dessa parceria para a promoção do trabalho social desenvolvido em benefício dos trabalhadores da construção. “A CBIC sempre foi uma parceira essencial do Seconci Brasil e é muito importante que os profissionais que atuam na instituição conheçam de perto o nosso trabalho e possam contribuir para divulgar e ampliar o alcance de todas as ações que desenvolvemos”, explicou. A gestora da Comissão de Política de Relações Trabalhistas (CPRT/CBIC), Gabriela Serafim, foi uma das representantes da CBIC presentes na visita e ressaltou a importância da experiência para compreender a dimensão do trabalho desenvolvido pelos Seconcis. “Eu já conhecia a relevância e a capacidade de atuação dos Seconcis, mas visitar as instalações e acompanhar de perto o trabalho desenvolvido torna essa dimensão muito mais concreta. É possível perceber o quanto essas entidades agregam valor e são fundamentais para o fortalecimento da indústria da construção. Sem dúvida, os estados que contam com um Seconci oferecem aos trabalhadores um ambiente mais seguro, saudável e com melhores condições para o desenvolvimento de suas atividades”, destacou. Por meio do Seconci Brasil, o Seconci-DF atua como parceiro da CBIC na assessoria de segurança do trabalho e na realização de ações educativas voltadas à área, contribuindo para a promoção de canteiros de obras mais seguros e para a preservação da integridade e da saúde dos trabalhadores do setor. Texto: Sidney Rocha/Comunicação Seconci-DF Presidente da CBIC e do Seconci-DF defende debate setorial sobre redução da jornada de trabalho em audiência no Senado Eduardo Aroeira inicia mandato na presidência da CBIC com foco na segurança jurídica e melhoria do ambiente de negócios da construção
Jogos de azar: prevenção contra o vício

Seconci-DF possui palestras de sensibilização sobre os riscos e as consequências dos jogos online e do vício Nesta sexta-feira, 3 de julho, a assistente social do Seconci-DF, Roseane dos Santos, esteve no auditório da Câmara Federal conversando com os trabalhadores da empresa parceira Tecnicall Engenharia sobre o vício em jogos de azar, com foco nos jogos online. Na ocasião, Roseane comentou sobre a importância da conscientização em relação aos riscos que envolvem esse tipo de prática e também sobre o suporte oferecido pelo Seconci aos trabalhadores que estão nessa situação. O Serviço Psicossocial oferece às empresas parceiras palestras e atendimento gratuito sobre o vício em jogos. “Essa é uma oportunidade de desmistificar e mostrar os perigos e riscos envolvidos quando se trata de jogos de azar. Portanto, nós vamos às empresas, conversamos com os trabalhadores, orientamos os técnicos e encarregados e, quando há necessidade, encaminhamos os trabalhadores para o atendimento individualizado comigo, assistente social, e com a nossa psicóloga”, explica Roseane. Quando são detectados problemas relacionados ao vício, os trabalhadores passam a receber atendimento individualizado na sede do Seconci, no Setor Placa da Mercedes, e na unidade da Asa Norte, na 706/707 Norte. Se houver necessidade, e o atendimento do Seconci não for suficiente para resolver o problema, os profissionais do Serviço Psicossocial da entidade encaminham os trabalhadores para a rede de apoio, como os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS). Para a engenheira de segurança do trabalho da Tecnicall, Priscila Gomes Rodrigues, a parceria com o Seconci-DF é fundamental para orientar e conscientizar os trabalhadores. “Essa campanha já tinha sido feita em outros contratos da empresa e o retorno aqui também foi muito bom. Eles ficaram muito interessados e, no final, vieram saber mais sobre o atendimento e eu só tenho a agradecer porque o objetivo foi cumprido e acho que muitos vão querer procurar o Seconci para o atendimento com o psicossocial”, disse Priscila. As palestras sobre jogos de azar oferecidas pelo Seconci-DF são gratuitas e estão disponíveis para todas empresas que são parceiras da entidade. Para solicitar uma visita das profissionais da área, bem como agendar um atendimento para trabalhadores que já estão enfrentando problemas com esse tipo de vício, basta entrar em contato pelo telefone (61) 3399-1888 R-211 ou pelo whatsapp (61) 98124-3486. Texto: Sidney Rocha | Comunicação Seconci-DF
Mensagem de Páscoa

Nesta Páscoa, celebramos o renascimento da esperança, da fé e do compromisso com o próximo. ✨ Mais do que uma data simbólica, este é um momento de reflexão sobre o cuidado, a solidariedade e a importância de transformar vidas por meio de atitudes concretas. No Seconci-DF, essa missão se renova todos os dias. Por meio do nosso Serviço Social, seguimos promovendo acolhimento, dignidade e bem-estar aos trabalhadores da construção civil e suas famílias. Que o espírito da Páscoa nos inspire a continuar fazendo a diferença, com propósito, sensibilidade e compromisso com um futuro mais humano. Feliz Páscoa! Eduardo Aroeira Almeida Presidente do Seconci-DF
Secretária de Justiça e Cidadania do DF conhece o Seconci

Marcela Passamani visitou a instituição e conheceu o trabalho social feito pelo setor da construção Comunicação Seconci-DF Na quinta-feira, 29 de janeiro, o Serviço Social da Indústria da Construção do Distrito Federal (Seconci-DF) recebeu a visita da Secretária de Estado de Justiça e Cidadania do DF (SEJUS-DF), Marcela Passamani, para uma agenda institucional. Com o objetivo de estreitar os laços entre o poder público e a instituição, Passamani conheceu a estrutura física e a capacitação técnica-operacional do Seconci-DF e avaliou a possibilidade de aproximar o serviço social da entidade dos serviços já realizados pela SEJUS. A diretoria executiva do Seconci-DF foi representado pelos diretores José Antônio Bueno Magalhães e Gustavo de Faria franco. Para Magalhães, a visita reforça o papel social da instituição e a busca de novas parcerias para aumentar a visibilidade do Seconci e o alcance do serviço social prestado. “A Secretaria de Justiça e Cidadania já é uma parceira nossa e estamos estreitando os laços para levar mais atividades e mais produtos aos nossos associados. Em contrapartida, a SEJUS vai conseguir atender esse nosso público, que é o público deles também”, contou Magalhães. Ele reforçou a importância dessas visitas como forma de divulgar o trabalho social do Seconci-DF e buscar mais alcance e novas parcerias que evidenciem o potencial da instituição. “No fundo, Estado, governo e empresários têm o mesmo público. O que estamos querendo fazer é estreitar os trabalhos e os serviços, mostrar nossa casa e nosso potencial, com tudo o que temos e podemos fazer. Acho que foi uma visita produtiva”, concluiu Magalhães. Para a Secretária Marcela Passamani, a visita ao Seconci-DF reforça a importância de unir esforços para ampliar o alcance das ações da SEJUS. “Queremos construir essa parceria, incluindo o Seconci em nossas iniciativas e, ao mesmo tempo, contando com o apoio da instituição em projetos simbólicos e transformadores, como a realização de um casamento coletivo com trabalhadores do setor da construção civil. É assim, somando forças, que levamos cidadania a quem mais precisa”, disse Marcela. Acompanhando a visita, estiveram também a vice-presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do DF (Sinduscon-DF), Tereza Cristina; a subsecretária de Enfrentamento à Violência Doméstica da SEJUS, Uiara Couto de Mendonça; a gerente-geral do Seconci-DF, Geórgia Grace Bernardes; e os gerentes das áreas técnicas e de atendimento do Seconci-DF: Juliana Moreira de Oliveira, Maurício Carvalho Nieto, Roseane dos Santos, Geraldo Gomes e, representando a Gerência de Odontologia, Karin Campos.
Seconci-DF inicia 2026 com treinamento para trabalho em altura

Curso é obrigatório para trabalhadores que exerçam funções consideradas trabalho em altura, onde haja risco de queda Comunicação Seconci-DF Na sexta-feira,16 de janeiro, 20 trabalhadores estiveram na sede da instituição realizando o treinamento para trabalho em altura, de acordo com a Norma Regulamentadora 35, do Ministério do Trabalho e Emprego. Esse treinamento é obrigatório para trabalhadores que exerçam atividades em altura, superior a 2m, com risco de queda e está disponível às empresas parceiras, com carga horária de 8h, divididos em teoria e prática, com todo o suporte necessário. De acordo com o Observatório de Segurança e Saúde no Trabalho, queda de altura representa o maior quantitativo de acidentes que mata ou deixa sequelas nos ambientes de trabalho e o treinamento de NR-35 tem por objetivo reduzir riscos, evitar acidentes e promover ambientes de trabalho mais seguros e trabalhadores mais conscientes. Durante o curso, os participantes recebem orientações sobre identificação e análise de riscos, uso correto de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), sistemas de proteção coletiva e condutas seguras para atividades realizadas em altura. A gerente de segurança do trabalho do Seconci-DF, Juliana Moreira de Oliveira, explica a importância do treinamento para quem atua em atividades que se enquadram como trabalho em altura. “Nosso objetivo com o curso de NR-35 é preparar o trabalhador para atuar em atividades em altura com mais segurança e consciência dos riscos. O treinamento é focado nas atividades que ele realmente executa no canteiro de obras, aproximando a capacitação da realidade do dia a dia. A etapa prática acontece em uma plataforma instalada na sede do Seconci-DF, onde simulamos diferentes situações de trabalho em altura típicas da construção civil”, explica Juliana. A capacitação contribui diretamente para mais segurança no dia a dia e maior confiança na execução das atividades. O pedreiro Wilson Carvalho contou uma experiência que passou e que não deseja para ninguém. “Eu fui passar da periferia para o balacim e acabei caindo e ficando rodando na corda. Fiquei pendurado cerca de 2 minutos”. Ele reforça a importância da capacitação para exercer atividades nessas condições. “O treinamento é muito importante e a gente aprende mais, se atualiza e vê coisas que você não sabia”, finaliza. Por que o treinamento em NR-35 é obrigatório? A NR-35 determina que nenhum trabalho em altura pode ser realizado sem que o trabalhador esteja devidamente capacitado, autorizado e considerado apto clinicamente. O treinamento é obrigatório porque prepara o profissional para: A norma estabelece que o treinamento inicial deve ter carga horária mínima de 8 horas, com conteúdo teórico e prático, e deve ser realizado antes do início das atividades. Além disso, o treinamento deve ser reciclado a cada dois anos, ou sempre que houver mudança de função, retorno de afastamento prolongado ou ocorrência de acidentes relevantes Principais pontos da NR-35 A NR-35 vai além do uso de equipamentos. Ela organiza o trabalho em altura a partir de uma lógica de prevenção, planejamento e controle de riscos. Entre seus principais pontos, destacam-se: Todo trabalho em altura deve ser previamente planejado e passar por uma Análise de Risco (AR), considerando o local, as condições ambientais, os sistemas de ancoragem, os equipamentos utilizados, os riscos adicionais e as situações de emergência. Para atividades não rotineiras, também é obrigatória a emissão da Permissão de Trabalho (PT) Somente trabalhadores capacitados, formalmente autorizados e considerados aptos em avaliação médica podem executar atividades em altura. Essa autorização deve ser registrada e permitir a identificação clara das atividades para as quais o trabalhador está habilitado Quando não for possível eliminar o trabalho em altura, a norma exige a adoção de Sistemas de Proteção Contra Quedas (SPQ), priorizando a proteção coletiva e, quando necessário, a proteção individual. O uso correto de cinturão tipo paraquedista, talabartes com absorvedor de energia, pontos de ancoragem e trava-quedas é fundamental para reduzir a gravidade de uma eventual queda Os equipamentos de proteção devem passar por inspeções iniciais, rotineiras e periódicas, sendo imediatamente retirados de uso quando apresentarem desgaste, defeitos ou deformações. Esse controle é essencial para garantir a confiabilidade dos sistemas de segurança A NR-35 também exige que as empresas tenham procedimentos de emergência e salvamento, com equipes capacitadas, equipamentos adequados e planejamento que reduza o tempo de suspensão do trabalhador após uma queda, evitando agravos à saúde
Trabalhadores da Construção Celebram Conclusão do Curso de Alfabetização do Seconci-DF

Projeto leva educação para os canteiros no Distrito Federal e transforma a vida de quem precisa de uma segunda chance na sala de aula Comunicação Seconci-DF A parceria entre o Serviço Social da Indústria da Construção do DF (Seconci-DF) e a construtora FAENGE encerrou mais um ciclo do projeto de alfabetização para trabalhadores da construção civil, com uma celebração especial realizada diretamente no canteiro de obras. O evento marcou o fim do ano letivo e destacou o impacto da educação no ambiente de trabalho e na vida dos colaboradores. A atividade contou com a presença da gerente geral do Seconci-DF, Geórgia Grace Bernardes, e do presidente da FAENGE, Leonardo Ávila, além de representantes da empresa e do serviço social, reforçando a importância da iniciativa para o desenvolvimento humano e social no setor da construção. Educação no canteiro: parceria que transforma vidas Durante o evento, Geórgia ressaltou como a alfabetização tem sido um diferencial na valorização dos profissionais do setor. “Encerramos aqui o primeiro ciclo de alfabetização no canteiro, um orgulho imenso para o Seconci-DF. A FAENGE realiza um trabalho fantástico ao transformar vidas e promover responsabilidade social na construção civil do Distrito Federal”. As turmas de alfabetização promovidas pelo Seconci-DF atendem trabalhadores diretamente nos canteiros, oferecendo alfabetização, primeiro e segundo segmentos do Ensino Fundamental. Para as empresas, o programa amplia a responsabilidade social, melhora o clima organizacional e contribui para a qualificação profissional. O presidente da FAENGE, Leonardo Ávila, destacou os resultados do programa.“Agradeço ao Seconci-DF pela parceria. Hoje concluímos mais uma etapa com trabalhadores que foram alfabetizados pelos professores do Seconci. É um avanço enorme para os colaboradores e para a empresa” Histórias reais de transformação no trabalho Os depoimentos dos trabalhadores evidenciam o impacto direto da alfabetização em suas rotinas. O meio oficial de pedreiro Adão Domingos dos Reis relata que o curso mudou sua vida. “Foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida. Hoje eu sei assinar um documento, fazer um PIX e andar de ônibus entendendo a sinalização” Seu colega de empresa, Francisco da Silva, ajudante de pedreiro, reforça o sentimento de conquista. “Quando cheguei, eu não sabia ler nem escrever. Hoje já consigo ler um pouco e colocar meu nome nos documentos. Antes dependia dos outros para ir embora; agora faço tudo sozinho”. Como levar a alfabetização para os trabalhadores da sua empresa O Seconci-DF mantém turmas de alfabetização em diversos canteiros de obras e empresas parceiras no DF, contribuindo para a formação básica, valorização profissional e inclusão social. Empresas interessadas em implantar o projeto de alfabetização podem entrar em contato com a coordenação pedagógica: (61) 3399-1888 – Ramal 241
Alfabetização: iniciativa do Seconci-DF leva cidadania e dignidade aos trabalhadores

Projeto existe desde o início da década de 1990 e já atendeu mais de 13,5 mil trabalhadores da construção Comunicação Seconci-DF As turmas de alfabetização do Seconci-DF são uma oportunidade para que as empresas do setor promovam a alfabetização dentro dos ambientes de obra. Nesse sentido, turmas do primeiro segmento de alfabetização, que corresponde ao ensino fundamental, são montadas de acordo com a necessidade de cada obra. Em mais de 30 anos de projeto, a recompensa é vista na transformação de vida e no ganho que todos que passaram ou estão nas salas sentem no dia a dia. Atualmente, a instituição conta com duas turmas ativas e se prepara para inaugurar mais uma sala. De acordo com o coordenador pedagógico do Seconci-DF, Geraldo Henrique Gomes, a alfabetização tem como objetivo devolver a dignidade e a cidadania aos participantes. “O Seconci começou seu projeto de alfabetização na década de 1990. Desde então, já atendemos mais de 13 mil alunos. Ele é realizado dentro do canteiro de obras, aproveitando a estrutura física da empresa, que pode ser o próprio refeitório, e visa resgatar a cidadania do operário da construção”, explicou Geraldo. As empresas que apoiam a alfabetização reconhecem como os trabalhadores que participam têm suas vidas transformadas. A técnica de segurança do trabalho Ana Carolina Batista, da empresa parceira FAENGE, reforça como a mudança é visível para os alunos da escola de alfabetização. “O que eu percebo é que os funcionários que frequentam a sala de aula desenvolveram muito na leitura, na escrita, no modo de falar. Eles já conseguem ler e formar pequenas palavras, além de se expressarem melhor”, contou Ana Carolina. Os trabalhadores que estão nas turmas de alfabetização falam da importância de poderem estudar e das descobertas que o ensino proporciona. Para o ajudante Jorge Galvão, é importante ter a sala de aula, e ele segue aprendendo dia após dia. “Eu lia pouco, agora estou lendo mais ou menos e sigo desenvolvendo mais. A professora é muito educada e muito paciente com a gente”, disse Jorge. Da mesma forma, o meio oficial Adão Domingos conta que não sabia ler nem escrever e, graças à turma de alfabetização na empresa onde trabalha, ele consegue realizar atividades simples do dia a dia. “Eu não sabia nada. Não lia, não escrevia, e hoje, com apoio da empresa e do Seconci, consigo pegar um ônibus”, contou Adão. Para formar uma turma de alfabetização para seus trabalhadores, as empresas do setor da construção podem entrar em contato com o Seconci-DF pelo telefone (61) 3399-1888, ramal 241, ou pelo e-mail coordenacao.apoio@seconci-df.org.br para mais informações.