Errata – Edital de Convocação: Assembleia Geral Extraordinária

O Presidente do SERVIÇO SOCIAL DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL DO DISTRITO FEDERAL – SECONCI-DF, com fundamento no artigo 17, inciso II, alínea “a)”, e no artigo 18, ambos, do Estatuto Social vigente, convoca seus associados na plenitude de seus direitos, ou por intermédio de seus representantes, devidamente documentados na forma prevista no mesmo Estatuto, para participarem da Assembleia Geral Extraordinária, que ocorrerá na sede do SECONCI-DF, no SPLM Conjunto 3, lotes 11, 13 e 15 Placa da Mercedes – Núcleo Bandeirante/DF, no dia 07 de agosto de 2025, às 8h30 em primeira convocação com a presença de 2/3 (dois terços) dos associados ou às 9h em segunda e última convocação, com a presença da maioria absoluta do número de associados contribuintes, cuja pauta versará sobre: EDUARDO AROEIRA ALMEIDAPRESIDENTE Clique aqui para ver o edital assinado.

Seconci-DF reforça a importância da prevenção às hepatites virais

Durante o mês, profissionais de saúde ministrarão palestras nos canteiros de obras das empresas parceiras Comunicação Seconci-DF Durante todo o mês de julho, a campanha Julho Amarelo mobiliza a sociedade para a prevenção, diagnóstico precoce e tratamento das hepatites virais, doenças silenciosas que atacam o fígado e podem evoluir para quadros graves, como cirrose e câncer hepático. O Seconci-DF reforça seu compromisso com a saúde dos trabalhadores da construção civil e destaca que oferece palestras educativas gratuitas sobre o tema às empresas associadas. A ação visa conscientizar os trabalhadores sobre os riscos da doença, além de orientá-los sobre medidas de prevenção e a importância da testagem regular. O gerente médico do Seconci-DF, Maurício Carvalho Nieto, ressalta a importância de levar o tema para os canteiros e como as informações podem ser aliadas na prevenção e no diagnóstico da doença. “Nosso objetivo é conscientizar trabalhadores sobre os riscos, formas de contágio, prevenção e a importância do diagnóstico precoce”, explicou Maurício. Principais informações sobre as hepatites virais: Sintomas mais comuns: Causas e formas de transmissão:As hepatites virais podem ser causadas pelos vírus dos tipos A, B, C, D e E. Prevenção: Tratamento:O tratamento varia de acordo com o tipo de hepatite. Nos casos agudos, pode incluir acompanhamento clínico e suporte medicamentoso. Para hepatites crônicas (como a B e C), há medicamentos antivirais altamente eficazes, disponíveis gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Empresas interessadas em agendar a palestra sobre hepatites virais com o Seconci-DF podem entrar em contato com o setor de Promoção Social e Saúde da entidade. A iniciativa é totalmente gratuita para empresas associadas. O serviço pode ser solicitado pelo telefone (61) 3399-1888 ramal 214 ou pelo e-mail seconci@seconci-df.org.br. Com informações do Ministério da Saúde

Edital de Convocação: Assembleia Geral Extraordinária

O Presidente do SERVIÇO SOCIAL DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL DO DISTRITO FEDERAL – SECONCI-DF, com fundamento no artigo 17, inciso li, alínea “a)”, e no artigo 18, ambos, do Estatuto Social vigente, convoca seus associados na plenitude de seus direitos, ou por intermédio de seus representantes, devidamente documentados na forma prevista no mesmo Estatuto, para participarem da Assembleia Geral Extraordinária, que ocorrerá na sede do SECONCI-DF, no SPLM Conjunto 3, lotes 11, 13 e 15 Placa da Mercedes – Núcleo Bandeirante/DF, no dia 06 de agosto de 2025, às 8h30 em primeira convocação com a presença de 2/3 (dois terços) dos associados ou às 9h em segunda e última convocação, com a presença da maioria absoluta do número de associados contribuintes, cuja pauta versará sobre: Brasília, 03 de julho de 2025. EDUARDO AROEIRA ALMEIDAPRESIDENTE Clique aqui para acessar a AGE assinada.

Brasília sedia Seminário Técnico sobre Gestão de SST

Evento será realizado no auditório do CREA-DF e tem o apoio do Seconci-DF Comunicação Seconci-DF No dia 25 de julho de 2025, O Distrito Federal recebe o Seminário Técnico: Gestão de SST. Evento realizado pelo Instituto Trabalho e Vida, com apoio do Seconci-DF e demais instituições ligadas às áreas prevencionistas e do setor da construção. O evento acontece das 9h às 13h, no auditório do CREA-DF, localizado na SGAS 901, Conjunto D, Asa Sul – Brasília/DF. Com foco na atualização técnica e no fortalecimento das práticas de Segurança e Saúde no Trabalho (SST), o Seminário reunirá profissionais da construção civil, técnicos de segurança, engenheiros, gestores e demais interessados no tema. A programação contará com palestras e debates sobre os principais desafios e estratégias para a gestão eficaz de SST nos canteiros de obras e ambientes industriais. O evento conta com o patrocínio de empresas do setor como Casa Construtor, Plasmódia, Eurobras e Marluvas. Entre os apoiadores estão o CREA-DF, SINTEST-DF, Sinduscon-DF, ABRAEST, Abcic e o Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção de Brasília. O seminário reforça o compromisso do Seconci-DF e parceiros com a promoção da saúde, segurança e bem-estar dos trabalhadores da construção civil no Distrito Federal. A inscrição é gratuita e pode ser feita por meio do site do instituto Trabalho e Vida (link abaixo) e os participantes terão direito à emissão de certificado. Clique aqui e faça sua inscrição!

Seconci participa da posse administrativa da Ademi-DF

Associação será presidida pelo empresário Celestino Fracon, que também integra a diretoria do Seconci-DF Comunicação Seconci-DF O presidente do Seconci-DF, Eduardo Aroeira Almeida, participou da posse administrativa da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi-DF), realizada nesta quarta-feira, 2 de julho. Para o biênio 2025-2027, a Ademi-DF será presidida pelo empresário Celestino Fracon Júnior, da Habitar Engenharia. Celestino também compõe a diretoria do Seconci-DF que atuará à frente do Serviço Social até 2027. Para Eduardo, que já presidiu a Ademi-DF e integra a nova diretoria empossada, um dos objetivos é promover uma maior aproximação entre as duas entidades em busca de melhorias, mais qualidade de vida, saúde e segurança para os trabalhadores do setor. “É uma honra participar da posse do meu amigo Celestino, que foi meu vice-presidente por muito tempo. Ele é muito competente, dinâmico e elevará a Ademi ainda mais. Represento aqui também o Seconci, que cuida da saúde dos nossos trabalhadores, e essa união é fundamental para o desenvolvimento do nosso setor”, afirmou Eduardo. Em seu discurso de posse, o presidente Celestino destacou sua trajetória como empresário e sua atuação em associações e sindicatos ligados ao setor. “Esse é um momento marcante para mim, que coroa uma trajetória de mais de 12 anos de atuação na nossa entidade — um período de amadurecimento profissional e pessoal, de construção de laços sólidos. Nosso desafio será buscar avanços sempre focados no interesse coletivo do setor, no estímulo às melhores práticas, na defesa do acesso à moradia para toda a população, com qualidade construtiva e segurança, e na valorização permanente do imóvel como fator de dignidade e qualidade de vida para as pessoas”, afirmou Celestino. A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, também esteve presente na posse e destacou a importância do apoio de entidades como a Ademi para o desenvolvimento do DF. “Não podemos continuar permitindo a oferta irregular de lotes, como infelizmente ainda tem acontecido. Nosso governo está totalmente comprometido em entregar moradia e lotes para quem realmente precisa, mas de forma organizada, planejada e responsável. Precisamos pensar o Distrito Federal com seriedade, com planejamento urbano que respeite o cidadão. Vamos continuar avançando para criar novos bairros voltados às pessoas que mais necessitam, mas com estrutura, organização e dignidade”, pontuou Celina. Estiveram presentes na posse, representantes de entidades e sindicatos ligados aos setor da construção e demais setores econômicos do DF, além do presidente do BRB, Paulo Henrique Bezerra; do secretário de governo do DF, José Humberto Pires; da secretária da mulher do DF, Giselle Ferreira; do presidente da Câmara Legislativa do DF, deputado distrital Wellington Luiz (MDB-DF), entre outros. Registros: Nina Quintana/Ademi-DF e Mariana Batista/Lavanda Digital

Seconci-DF celebra sucesso da SIPAT 2025

Com programação diversificada e alto engajamento dos trabalhadores, em 2025 o tema do evento foi saúde mental Comunicação Seconci-DF A Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho e Assédio (SIPAT) do Seconci-DF, realizada entre os dias 23 e 27 de junho de 2025, foi marcada por ampla participação dos colaboradores e uma programação rica em conteúdo, promovendo debates importantes, bem-estar e valorização dos trabalhadores da construção civil. Com o tema saúde mental, o evento reforçou a importância do cuidado e de iniciativas que valorizam o bem-estar e a saúde dos colaboradores do Seconci. O evento foi aberto na segunda-feira (23) com a palestra da Delegada Karen Langkammer, da Polícia Civil do DF, que abordou o tema do assédio moral e sexual no ambiente de trabalho. Ao longo da semana, os participantes puderam desfrutar de atividades como o aulão de alongamento laboral com a educadora física Adriana Emerick (SESI-DF), a palestra de primeiros-socorros com a enfermeira Marina Goulart (Confiança Vertical), e um importante debate sobre qualidade de vida no trabalho conduzido pelo analista de RH e psicólogo Saulo Rodrigo (Seconci-DF). O presidente do Seconci-DF, Eduardo Aroeira Almeida, esteve presente no evento e elogiou a organização e a programação preparada pela Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA). “Parabenizo e agradeço aos cipeiros pelo excelente trabalho e pela importância do que realizam.  É essencial que a CIPA funcione de forma ativa porque temos a responsabilidade de ser exemplo. As construtoras olham para o Seconci como uma referência. Essa semana foi preparada com muito cuidado, dedicação e contou com palestrantes de alto nível. A SIPAT é um evento de grande relevância, pois cuida de quem cuida dos nossos trabalhadores”, disse Eduardo. A programação também incluiu momentos de relaxamento e cuidado com a saúde mental, como a sessão de quick massage e uma vivência de mindfulness guiada pelo doutor Tony Teixeira (Seconci-DF). A presidente da Associação Brasiliense de Engenharia de Segurança do Trabalho (ABRAEST), Larissa Barreto, também marcou presença com uma palestra sobre ergonomia e seus impactos na saúde mental, destacando a importância da prevenção de doenças ocupacionais no setor da construção. Na sexta-feira (27), o encerramento da SIPAT contou com um animado quiz sobre os temas da semana, além do tradicional Arraiá Seconci-DF, promovendo integração entre os participantes e encerrando a semana com leveza e celebração. O presidente da CIPA/Seconci-DF, Rodrigo Boscoli, elogiou a participação dos colaboradores e ressaltou que o objetivo foi cumprido com êxito. “O resultado foi muito positivo, com uma participação excelente dos colaboradores. As palestras e dinâmicas foram bem avaliadas, com conteúdo relevantes. Acredito que conseguimos impactar positivamente a vida dos colaborados. Foi excelente, acredito que teremos reflexos no comportamento durante o dia a dia no trabalho”, contou Rodrigo. A SIPAT do Seconci-DF teve apoio do Laboratório SABIN, SESI-DF, gráfica Papel e Cores, gráfica Máxima, hamburgueria Madre Teresa Deli, clínica Fenelon, Planalto Dental produtos odontológicos, Fenelon radiologia.

Entenda os impactos do diabetes na saúde bucal dos pacientes

Atlas de Diabetes da IDF (International Diabetes Federation) mostra que 16,6 milhões de brasileiros, com idades entre 20 a 79 anos, convivem com o diabetes; pacientes precisam ter cuidados especiais com a saúde oral Nesta quinta-feira, 26 de junho, é comemorado o Dia Nacional do Diabetes, data instituída pelo Ministério da Saúde com o objetivo de conscientizar a população de todo país sobre a importância da prevenção e do controle da doença. Quando mal controlado, o diabetes pode acarretar complicações renais, problemas arteriais, amputações, cegueira, infecções por fungos e bactérias e, em casos mais graves, levar à morte. O programa CFO Esclarece alerta que também são fortes os impactos desta patologia na saúde bucal dos pacientes. Por esse motivo, o Sistema Conselhos de Odontologia destaca a importância das orientações sobre a relação do diabetes com a saúde oral. Diabete Mellitus é uma síndrome metabólica de origem múltipla decorrente da falta de insulina e/ou da incapacidade de a insulina exercer adequadamente seus efeitos. A insulina é produzida pelo pâncreas e é responsável pela manutenção do metabolismo da glicose, sendo que a baixa produção desse hormônio resulta no surgimento do diabetes, que caracteriza-se por altas taxas de açúcar no sangue de forma permanente. Por conta da circulação sanguínea prejudicada e de uma resposta imunológica comprometida, associada à menor produção de saliva nos pacientes, o diabetes tem uma grande influência na saúde bucal. As pessoas com a doença se mostram mais propensas a serem acometidas por problemas como gengivite, cárie, infecções, perda óssea e halitose. O Conselho Federal de Odontologia e os 27 Conselhos Regionais de todo país esclarecem que as chances de os problemas aparecerem aumentam principalmente se o diabetes não estiver controlado. “Os pacientes com diabetes devem respeitar o tratamento e manter uma boa rotina de cuidados de saúde em geral, o que inclui visitas periódicas aos consultórios odontológicos. O cirurgião-dentista poderá diagnosticar e tratar, de forma precoce, os problemas bucais dos pacientes diabéticos, garantindo que possam gozar de uma boa saúde bucal permanentemente. O importante é não deixar que as condições se agravem. A prevenção é o melhor caminho para uma saúde oral de qualidade”, destaca o Vice-Presidente do CFO, Nazareno Ávila. Problemas bucais em pacientes diabéticos A Cirurgiã-Dentista e Mestre em Estomatologia, Fabiana Quaglio, ressalta que as oscilações da glicemia no organismo do paciente diabético podem acarretar diversos impactos negativos na saúde bucal, incluindo quadros graves que podem levar à perda dentária. Muitas dessas condições são motivadas pela menor produção de saliva, associada à baixa imunidade dos pacientes diabéticos, que aumenta a possibilidade de surgimento da cândida oral e outras infecções. “A xerostomia é a diminuição da quantidade de saliva produzida pelas glândulas salivares na mucosa oral, levando o paciente à sensação de boca seca. Esse fator decorrente do diabetes juntamente com a má higiene oral, leva ao aumento e proliferação bacteriana e fúngica na cavidade oral. Nesse contexto, aumenta-se a probabilidade de surgimento da candidíase oral. Além disso, a gengivite causada pela má higiene oral pode evoluir para a periodontite, que é uma grave infecção da gengiva e que, sem tratamento adequado, pode levar a perda dos dentes”, esclarece Fabiana Quaglio, que é Coordenadora Científica da Associação Brasileira de Cirurgiões Dentistas (ABCD) e Membro da Comissão da Mulher do Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CROSP). As infecções fúngicas causam manchas brancas ou avermelhadas na boca, sendo que as lesões podem surgir em áreas como língua, lábios, bochechas e gengivas.  Ainda em razão da diminuição de saliva e do consequente aumento da proliferação bacteriana e fúngica na boca, pode haver maior formação de tártaro e placa bacteriana e assim uma probabilidade aumentada para a formação de cáries. O paciente diabético também pode enfrentar a halitose, que ocorre quando o hálito é caracterizado pelo odor cetônico, um cheiro característico de acetona. Neuropatia Periférica Diabética As pessoas com diabetes também podem ser acometidas pela Neuropatia Periférica Diabética, a NPD. Os principais sintomas orais são xerostomia, hipossalivação e Síndrome da Ardência Bucal (SBA), ou em inglês, Burning Mouth Syndrome. A doença pode provocar, como o nome já sugere, uma sensação de ardência ou queimação na mucosa oral “como se o paciente tivesse comido pimenta”, afetando a capacidade de percepção de sabores e impactando de maneira significativa a alimentação e a qualidade de vida. “Essa síndrome manifesta-se sem alterações visíveis. O paciente sente ‘pequenos choques na língua’ ou na mucosa oral e para regular essa sensação é necessário controlar o diabetes e realizar um tratamento multidisciplinar”, explica Fabiana Quaglio. A Odontologia no diagnóstico e tratamento de doenças associadas Para prevenir e minimizar os possíveis impactos do diabetes na saúde bucal, o paciente deve manter o controle dos níveis adequados de glicose no sangue, consultar regularmente a equipe médica que o acompanha no tratamento, seguir uma rotina criteriosa de alimentação saudável e higiene oral e, ainda, consultar o seu cirurgião-dentista regularmente. Embora não atue diretamente no tratamento do diabetes, o profissional faz o diagnóstico e tratamento das complicações e manifestações decorrentes da doença na cavidade bucal. “Os atendimentos em saúde bucal não vão ajudar diretamente a controlar a glicemia, mas contribuem para a saúde geral do paciente, uma vez que podem colocar fim a processos inflamatórios ou infecciosos na boca. A glicemia do paciente vai ser controlada com o adequado tratamento e acompanhamento médico, que pode ser feito por terapias medicamentosas e, especialmente, com qualidade de vida, bons hábitos alimentares e uma rotina de exercícios físicos”, esclarece a cirurgiã-dentista Fabiana Quaglio. O cirurgião-dentista também pode contribuir no diagnóstico da doença, uma vez que grande parte dos pacientes diabéticos desconhecem o próprio quadro clínico. O mais recente Atlas de Diabetes da IDF (International Diabetes Federation), divulgado em 2025, apontou que 11,1% da população mundial, ou seja, 1 em cada 9 pessoas adultas em todo o globo vive com diabetes, sendo que 4 em cada 10 desconhecem sua condição. “Ao identificar quadros clínicos recorrentes e comumente provocados pelo diabetes, o cirurgião-dentista poderá encaminhar o paciente ao atendimento especializado, de forma que o diagnóstico possa ser

Seconci-DF e MPT renovam parceria

Em visita realizada na segunda, 23 de junho, as duas instituições assinaram termo para realização de programas ocupacionais do MPT Comunicação Seconci-DF O Seconci-DF recebeu, na tarde da segunda-feira, 23 de junho, a procuradora-chefe do Ministério Público do Trabalho no Distrito Federal e Territórios (MPTDFT), Paula de Ávila e Silva Porto Nunes, para a assinatura de um novo termo de cooperação técnica entre as duas instituições. Com isso, o Seconci-DF realizará os programas ocupacionais do Ministério, contribuindo diretamente para a promoção da saúde e segurança no ambiente laboral. Durante a visita, a procuradora foi recepcionada pelo presidente do Seconci-DF, Eduardo Aroeira Almeida, e por representantes das entidades fundadoras da instituição — o Sindicato da Indústria da Construção Civil do DF (Sinduscon-DF) e o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário de Brasília (Sticombe), além de representantes da diretoria, do Seconci Brasil e da equipe gerencial. Na ocasião, Paula de Ávila destacou o valor do trabalho do Seconci-DF. “O MPT no Distrito Federal tem uma atuação muito tranquila, sempre com um olhar voltado para o cumprimento da legislação e garantia dos direitos do trabalhador. E o empresariado precisa, cada vez mais, ter essa boa intenção com seus colaboradores. O Seconci tem um forte apelo social. Fazer cidadania é algo muito bonito, e o trabalho desenvolvido aqui é realmente admirável. O MPT está à disposição para contribuir ainda mais com essa missão”, afirmou. O presidente do Seconci-DF, Eduardo Aroeira Almeida, reforçou o compromisso da entidade com o bem-estar dos trabalhadores. “Um dos nossos maiores desafios é mostrar o Seconci e os nossos diferenciais. Convencer as empresas da importância de investir em saúde, segurança e bem-estar no ambiente de trabalho. Temos inúmeros projetos em andamento e com o apoio, inclusive do MPT, seguimos trabalhando com tanta dedicação e sempre buscando melhorias”, disse Eduardo. Raimundo Salvador, presidente do Sticombe, lembrou que a missão do Seconci nasce da união entre empresários e trabalhadores da construção civil. “Sou um entusiasta e defensor ferrenho do Seconci. Lembro quando surgiu a ideia de buscar o MPT para melhorar a vida dos trabalhadores da construção civil. E tudo que conseguimos é uma conquista que nos orgulha”, declarou. José Antonio Bueno Magalhães, vice-presidente do Sinduscon-DF, reforçou a relevância da iniciativa: “Nosso objetivo é mostrar às empresas que o Seconci não é custo, é investimento. Atuamos com recursos escassos, mas com eficiência e compromisso. Quando as empresas compreendem isso, conseguimos alcançar ainda mais trabalhadores e transformar realidades”, ressaltou. Por fim, o vice-presidente do Seconci-DF, Luiz Fernando S. de Azambuja, ressaltou como o reconhecimento do MPT e demais entidades públicas faz com que o trabalho social chegue ainda mais longe. “Temos planos e objetivos e tudo isso depende de fazer com o Seconci seja mais reconhecido e tenha mais alcance. Ter esse apoio e reconhecimento vindo do MPT é fundamental para nossa instituição”, disse Azambuja.

HIV: EUA aprovam 1ª injeção semestral que impede contaminação pelo vírus; entenda

Com apenas duas aplicações ao ano, medicamento proporciona uma redução de quase 100% no risco de infecção A Food and Drug Administration (FDA), agência reguladora de medicamentos dos Estados Unidos, aprovou nesta semana o medicamento lenacapavir, vendido sob o nome comercial de Yeztugo, pela farmacêutica Gilead Sciences, como um esquema de profilaxia pré-exposição ao HIV (PrEP), ou seja, para prevenir uma infecção pelo vírus. O remédio é considerado inovador por ser injetável e demandar apenas duas aplicações ao ano para garantir uma eficácia de quase 100%. Hoje, o esquema de PrEP disponível, inclusive no Sistema Único de Saúde (SUS) desde 2017, envolve comprimidos orais que precisam ser tomados diariamente. Eles também reduzem o risco de uma infecção a quase zero, porém o fato de ser um tratamento diário é um entrave para a adesão. O lenacapavir recebeu o sinal verde nos EUA para adultos e adolescentes com o único requisito de pesarem pelo menos 35 kg. Daniel O’Day, presidente e diretor Executivo da Gilead Sciences, descreveu a aprovação como “um dia histórico na luta de décadas contra o HIV” e disse que o medicamento “oferece uma oportunidade muito real de ajudar a acabar com a epidemia”. O professor de Doenças Infecciosas da Universidade Emory e co-diretor do Centro de Pesquisa para Aids da instituição, nos EUA, Carlos del Rio, afirmou que o lenacapavir pode ser uma “poderosa ferramenta” para “aumentar a adesão e a persistência da PrEP”. “Uma injeção duas vezes por ano poderia resolver muito bem as principais barreiras, como a adesão e o estigma que os indivíduos em regimes de dosagem de PrEP mais frequentes, especialmente a PrEP oral diária, podem enfrentar. Também sabemos que, em pesquisas, muitas pessoas que precisam ou querem a PrEP preferem uma dosagem menos frequente”, complementou, em nota. Grupos que trabalham com HIV e Aids celebraram o aval ao medicamento. Winnie Byanyima, diretora executiva do Programa Conjunto das Nações Unidas para HIV/AIDS (Unaids) e subsecretária-geral da ONU, disse se tratar de “um momento de grande avanço” fruto de um investimento de décadas. A organização internacional de prevenção ao HIV AVAC lembrou que a prestigiosa revista científica Science nomeou o lenacapavir como “descoberta do ano” em 2024, quando os primeiros dados de eficácia começaram a ser publicados. Mitchell Warren, diretor executivo da AVAC, disse que o remédio tem de fato “o potencial para transformar a resposta ao HIV”. O lenacapavir já era vendido, mas com o nome comercial de Sunlenca e aprovado apenas para o tratamento de casos de HIV multirresistentes, não como estratégia de prevenção para pessoas não infectadas. Porém, devido aos desafios na PrEP oral, pesquisadores têm buscado alternativas de profilaxias injetáveis de longa duração e decidiram testar o medicamento. Até então, o mais avançado a oferecer uma prevenção duradoura era o cabotegravir, da GSK, que precisa ser aplicado a cada dois meses. Ele chegou a ser aprovado pela Anvisa em junho do ano passado, mas o elevado preço é um desafio para o acesso. Agora, o lenacapavir surge como uma estratégia promissora por promover a alta eficácia, mas com somente uma aplicação a cada semestre. Eficácia de quase 100% Um primeiro estudo clínico com o lenacapavir, chamado de Purpose-1, analisou o tratamento entre 5,3 mil mulheres cisgênero (que se identificam com o gênero atribuído a elas ao nascerem) na África do Sul e na Uganda. Nenhuma das que receberam o medicamento foram infectadas durante cerca de dois anos, enquanto 55 diagnósticos foram observados nos grupos que usaram a PrEP oral. A eficácia das injeções foi considerada de 100%. Outro estudo mais diverso, o Purpose-2, englobou 3,3 mil participantes de diferentes gêneros, como homens cis e pessoas trans, e de diferentes etnias em 88 centros de pesquisa no Peru, Brasil, Argentina, México, África do Sul, Tailândia e Estados Unidos. No final do estudo, apenas dois casos de HIV foram identificados entre os que receberam o lenacapavir, e 9 entre os que tomavam PrEP oral. Comparando com a incidência do HIV em uma amostra separada de 4,6 pessoas da população geral, que não receberam os medicamentos, os resultados mostraram uma eficácia de 96% associada às injeções semestrais. Além disso, confirmou que a estratégia é mais eficaz que os comprimidos. Ambos os trabalhos foram publicados na revista científica New England Journal of Medicine (NEJM). Um dos problemas, no entanto, é o preço. Em outubro, a Gilead anunciou acordos com seis fabricantes para produzir e vender versões genéricas do medicamento em 120 países de alta incidência de HIV e com recursos limitados, principalmente os de média e baixa renda. A comercialização só poderá ser feita após aval das agências reguladoras nos locais. O Brasil ficou de fora. O anúncio veio depois que organizações como a Unaids se posicionaram pedindo que a farmacêutica garantisse o amplo acesso ao medicamento devido a seu potencial inovador. O lenacapavir é protegido por patente e custa cerca de US$ 40 mil por ano para cada paciente, o equivalente a cerca de R$ 220 mil na cotação atual. Porém, segundo uma publicação na The Lancet HIV, uma versão genérica poderia custar apenas de $35 a $46, até cerca de R$ 253. Para Winnie Byanyima, da Unaids, o lenacapavir “pode ser a ferramenta de que precisamos para controlar as novas infecções, mas somente se tiver um preço acessível e for disponibilizado a todos que possam se beneficiar”. “Se esse medicamento revolucionário continuar inacessível, ele não mudará nada. Peço à Gilead que faça a coisa certa. Reduza o preço, expanda a produção e garanta que o mundo tenha uma chance de acabar com a Aids”, continuou. Mitchell Warren, da AVAC, também frisou que “o progresso científico só importa se a inovação realmente chegar às pessoas” e defendeu que a aprovação nos EUA seja acompanhada por uma implementação “ousada, estratégica, eficaz e equitativa”. “Caso contrário, o mundo corre o risco de desperdiçar essa oportunidade com a PrEP, como já aconteceu com outras opções nos últimos 12 anos”, continuou. Por que injeção não é vacina? Embora o remédio seja uma injeção para prevenir uma doença infecciosa,

Cuidados com a saúde bucal após os 50 anos

A saúde bucal merece atenção especial após os 50 anos, fase em que problemas como gengivite, retração gengival e perda dentária se tornam mais frequentes. Com o passar do tempo, alterações naturais no organismo e o acúmulo de hábitos inadequados podem comprometer a integridade dos dentes e das gengivas. Manter uma rotina de cuidados diários é fundamental para preservar o sorriso e o bem-estar. A higienização correta é a base da prevenção. Escovar os dentes ao menos três vezes ao dia com escova macia e creme dental com flúor, além do uso diário do fio dental, ajuda a remover resíduos e evitar a formação de placa bacteriana. Visitas regulares ao dentista são essenciais para a identificação precoce de problemas e realização de limpezas profissionais. Além dos efeitos locais, a saúde bucal está diretamente ligada à saúde geral. Inflamações na boca podem agravar quadros de doenças crônicas, como diabetes e problemas cardiovasculares. Por isso, manter gengivas saudáveis e dentes em bom estado não é apenas uma questão estética, mas uma medida de proteção ao corpo como um todo. Cuidar da boca também contribui para a autoestima e a qualidade de vida. A prevenção de dores, infecções e dificuldades para mastigar garante mais conforto no dia a dia e confiança para sorrir. Com pequenos cuidados, é possível envelhecer com saúde e preservar a funcionalidade da boca por muitos anos. Fonte: Portal DCM