4 de outubro: Dia do Médico do trabalho e o cuidado com a saúde na construção

Os profissionais de Medicina do Trabalho são fundamentais para atestar se os contratados pelas empresas têm aptidão para desempenhar suas funções nos canteiros de obras Assessoria de Comunicação Social do Seconci-DF A medicina do trabalho é o campo médico responsável por atestar a saúde dos trabalhadores e tem função primordial na capacitação para desempenho das funções. São as consultas e exames ocupacionais que determinam se os contratados por uma empresa estarão aptos para desempenharem suas atividades dentro dos canteiros de obras. Esse trabalho é formulado e entregue às empresas por meio do Atestado de Saúde Ocupacional (ASO). O documento está estabelecido pela Norma Regulamentadora 7 – Programa de Condições e Meio Ambiente e Saúde Ocupacional (PCMSO). “A medicina ocupacional é responsável pelo bem-estar físico e mental do trabalhador. Atuando na prevenção e assistência em seu ambiente de trabalho”, conta Maurício Nieto, gerente médico do Seconci-DF. No Seconci-DF, além das consultas, a medicina do trabalho é responsável pela realização de diversos exames ocupacionais que são solicitados pelo profissional de medicina ocupacional. Esses exames darão respaldo para que, ao começar suas atividades ou mudarem de funções, os trabalhadores tenham garantida sua integridade física. “Oferecemos atendimento em saúde e segurança do trabalho, elaborando o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) para que o trabalhador tenha um ambiente de trabalho seguro e saudável”, fala Maurício. Além disso, a medicina do trabalho realiza consultas ocupacionais, assistenciais, bem como os exames complementares para que o trabalho seja realizado de maneira segura. Para Maurício, a função de medico do trabalho não foi uma escolha, foi um chamado. “Evitar o adoecimento das pessoas ao invés de realizar o tratamento de uma doença já instalada é o desejo de qualquer médico. Como médico do trabalho consigo atuar na prevenção, orientação e tomar ações a fim de evitar o adoecimento ou agravamento de doenças já existentes, isso é extremamente gratificante”, finaliza Maurício.

ENSE 2023 no Seconci-Rio: troca de experiências para transformar a Construção Civil

Nos dias 28 e 29 de setembro, a sede do Seconci-Rio foi palco do Encontro Nacional dos Seconcis – ENSE 2023, reunindo gestores e profissionais dos Seconcis regionais para discutir e compartilhar boas práticas, nas áreas administrativa, estratégica e técnica. Iniciando os trabalhos, o superintendente do Seconci-Rio, Lysio Séllos, ressaltou a importância do evento para moldar um padrão de excelência entre os Seconcis regionais. Na sequência, destacou os projetos que estão sendo desenvolvidos no Rio, anunciando a realização do ambulatório do sono, que será dedicado à orientação sobre a importância de se dormir bem, e do núcleo de atendimento à mulher, que complementam o compromisso de sustentabilidade social assumido pela entidade. A novidade deste ano ficou por conta da participação dos profissionais que fazem assistência social nos Seconcis, justamente para reforçar o viés social da entidade e sua importância. Assim, durante os dois dias do evento, foram compartilhadas as iniciativas nesta área, como o grupo de apoio na dependência química do Seconci-SP e o atendimento psicossocial do Seconci-DF. O Seconci Goiás lançou o programa “Construindo o Bem”, destinando recursos para auxiliar trabalhadores em situação de vulnerabilidade social. Por sua vez, o Seconci Manaus enfatizou sua contribuição para o desenvolvimento sustentável, com o estímulo ao uso de canecas, em substituição aos copos descartáveis, e também o lado social, com a realização de casamentos coletivos. Já o Seconci-Rio mostrou seus projetos em saúde e segurança, além de programas de qualificação profissional e de apoio às comunidades locais. A programação do ENSE também incluiu uma palestra com o consultor Gustavo Nicolai, que não só alertou sobre a crescente incidência de problemas de saúde mental, destacando a importância de ações para enfrentar esse desafio, como falou sobre a mudança na legislação de ergonomia, mostrando as novas orientações e caminhos para identificar riscos ergonômicos na indústria da construção. O evento também incluiu reuniões técnicas, com destaque para a importância do intercâmbio de projetos entre os profissionais da assistência social. Diferentes grupos abordaram temas relacionados à odontologia, segurança, administração, saúde e medicina assistencial, visando aprimorar o trabalho dos Seconcis em todo o país.  “Esse intercâmbio de ideias e soluções na área técnica é importante para o nivelamento do conhecimento e para o debate sobre aspectos pertinentes às atualizações de legislação que, desta vez, teve foco no PGR. Precisamos equalizar os procedimentos entre os Seconcis”, destacou Andréia Kaucher, supervisora do departamento de Segurança do Trabalho do Seconci-MG. A presença feminina na construção foi outro tema em destaque, com a participação da presidente da Comissão de Responsabilidade Social da CBIC, Ana Cláudia Gomes, que apresentou o projeto “Elas Constroem”, que capacita mulheres para cargos de liderança.  Fechando o evento, o presidente do Seconci Brasil, Antonio Carlos Salgueiro, agradeceu a hospitalidade carioca, destacou a crescente presença feminina na construção e frisou que o ENSE é uma troca de experiências valiosa para que cada regional do Seconci se atualize quanto a boas práticas.  Com uma variedade de debates relevantes, o evento provou ser uma plataforma valiosa para destacar a responsabilidade social no setor da construção e aperfeiçoar os projetos desenvolvidos pelos Seconcis, sempre em prol da qualidade de vida dos trabalhadores e suas famílias. Um evento bem carioca Além da parte técnica, a descontração também fez parte da programação do evento. Com o Rio de Janeiro sendo o anfitrião, os participantes foram brindados com o tradicional mate da praia e com o grupo de chorinho Papagaio Sabido, que ficou encarregado do fundo musical durante os almoços, que tiveram no cardápio feijoada e churrasco. No último dia, teve samba e as despedidas para o ENSE 2024, que foi anunciado para ser em Manaus.

Mudanças na NR-18 é tema do primeiro debate da Semana CANPAT Construção

A Semana CANPAT Construção 2023 teve início nesta segunda-feira (2) com um painel de destaque que abordou as principais mudanças e avanços na Norma Regulamentadora 18 (NR-18) e as interfaces com a NR-1 e a NR-5. Neste debate, especialistas e profissionais discutiram as transformações significativas que essa norma trouxe para o ambiente de trabalho, bem como sua relação com a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA). Iniciando o debate, Mauro Muller, auditor fiscal do Trabalho, destacou a relevância da CIPA e falou sobre o papel que a Comissão desempenha. “Ela é fundamental na implementação das diretrizes da NR-18, pois seus objetivos incluem promover a segurança e saúde no trabalho, prevenir acidentes e doenças ocupacionais e fomentar a conscientização dos trabalhadores”, afirmou. Ele explicou ainda que a comissão atua como um elo direto entre a empresa e os colaboradores, sendo essencial para garantir o cumprimento das normas e a melhoria contínua das condições laborais. “Quanto mais o trabalhador estiver seguro e saudável, maior será a produtividade”, finalizou Muller. Ana Cristina Fechine, especialista em política e indústria na Confederação Nacional da Indústria (CNI), enfatizou os objetivos e aplicações da NR-18, afirmando que a norma visa estabelecer diretrizes específicas para a construção buscando garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores do setor. “As principais mudanças incluem a atualização de normas de segurança em altura, medidas de prevenção de quedas e o aprimoramento das diretrizes para a gestão de resíduos sólidos”, destacou. Ana Cristina explicou ainda as principais mudanças na NR-18, observando que “a norma agora exige uma análise mais detalhada dos riscos ocupacionais, a implementação de medidas de segurança desde o projeto até a execução da obra e a capacitação contínua dos trabalhadores”. “Isso reflete o compromisso do nosso setor industrial em proporcionar um ambiente de trabalho seguro e saudável”, disse. Além disso, Ana Cristina Fechine destacou as interfaces da NR-18 com a NR-1 e a NR-5, afirmando que a integração dessas normas é fundamental para uma abordagem holística de segurança no trabalho. “A NR-1 estabelece diretrizes gerais de segurança nas empresas, enquanto a NR-5 trata especificamente das CIPAs. A interação entre essas normas garante a eficácia das ações de prevenção de acidentes e doenças ocupacionais”, finalizou. Dernival Neto, especialista em desenvolvimento industrial do SESI, complementou a discussão ao falar sobre a interface com a NR-1, ressaltando que a NR-18 deve ser vista como parte integrante da cultura de segurança das empresas. “Sua aplicação efetiva requer um compromisso contínuo da alta administração em promover um ambiente de trabalho seguro, o que está alinhado com os princípios da NR-1”, pontuou. Um dos pontos abordados por Neto foi o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) que irá substituir o Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria de Construção (PCMAT). O PGR deverá ser implementado nos canteiros de obras, contemplando os riscos ocupacionais e suas respectivas medidas de prevenção. “Além disso, ele precisa ser elaborado por um profissional legalmente habilitado em segurança do trabalho”, destacou Neto. A Campanha Nacional de Prevenção de Acidentes na Construção (CANPAT Construção), de iniciativa da CBIC, desde 2017 combina esforços com os principais atores da Segurança e Saúde no Trabalho: o Serviço Social da Indústria (SESI), os Serviços Sociais da Indústria da Construção (Seconcis) e a Inspeção do Trabalho (SIT). Os painéis da Semana CANPAT Construção 2023 vão até o dia 5 de outubro e devem reunir os principais protagonistas de Saúde e Segurança no Trabalho (SST), como a CBIC, o SESI, o Seconci-Brasil e a Fiscalização do Trabalho. Se quiser rever o debate basta acessar:  https://www.youtube.com/watch?v=7ShcANWETY4 O tema tem interface com o projeto “Segurança e Saúde no Trabalho e Relações Trabalhistas na Indústria da Construção”, da Comissão de Política de Relações Trabalhistas (CPRT) da CBIC, com a correalização do Serviço Social da Indústria (Sesi). Fonte: Agência CBIC

Prêmio CBIC de Responsabilidade Social está com inscrições abertas

Em sua 16ª edição, o Prêmio CBIC de Responsabilidade Social está com as inscrições abertas. Promovida pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), a iniciativa visa reconhecer e divulgar as boas práticas desenvolvidas pelo setor. De acordo com a presidente da Comissão de Responsabilidade Social da entidade, Ana Cláudia Gomes, a Premiação é uma forma de disseminar a cultura da responsabilidade social e estimular projetos na área, reconhecendo os esforços conjuntos do setor na busca por uma sociedade com melhor qualidade de vida. “O Prêmio CBIC é a maior iniciativa de reconhecimento na área da responsabilidade social da indústria da construção no país. É uma ação da CBIC para dar projeção nacional para quem constrói um futuro melhor”, disse. As inscrições do Prêmio CBIC de Responsabilidade Social 2023 – Troféu Paulo Safady Simão podem ser feitas até o dia 27 de outubro no site https://www.cbic.org.br/premioresponsabilidadesocial/ Quais são as categorias de premiação? III. Cadeia Produtiva: práticas, ações ou projetos de Responsabilidade Social desenvolvidos por empresas filiadas às entidades que compõem o Movimento Construção É Mais; O Prêmio é uma realização da Comissão de Responsabilidade Social da CBIC, com a correalização do SESI Nacional. A iniciativa interface com o projeto “Responsabilidade Social na Indústria da Construção”, da Comissão de Responsabilidade Social (CRS/CBIC), com a correalização do Serviço Social da Indústria (Sesi Nacional). Fonte: Agência CBIC

Outubro Rosa: detecção precoce do câncer de mama aumenta chances de cura

Saiba onde fazer os exames de rastreamento no serviço público de saúde do DF. Unidades básicas são a porta de entrada Receber o diagnóstico do câncer de mama pode ser muito assustador, mas a chance de cura é de mais de 90% quando detectado precocemente. Por isso, anualmente a campanha Outubro Rosa reforça às mulheres a importância de estar atenta a sinais, fazer sempre o autoexame e buscar os exames de rastreamento. Na rede pública de saúde do Distrito Federal, as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) são portas abertas e a entrada para acessar os serviços. “A mamografia é o único exame que reduz em torno de 25% a mortalidade por câncer de mama, por isso, a gente sempre ressalta o quão importante é que as mulheres o realizem periodicamente. A recomendação é que, a partir dos 50 anos, elas façam o exame anualmente”, ressalta a Referência Técnica Distrital (RTD) em mastologia, o médico Flávio Lúcio Vasconcelos. Já as pacientes que possuem um risco aumentado de câncer de mama, por terem histórico familiar da doença, devem começar o rastreamento mais cedo, aos 35 anos. Na UBS, a paciente passa por avaliação e, havendo a indicação, é encaminhada para a realização da mamografia na rede, por meio do sistema de regulação. Depois, com o resultado do exame em mãos, ela deve retornar à UBS para que a equipe de saúde avalie. Caso haja alguma alteração, a paciente é direcionada para atendimento com mastologista, que pode solicitar outros exames, como a ultrassonografia mamária ou a biópsia. Se identificado o câncer de mama, a paciente pode realizar o tratamento oncológico – radioterapia, quimioterapia e/ou cirurgia – nos locais especializados da rede pública. No Distrito Federal, as pacientes contam com 11 mamógrafos localizados no Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib), no Hospital de Base, no Hospital Universitário de Brasília (HUB), no Centro Especializado em Saúde da Mulher (Cesmu) e nos hospitais regionais da Asa Norte (Hran), de Santa Maria (HRSM), de Samambaia (HRSam), do Gama (HRG), de Ceilândia (HRC), de Taguatinga (HRT) e de Sobradinho (HRS). Vencendo o câncer Há 10 anos, em 2013, Maria das Neves Pereira, hoje com 61 anos, descobria a existência de dois nódulos nos seios por meio de uma mamografia de rotina. A biópsia detectou que um deles era maligno. Com a descoberta da doença em estágio inicial, ela iniciou o tratamento precoce na rede pública de saúde do DF. As intervenções incluíram cirurgia para retirar parte do seio e sessões de quimioterapia e radioterapia. “Todas as mulheres precisam ir ao médico regularmente e fazer a mamografia. Não tenha medo dos resultados dos exames, porque, quanto mais cedo você descobrir, mais chances tem de sobreviver”, incentiva. Hoje, Maria faz o curso de extensão Educador Político Social em Gerontologia na Universidade de Brasília (UnB). É importante lembrar que o câncer de mama não pode ser completamente prevenido, embora seja possível diminuir os fatores de risco. Por isso, é importante que as mulheres façam a mamografia periodicamente, percebam alterações nas mamas e mantenham hábitos de vida saudáveis. Redução da fila de mamografia no DF Em 2023, o Instituto Nacional de Câncer (Inca) estima que serão registrados mais de 73 mil casos de câncer de mama no Brasil, o que representa uma taxa de incidência de 41,89 casos por 100 mil mulheres. No DF, a estimativa é de 1.030 casos em 2023, ou seja, uma taxa de 49,76 por 100 mil mulheres. Para reduzir a incidência do câncer de mama no território, a Secretaria de Saúde do DF (SES-DF) implementou, em maio deste ano, um plano para reduzir a fila de espera da mamografia. As estratégias surtiram efeito e, em apenas alguns meses, a fila de espera foi reduzida em mais de 80%. De abril a junho, a capacidade mensal de exames passou de 2.384 para 6.078. No início de setembro, a lista de espera para mamografia, que antes era de 14 mil mulheres, estava com 2.800 pacientes. A nova estratégia empregada pela pasta otimizou o uso dos 11 mamógrafos da rede e, assim, o tempo de espera para a realização do exame caiu para menos da metade. Antes, as pacientes precisavam esperar entre nove meses e um ano para serem chamadas, agora, aguardam por, no máximo, quatro meses. “É um direito legal das pacientes terem acesso à mamografia, por isso, a redução da fila foi muito importante para garantir o acesso das mulheres ao exame de forma rápida, possibilitando a detecção precoce dos tumores”, reforça Flávio Lúcio Vasconcelos, RTD de mastologia. Fonte: Secretaria de Saúde do DF

Anexo de Escadas da NR 35 que dispensa uso de EPIs em trabalhos em altura gera questionamentos

Por Redação/Revista Proteção O Anexo III (Escadas) da NR 35 (Trabalho em Altura) têm gerado polêmica entre os prevencionistas e especialistas em segurança do trabalho. Isto porque de acordo com o subitem 4.1.3 do anexo, está prevista a dispensa da análise de risco e do sistema de proteção individual contra queda quando da utilização de escada como meio de acesso para alturas de até 5 metros, desde que não sejam identificados riscos adicionais de queda. O mesmo anexo ainda diz, no subitem 4.2.2, que quando dispensada a análise de risco, em conformidade com o item 4.1.3, serão também dispensadas a capacitação e a autorização para trabalho em altura, previstas no capítulo 35.4 da NR-35, devendo ser transmitida ao trabalhador apenas instrução básica de segurança de uso da escada de uso individual. DISCUSSÃO Para o especialista em NR 35 – Trabalho em Altura, Marcos Amazonas, essa alteração significa um retrocesso desde a implantação da norma, em 2012. “Além de se estar solto a 5 metros, o texto isenta a análise de risco, pedindo apenas uma avaliação prévia; isenta a capacitação, isenta praticamente toda a NR- 35. Infelizmente a cultura de prevenção da pequena e média organização busca por brechas e não podemos garantir que algo assim aconteça”, afirma Amazonas. Na visão dele, com esta orientação, não haverá responsabilização clara em caso de acidente já que para delimitar a autorização de se “estar solto” a 5 metros terá sido feita avaliação prévia sem necessidade de registro. Ele também acrescenta na postagem que fez em seu linkedin, que “não se pode esquecer que o brasileiro adora interpretar do seu jeito e que a proteção acima dos 2metros poderá virar acima dos 5metros. E que, portanto, abaixo de 5m não precisa mais de capacitação ou análise de risco, nem mesmo de autorização”, alerta. Em recente entrevista à Revista Proteção, o engenheiro civil e de Segurança Gianfranco Pampalon comentou a respeito dos dois subitens do Anexo de Escadas e ressaltou que se trata de uma exceção e, portanto, passíveis de muito cuidado. Segundo Pampalon, que também é auditor fiscal do Trabalho aposentado, a polêmica em torno do item que exclui a análise de risco é real. No entanto, afirma, ele não poderá ser aplicado na imensa maioria dos casos e cenários existentes nas empresas, pois é uma exceção. CTPP O assunto tem sido criticado e amplamente discutido no meio prevencionista, motivo pelo qual, a CTPP (Comissão Tripartite Paritária Permanente) incluiu na pauta da sua reunião que acontece nesta semana, no Ministério do Trabalho em Brasília, a possibilidade de exclusão dos subitens 4.1.3 e 4.2.2 do Anexo 3 (escadas) da NR 35. A nova norma foi publicada em dezembro de 2022 com vigência desde julho último. Veja mais sobre a pauta da reunião em https://www.protecao.com.br/geral/18a-reuniao-da-ctpp-acontece-hoje-e-traz-debates-sobre-ajustes-e-atualizacoes-de-nrs/

Governo abre consulta pública para aprimorar plano para taxonomia sustentável

A Subsecretaria de Desenvolvimento Econômico Sustentável, do Ministério da Fazenda (MF), abriu Consulta Pública para o aprimoramento do Plano de Ação para Taxonomia Sustentável. O objetivo é orientar investimentos públicos e, principalmente, privados sobre ativos e projetos que podem ser classificados como sustentáveis – seja na área ambiental, social ou de governança (ESG). Tendo em vista o desafio da crise climática, o governo federal almeja uma nova trajetória de crescimento e de desenvolvimento atualizada e inovadora, para a qual o Ministério da Fazenda apresenta o Plano de Transformação Ecológica. Entende-se por transformação ecológica a mudança de paradigma cultural, político e econômico da organização social da produção baseada no bioma, em prol de relações sustentáveis com o território e a natureza, gerando melhor qualidade de vida para suas populações. O Plano de Transformação Ecológica tem como princípios: E se estrutura em nos eixos: finanças sustentáveis; adensamento tecnológico; bioeconomia; transição energética; economia circular; e nova infraestrutura. O desenvolvimento de uma taxonomia brasileira tem por finalidade responder aos principais desafios ambientais e sociais do país, levando em conta seus compromissos, objetivos e planos prioritários. (Agência CBIC | Com informações da Foco – Relações Governamentais)

Seconci-DF participa da Facilitação Direcional

Evento reuniu colaboradores, prestadores de serviço e entidades da construção para falar sobre a atuação da empresa e parcerias Assessoria de Comunicação Social do Seconci-DF Na manhã da última sexta-feira, 29 de setembro, o Seconci-DF marcou presença no evento Facilitação Direcional realizado no auditório do Sinduscon-DF. Com a presença dos colaboradores e prestadores de serviço, o evento serviu para estreitar os laços e fazer um panorama da atuação da construtora no Distrito Federal. O Seconci-DF participou da facilitação e foi representado pelo coordenador financeiro e de relacionamento, Mauricio Menezes. Em sua fala, Maurício reforçou a importância do apoio das construtoras, principalmente da Direcional, na promoção da saúde e da segurança no setor. “Tivemos a oportunidade de mostrar nossa instituição, com a apresentação de Slide e vídeo institucional, para nós foi um momento único para contatar e conhecer novas empresas do ramo da construção civil e promover nosso trabalho social”, disse Maurício. O coordenador administrativo da Direcional Engenharia, Rodrigo Sanchez, disse que esse é o primeiro de muitos encontros que acontecerão para aproximar a empresa dos fornecedores e parceiros. “Entendemos que é crucial fortalecer o relacionamento com nossos fornecedores. Por isso estamos orgulhosamente lançando aqui nosso programa de relacionamento”, disse. A Direcional Engenharia conta hoje com mais de 8 mil colaboradores, sendo mais de 1.400 só no Distrito Federal. São mais de 42 de mercado com presença em 13 estados e no DF, estando presente em mais de 50 cidades no Brasil. Só no Distrito Federal, são 16 obras em andamento. “Nosso objetivo é promover a integração dos nossos parceiros. A Direcional trabalha para realizar e construir sonhos e isso só é possível quando contamos com apoio e parceria de todos que estão conosco ao longo dos anos”, Ismar Fernandez, gerente geral de obras da Direcional Engenharia. Além do Seconci-DF, participaram do evento, o Sindicato da Indústria da Construção (Sinduscon-DF), o Sindicato dos Trabalhadores (Sticombe), o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), seguro PASI, entre outras empresas e convidados.

Bombeiros militares recebem treinamento sobre SST

Cerca de 30 profissionais participaram da palestra que teve como objetivo a capacitação dos profissionais sobre questões relacionadas às políticas de prevenção e de acidentes de trabalho Assessoria de Comunicação Social do Seconci-DF Os engenheiros de segurança do trabalho do Seconci-DF, Gerson de Alcântara e Rodrigo Boscoli, estiveram no Centro de Estudos de Política, Estratégia e Doutrina do Corpo de Bombeiros Militares do Distrito Federal (CBMDF) na quinta-feira, 28 de setembro, para ministrar palestra sobre segurança e saúde do trabalho (SST). A iniciativa partiu do CBMDF e foi acatada pelo Seconci-DF como forma de levar informações sobre segurança, além de auxiliar os bombeiros com questões relacionadas ao tema. De acordo com o engenheiro Rodrigo Boscoli, a ideia foi apresentar os riscos e perigos existentes em obras e como os profissionais dos bombeiros podem ser aliados na prevenção para que acidentes não aconteçam.  “O treinamento tinha como objetivo orientar os militares do CBMDF como fiscalizar obras e manutenções. O intuito da solicitação foi que passássemos, de forma sucinta, os itens básicos do gerenciamento que na construção civil são necessários no que tange a saúde e segurança do trabalho”, disse Rodrigo. O engenheiro Gerson de Alcântara ressaltou que esta foi uma oportunidade de falar sobre prevenção, normas e uma gestão de SST assertiva. “A implementação de gestão de segurança do trabalho vai muito além de cumprir as exigências das Normas, ela contribui na mudança de cultura, obedecendo os critérios estabelecidos pela legislação, com embasamento técnico sempre visando a prevenção de acidentes do trabalho”, explicou Gerson de Alcântara, engenheiro de segurança do Seconci-DF. Os responsáveis pelo pedido foram o major Eduardo Kin Lie e o sargento Sérgio Augusto de Souza Santos. Ele disse que participação dos profissionais do Seconci-DF foi fundamental para apresentar aos militares as diversas ocorrências e fragilidades que ocorrem nas obras do Distrito Federal e como evitá-las. “O treinamento para os colaboradores é a melhor ferramenta de prevenção de acidentes em uma empresa. Dessa forma, é possível compreender os procedimentos necessários para a execução correta e segurança do seu trabalho, sempre visando à proteção e integridade dos trabalhadores”, disse Sérgio. O sargento Sérgio Augusto ressaltou ainda a importância de ter profissionais prevencionistas falando sobre o tema e atualizando os bombeiros sobre as mudanças recentes na legislação de SST. “Os palestrantes trouxeram as atualizações que as normas tiveram nos últimos anos e agregaram conhecimento com relação à documentação a ser gerada e itens a serem exigidos, visando sempre o bem do profissional e resguardando a instituição de problemas futuros”, finalizou.

ENSE 2023: Seconci-Rio será o anfitrião do evento

O Encontro Nacional dos Seconcis (ENSE), evento anual promovido pela Associação de Serviços Sociais da Construção (Seconci Brasil), acontecerá nos dias 28 e 29 de setembro, e o Seconci-Rio será o anfitrião do evento. O ENSE reúne representantes dos Seconcis em atividade no país, proporcionando um ambiente para a troca de experiências e o debate sobre pautas fundamentais para o setor, com foco na prestação de serviços aos trabalhadores e empresas da construção. Além das discussões técnicas, o evento deste ano debaterá o papel dos Seconcis como agentes de responsabilidade social das empresas junto aos seus trabalhadores, com a participação de representantes das regionais de São Paulo, Distrito Federal, Paraná, Manaus e Rio, com moderação do superintendente da regional carioca, Lysio Séllos. Outra pauta terá como palestrante o consultor em SST, Gustavo Nicolai, que apresentará o resultado do estudo de Avaliação Ergonômica Preliminar (AEP), realizado em 2022, em parceria com os Seconcis. Além desta, será debatida a atuação dos Seconcis na promoção de saúde e segurança do trabalho no setor da construção. O ENSE 2023 também vai ser palco da Assembleia Geral para eleição da nova Diretoria do Seconci Brasil, para o período 2023-2025. O evento é um marco no calendário do setor da construção, reunindo informações, ideias e atualizações para impulsionar a atuação dos Seconcis em todo o país. A cidade do Rio de Janeiro será o epicentro dessas discussões, contribuindo para o aprimoramento contínuo dos serviços oferecidos pela entidade. Fonte: Seconci-RIO