Alimentação saudável evita doenças como hipertensão e diabetes

Comida saudável e cuidados simples como evitar frituras e processados ajudam na saúde e evitam doenças Assessoria de Comunicação Social do Seconci-DF Manter uma alimentação saudável e práticas que vão desde educação física, evitar tabagismo, excesso de álcool ou alimentos processados são formas de garantir a saúde do corpo e da mente. Além disso, alinhar esses cuidados à uma alimentação saudável com frutas, legumes, proteínas e evitando excesso de carboidratos são ferramentas importantes para que o corpo permaneça saudável e longe de doenças como hipertensão e diabetes. De acordo com o médico do Seconci-DF, Tony Teixeira, nas últimas décadas, o processo de globalização, assim como o aumento no ritmo do trabalho, tem feito o brasileiro consumir alimentos de péssima qualidade nutricional como fast foods. “Isso gerou uma transição epidemiológica evidenciada na pandemia das doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), tais como pressão alta, diabetes e obesidade. Uma alimentação saudável e equilibrada pode induzir promover a saúde e prevenir o desenvolvimento de DCNT”, conta ele. Tony reforça a importância de uma alimentação equilibrada e da necessidade de uma rotina de hábitos saudáveis. “A base de um bom controle dessas condições está em uma tríade. Em primeiro lugar, oferecer informações nutricionais mínimas como a redução no consumo de sal, carne vermelha, embutidos, enlatados e carboidratos (pães, macarrão, açúcar, farináceos, entre outros), por exemplo. Além do mais, a prática de exercícios físicos aeróbicos”, pontua Tony DIA MUNDIAL DA ALIMENTAÇÃO: foi criado em 1981, marcando também o surgimento da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) para trazer uma reflexão sobre a importância dos alimentos e fazer um apelo para garantir a segurança alimentar e nutricional em todo o mundo. PROGRAMA DE HIPERTENSÃO E DIABETES (PHD): está em funcionamento desde maio de 2022 e promove a saúde dos trabalhadores da construção civil do Distrito Federal por meio do acompanhamento das doenças com equipe médica, realização de exames e triagem nos canteiros de obras. Confira o vídeo do lançamento do PHD aqui. Quer participar do Programa, agende uma consulta aqui.
Motivos que podem causar mau hálito

O mau hálito é um problema muito comum e afeta várias pessoas. Sua causa pode variar e a boa notícia é que o tratamento e cura é simples e acessível Uma boa higiene bucal é fundamental para evitar diversos problemas que estão diretamente relacionados a saúde, além de prevenir outras doenças nos seres humanos. Um dos problemas que acarreta uma higiene bucal deficitária é a falta de atenção aos problemas dentais, a falta de regularidade em procurar um dentista e cuidados simples como escovação diária, uso de fio dental e escovação da língua. Entre os problemas decorrentes de uma má higienização bucal está o mau hálito. Ele é consequência da falta de atitudes simples como escovação diária, tabagismo e utilização de alguns alimentos que contêm substâncias que provocam reações químicas no estomago provocando o mau cheiro. “É muito importante a visita ao dentista regularmente, pois cáries quando não tratadas ou que afetem o dente e sua raiz também podem gerar halitose. É preciso se atentar quando há espaço entre os dentes que possam reter alimentos e outros problemas como gengivite e periodontite porque, além do mau hálito, provocam dor e bastante incômodo aos pacientes”, conta a gerente de odontologia do Seconci-DF, Mára Lúcia Campos. Não ter cuidado com a higiene é deixar na boca diversos resíduos de tudo que se ingere ao longo do dia. Nesse caso, é inevitável que o mau cheiro prevaleça. Isso, aliado a problemas de saúde, pode causar não só halitose como desencadear mais problemas de saúde ao longo da vida. No Seconci-DF, o cuidado com a saúde bucal dos trabalhadores é constante e o atendimento em várias especialidades está disponível a todos que atuam no setor da construção das empresas parceiras. O atendimento odontológico oferecido pelo Seconci-DF é gratuito e pode ser solicitado pelo próprio trabalhador, com aval da empresa. “Nosso atendimento é realizado na sede, nas unidades móveis e no Sindicato dos Trabalhadores (Sticombe), na Asa Norte. Trabalhamos para que todos tenham acesso aos serviços e aos cuidados que garantam uma higiene bucal digna com cuidados e tratamentos em várias especialidades odontológicas”, finaliza Mára. Como prevenir o mau hálito: Ficou alguma dúvida? Entre em contato com a odontologia do Seconci-DF pelo telefone (61) 3399-1888 ramal 261 ou pelo nosso site www.seconci-df.org.br
Tem mulher no canteiro de obra

Setor observa crescimento gradual da presença feminina ao longo de décadas, mas desigualdade salarial entre gêneros permanece alta A construção civil é um setor predominantemente masculino. Entre os profissionais registrados no Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), 80,5% são homens e apenas 19,5% mulheres. Mas esse cenário vem mudando. Somente em 2021, o número de mulheres trabalhando na construção cresceu 16% em relação ao ano anterior, impulsionado pela retomada do setor na economia nacional, segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego. Naquele ano, a pasta registrou mais de 500 mil mulheres ocupando cargos em escritórios de engenharia, indústrias e canteiro de obras. A tendência de maior contratação de mulheres na área, porém, é histórica. “Há algum tempo existe um movimento de aumentar a participação das mulheres na nossa indústria. Esse movimento não é algo grande e impactante, mas é devagar e gradativo. Houve momentos de boom, em que pela evasão e dificuldade de contratação de mão de obra, as empresas buscavam mulheres, mas depois desses booms o mercado continuou fazendo isso numa escala menor”, argumenta Ana Cláudia Pontes, vice-presidente de responsabilidade social da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). Para Gabriela Teodoro, engenheira de 28 anos que coordena uma equipe em uma grande construtora do Distrito Federal, “Mais do que apenas representar uma luta contra estereótipos de gênero, essa mudança traz consigo uma série de benefícios para a indústria.” Ela acredita que equipes diversificadas produzem melhores resultados porque pessoas com diferentes histórias de vida, experiências e perspectivas trazem abordagens distintas para solucionar problemas, o que, na construção civil, se traduz em soluções mais criativas, eficientes e inovadoras para desafios de engenharia e design. Na visão de sua colega Adriana Fialho, 46 anos, as mulheres demonstram características de liderança e organização que alavancam novos patamares de qualidade no serviço. “Mulheres são mais detalhistas, se atentando a diversos itens que normalmente são despercebidos pelos homens”, conta a engenheira e arquiteta. “Desta forma, os projetos são melhor compatibilizados sendo resolvidos antecipadamente, diminuindo retrabalho.” Desigualdade Apesar dos avanços, ainda existem obstáculos — muitas mulheres enfrentam preconceito, assédio e falta de oportunidades para crescimento dentro do setor. Adriana Fialho percorreu uma longa estrada até se estabelecer na profissão. “A voz da mulher não é tão evidente quanto a voz masculina, era muito preconceito envolvido.” Ela afirma que mulheres precisam provar sua capacidade para conquistar seu espaço, enquanto profissionais homens, apenas por serem homens, têm sua posição garantida. “A gente sempre precisa se capacitar mais, obter mais conhecimentos técnicos e demonstrar maiores resultados. Mas, mesmo assim, ainda persiste a desigualdade salarial e a falta de postos de trabalho disponíveis para as mulheres”, lamenta. Uma pesquisa realizada pelo Banco Nacional de Empregos (BNE) concluiu que o cargo de engenheiro civil possui uma desigualdade salarial de 38,6% entre gêneros, taxa ainda maior que a média nacional de discrepância salarial entre homens e mulheres apontada pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio do IBGE em 2021, que é de 20,5%. Ainda segundo o IBGE, 15,1% dos homens brasileiros possuem ensino superior, enquanto entre as mulheres, o índice é de 19,4% entre a população economicamente ativa. Ou seja, mulheres precisam estudar mais tempo para receberem menores salários. Gabriela Galvão, 38 anos, já atuou como arquiteta e engenheira foi nos canteiros de obra onde sentiu o peso de ser mulher num ambiente dominado pelos homens. “Eu recebi comentários de mau gosto, é o tipo de coisa que a gente se sente desconfortável, sabe? Ter que se preocupar com as roupas, com os comentários machistas que sempre surgem”, lamenta. Além desses desafios, as profissionais da área relatam dificuldades comuns a todas as mulheres no mercado de trabalho, como a falta de modelos femininos em posições de liderança e o desafio de equilibrar demandas de trabalho com as responsabilidades familiares. Há anos promovendo a pauta da equidade no setor da construção, Ana Cláudia Pontes observa que o mercado tem forçado empresas a implementarem políticas de inclusão. “Há um movimento de mudança, desde os financiadores, passando pelo consumidor e até a força de trabalho que torna essa transformação urgente. As empresas não vão conseguir mais fazer uma venda sem enxergar essas agendas”, afirma. Formação Um dos motivos para o aumento da presença feminina na construção civil é a entrada de mais mulheres em cursos técnicos e universitários. Iniciativas como o Programa Mulheres Construindo Autonomia na Construção Civil, criado em 2012 pelo governo federal e que formava mulheres de baixa renda para a inserção nesse mercado de trabalho, entre outras, foram responsáveis pelo crescimento histórico. “Ao longo dos anos, várias organizações sociais passaram a fazer ações de qualificação profissional para preparar mulheres para a construção civil e também uma série de parcerias com as entidades patronais para empregar essas mulheres depois”, explica Ana Pontes, vice-presidente da CBIC. Segundo dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), entre 2010 e 2021, o número de alunas que concluíram cursos nas áreas de exatas aumentou 96%, saindo de 37.005 para 72.791. A professora universitária Tatiane Rodrigues, 40 anos, testemunhou a mudança do perfil dos estudantes do curso de engenharia civil acontecendo em tempo real. “Até 2020, eu via um crescimento constante no número de mulheres nas minhas turmas, mas, de três anos para cá, por algum motivo, o quantitativo de alunas diminuiu. De toda forma, observo meninas cada vez mais empoderadas, seguras e conscientes de que podem ser o que quiserem, inclusive engenheiras”, comemora. Ela conta que entendeu, logo no início da vida universitária, que o apoio de outras mulheres é fundamental para sobrevivência em um mercado hostil. “Eu e as outras meninas formávamos grupos de estudos e trabalhos que sempre se destacaram nas atividades acadêmicas pelo comprometimento e qualidade das entregas. Tivemos atuação feminina na presidência do Centro Acadêmico, na fundação da empresa júnior, em projetos de iniciação científica e importantes campos de estágio”, relembra Tatiane. “Vejo que na época praticamos a sororidade de forma muito natural e espontânea.” Também docente na área da engenharia, Ivonne Alejandra Gutierrez, 37 anos,
Últimas semanas! Inscreva-se para o Prêmio CBIC de Responsabilidade Social

Últimas semanas para realizar as inscrições para a 16ª edição do Prêmio CBIC de Responsabilidade Social, promovido pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). A iniciativa tem como objetivo reconhecer e divulgar as boas ações desenvolvidas pela construção civil. As inscrições do Prêmio CBIC de Responsabilidade Social 2023 – Troféu Paulo Safady Simão podem ser feitas até o dia 27 de outubro. Clique aqui e inscreva-se! Confira abaixo as categorias: III. Cadeia Produtiva: práticas, ações ou projetos de Responsabilidade Social desenvolvidos por empresas filiadas às entidades que compõem o Movimento Construção É Mais; A iniciativa tem interface com o projeto “Responsabilidade Social na Indústria da Construção”, da Comissão de Responsabilidade Social (CRS/CBIC), com a correalização do Serviço Social da Indústria (Sesi Nacional). Fonte: Agência CBIC
Jogos Sesi-DF 2023 estão com inscrições abertas

[Atualização em 10/10, às 16h05: as inscrições foram prorrogadas até 16 de outubro. O prazo anterior era 9 de outubro.] Até 16 de outubro, indústrias do Distrito Federal e do Entorno e empresas públicas e órgãos do governo do DF podem inscrever trabalhadores gratuitamente para os Jogos Sesi-DF 2023. A iniciativa do Serviço Social da Indústria do DF (Sesi-DF) busca fomentar a promoção da saúde por meio do esporte e estimular a prática regular de atividade física. A competição ocorrerá em três fins de semana consecutivos — nos dias 21, 22, 28 e 29 de outubro e 4 e 5 de novembro —, nas unidades do Sesi-DF de Sobradinho e de Taguatinga. Haverá disputas em modalidades coletivas e individuais: futebol de campo, futebol society, futebol society master, futsal, natação, vôlei de areia 4×4 e vôlei de quadra. Poderão participar trabalhadores formalmente registrados maiores de 18 anos, desde que não sejam atletas profissionais federados. Os três primeiros colocados de cada modalidade receberão troféus e medalhas. Como se inscreverA inscrição deve ser feita pela contratante, que precisa solicitar por e-mail (jogos.sesidf@sistemafibra.org.br) os documentos que deverão ser preenchidos e devolvê-los no mesmo endereço de e-mail. A ficha de inscrição tem de estar completa e com o carimbo da instituição. Para cada trabalhador inscrito, a contratante deve apresentar original e cópia da carteira de trabalho (página do contrato vigente com a empresa) ou de documento funcional em que conste a matrícula (no caso de servidores públicos), cópia do RG ou da Carteira Nacional de Habilitação e questionário de aptidão física preenchido e assinado pelo trabalhador. Além disso, termo de autorização de exposição de marca assinado por representante da instituição e termo de autorização de uso de imagem, nome e voz assinado pelos competidores. Cada atleta só poderá participar de uma modalidade coletiva e uma individual. Aqueles que tiverem duplo vínculo empregatício deverão optar por qual das empresas competirão. Em caso de dúvidas, os interessados podem entrar em contato com a Central de Inscrições pelo telefone (61) 3355-9546, de segunda a sexta-feira, das 8 às 17 horas. Clique aqui para ler o regulamento da competição. Texto: Samira Pádua Foto: Moacir Evangelista/Sesi-DF – 10.9.22 Assessoria de Comunicação do Sesi-DF
Outubro Rosa na construção no Distrito Federal

Mês de outubro terá várias ações em canteiros de obras reforçando o cuidado com a saúde da mulher e a prevenção contra o câncer de mama O mês de outubro se tornou oficialmente o mês de prevenção ao Câncer de Mama. Isso acontece com a campanha Outubro Rosa Mês de Prevenção à doença que teve início nos Estados Unidos, no início da década de 90. O resto é história. De acordo com o Instituto do Câncer (INCA), no Distrito Federal, são estimados 1.030 casos da doença em 2023 e isso reforça a importância da prevenção. O Seconci-DF, em parceria com as empresas e demais entidades do setor, promove neste mês palestras e circuitos de bem-estar em vários canteiros de obras como forma de prevenir e alertar as mulheres da construção sobre a doença. “Essa campanha é muito importante para as empresas trabalharem a prevenção com as trabalhadoras. Isso requer cuidado e atenção. Se você está doente, você não trabalha, não produz, e nosso objetivo é justamente fazer o alerta com as trabalhadoras dos canteiros”, explica a técnica de enfermagem do Seconci-DF, Elen Cristina. Oficialmente, a campanha teve início na segunda, 9 de outubro, num canteiro de obras em Taguatinga com a presença de 30 mulheres. A técnica de segurança do trabalho do local agradeceu a presença de todos e ressaltou como o assunto precisa ser abordado para conscientização. “A palestra foi maravilhosa. O assunto é muito delicado e foi abordado de maneira muito sensível e por alguém que já viveu a doença. Isso torna o trabalho do Seconci ainda mais preciso e necessário como forma de prevenção para nós, mulheres”, falou Elisângela Rodrigues, técnica de segurança do trabalho da Península Residencial. Além das palestras, o Serviço Social da Indústria (SESI-DF) disponibilizou alguns serviços para as trabalhadoras com oferecimento de exames de aferição de pressão, glicemia, além do autoexame nas mamas. “Nesse mês nós estamos com o circuito do bem-estar nas obras em parceria com o Seconci levando informação e atendimentos de saúde, além de cuidados sobre a mama para as trabalhadoras da construção”, conta a enfermeira do SESI-DF, Karoliny Bento. Até o final de outubro, cerca de 300 trabalhadoras da construção serão alcançadas pela ação do Seconci-DF com foco na prevenção do câncer de mama e nos cuidados com a saúde da mulher. SUPERAÇÃO Passar por um tratamento de câncer não é fácil. Quem teve que enfrentar a doença fala como a prevenção e o cuidado com a saúde é fundamental e possibilita o aumento de chances de que o tratamento seja menos doloroso e invasivo. A técnica de enfermagem do Seconci-DF, Elen Teixeira, enfrentou o câncer de mama em plena pandemia do COVID-19 e hoje, curada da doença, conta como a vontade de viver e a detecção precoce contribuíram para o sucesso do seu tratamento. “Em 2019, eu descobri que estava com câncer e fiz o tratamento durante a pandemia. A médica me disse que minhas chances de cura eram grandes porque eu fui diagnosticada precocemente”, conta.
Lacen-DF faz acompanhamento terapêutico de precisão para pacientes oncológicos

Serviço aprimora a dosagem dos remédios para usuários em tratamentos complexos, reduzindo efeitos colaterais Pacientes em tratamentos complexos, como a quimioterapia em combate ao câncer, contam com um serviço da Secretaria de Saúde (SES-DF) para garantir o uso dos medicamentos de maneira precisa. Somente em agosto, mais de 700 pessoas foram beneficiadas pelo monitoramento terapêutico realizado pelo Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF). Na prática, o trabalho significa personalizar as doses utilizadas nos tratamentos, reduzindo os efeitos colaterais e, assim, os riscos para a saúde dos pacientes. Os maiores beneficiados são as crianças, em que pequenas variações da dosagem já podem fazer a diferença. “A dose de tratamento é muito próxima da dose tóxica. Por isso, temos que monitorar de perto e bem rápido”, explica o gerente de medicamentos e toxicologia do Lacen-DF, Rodrigo Filgueiras. A partir de amostras de sangue, a equipe da SES-DF verifica a concentração do fármaco no paciente e assessora a equipe de tratamento. O objetivo é não haver uma concentração alta demais, que vá causar danos ao fígado, mucosas ou rins, nem tão baixa que impeça a efetividade do tratamento. De acordo com a diretora técnica e pediatra do Hospital da Criança de Brasília (HCB), Isis Magalhães, pacientes em tratamento de leucemia, por exemplo, recebem a medicação conforme um protocolo pré-estabelecido, de acordo com o porte físico da criança. “O metabolismo, contudo, é diferente em cada paciente e pode ter toxicidade do quimioterápico no organismo, não pela dose, mas pela farmacodinâmica do medicamento”, explica. Por isso, o procedimento de coleta de sangue para avaliação foi padronizado. “Dependendo da dosagem, rapidamente nós temos que usar algumas medicações para retirar o efeito e a toxicidade”, completa. Em apoio ao HCB, a equipe do Lacen-DF faz a entrega das análises em até duas horas a partir do recebimento das amostras. “Como é crítico, temos que dar uma resposta rápida ao paciente”, conta a servidora do Núcleo de Toxicologia, Manoela Uema. Para isso, são utilizados três equipamentos, operados pelos cinco farmacêuticos da equipe. Além de pacientes da oncologia, o Núcleo de Toxicologia do Lacen-DF também faz o monitoramento terapêutico de pacientes que recebem medicações psiquiátricas, imunossupressoras e anticonvulsivantes, bem como fazer análise. Somente em agosto de 2023, foram 1.159 amostras analisadas. A novidade do ano é o início da análise da Vancomicina, antibiótico utilizado para casos de infecções graves. O serviço está disponível para todos os hospitais da rede pública, incluindo as unidades do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde (Iges-DF), o HCB e o Hospital Universitário de Brasília (HUB). “O Lacen trabalha no acompanhamento daqueles pacientes que realmente necessitam de cuidados especiais. A equipe se sente realizada neste contexto da garantia do melhor tratamento”, afirma a diretora da unidade, Grasiela Araújo. Centro de referência O Lacen-DF é a unidade de referência da SES-DF para análises de material biológico na identificação de doenças, além de avaliar alimentos, bebidas, medicamentos e outros produtos utilizados na área de saúde. Os 240 servidores trabalham em parceria aos serviços de vigilância epidemiológica, ambiental e sanitária, tendo se destacado durante a pandemia de covid-19 pela capacidade de processamento de exames e de sequenciamento genético para a confirmação das variantes. Fonte: Secretaria de Saúde do DF
No Dia Mundial da Saúde Mental, Seconci-DF reforça cuidado com trabalhadores da construção

Equipe do serviço psicossocial da instituição tem percorrido obras em todo o DF levando saúde, orientação e atendimento especializado Assessoria de Comunicação Social do Seconci-DF O Dia Mundial da Saúde Mental, comemorado em 10 de outubro, é uma data criada para lembrar da importância e do cuidado com a saúde mental das pessoas. Na construção civil do DF, o Seconci-DF, por meio de uma equipe de profissionais de psicologia, medicina e serviço social está percorrendo obras para realizar triagem médico e psicossocial, além da realização de palestras de sensibilização com foco em vários temas, entre eles, saúde mental. A psicóloga do Seconci-DF, Flávia Ferraiolo, alerta para os sinais que podem indicar quando é necessário procurar ajuda e evitar que a doença evolua para casos críticos. “É preciso ficar de olho se a pessoa se isola, se não sente mais vontade de fazer coisas que gostava de fazer antes e se está desanimada. Mais do que isso, é preciso respeitar a dor de cada um e não diminuir os problemas das pessoas com quem convivemos”, conta ela. O serviço psicossocial do Seconci-DF está em funcionamento desde maio deste ano e tem sido um meio de ajuda e conforto para os trabalhadores. Esse atendimento requer atenção não somente dos pacientes, mas também de todos que estão a sua volta. Desde o início, 95 trabalhadores já foram atendidos pela psicologia do Seconci-DF. Além disso, foram ministradas 18 palestras com alcance de 3.594 trabalhadores. De acordo com a assistente social do Seconci-DF, Roseane dos Santos, o objetivo do trabalho feito pela instituição é mostrar que os trabalhadores não estão sozinhos e tem com quem contar nos momentos de dificuldade. “A nossa preocupação é que ele entenda que o Seconci o acolherá e o ajudará em seus problemas de saúde mental. Seja durante uma visita no canteiro, seja no atendimento individualizado ou em grupo, os trabalhadores da construção civil do DF podem procurar o Seconci que serão todos acolhidos”, finaliza. O serviço psicossocial do Seconci-DF não tem custo às empresas, nem aos trabalhadores e pode ser solicitado pelo e-mail social@seconci-df.org.br ou pelo telefone (61) 3399-1888 ramal 211.
Participe da pesquisa sobre o novo plano de ação do Construção 2030

Com o objetivo de identificar oportunidades e desafios para acelerar a transformação digital e a industrialização da construção civil no Brasil, a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) está realizando pesquisa para criar um novo plano de ação para o Projeto Construção 2030, voltado para fomentar o desenvolvimento do setor. O presidente da CBIC, Renato Correia, destacou a importância do envolvimento das empresas com a pesquisa para o planejamento que será elaborado. “Ao ouvir vocês nós vamos conseguir elaborar um plano para que a gente atinja o mais rápido possível a construção 4.0 nesse país. Nos ajude a construir o futuro da construção e entregar muito mais e melhor para o cidadão brasileiro”, ressaltou. A indústria da construção desempenha papel fundamental na economia brasileira e apresenta potencial para se beneficiar significativamente das inovações tecnológicas. No entanto, para garantir que esses avanços sejam eficazes, é essencial compreender as limitações e as necessidades específicas das empresas e organizações que operam neste setor. A contribuição de todos os envolvidos desempenha um papel vital na criação de um futuro mais eficiente, sustentável e inovador para a construção. A pesquisa é voltada para todos que de alguma forma atuam na construção civil, seja no setor público ou privado. Participe e ajude a construção a ser mais eficiente, sustentável e inovadora. Para participar clique aqui! Fonte: Agência CBIC
Diferenças nos cintos para trabalhos em altura e os cuidados necessários

No último dia de painéis da Semana CANPAT Construção 2023, especialistas se reuniram para discutir um tema crucial: os cintos de segurança utilizados em trabalhos em altura na construção civil e os cuidados essenciais que devem ser observados ao adquiri-los. O evento contou com a presença de Rogério dos Santos Sousa, gerente de produto da MSA Safety, e Luiz Carlos Lumbreras Rocha, auditor fiscal do trabalho. Rogério dos Santos abriu a discussão destacando a importância de compreender as diferenças entre os cintos de segurança disponíveis no mercado e como selecionar a opção mais adequada para cada situação. Ele questionou: “nós vemos no mercado uma variedade enorme de cintos, mas como elegê-los da melhor forma possível? Será que cinto é tudo igual?”. Sousa enfatizou que, em primeiro lugar, os cintos devem atender aos requisitos legais, como a certificação do Inmetro e o Certificado de Aprovação (CA), que são requisitos obrigatórios para aquisição desses equipamentos. Além disso, ele destacou a importância de identificar a aplicação específica e a necessidade real de utilização do cinto de segurança em trabalho em altura. “Por exemplo, quando se tem um cinto de segurança de cinco pontos, ele é mais utilizado para atividades de resgate ou suspensão, ou seja, atividades em que o trabalhador precisa ficar suspenso e utiliza a ancoragem ventral do cinturão”, explicou Sousa. Ele também ressaltou a relevância de considerar riscos adicionais, como trabalhos de soldagem, que podem afetar os materiais dos cintos. “Normalmente, os cintos de segurança são feitos de poliéster ou poliamida, materiais que, em contato com soldas, podem sofrer danos”, pontuou. Ele explicou ainda que para situações com risco adicional, é importante verificar não apenas a aplicação, mas também a resistência do material em relação ao trabalho com solda. Sousa concluiu enfatizando que outros fatores, como a frequência de uso, o ambiente de trabalho e a zona livre de queda disponível, também devem ser considerados ao selecionar o equipamento adequado. Ele lembrou que essas orientações se aplicam não apenas aos cintos de segurança, mas a todo o Sistema Individual de Proteção contra Quedas (SPIQ). Luiz Carlos Lumbreras Rocha, auditor fiscal do trabalho, trouxe uma perspectiva importante sobre o assunto, destacando a degradação dos equipamentos de proteção contra quedas, como cintos e cordas, e sua relação com acidentes graves e fatais. “Porque, por exemplo, as cordas ficaram estocadas e expostas em um ambiente agressivo, e quando o trabalhador foi executar a atividade, a corda não tinha a resistência que deveria ter e o trabalhador veio a óbito”, alertou Rocha. O auditor fiscal também abordou as últimas alterações na Norma Regulamentadora 35 (NR 35) e seu impacto na segurança do trabalho em altura. Ele explicou que a norma, que foi publicada em 2012, passou por revisões, incluindo anexos relacionados a acesso por cordas e sistemas de ancoragem, bem como a harmonização com o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) em dezembro de 2022. Rocha destacou a importância do planejamento e organização do trabalho antes da execução, incluindo análise de riscos, permissão de trabalho e procedimentos operacionais. Ele também enfatizou a necessidade de disponibilizar informações aos trabalhadores de forma acessível. “Outra questão que foi trazida na norma é a formalização das informações para os trabalhadores, para que sejam disponibilizadas de forma acessível, por diversos meios de comunicação. Ou seja, as informações da NR precisam chegar ao trabalhador”, ressaltou. Além disso, Rocha mencionou o critério de autorização, que envolve a capacitação do trabalhador e a consignação formal no documento funcional, como um dos principais pontos da NR 35. O auditor fiscal terminou sua apresentação destacando que a complexidade das escolhas relacionadas aos cintos de segurança em trabalhos em altura, bem como a importância de seguir as normas e regulamentos para garantir a segurança dos trabalhadores no setor da construção civil é algo que precisa sempre ser trazida para debate e olhada sempre de forma técnica. Para rever o debate clique aqui ou acesse o canal da CBIC no Youtube. O tema tem interface com o projeto “Segurança e Saúde no Trabalho e Relações Trabalhistas na Indústria da Construção”, da Comissão de Política de Relações Trabalhistas (CPRT) da CBIC, com a correalização do Serviço Social da Indústria (Sesi). Fonte: Agência CBIC