Doenças respiratórias aumentam no verão e exigem atenção redobrada

Seconci-DF oferece, de forma gratuita, atendimento médico, orientação e acolhimento para os trabalhadores da construção civil Com a chegada do verão, aumentam os casos de doenças respiratórias no país. Entre as mais comuns estão a rinite, sinusite e asma, muito habituais durante o período onde as pessoas ficam mais expostas ao calor intenso e a mudanças bruscas no clima. As altas temperaturas, o ar seco, o uso frequente de ar-condicionado e a maior circulação de vírus e alérgenos favorecem o agravamento dessas doenças. Poeira, cal, mofo e poluição também são fatores que contribuem para crises respiratórias, comuns em ambientes de obra. Nesse contexto, o Serviço Social da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Seconci-DF) oferece atendimento médico gratuito com clínico geral aos trabalhadores da vinculados às empresas parceiras, mediante agendamento prévio. O serviço possibilita orientação, acolhimento e o primeiro atendimento médico, contribuindo para o diagnóstico precoce e a prevenção de agravos à saúde. Para evitar complicações, especialistas recomendam cuidados simples no dia a dia. “Como manter boa hidratação, evitar mudanças bruscas de temperatura, higienizar ambientes, não se automedicar e procurar atendimento médico ao surgirem sintomas como falta de ar, congestão nasal persistente, tosse ou chiado no peito”, afirma Tony Teixeira, clínico médico do Seconci-DF. “A prevenção é fundamental para garantir qualidade de vida e segurança no trabalho”. Cuidar da saúde do trabalhador é uma responsabilidade coletiva, afirma Eduardo Aroeira, presidente do Seconci-DF. “A prevenção em saúde é um investimento direto na qualidade de vida do colaborador e na produtividade do setor. As empresas parceiras ao Seconci-DF contribuem para fortalecer uma rede de cuidado que garante atendimento digno, orientação médica e mais segurança para quem está diariamente nos canteiros de obras” O acompanhamento médico é essencial para atravessar o verão com mais segurança, especialmente para quem já possui doenças respiratórias crônicas. “Nesse período, é comum o agravamento dos sintomas. O atendimento médico permite orientar corretamente, evitar complicações e acolher o trabalhador de forma humanizada, garantindo que ele cuide da saúde sem comprometer sua rotina profissional”, explica o clínico médico. Vacinas contribuem na proteção Mesmo com os avanços da medicina, as vacinas ainda despertam hesitação, especialmente quando se trata de doenças respiratórias. Desde a pandemia de COVID-19, os imunizantes contra vírus desse tipo estão entre os que mais geram dúvidas, impulsionadas pela desinformação nas redes sociais. Para o infectologista e consultor do Sabin Diagnóstico, Rafael Nogueira, a hesitação vacinal é um desafio crescente e reflete a desinformação acumulada nos últimos anos. “Grande parte das pessoas ainda acredita que doenças como a gripe são simples e que, por já terem tido a infecção, não precisam se vacinar novamente. Além disso, persistem mitos sobre efeitos adversos e sobrecarga do sistema imunológico, o que leva à resistência à imunização”, explica. O especialista reforça que a vacinação continua sendo uma das estratégias mais seguras e eficazes para proteger a população contra vírus e bactérias que atingem o sistema respiratório. “As vacinas evitam milhões de casos de doenças graves todos os anos. Elas não apenas protegem quem se imuniza, mas também reduzem a circulação dos agentes causadores entre a comunidade”, afirma Rafael. Segundo o Instituto Butantan, em 2024, o Brasil registrou 13.934 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) por influenza até novembro, com 1.142 mortes. O vírus influenza foi o mais detectado entre indivíduos com mais de 10 anos. No mesmo período, a cobertura vacinal contra a gripe atingiu apenas 53% do público-alvo, percentual muito abaixo da meta nacional de 90%. O médico destaca a importância de compreender o papel das vacinas na adaptação do sistema imunológico. “Os imunizantes treinam o organismo para reconhecer e combater agentes infecciosos com segurança. Eles não sobrecarregam o corpo, pelo contrário, o fortalecem. O que realmente enfraquece a imunidade é a exposição constante a doenças que poderiam ser prevenidas”, reforça. A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) ampliou a oferta de vacinas contra a gripe para quem não recebeu o imunizante em 2025. Até 31 de janeiro, qualquer pessoa poderá procurar uma sala de vacina para garantir a proteção. A orientação é levar um documento de identidade com foto e, se possível, a caderneta de vacinação. A ausência desta última não é impeditivo para receber as doses. Fonte: Profissionais do Texto
Secretária de Justiça e Cidadania do DF conhece o Seconci

Marcela Passamani visitou a instituição e conheceu o trabalho social feito pelo setor da construção Comunicação Seconci-DF Na quinta-feira, 29 de janeiro, o Serviço Social da Indústria da Construção do Distrito Federal (Seconci-DF) recebeu a visita da Secretária de Estado de Justiça e Cidadania do DF (SEJUS-DF), Marcela Passamani, para uma agenda institucional. Com o objetivo de estreitar os laços entre o poder público e a instituição, Passamani conheceu a estrutura física e a capacitação técnica-operacional do Seconci-DF e avaliou a possibilidade de aproximar o serviço social da entidade dos serviços já realizados pela SEJUS. A diretoria executiva do Seconci-DF foi representado pelos diretores José Antônio Bueno Magalhães e Gustavo de Faria franco. Para Magalhães, a visita reforça o papel social da instituição e a busca de novas parcerias para aumentar a visibilidade do Seconci e o alcance do serviço social prestado. “A Secretaria de Justiça e Cidadania já é uma parceira nossa e estamos estreitando os laços para levar mais atividades e mais produtos aos nossos associados. Em contrapartida, a SEJUS vai conseguir atender esse nosso público, que é o público deles também”, contou Magalhães. Ele reforçou a importância dessas visitas como forma de divulgar o trabalho social do Seconci-DF e buscar mais alcance e novas parcerias que evidenciem o potencial da instituição. “No fundo, Estado, governo e empresários têm o mesmo público. O que estamos querendo fazer é estreitar os trabalhos e os serviços, mostrar nossa casa e nosso potencial, com tudo o que temos e podemos fazer. Acho que foi uma visita produtiva”, concluiu Magalhães. Para a Secretária Marcela Passamani, a visita ao Seconci-DF reforça a importância de unir esforços para ampliar o alcance das ações da SEJUS. “Queremos construir essa parceria, incluindo o Seconci em nossas iniciativas e, ao mesmo tempo, contando com o apoio da instituição em projetos simbólicos e transformadores, como a realização de um casamento coletivo com trabalhadores do setor da construção civil. É assim, somando forças, que levamos cidadania a quem mais precisa”, disse Marcela. Acompanhando a visita, estiveram também a vice-presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do DF (Sinduscon-DF), Tereza Cristina; a subsecretária de Enfrentamento à Violência Doméstica da SEJUS, Uiara Couto de Mendonça; a gerente-geral do Seconci-DF, Geórgia Grace Bernardes; e os gerentes das áreas técnicas e de atendimento do Seconci-DF: Juliana Moreira de Oliveira, Maurício Carvalho Nieto, Roseane dos Santos, Geraldo Gomes e, representando a Gerência de Odontologia, Karin Campos.
Exames complementares reforçam a prevenção e a segurança na construção civil

Ao ser contratado, os trabalhadores do setor da construção precisam passar por uma avaliação médica que dá origem ao Atestado de Saúde Ocupacional (ASO) Comunicação Seconci-DF A realização de exames complementares é uma etapa essencial na promoção da saúde e da segurança dos trabalhadores da construção civil. Para atuar no setor, algumas atividades exigem alto esforço físico, exposição a riscos ambientais e operação de máquinas e equipamentos, por isso, torna-se necessária uma avaliação clínica com auxílio dos exames complementares direcionada aos riscos ocupacionais. Esses exames têm como finalidade a prevenção de doenças ocupacionais, a identificação precoce de agravos à saúde relacionados ao trabalho e a avaliação da aptidão do trabalhador para o exercício continuado e seguro de suas funções, contribuindo para a preservação da integridade físicados profissionais. Os Exames complementares fazem parte do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO) e está descrito na Norma Regulamentadora 7, do Ministério do Trabalho. Sua realização depende da função a ser desempenhada e pode variar de acordo com as características do cargo e das atividades diárias a serem desenvolvidas. Entre os exames complementares mais comuns estão: audiometria, espirometria, acuidade visual, eletrocardiograma, exames de imagem e laboratoriais. Todos eles disponíveis no Serviço Social da Indústria da Construção do DF (Seconci-DF). O gerente de medicina da instituição, Maurício Nieto explica porque esses exames são necessários e como eles garantem integridade e a saúde dos trabalhadores. “Os exames complementares são instrumentos fundamentais para avaliar a aptidão do trabalhador para o exercício seguro de suas funções e para monitorar, ao longo do tempo, possíveis impactos à saúde decorrentes da exposição aos riscos ocupacionais, permitindo intervenções precoces e a prevenção de agravos relacionados ao trabalho”, explica Nieto. Trabalhar em canteiro de obra exige um acompanhamento mais criterioso da saúde dos trabalhadores, contribuindo diretamente para a redução de afastamentos, prevenção de acidentesemelhoria da produtividade nos canteiros de obras. “O ASO é resultado de uma avaliação médica ocupacional realizada nos diferentes momentos do contrato de trabalho, sendo o exame admissional responsável por estabelecer o perfil de saúde inicial do trabalhador e os exames periódicos essenciais para o acompanhamento contínuo da saúde, permitindo a identificação precoce de agravos relacionados ao trabalho”, complementa Nieto. Nesse contexto, o Seconci-DF atua como um aliado estratégico das empresas do setor, oferecendo suporte completo na realização de exames ocupacionais e complementares, além de treinamentos admissionais e capacitações obrigatórias, como treinamento básico de segurança e para trabalho em altura. A instituição trabalha de forma integrada para garantir que os trabalhadores estejam aptos para suas funções, respeitando os requisitos legais e promovendo um ambiente de trabalho mais seguro, saudável e responsável. Empresas da construção civil que desejam fortalecer suas práticas de saúde e segurança no trabalho podem contar com o Seconci-DF como parceiro. Entre em contato, conheça nossos serviços e una-se a quem cuida de quem constrói. Para saber mais sobre a medicina ocupacional do Seconci-DF, ligue (61) 3399-1888 ou (61) 98166-6969. Para ficar por dentro das nossas novidades, acesse www.seconci-df.org.br
Radar Trabalhista: Fiocruz lança curso sobre saúde mental do trabalhador

Diante do aumento expressivo dos transtornos mentais relacionados ao trabalho no Brasil, um novo curso, intitulado Saúde Mental do Trabalhador, foi desenvolvido com o objetivo de qualificar profissionais e estudantes para enfrentar esse desafio de forma crítica, preventiva e integrada. Iniciativa do Observatório Nacional de Saúde Mental e Trabalho, a formação lançada pelo Campus Virtual Fiocruz propõe uma abordagem abrangente sobre as relações entre trabalho, saúde mental e políticas públicas, considerando os impactos da precarização laboral, das violências institucionais e da organização do trabalho sobre a vida dos trabalhadores. As inscrições estão abertas e o curso é online, gratuito e certifica os participantes. O curso tem como objetivo central formar profissionais das áreas da saúde, do trabalho e da gestão pública para reconhecer, analisar e intervir nas dinâmicas que afetam a saúde mental no contexto laboral, promovendo ambientes mais saudáveis e práticas institucionais voltadas à prevenção, à vigilância e ao cuidado psicossocial. A ideia é promover uma compreensão crítica sobre os fatores sociais, organizacionais e institucionais que atravessam a saúde mental no trabalho, além de fomentar estratégias concretas de promoção da saúde, prevenção de agravos e cuidado psicossocial nos diferentes contextos de atuação profissional. A proposta dialoga diretamente com a realidade vivenciada nos serviços e territórios, buscando fortalecer a atuação das redes de atenção psicossocial (Raps), da Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (Renast) e dos Centros de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest). Para saber mais sobre essa e outras notícias relacionadas à área trabalhista, além de uma seleção de decisões publicadas por Tribunais Superiores, Executivo, Ministério Público do Trabalho e Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho, acesse o Radar Trabalhista nº 441/2026 da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) de 12/01 à 16/01/2026. Confira a galeria com todas as edições do Radar Trabalhista. Fonte: Agência CBIC
Seconci-DF inicia 2026 com treinamento para trabalho em altura

Curso é obrigatório para trabalhadores que exerçam funções consideradas trabalho em altura, onde haja risco de queda Comunicação Seconci-DF Na sexta-feira,16 de janeiro, 20 trabalhadores estiveram na sede da instituição realizando o treinamento para trabalho em altura, de acordo com a Norma Regulamentadora 35, do Ministério do Trabalho e Emprego. Esse treinamento é obrigatório para trabalhadores que exerçam atividades em altura, superior a 2m, com risco de queda e está disponível às empresas parceiras, com carga horária de 8h, divididos em teoria e prática, com todo o suporte necessário. De acordo com o Observatório de Segurança e Saúde no Trabalho, queda de altura representa o maior quantitativo de acidentes que mata ou deixa sequelas nos ambientes de trabalho e o treinamento de NR-35 tem por objetivo reduzir riscos, evitar acidentes e promover ambientes de trabalho mais seguros e trabalhadores mais conscientes. Durante o curso, os participantes recebem orientações sobre identificação e análise de riscos, uso correto de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), sistemas de proteção coletiva e condutas seguras para atividades realizadas em altura. A gerente de segurança do trabalho do Seconci-DF, Juliana Moreira de Oliveira, explica a importância do treinamento para quem atua em atividades que se enquadram como trabalho em altura. “Nosso objetivo com o curso de NR-35 é preparar o trabalhador para atuar em atividades em altura com mais segurança e consciência dos riscos. O treinamento é focado nas atividades que ele realmente executa no canteiro de obras, aproximando a capacitação da realidade do dia a dia. A etapa prática acontece em uma plataforma instalada na sede do Seconci-DF, onde simulamos diferentes situações de trabalho em altura típicas da construção civil”, explica Juliana. A capacitação contribui diretamente para mais segurança no dia a dia e maior confiança na execução das atividades. O pedreiro Wilson Carvalho contou uma experiência que passou e que não deseja para ninguém. “Eu fui passar da periferia para o balacim e acabei caindo e ficando rodando na corda. Fiquei pendurado cerca de 2 minutos”. Ele reforça a importância da capacitação para exercer atividades nessas condições. “O treinamento é muito importante e a gente aprende mais, se atualiza e vê coisas que você não sabia”, finaliza. Por que o treinamento em NR-35 é obrigatório? A NR-35 determina que nenhum trabalho em altura pode ser realizado sem que o trabalhador esteja devidamente capacitado, autorizado e considerado apto clinicamente. O treinamento é obrigatório porque prepara o profissional para: A norma estabelece que o treinamento inicial deve ter carga horária mínima de 8 horas, com conteúdo teórico e prático, e deve ser realizado antes do início das atividades. Além disso, o treinamento deve ser reciclado a cada dois anos, ou sempre que houver mudança de função, retorno de afastamento prolongado ou ocorrência de acidentes relevantes Principais pontos da NR-35 A NR-35 vai além do uso de equipamentos. Ela organiza o trabalho em altura a partir de uma lógica de prevenção, planejamento e controle de riscos. Entre seus principais pontos, destacam-se: Todo trabalho em altura deve ser previamente planejado e passar por uma Análise de Risco (AR), considerando o local, as condições ambientais, os sistemas de ancoragem, os equipamentos utilizados, os riscos adicionais e as situações de emergência. Para atividades não rotineiras, também é obrigatória a emissão da Permissão de Trabalho (PT) Somente trabalhadores capacitados, formalmente autorizados e considerados aptos em avaliação médica podem executar atividades em altura. Essa autorização deve ser registrada e permitir a identificação clara das atividades para as quais o trabalhador está habilitado Quando não for possível eliminar o trabalho em altura, a norma exige a adoção de Sistemas de Proteção Contra Quedas (SPQ), priorizando a proteção coletiva e, quando necessário, a proteção individual. O uso correto de cinturão tipo paraquedista, talabartes com absorvedor de energia, pontos de ancoragem e trava-quedas é fundamental para reduzir a gravidade de uma eventual queda Os equipamentos de proteção devem passar por inspeções iniciais, rotineiras e periódicas, sendo imediatamente retirados de uso quando apresentarem desgaste, defeitos ou deformações. Esse controle é essencial para garantir a confiabilidade dos sistemas de segurança A NR-35 também exige que as empresas tenham procedimentos de emergência e salvamento, com equipes capacitadas, equipamentos adequados e planejamento que reduza o tempo de suspensão do trabalhador após uma queda, evitando agravos à saúde
Precisa falar com o Seconci-DF? Consulte nossa lista de contatos

Para facilitar o atendimento e tornar a comunicação mais ágil, o Serviço Social da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Seconci-DF) disponibiliza a lista atualizada de contatos de seus colaboradores, organizada por setor. Por meio da relação, é possível identificar o setor responsável e entrar em contato diretamente para: 👉 Acesse a lista de contatos do Seconci-DF O Seconci-DF trabalha para manter canais de comunicação claros, acessíveis e eficientes, fortalecendo o relacionamento com empresas, trabalhadores, parceiros e a sociedade.
Seconci-DF reforça apoio à saúde mental durante o mês de janeiro

A campanha de Janeiro Branco destaca a importância do cuidado com a saúde mental, ao mesmo tempo em que dados recentes mostram desafios e demandas crescentes nesse campo. O relatório global Health Service Report 2024 revelou que 54% dos brasileiros acreditam que os transtornos emocionais são os principais problemas de saúde enfrentados por toda a população. Em 2018, o número era de apenas 18%. Esses indicadores reforçam a necessidade de ampliar o diálogo e o acesso a serviços de apoio emocional e psicossocial em todos os contextos sociais. Com foco nos trabalhadores da construção civil, o Serviço Social da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Seconci-DF) oferece, de forma gratuita, aos trabalhadores das empresas parceiras atendimento com assistente social e psicóloga, que realizam o acolhimento do trabalhador e de seus familiares na sede e na unidade da Asa Norte. Além do atendimento individualizado, os colaboradores têm acesso a triagem psicossocial e médica no ambiente de trabalho, promovidas pelo programa Seconci Presente, que leva equipes especializadas diretamente aos canteiros de obras. Com ênfase em acolhimento humano, os atendimentos são realizados tanto por agendamento prévio, além de ações de sensibilização e conscientização sobre prevenção a dor emocional, ansiedade, depressão e outros temas relevantes à saúde mental. “A atenção às emoções dos trabalhadores e suas famílias são essenciais para evitar o sofrimento e fortalecer vínculos. Estar presente, ouvir e encaminhar para cuidados é uma forma concreta de cuidado integral e valorização humana”, aponta Roseane dos Santos, assistente social do Seconci-DF. Além do atendimento direto, a entidade promove palestras e atividades educativas que contribuem para a redução de estigmas e preconceitos relacionados à busca por ajuda psicológica, especialmente em segmentos com maior resistência em procurar apoio profissional. Quando necessário, o Serviço Psicossocial encaminha os trabalhadores para a rede de apoio e serviços públicos especializados, como os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), fortalecendo a rede de cuidados integrados. “A oferta contínua de suporte psicossocial visa prevenir o agravamento de transtornos emocionais, promover bem-estar e qualidade de vida, e contribuir para um ambiente laboral mais seguro, saudável e produtivo”, explica Flávia Ferraiolo, psicóloga do Seconci-DF. Analicy Pereira, de 21 anos, copeira na Engemil, empresa parceira ao Seconci-DF, é uma das trabalhadoras do setor atendidas pelo serviço psicossocial do Seconci-DF. Em 2025, a jovem enfrentou perdas familiares e buscou atendimento psicológico na entidade. Ela relata que todo o acompanhamento é respeitoso e acolhedor, além de extremamente importante. “Muitas pessoas que passam por algum problema psicológico evitam procurar ajuda por preconceito ou até mesmo por falta de tempo. Com esse apoio gratuito do Seconci, nos sentimos mais à vontade para buscar acolhimento”, afirma. “O trabalho que eles realizam pode salvar vidas”, conclui. Janeiro Branco 2026: Paz. Equilíbrio. Saúde Mental Durante o mês de janeiro, o Seconci-DF intensifica ações de conscientização sobre saúde mental e reforça o atendimento psicossocial gratuito voltado aos trabalhadores e seus familiares. “Promover saúde mental entre os profissionais da construção civil é um compromisso fundamental. O apoio, junto às empresas parceiras, fortalece a responsabilidade social e demonstra que cuidar de pessoas é também cuidar de um setor mais produtivo e resiliente”, afirma Eduardo Aroeira, presidente do Seconci-DF. Com o tema “Paz. Equilíbrio. Saúde Mental”, as atividades buscam estimular o diálogo sobre equilíbrio emocional, identificação de sinais de adoecimento e oferta de caminhos de acolhimento. As palestras serão ministradas pelos profissionais de psicologia e de serviço social do Seconci-DF, especialistas no atendimento aos trabalhadores e no apoio às empresas na gestão de riscos psicossociais. Em 2025, os profissionais do serviço psicossocial do Seconci-DF realizaram 101 palestras nos canteiros de obras e falaram com cerca de 10 mil trabalhadores sobre saúde mental. “Ao longo dos anos, a participação ativa dos trabalhadores nas palestras, incluindo relatos emocionais e procura espontânea por acolhimento para si e para familiares, têm demonstrado o impacto positivo dessa iniciativa no ambiente de trabalho e na vida pessoal”, finaliza Roseane. Fonte: Profissionais do Texto Por Fernanda Nalon
Responsabilidades e Obrigações quanto à Segurança e Saúde do Trabalho nas empresas

Além das responsabilidades dos empresários e do SESMT, a construção de um ambiente realmente seguro depende da atuação de estruturas internas voltadas à participação dos trabalhadores. CIPA: representação e fortalecimento da cultura de prevenção A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e de Assédio (CIPA) exerce um papel estratégico ao representar os trabalhadores e colaborar diretamente com a gestão da empresa, promovendo o diálogo e auxiliando no monitoramento das ações de segurança e saúde do trabalho. Suas principais responsabilidades, de acordo com a NR-5, incluem: A CIPA atua como ponte entre trabalhadores e gestão, promovendo participação, transparência e melhoria contínua no ambiente de trabalho. Trabalhadores: corresponsabilidade na segurança Na ponta das atividades estão os trabalhadores, que têm papel fundamental na construção de um ambiente seguro. Suas responsabilidades diretas incluem: Quando os trabalhadores reconhecem sua corresponsabilidade na SST, as práticas de prevenção de acidentes se tornam mais eficazes e integradas à rotina diária do trabalho. O tema tem interface com o projeto “Conhecimento, Segurança e Saúde no Trabalho na Indústria da Construção”, da Comissão de Política de Relações Trabalhistas (CPRT) da CBIC, com a correalização do Serviço Social da Indústria (Sesi). Agência CBIC
Atendimento odontológico beneficia trabalhadores da construção civil

De forma gratuita, Seconci-DF amplia acesso a serviços voltados à saúde bucal no setor A saúde bucal é essencial para o bem-estar geral, refletindo na autoestima, alimentação e fala, e prevenindo doenças, como mostra o Ministério da Saúde. Com foco nos trabalhadores da construção civil, o Serviço Social da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Seconci-DF) oferece uma assistência contínua que busca democratizar o acesso ao cuidado odontológico, chegando até os canteiros de obras. Com duas unidades fixas, no Núcleo Bandeirante e na Asa Norte, e quatro unidades móveis que percorrem obras em todo o Distrito Federal, a entidade oferece serviços gratuitos como extrações, restaurações, próteses, tratamentos de canal e profilaxia. Apenas em 2024, foram realizados mais de 22 mil atendimentos. Em 2025, entre janeiro e outubro, foram contabilizados mais de 18 mil atendimentos, reforçando o impacto social do trabalho contínuo. Mára Lúcia Campos, gerente de odontologia do Seconci-DF, destaca que o cuidado vai além do consultório. “Quando o trabalhador recebe orientação, tratamento adequado e acolhimento, sua vida muda. Quando tratamos uma dor, restauramos um dente ou orientamos sobre higiene, estamos promovendo mais autoestima, confiança e bem-estar”. “Nosso trabalho nos canteiros e nas unidades fixas mostra, todos os dias, como a saúde bucal é parte importante do cuidado integral e como a prevenção pode mudar histórias e abrir novas possibilidades”. O impacto social do atendimento é resultado direto da parceria com as empresas do setor da construção, segundo Eduardo Aroeira, Presidente do Seconci-DF. “Garantir ao trabalhador o acesso a uma saúde bucal de qualidade é um compromisso permanente do Seconci. Esse trabalho só se concretiza graças às empresas que acreditam na responsabilidade social como valor do setor da construção. Com essa parceria, promovemos um ambiente seguro, saudável e impactamos positivamente quem atua na construção, fortalecendo um setor mais humano e saudável”. O Seconci-DF oferece diversas especialidades odontológicas gratuitas, disponíveis para todos os trabalhadores da construção civil de empresas parceiras. O agendamento é feito de forma simples: basta solicitar à área de segurança ou recursos humanos da empresa onde atua, que fará o agendamento das consultas no site da entidade. Fonte: Profissionais do Texto
Reajuste nos valores dos exames laboratoriais

O Seconci-DF informa que, a partir de janeiro de 2026, haverá reajuste exclusivamente nos valores dos exames laboratoriais realizados na Clínica Seconci. Destacamos que não haverá reajuste nos demais serviços abrangidos pelo Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), como ASOs e exames complementares, que permanecem com os valores atuais. O reajuste decorre do recente aumento nos preços praticados pelos laboratórios parceiros no mercado, o que impacta diretamente os custos operacionais dos serviços laboratoriais ofertados pelo Seconci-DF. A nova tabela de valores dos exames laboratoriais já está disponível e passa a vigorar a partir de janeiro de 2026. Para mais informações ou esclarecimentos, os interessados podem entrar em contato pelos canais habituais de atendimento do Seconci-DF: (61) 3399-1888 RAMAL 214 | seconci@seconci-df.org.br