CBIC lança cartilhas de gestão compartilhada e ESG em inglês e espanhol

Pioneira em temas como gestão compartilhada e ESG (ambiental, social e governança) na construção, a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) lançou as cartilhas “Guia Prático de Gestão Compartilhada” e “ESG no segmento de obras industriais e corporativas” em inglês e espanhol. A tradução dos materiais permite que organizações e profissionais tenham acesso globalmente a informações relevantes para o setor e o bom andamento dos projetos. De acordo com o vice-presidente de Obras Industriais e Corporativas da CBIC, Ilso Oliveira, a tradução do material permite uma maior disseminação de um tema que tem ganhado cada vez mais espaço e importância mundialmente.  “É importante que nosso setor universalize a noção de que empresas da indústria da construção com práticas de sustentabilidade conseguem ter ganhos econômicos maiores do que empresas que não adotam a agenda ESG, além da importância da gestão compartilhada para os avanços dos projetos”, disse.  O Guia de Gestão Compartilhada, produzido pela CBIC em parceria com o SENAI, tem como intuito orientar ações que aumentem o sucesso em projetos industriais. Para Oliveira, a cultura da gestão compartilhada passa pelo entendimento de que um projeto, para obter sucesso, requer trabalho conjunto. “A gestão compartilhada, apesar de ser entendida como um modelo gerencial, é, na realidade, uma nova cultura de gestão. A construção dessa mentalidade exige uma postura empresarial focada no resgate da credibilidade e da confiança entre os empreendedores e seus fornecedores”. Já a  cartilha ESG, desenvolvida pelo Sinduscon-MG e CBIC, em parceria com a Fundação Dom Cabral e o SENAI, é voltada para inserir os pilares ambiental, social e governança no setor de obras industriais e corporativas para que as organizações tenham uma visão mais sistêmica, tanto para antecipar e mitigar riscos, como para compreender novas oportunidades de geração de riqueza, valor, transformação, prosperidade social e competitividade. “É neste cenário que os princípios ESG emergem e ganham força”, complementou Oliveira.  Para acessar o material, confira os links abaixo:  Clique aqui para baixar o Guia Prático de Gestão Compartilhada em   Clique aqui para acessar a versão em inglês Clique aqui para acessar a versão em espanhol  Clique aqui para baixar a Cartilha ESG Clique aqui para acessar a versão em inglês Clique aqui para acessar a versão em espanhol  O tema tem interface com o projeto “Sustentabilidade das Empresas do Segmento de Obras Industriais e Corporativas”, da COIC/CBIC, em correalização com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai Nacional). Fonte: Agência CBIC

O calor e o câncer de pele

Como as altas temperaturas e a exposição ao sol pode ser fatores determinantes na aparição de doenças e por que a prevenção deve ser feita pelas empresas nos canteiros de obras Assessoria de Comunicação Social do Seconci-DF O Distrito Federal teve recorde de temperatura em 2023. De acordo com Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), a capital federal registrou 37,2ºC, um dos mais altos índices já registrados na história. Com isso, é preciso atenção e cuidado com os trabalhadores que exercem suas funções ao ar livre, como é o caso da construção civil. As empresas devem ficar atentas com o ambiente laboral e com os esforços para que os trabalhadores tenham segurança, proteção e saúde. São vários os meios possíveis que podem aliviar a sensação de calor como redução da jornada nos picos de calor, distribuição de protetor solar e disponibilização de tendas em áreas onde seja possível. A Supera Engenharia foi uma das empresas que fez modificações em alguns canteiros para amenizar o calor. De acordo com o técnico de segurança do trabalho, Luiz Rubim, esse cuidado foi fundamental nos picos de calor. “Algumas medidas, além do uso de EPIs, na época do calor extremo, adotamos pausas e intervalos intermitentes. Além disso, usamos tendas para atividades que pudessem ser remanejadas para preservar a saúde dos nossos colaboradores”, cita Rubim. Assim como a Supera, A Soltec Engenharia disponibiliza protetor solar na entrada dos canteiros e reforça o cuidado e atenção com a saúde dos trabalhadores que necessitam ficar expostos ao sol. “O protetor é bom porque evita doenças como câncer e raios ultravioletas. Como estou na maioria do tempo no sol, esse cuidado e atenção da empresa ajuda para que possamos trabalhar e ter segurança durante o dia de trabalho”, conta , Gabriel Rodrigues dos Santos, carpinteiro da Soltec Engenharia. Todas as empresas consultadas pelo Seconci-DF atuam na prevenção e cuidados com os trabalhadores expostos ao sol. Seja na distribuição de protetores solares, conforme exigido pela Convenção Coletiva de Trabalho da Construção (CCT), seja no uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) como a touca árabe. Outro item que deve ser motivo de atenção é a disponibilidade de bebedouros conforme descrito na Norma Regulamentadora 18. A gerente de segurança do trabalho do Seconci-DF, Juliana Moreira de Oliveira, explica que os canteiros de obras precisam ter bebedouros espalhados pelos ambientes de trabalho conforme o número de pessoas no local. “É importante que as empresas forneçam protetor e agua potável para os trabalhadores na proporção de um bebedouro para cada 25 trabalhadores. Além disso, esses bebedouros precisam estar em locais estratégicos onde não haja deslocamentos mais dos que 100m na horizontal e 15m na vertical.”, explica Juliana. Na Construtora Soltec, a preocupação com os trabalhadores durante a onda de calor, fez com que as equipes de segurança do trabalho da empresa ficassem atentas aos cuidados e disponibilização de EPIs adequados. “Na nossa empresa, quando pronunciamos a palavra saúde e segurança, não ficamos na retórica. Quando disponibilizamos esses Equipamentos de segurança como protetor e touca, estamos nos preocupando com a saúde e segurança de todos da empresa”, fala Lincoln Nasser, técnico de segurança do trabalho da Construtora Soltec. Mais do que a onda de calor, é preciso que as empresas e entidades representativas do setor da construção se atenham ao fato de que a exposição ao sol gera problemas de saúde que podem ir de insolação até câncer de pele. E esse cuidado com o câncer de pele está em destaque durante o último mês do ano, em função da campanha da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), o Dezembro Laranja – Mês de Prevenção ao Câncer de Pele. DEZEMBRO LARANJA A Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) faz campanhas de prevenção ao Câncer de pele desde 2009 e, a partir de 2014, com a popularização dos meses coloridos, foi criado o Dezembro Laranja – Mês de Prevenção ao Câncer de Pele, doença que ocupa o primeiro lugar entre os tipos de canceres, com 33% de todos os diagnósticos dessa patologia no Brasil, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA). Anualmente, são registrados cerca de 185 mil novos casos. Destes, 177 mil são carcinomas basocelulares e espinocelulares, os menos letais, e 8,4 mil são de melanoma, o mais agressivo. O dermatologista da SBD, Eduardo Oliveira, conta que os trabalhadores expostos ao sol enfrentam riscos significativos para a saúde da pele e geral em função das ondas de calor que estão ocorrendo nos últimos tempos. Ele conta como as empresas podem aliviar os riscos e aumentar os cuidados. “As empresas podem adotar várias estratégias para proteger seus funcionários, tais como ajustes de horários, modificando os horários de trabalho para períodos cm menor incidência solar; estruturas de sombra, instalando tendas, toldos ou áreas cobertas, fornecimento de protetores solares; treinamentos sobre saúde no trabalho e políticas de hidratação”, nomeia Oliveira. O gerente médico do Seconci-DF, Maurício Carvalho Nieto, explica a diferença entre os principais tipos de canceres de pele e ressalta a importância da prevenção e das medidas que evitam o surgimento da doença. “O câncer de pele tem três tipos: o basocelular, o espinocelular e o melanoma. As características do melanoma são pintas que surgem na pele, manchas escuras nas unhas e no couro cabeludo. Dos três, o melanoma é o mais agressivo e com mais chances de metástase”, fala Maurício. PREOCUPAÇÃO NACIONAL Não é só no DF que a preocupação com a onda de calor e com os trabalhadores da construção se tornaram pauta de discussão entre as entidades representativas. Em São Paulo, Seconci-SP (Serviço Social da Construção), Sinduscon-SP (Sindicato da Construção) e Sintracon-SP (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil de São Paulo) realizaram uma campanha incluindo a emissão de comunicado conjunto, com recomendações para a preservação da saúde dos colaboradores das empresas nos canteiros de obras. Confira as recomendações feitas e como usá-las na sua empresa e nos canteiros de obras: Com informações do Seconci-SP, Sinduscon-SP, Sintracon-SP e SBD

Seconci-DF é o vencedor do Prêmio CBIC de Responsabilidade Social – 2023

Policlínica do Trabalhador da Construção Civil do DF foi eleita na categoria Entidade e mostra a importância do trabalho em prol da saúde dos colaboradores das empresas parceiras Assessoria de Comunicação Social do Seconci-DF SECONCI-DF É VENCEDOR DO PRÊMIO CBIC DE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2023 Policlínica do Trabalhador da Construção Civil do DF foi eleita na categoria Entidade e mostra a importância do trabalho em prol da saúde dos colaboradores das empresas parceiras O projeto Policlínica do Trabalhador da Construção Civil do Distrito Federal foi agraciado com o Prêmio CBIC de Responsabilidade Social – edição 2023. O Seconci-DF concorria com o Seconci-MG, com um projeto Construindo Igualdades sobre violência doméstica e familiar. A entrega aconteceu na terça-feira, 12 de dezembro, no SESI LAB e o Seconci-DF esteve representado pelo presidente da instituição, Carlos Eugênio de Faria Franco, e pelo analista de comunicação, Sidney Rocha. Carlos Eugênio agradeceu pelo reconhecimento do trabalho desempenhado pela entidade. “Eu atuo na área social desde criança e está no meu sangue desde jovem a pauta social. É uma realização pessoal e profissional receber este prêmio e ter o reconhecimento do trabalho que fazemos no Seconci-DF”, disse. A Policlínica do Trabalhador está em funcionamento desde 2022 e disponibiliza atendimento médico assistencial gratuito aos trabalhadores das empresas parceiras do Seconci-DF nas especialidades de Clínica Médica, Urologia, além do Programa de Hipertensão e Diabetes (PHD). Com o prêmio, O Seconci-DF vai ampliar o atendimento e já se prepara para iniciar, em fevereiro de 2024, a especialidade de oftalmologia. O gerente médico da instituição, Maurício Carvalho Nieto, explica que o reconhecimento do trabalho médico do Seconci demonstra a importância do investimento e da preocupação com a saúde dos trabalhadores da construção. “Ofertar aos trabalhadores da construção atendimento nas áreas de clínica médica, urologia, além das demais especialidades, é fundamental para incentivar uma cultura de prevenção dentre esse público. Todo investimento realizado na prevenção se transforma em economia e melhoria da qualidade de vida no futuro”, conta Nieto. A Policlínica foi um projeto aprovado pelo Ministério Público do Trabalho da 10ª Região (MPTDFT10) por meio de verba oriunda de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), que destina verba de aplicações de multas trabalhistas para ações e projetos de valorização e promoção da segurança e da saúde no ambiente de trabalho. Com o TAC, o Seconci-DF deu início às instalações e atendimentos e segue buscando novas parcerias e apoio para expansão e aumento do escopo de serviços da instituição. Números da Policlínica Os trabalhadores beneficiados pela Policlínica elogiam a iniciativa e estão satisfeitos com a oportunidade de cuidar da saúde com qualidade, eficiência e sem custo. O técnico em rede Roberto Ferreira de Aguiar, da SVO Engenharia, foi uns dos beneficiados pela Policlínica. Ele conta que é fundamental esse trabalho para a saúde dos trabalhadores. “O atendimento feito pelos profissionais do Seconci foi muito bom e esclarecedor. Além do atendimento de excelência, é importante saber que temos esse serviço gratuito e disponível para todos que estão nas obras”, finaliza Aguiar. Investimento: O prêmio conquistado pelo Seconci-DF tem o valor bruto de R$ 25.000,00 e deverá, de acordo com o edital, ser usado exclusivamente em prol do projeto vencedor. Com informações da CBIC

Projetos dos Seconcis do DF e MG na final do Prêmio CBIC de Responsabilidade Social 2023

Em meio à paisagem de desafios da construção civil, dois projetos destacam-se na categoria “Entidades” do Prêmio CBIC de Responsabilidade 2023 – Troféu Paulo Safady Simão: a Policlínica do Trabalhador da Construção Civil do Distrito Federal, do Seconci-DF, e o “Construindo Igualdades”, do Seconci-MG.  Em entrevista ao CBIC Hoje, o porta-voz do Seconci-DF, José Sidney, contou sobre a história da Policlínica do Trabalhador. O projeto, nascido de um sonho antigo da diretoria, enfrentou desafios cruciais antes de se tornar uma realidade tangível. “Não foi fácil”, revelou Sidney. A burocracia e a necessidade de recursos financeiros significativos foram obstáculos iniciais. O diferencial veio com o apoio do Ministério Público do Trabalho da 10ª Região, fornecendo verbas essenciais. “Sem essa verba, seria impossível ter esse projeto funcionando”, enfatiza Sidney. A Policlínica proporciona acesso a especialidades médicas antes restritas, como urologia, aliviando filas de espera na rede pública. O Seconci-DF se destaca por ir além, oferecendo atendimento médico e psicossocial nas obras, promovendo saúde física e mental. Os desafios foram superados, mas a lição aprendida não se limita ao sucesso. Para José Sidney, a chave é o aprendizado contínuo. “Todo dia é um dia de aprendizado”, afirma. “A busca por inovações não é um luxo, é uma necessidade. O Seconci-DF planeja expandir seus serviços, adicionando a oftalmologia em 2024”, disse Sidney. Na comunidade, a Policlínica é divulgada de forma prática nas empresas e com o apoio de parceiros como Sinduscon-DF, Sticombe e Ademi. Para o porta-voz do Seconci-DF, a realidade vai além das palavras inspiradoras; é um compromisso concreto com a saúde dos trabalhadores.  Construindo Igualdades – Seconci-MG: Desconstruindo Tabus na Construção Civil Em outra frente, Sylvia Helena, Supervisora do Departamento de Serviço Social do Seconci-MG, revela os detalhes do projeto “Construindo Igualdades”. Um convite do Tribunal de Justiça de Minas Gerais trouxe a discussão sobre violência doméstica e familiar para o cenário predominantemente masculino da construção civil. Ao CBIC Hoje, Helena revelou os desafios iniciais de abordar um tema tão sensível e culturalmente arraigado. O desconforto inicial e a desconfiança foram palpáveis, mas as palestras piloto foram a virada. “O sucesso dessas experiências fez com que fossem solicitadas espontaneamente”, destaca Helena. O impacto na comunidade, longe de discursos inspiradores, é observado no interesse crescente dos gerentes de Recursos Humanos (RH) em debater o assunto nas obras. Helena explica que as palestras geraram discussões, indo além do efeito momentâneo e contribuindo para uma mudança de atitude. As parcerias com o TJMG não são apenas simbólicas, pois fortalecem o enfrentamento da violência doméstica em um nicho onde a cultura machista é marcante. A inovação não é apenas conceitual; é prática, incorporando dinâmicas interativas e esquetes cênicos para provocar reflexões reais. Para Sylvia Helena, o Seconci-MG não se contenta em falar sobre sustentabilidade; ele age. O projeto é apresentado em eventos e seminários, destacando-se como uma voz essencial na responsabilidade social empresarial. A entidade acredita que, para o futuro, não há espaço para idealizações. O projeto é uma resposta contínua e sem recuos a um problema complexo. O Seconci-MG busca garantir a resistência e perenidade de uma iniciativa que transcende a retórica, inserindo-se como uma resposta efetiva a um problema complexo e arraigado na sociedade. O Prêmio CBIC de Responsabilidade Social reconhece não apenas o trabalho árduo e inovador na indústria da construção, mas também inspira a comunidade a buscar constantemente maneiras de impactar positivamente a sociedade por meio de suas atividades e projetos.  O público está convidado a escolher o melhor projeto em cada categoria. Para isso, basta entrar no site do prêmio: https://www.cbic.org.br/premioresponsabilidadesocial/ das 12h do dia 21/11, até 23h59 do dia 10/12. Os vencedores (primeiro lugar) de cada categoria serão anunciados AO VIVO em uma cerimônia de premiação programada para ocorrer no dia 12 de dezembro de 2023 em Brasília. O prêmio integra o projeto “Responsabilidade Social na Indústria da Construção”, uma realização da Comissão de Responsabilidade Social da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CRS/CBIC), com a correalização do Sesi Nacional. Fonte: Agência CBIC

Retrospectiva – Seconci-DF faz balanço de 2023

Foram várias conquistas, novos serviços e mudanças que aconteceram em prol da melhoria da prestação de serviços e atendimento aos trabalhadores e empresas da construção Com a proximidade do final do ano, o Seconci-DF faz um balanço de tudo que aconteceu durante o ano de 2023 e das melhorias conquistadas na prestação de serviços às empresas e, principalmente, aos beneficiários dos serviços e atendimentos ofertados pela instituição. Para tanto, faremos ao longo de dezembro um passeio pelos meses do ano para relembrar tudo que fizemos, que conquistamos e, com o apoio das empresas, incrementamos em benefício dos trabalhadores da construção do Distrito Federal. Acompanhe nossa retrospectiva 2023 pelas nossas redes sociais (Instagram, Facebook e LinkedIn).

GDF e Codese-DF alinham plano de ações e investimentos até 2026

Expectativa de investimentos totais de R$ 5 bi até 2026 O Governo do Distrito Federal (GDF) e o Conselho de Desenvolvimento Econômico, Sustentável e Estratégico do DF (Codese-DF) estão alinhados quanto às prioridades para o desenvolvimento econômico e social do DF até 2026. Em reunião realizada nesta quarta-feira (6/12), o governador Ibaneis Rocha e membros do Codese debateram o plano de ações e governança para o quadriênio 2023-2026.   O documento “O DF que a gente quer, visão 2040”, produzido pelo Codese-DF, teve 192 das 210 propostas incorporadas ao plano de gestão do governo Ibaneis Rocha. Isso representa 90% de convergência entre o plano do Conselho e do Governo.  “É um trabalho que se incorpora ao nosso governo. Em todas as secretarias temos pedido aos secretários que tenham toda a atenção com o trabalho do Codese”, afirmou o governador. As propostas convergentes estão divididas nos eixos de cidadania e desenvolvimento social; desenvolvimento urbano; turismo, economia criativa, cultura, esporte e lazer; desenvolvimento econômico; sustentabilidade, tecnologia e inovação; e eixo Brasília-Goiânia e Ride. Entre as prioridades elencadas para 2023 estão a ampliação de equipes multidisciplinares na saúde da família, mais vagas para educação infantil de 0 a 3 anos, estruturas de atendimento a vítimas de violência e simplificação de processos de parcelamento do solo urbano.   De acordo com apresentação do secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo, a expectativa é que os investimentos em políticas públicas somem R$ 5 bilhões até 2026. Desde 2019, já foram investidos R$ 2,8 bilhões pelo GDF. Entre os destaques do plano de gestão estão projetos nas áreas de moradia popular, mobilidade urbana, saúde, educação e segurança pública. O governador Ibaneis Rocha ressaltou a importância da parceria com a iniciativa privada para viabilizar os investimentos planejados. “Temos um olhar muito firme para a iniciativa privada e damos atenção a todas as forças econômicas do DF. Sem os empresários não conseguimos avançar”, disse. O presidente do Codese-DF, Leonardo Oliveira de Ávila, comemorou o alto nível de convergência entre o plano do Conselho e do Governo. “Agora entra a fase de acompanhamento para verificar a execução dessas propostas. Esperamos que o DF se torne uma metrópole verde, integrada, criativa e próspera até 2040”, projetou. Agência Brasília

Mulheres são mais afetadas por disfunção na ATM, que provoca dor e estalos ao abrir a boca

As causas são multifatoriais e abrangem trauma na região, ansiedade e hábitos parafuncionais como o bruxismo Dor, estalos e dificuldade para abrir a boca são sinais de que algo está errado com a articulação temporomandibular, a ATM. Essa é uma das conexões mais complexas do corpo humano e é acionada até mesmo enquanto dormimos, conforme contraímos os músculos da face, rangemos os dentes e engolimos a saliva. Uma sobrecarga nessa estrutura articular pode causar alterações nos movimentos, que combinam rotação e translação, além de muita dor. A ATM liga a mandíbula ao osso temporal na base do crânio e se move em três direções: para baixo e para cima, protrusão e retrusão e lateralidade. Ela possui uma cavidade com líquido sinovial, que funciona como um lubrificante, e um disco articular, de estrutura fibrocartilaginosa, que tem função de proteger e possibilitar o encaixe entre superfícies ósseas. Os problemas que surgem nessa região são chamados de disfunção temporomandibular (DTM), que pode ter origem muscular – quando envolve músculos mastigatórios – quando atinge ossos e disco articular. As causas da DTM são multifatoriais e abrangem traumas na região, prótese mal adaptada, doenças sistêmicas (como artrite rematóide e artrose), fatores anatômicos, distúrbios do sono e fatores psicossociais (como estresse, ansiedade e depressão), que podem levar a hábitos parafuncionais – sendo o mais conhecido deles o bruxismo, que ocorre quando a pessoa range os dentes de modo involuntário, especialmente enquanto dorme. Os sintomas são dores na musculatura da mastigação e na ATM, que podem irradiar para a região da cabeça e do pescoço, barulhos como estalos e ruídos na articulação, dificuldade para abrir ou fechar a boca e sensação de que a mandíbula sai do lugar ao fazer alguns movimentos. Estudos epidemiológicos clínicos e populacionais indicam que esses sinais podem aparecer em até 70% da população. As mulheres são pelo menos quarto vezes mais propensas a sofrer de DTM,. Fatores anatômicos, aspectos comportamentais, psicossociais e alterações hormonais ligadas ao ciclo menstrual também foram estuados no intuito de justificar a maior prevalência de DTM no sexo feminino. Continue lendo aqui.

Seconci-DF faz doação de computadores para orfanato

Ação beneficiará 12 crianças que vivem em orfanato na cidade goiana de Valparaíso de Goiás Assessoria de Comunicação Social do Seconci-DF O Seconci-DF fez uma doação de 7 computadores de mesa para a Associação das Filhas do Puríssimo Coração de Maria, instituição que cuida de crianças na cidade de Valparaíso de Goiás desde 1998. Todos os computadores doados estão em perfeito estado e serão usados como ferramentas de ensino e aprendizagem para as crianças que ficam no orfanato. As máquinas doadas fazem parte da política de segurança da informação do Seconci que consiste na troca de equipamentos por máquinas mais modernas e seguras. A Congregação Filhas do Coração de Maria é uma Congregação Religiosa da Igreja Católica de origem polonesa fundado em 8 de dezembro de 1885 por um frei capuchinho polonês, o Beato Honorato Kozminski (1829 – 1916). No Distrito Federal, a ação atua na cidade de Valparaíso, Novo Gama, Ocidental e Planaltina de Goiás, com alcance de cerca de 200 crianças. A Congregação está sob direção da irmã Teodozja Guzek. De acordo com ela, a doação dos computadores vai contribuir para que as crianças possam se familiarizar com o mundo da informática. “Nós temos uma pessoa que trabalha com computadores e que se disponibilizou a vir ao orfanato para fazer a montagem dos equipamentos e ensinar as crianças para que elas possam aprender como usar. Essa doação veio em boa hora e nós agradecemos muito”, conta Guzek. A doação dos computadores é uma ação que faz parte dos objetivos do Seconci-DF de promover a responsabilidade social e despertar a consciência na sociedade para além da construção, setor responsável pela existência da entidade. Com isso, de braços dados com instituições que promovem a vida, a segurança e a saúde, seguimos em busca de um Distrito Federal mais solidário e mais colaborativo para todos. Se você quiser doar ou conhecer a Congregação Filhas do Coração de Maria, ligue (61) 36272996

Panorama dos Acidentes do Trabalho no Brasil – encerramento Canpat 2023

A  Secretaria de Inspeção do Trabalho, do Ministério do Trabalho e Emprego, convida para o encerramento da Campanha Nacional de Prevenção de Acidentes do Trabalho – CANPAT 2023,  que ocorrerá no dia 07/12/2023, das 09h às 11h30, com transmissão pelo canal da Escola Nacional da Inspeção do Trabalho – ENIT no YouTube (https://www.youtube.com/enit-escola/live). O evento abordará um panorama da prevenção e da acidentalidade do trabalho no Brasil, em nível nacional e regional, com demonstração dos setores de atividade que mais causam acidentes, os profissionais que mais se acidentam, os principais tipos de acidentes e outros detalhes que envolvem os acidentes do trabalho nos mais diversos estabelecimentos do Brasil. Haverá, também, uma avaliação da Canpat 2023, com as principais ações que ocorreram nesse ano, bem como o planejamento da Canpat 2024, para que tenhamos condições cada vez melhores de aumentar a produtividade e competitividade, por meio de ambientes de trabalho decentes e funcionais. Por fim, será mostrado o planejamento da Inspeção do Trabalho para o ano de 2024 na área de Segurança e Saúde no Trabalho, nesse grande desafio para implantar uma cultura de prevenção de acidentes do trabalho em nosso País. O evento é público e gratuito, com emissão de certificado de participação, com transmissão “ao vivo” no Canal da Escola Nacional da Inspeção do Trabalho no YouTube. Participe! Seja um agente na prevenção de acidentes e doenças do trabalho. Segurança e Saúde no Trabalho: mais qualidade de vida para quem trabalha; mais competitividade para nossas empresas. Fonte: ENIT

Novos paradigmas na qualificação de profissionais na construção: desafios e soluções

No dinâmico cenário da construção civil, marcado por avanços tecnológicos e desafios constantes, os paradigmas para a qualificação de profissionais emergem como pauta central. O tema, de alta relevância para o setor, foi amplamente discutido em um dos painéis da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), durante o evento Construa Maranhão. Ricardo Michelon, vice-presidente de Política de Relações Trabalhistas da CBIC, destacou a importância fundamental das pessoas como insumo primário no setor da construção. “O nosso setor tem alguns insumos principais: um deles são os materiais que a gente aplica nas nossas obras e outro é o recurso financeiro, e tem um outro insumo que são as legislações, aprovações e permissões, mas talvez o principal insumo seja as pessoas. E é nesse contexto que a gente gostaria de colocar o nosso foco na discussão.” Michelon ressaltou a paradoxal realidade enfrentada pela construção civil, onde empresas demandam profissionais qualificados, enquanto uma parte significativa da sociedade enfrenta o desemprego. Essa disparidade, conforme apontado em diversas pesquisas sobre os desafios do setor, evidencia a escassez de profissionais qualificados como um dos principais obstáculos. O vice-presidente da CBIC enfatizou que o setor precisa enfrentar esse desafio com inteligência, propondo soluções que unam as pontas dessa equação complexa. No centro desse debate está a atuação de instituições como o Serviço Social da Indústria (SESI) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai). Michelon destacou a presença dessas instituições em todos os estados brasileiros, sua capacidade técnica e operacional, além dos recursos disponíveis. Para ele, o desafio reside na inteligência de articular esforços, visando uma abordagem mais ampla e integrada para enfrentar a carência de profissionais qualificados. “A gente pode contribuir muito dando caminhos e colocando esse tema na mesa”, enfatizou Michelon, apontando para a necessidade de colaboração e cooperação entre setor privado e instituições educacionais. A necessidade de repensar os paradigmas para qualificação de profissionais na construção civil foi destacada pelo superintendente regional do Sesi Maranhão, Diogo Diniz Lima. Em sua fala, Lima ressaltou a importância estratégica da construção, classificando-a entre as cinco atividades mais relevantes na contribuição para o sistema. Ele salientou a abundância de mão de obra no país, diferenciando-o de outros lugares, e defendeu uma abordagem mais estratégica e proativa por parte do setor. O superintendente regional do Sesi Maranhão também abordou a dimensão social emergente dessa questão, enfatizando que o setor da construção é tão crucial para o Produto Interno Bruto (PIB) que tem o poder de influenciar a formação da agenda, não apenas direcionada aos empresários, mas também aos trabalhadores. Lima apontou a necessidade de utilizar as ferramentas disponíveis para despertar o estado, tirando-o da zona de conforto e direcionando esforços para garantir o básico, pois, como ressaltou, “não se constrói sem mão de obra.”  “Achar essa mão de obra e ter essa mão de obra no mercado garante produtividade e um custo possível para a realização das obras”, concluiu Diogo Diniz Lima, sublinhando a importância de uma abordagem mais estratégica e proativa na qualificação de profissionais para o setor da construção civil.  A vice-presidente de Responsabilidade Social da CBIC, Ana Cláudia Gomes, destacou a complexidade da questão ao afirmar: “As pessoas não querem trabalhar na construção civil, não têm orgulho de ser. Isso é inclusive uma campanha da Comissão de Responsabilidade Social da CBIC, que é a ‘Orgulho de Ser a Força que Constrói o país’.” Esse desafio, segundo Gomes, vai além de simples capacitação técnica; trata-se de resgatar o orgulho e a valorização dos profissionais da construção. Ana Cláudia Gomes argumentou que a responsabilidade pela transformação desse cenário recai sobre os gestores do setor. Ela enfatizou a importância de permitir que os trabalhadores se apropriem de seu trabalho: “A gente precisa que esse trabalhador volte a ter orgulho de ser o trabalhador da construção civil. E acho que isso é uma função do gestor, pois você tem que permitir que aquele trabalhador se aproprie do trabalho dele. Precisamos permitir que os nossos times tenham esse orgulho de pertencer, entendam o contexto, a importância do que estão fazendo.” Além disso, a vice-presidente ressaltou a necessidade de os empresários compreenderem que o reconhecimento das empresas no setor dependerá cada vez mais do compromisso com o desenvolvimento e formação de suas equipes.”Os empresários precisam entender que as empresas deles serão cada vez mais reconhecidas pelo seu time, pelas pessoas que vão formar e desenvolver.” No que se refere à mão de obra, Ana Cláudia Gomes frisou a importância de os empresários investirem no treinamento e desenvolvimento. ”O empresário também precisa entender que a mão de obra não vai chegar pronta, ele precisa investir no treinamento e desenvolvimento dessa mão de obra.” Para ela, a construção de um novo paradigma na qualificação profissional na construção não apenas exige mudanças estruturais, mas também um comprometimento integral dos gestores e empresários com a valorização e capacitação de seus colaboradores. Concluindo o debate, Dionyzio Klavdianos, vice-presidente de Materiais, Tecnologia, Qualidade e Produtividade (COMAT) da CBIC, destacou a complexidade do tema, ressaltando a singularidade da indústria da construção civil. “Esse é um tema complexo e a gente está cansado de ver como as coisas estão acontecendo, mas é que a construção civil não é uma indústria qualquer, é uma indústria talvez a mais antiga do mundo, desde quando as pessoas se tornaram racionais. Então ela tem uma história muito grande que talvez nenhuma outra indústria tenha”, afirmou Klavdianos. A fala do vice-presidente ressalta a importância de compreender a construção não apenas como uma atividade econômica, mas como parte integrante da história e evolução da sociedade. No entanto, Klavdianos alertou para as consequências da falta de mão de obra qualificada na indústria, uma preocupação urgente que afeta diretamente a capacidade de crescimento e inovação do setor. “O que podemos deduzir dessa falta de mão de obra? A gente está perdendo mão de obra para Uber, iFood, e a gente está vendo isso e não está fazendo nada. E como a indústria depende da mão de obra e a gente não está conseguindo reter e dar