Há vagas: nova turma de trabalho em altura

As empresas da construção podem capacitar seus colaboradores no Seconci-DF Há vagas abertas para nova turma de capacitação em trabalho em altura realizada pelo Seconci-DF. De acordo com a Norma Regulamentadora 35, é considerado trabalho em altura atividades executadas acima de 2,00 m (dois metros) do nível inferior, onde haja risco de queda. Portanto, o trabalhador que exerce função nesses requisitos, obrigatoriamente, precisa passar pelo treinamento. Com oito horas de duração, o Seconci-DF realizará no dia 15 de agosto, terça-feira, na sede da entidade, no Setor Placa da Mercedes, Núcleo Bandeirante, mais um curso para trabalhadores da construção. “O objetivo do curso de NR35 é capacitar o trabalhador garantindo que as atividades em altura sejam realizadas com segurança. Nosso curso é focado nas atividades que serão desenvolvidas pelo trabalhador. A parte prática é realizada numa plataforma instalada na nossa sede, onde são simuladas diversas atividades em altura na construção”, explica Juliana Moreira de Oliveira, gerente de segurança do trabalho do Seconci-DF. A vantagem do curso oferecido pelo Seconci-DF é que ele pode ser feito por trabalhadores de várias empresas ao mesmo tempo. A capacitação é realizada nas dependências da entidade, localizada no Núcleo Bandeirante e, no mesmo dia, eles já recebem o certificado. Agende o treinamento de NR35 para os trabalhadores da sua empresa por meio do telefone (61) 3399-1888 ramal 247 ou pelo e-mail admgeseg@seconci-df.org.br.
Segurança no trabalho ganha relevância no mundo empresarial

A segurança do trabalho se consolida como a nova agenda empresarial e vem se tornando uma prioridade estratégica no mundo dos negócios. Com o mercado cada vez mais exigente e voltado para certificações, as empresas que não investirem correm o risco de perderem relevância. A questão da saúde e segurança no ambiente de trabalho tem sido um tema em destaque no contexto empresarial brasileiro, especialmente em face do crescimento industrial e da diversificação das formas de trabalho. Essa ênfase reflete as demandas legais, bem como os compromissos éticos e sociais das empresas com seus trabalhadores. Com a complexidade desses desafios, a tarefa de estabelecer e manter ambientes de trabalho seguros e saudáveis requer uma atenção meticulosa dos gestores e dos profissionais da saúde ocupacional. Essa necessidade transcende a preocupação com o bem-estar dos trabalhadores e toca na sustentabilidade e responsabilidade das empresas. Nos últimos dez anos (2012-2021), segundo a Organização Internacional do Trabalho o Brasil registrou 22.954 mortes no mercado de trabalho formal, de acordo com dados oficiais. Em 2021, foram notificados 571,8 mil acidentes e 2.487 óbitos associados ao trabalho, um aumento de 30% em relação a 2020. Este panorama sublinha a necessidade imperativa de investimentos em segurança e bem-estar dos trabalhadores. No entanto, uma preocupação é que medidas de saúde e segurança são, às vezes, percebidas por algumas empresas primariamente como custos, e não como um investimento necessário. Raíssa Squipano, fundadora do Grupo Evolue e mantenedora da paz segundo a ONU, defende uma mudança de paradigma no modo como as empresas abordam a saúde e a segurança no trabalho. Seu argumento central é que o investimento em segurança não deve ser visto como um mero cumprimento de normas, mas sim como um elemento estratégico para aumentar a produtividade. Além disso, ela enfatiza a necessidade de envolvimento dos níveis gerenciais para efetivação dessas políticas, com destaque para a questão de gênero e a crescente participação feminina na liderança. Segundo Squipano, essa mudança de perspectiva é imperativa não apenas para o bem-estar dos trabalhadores, mas também para a reputação e valorização das empresas no mercado. “Gerir saúde e segurança do trabalho de forma efetiva é uma responsabilidade que vai além do setor de RH ou do técnico de segurança. A liderança da empresa deve estar envolvida diretamente, evidenciando a importância que a organização dá para a integridade dos seus colaboradores”, enfatiza Raissa Squipano. A falha em investir adequadamente na saúde e segurança do trabalho não afeta apenas os colaboradores, mas também o valor de mercado das empresas. A falta de comprometimento com a saúde e segurança do trabalho pode prejudicar a imagem e a reputação das empresas, muitas vezes levando a perdas financeiras. Com o avanço das tecnologias e das redes sociais, as empresas estão cada vez mais expostas ao escrutínio público, e as questões de saúde e segurança do trabalho são parte integral desse cenário. “A transparência é uma moeda importante hoje em dia. As empresas que não adotam práticas adequadas de saúde e segurança do trabalho estão se expondo a riscos desnecessários”, alerta Squipano. Raissa destaca que apesar do machismo ainda presente no setor, cada vez mais mulheres estão assumindo posições de liderança e desempenhando um papel fundamental na mudança de paradigmas. Além disso, investir em Saúde e Segurança do trabalho promove proteção jurídica em eventuais ações trabalhistas. Também é ressaltada a importância da formação e educação continuada dos trabalhadores. “Equipamentos de proteção individual são fundamentais, mas é igualmente importante investir em treinamento e educação para que os funcionários compreendam os riscos e saibam como agir para preveni-los”, explica. Ao mesmo tempo, empresas que investem em segurança e saúde no trabalho, como o demonstram ser mais resilientes, competitivas e sustentáveis. “A cultura de saúde e segurança no trabalho precisa ser vista como uma questão estratégica para as empresas”, conclui Raissa Squipano. Nesse contexto, nota-se o aumento da relevância das políticas de saúde e segurança no trabalho das empresas. Aquelas que analisam a questão como estratégica tendem a se destacar cada vez mais como um elemento crítico na dinâmica empresarial atual. A adesão a tais práticas não é somente uma garantia para a integridade física dos funcionários, mas também estabelece uma base sólida para as empresas se adaptarem e permanecerem resilientes diante de desafios inesperados. A transição de paradigma, que deixa de perceber a saúde e a segurança no trabalho como meros custos para reconhecê-las como investimentos estratégicos, está pavimentando um novo percurso para o mundo corporativo neste século. Jornal O Globo
Projetos fortalecem crescimento das mulheres no setor da construção

Em um cenário predominantemente masculino, o setor da construção tem ampliado cada vez mais a participação feminina. Segundo levantamento do Ministério do Trabalho e da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), disponibilizado em 2021, as mulheres representavam cerca de 10,85% da força de trabalho nos canteiros de obra, em comparação com os 10,32% registrados em 2019. Para um setor, considerado motor para a economia brasileira, os números ainda são considerados baixos, de acordo com a presidente da Comissão de Responsabilidade Social (CRS) da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Ana Cláudia Gomes. Para promover a inclusão e ampliação de oportunidades para mulheres na área, a Comissão iniciou o projeto “Elas Constroem” com o intuito de fortalecer a presença feminina no setor. A partir da iniciativa, parceiros e associados à CBIC impulsionam outros trabalhos. Segundo a vice-presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF), engenheira civil Mirelle Antunes Corrêa, o sindicato tem desenvolvido diversas iniciativas com o objetivo de criar um ambiente mais inclusivo e seguro para as trabalhadoras. Além disso, o Sinduscon-DF conta com o investimento em capacitação e formação de profissionais mulheres, oferecendo cursos exclusivos, como os de pintura e almoxarife, e mais recentemente, cursos que abrangem áreas como gerenciamento financeiro e outros. A iniciativa não visa apenas inserir as mulheres no mercado de trabalho, mas também aprimorar suas habilidades e aumentar as oportunidades de progressão na carreira. A entidade também conta com ações para a prevenção de assédio e combate a violência. “Muitas ações têm sido implementadas para a promoção da igualdade de gênero e para a disseminação de ações concretas voltadas para a valorização das mulheres e combate a violência. Realizamos palestras de sensibilização e conscientização, abordando temas como violência e assédio”, explicou Mirelle. Outra ação citada pela engenheira foi a cartilha com especificações para um canteiro de obra mais inclusivo, que conta com projeção de áreas mais reservadas, garantindo a privacidade e segurança das trabalhadoras. “Essa cartilha tem como objetivo de eliminar quaisquer formas de discriminação e garantir um ambiente de trabalho saudável”, afirma a engenheira. Para completar o amparo às funcionárias, o Sinduscon-DF criou o programa de denúncias contra a violência, que conta com o apoio do Governo do Distrito Federal. A iniciativa estabelece um canal seguro e confidencial onde as mulheres podem relatar situações de risco, violência ou assédio. Já no Paraná, o Sindicato da Indústria da Construção do Pará (Sinduscon-PA) tem se destacado pela parceria com o Tribunal de Justiça local com o projeto “Construindo Mais Cidadania”. O projeto conta com um módulo específico voltado para a conscientização sobre a violência doméstica e familiar, que já alcançou mais de 6 mil trabalhadores do setor. A gestora do Sinduscon-PA, Eliana Veloso, destacou que o projeto, que conta com palestras dentro dos canteiros sobre combate a violência doméstica, tem tido bons resultados. As apresentações contam com a promoção de boas práticas e levam informações para aqueles trabalhadores e trabalhadoras que não sabem como agir nesse tipo de situação.“Nós temos muitos depoimentos de trabalhadores que após esses encontros atestam que não conheciam as diversas formas de violência possíveis e nem os canais de comunicação disponíveis para denúncia”, diz Eliana. O projeto “Construindo Mais Cidadania” é uma resposta concreta aos desafios enfrentados pelas mulheres no contexto da violência doméstica, afirmou a gestora. Além disso, Eliana apontou a importância de promover a conscientização e a educação em relação a esse tema, não só para os trabalhadores da construção, mas também para a sociedade como um todo. “Queremos contribuir para a construção de um ambiente seguro e livre de violência para todas as mulheres”, finaliza a gestora do Sinduscon-PA. O tema tem interface com o projeto “Responsabilidade Social na Indústria da Construção”, da Comissão de Responsabilidade Social (CRS/CBIC), com a correalização do Serviço Social da Indústria (Sesi Nacional). Fonte: Agência CBIC
Seconci-DF participa do Dia Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho

Organizado pelo Comitê Permanente Regional no DF, ação aconteceu num canteiro de obra no Guará O Comitê Permanente Regional sobre Condições e Meio Ambiente do Trabalho na Indústria da Construção do Distrito Federal (CPR/DF) promoveu um evento nesta quinta-feira, 27 de julho, num canteiro de obra da BRASAL no Guará/DF para comemorar o Dia Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho. O Seconci-DF, que integra o CPR, esteve presente representado pelo diretor José Antônio Bueno Magalhães Júnior e pela gerente de segurança do trabalho da entidade, Juliana Moreira de Oliveira. Durante a abertura do evento, o coordenador do CPR-DF, Raimundo Salvador, falou da importância de ações que buscam conscientizar e melhorar as condições de trabalho, de prevenção e da segurança. “Nos debatemos a melhoria continua das condições de saúde e segurança no trabalho e contamos com diversos entes que participam e contribuem por meio do CPR. Esse é o caso da BRASAL que cedeu esse espaço para falarmos sobre assuntos tão importantes como a preservação da vida dentro dos canteiros de obras”, disse Salvador. O evento contou com a realização de atividades de capoterapia e palestras com a presença do auditor fiscal do trabalho no DF, Romulo Silva, falando sobre riscos de queda em altura e da psicóloga Dra. Samira Rahhal falando sobre saúde mental. O Seconci-DF esteve no evento representado pela gerente de segurança do trabalho Juliana Moreira de Oliveira e pelo diretor José Antônio Bueno Magalhães. Para Magalhães, é extremamente importante a consciência das empresas para que haja um ambiente adequado para os trabalhadores e a união de governo, empresas e sindicatos dos trabalhadores possibilita essa melhoria. “Precisamos continuar trabalhando juntos e contamos com o apoio de todos, inclusive dos trabalhadores para que cobrem, procurem melhorias e se tornem vigilantes para que possamos ter um ambiente de obra seguro e saudável”, disse Magalhães. DIA NACIONAL DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES DE TRABALHO: a data de 27 de julho foi escolhida por se tratar da data de publicação das portarias de nº 3236, que instituiu o Plano Nacional de Valorização do Trabalhador, e a de nº 3237, que tornou obrigatórios os serviços de medicina do trabalho e engenharia de segurança do trabalho em todas as empresas com um ou mais trabalhadores. As portarias foram publicadas no ano de 1972 e, desde então, se tornou um marco na promoção da segurança e saúde no ambiente laboral. O evento do CPR-DF contou com a participação de representantes do Comitê, representantes do Grupo de Trabalho Interinstitucional (Getrin10), incluindo os juízes coordenadores: João Otávio Fidanza Frota e Katarina Roberta Mousinho de Matos Brandão; representantes da empresa BRASAL INCOPORAÇÕES e da SENAP Construtora; além do diretor de inovação e desenvolvimento Tecnológico do Sistema FIBRA, Graciomário de Queiroz.
Seconci-TAP recebe gerente executiva do Seconci Brasil

Denise Noleto esteve em Uberlândia conhecendo a nova sede da entidade A gerente executiva do Seconci Brasil, Denise Noleto, esteve na nova sede do Serviço Social da Indústria da Construção Civil do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba (Seconci-TAP) nesta quarta-feira, 26 de julho, conhecendo as novas instalações do Serviço Social e prestigiando o trabalho feito em prol dos trabalhadores e das empresas da construção de Uberlândia e região. O Seconci-TAP está em funcionamento desde 1994 e realiza serviços nas áreas de segurança e medicina ocupacional, odontologia e assessora as empresas para cumprimento das legislações pertinentes às áreas de atuação. “Nosso objetivo com esta visita foi conhecer a nova sede da entidade e reforçar nosso apoio aos esforços do Seconci-TAP no atendimento aos trabalhadores da construção da cidade de Uberlândia e demais cidades circunvizinhas”, disse Denise. De acordo com a gerente administrativa do Seconci-TAP, Darci Martins, a entidade está com uma sede nova desde o final 2019 e, em decorrência da pandemia de COVID-19, não foi possível fazer uma inauguração ou receber convidados para que conhecessem a nova estrutura, e sim em momento oportuno, o que está sendo feito agora pelo Seconci Brasil. “Essa visita do Seconci Brasil foi muito importante para mostrarmos nossa realidade e o que temos feito em benefício dos nossos trabalhadores e associados. Denise trouxe realidades de outros Seconcis, trocamos ideias, ela nos fez sugestões sobre possíveis ações junto às empresas contribuintes, por exemplo: prestação de outros serviços aos trabalhadores, no Seconci ou diretamente na obra, realização de pesquisa junto às empresas a fim de sugerirem serviços necessários”, explicou Darci. Entre os trabalhos do Seconci Brasil está o fomento de novos serviços e abrangência da atuação nas entidades em funcionamento. Ao visitar a entidade de Uberlândia, Denise levou projetos e sugestões de melhorias que podem agregar no atendimento e no aperfeiçoamento do que já é feito na região. “É importante manter essa conexão com todos os Seconcis porque um pode ser inspiração para os demais. Para isso, além das visitas e conversas que já realizamos, temos o nosso encontro anual de Seconcis (o ENSE) para que possamos ter esse contato mais próximo e dividir o que está acontecendo em cada região”, finalizou Denise. Denise foi recebida pela diretora e tesoureira do Seconci-TAP, Cristina de Oliveira Gonçalves Zuza que, na ocasião, representou o presidente da entidade, Rubens Debs Procópio. Saiba mais sobre a atuação do Seconci Brasil e os benefícios oferecidos pelas entidades que estão ativas em várias localidades pelo país, acesse www.seconci.com.br . Fonte: Seconci Brasil
Especialista defende prevenção de acidentes de trabalho

Juliana Moreira avaliou as condições de trabalho na construção civil do DF O Tarde Nacional conversou com Juliana Moreira de Oliveira, responsável pela área de Gerência de segurança do trabalho da Seconci-DF (Serviço Social da Indústria da Construção do DF). A Organização Internacional do Trabalho (OIT) coloca o Brasil em quarto lugar no ranking mundial de acidentes fatais ocorridos no ambiente de trabalho. Juliana falou sobre os esforços para reduzir esse número e criar uma cultura de prevenção nesses ambientes. O Dia Nacional de Prevenção de Acidentes no Trabalho é lembrado nesta quinta, 27 de julho. Ouça a entrevista completa aqui. Fonte: Rádio Nacional de Brasília
Reunião da Comissão de Responsabilidade Social da CBIC será em agosto

Debate sobre as campanhas da Comissão de Responsabilidade Social (CRS) da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) será destaque da reunião, exclusivamente virtual, no dia 02 de agosto, às 10h. O encontro tem como objetivo dar andamento aos trabalhos da Comissão e contará com a participação da presidente da CRS, Ana Cláudia Gomes. Dia Nacional da Construção Social e projetos como “Elas Constroem” fazem parte da pauta da reunião. Clique aqui e participe! Confira abaixo a programação completa: 10h | DNCS: informes finais 10h30 | Campanhas Elas Constroem & Orgulho de Ser 11h | Capacitação Elas Constroem 12h | Prêmio CBIC de Responsabilidade Social 2023 O tema da reunião têm interface com o projeto “Responsabilidade Social na Indústria da Construção”, da Comissão de Responsabilidade Social (CRS/CBIC), com a correalização do Serviço Social da Indústria (Sesi Nacional). Fonte: Agência CBIC
Live vai debater saúde do trabalho como direito fundamental do ser humano

A transmissão, promovida pelo Programa Trabalho Seguro da Justiça do Trabalho, será em 27/7, no canal do YouTube do TST O Programa Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho (Trabalho Seguro) da Justiça do Trabalho vai promover, na próxima quinta-feira (27), das 18h às 19h, uma live para marcar o Dia Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho. O evento será transmitido ao vivo no canal oficial do Tribunal Superior do Trabalho no YouTube. O palestrante será Homero Batista, desembargador do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (SP) e professor da Universidade de São Paulo (USP), com a participação do ministro do TST Alberto Balazeiro, coordenador nacional do Programa Trabalho Seguro, e da juíza Ananda Tostes, do TRT da 10ª Região (DF/TO), gestora nacional do programa.Fonte: TST
Sinduscon-DF e IPEDF lançam a 4ª edição do Boletim Econômico da Construção Civil

O Sinduscon-DF, em parceria com o Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF/Codeplan), lançou na sexta-feira (14), a 4ª edição do Boletim Econômico da Construção Civil. O boletim traz os principais dados da construção civil do DF, como características da atividade econômica, índices de variação de preço, evolução nas contratações, entre outros. O boletim do mês destaca que, em maio, os índices de preços do Brasil mantiveram sua trajetória de desaceleração, estando no terceiro mês consecutivo de queda. Em junho, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulou, em 12 meses, uma taxa de 3,94%, valor 7,80% inferior ao observado no mesmo período do ano passado. Entretanto, a variação acumulada do Custo Unitário Básico (CUB) em 12 meses foi de 8,30%, valor superior ao observado pelo INCC (5,40%) e pelo IPCA nacional (3,94%). “Esse comportamento reflete o aumento dos custos de materiais e de mão de obra”, explica a economista do Sinduscon-DF, Gabriela Martins. Gabriela destaca que os insumos da construção, em especial tintas e mão de obra, permanecem acima dos índices gerais de preços, influenciados pela alta taxa de juros e por comportamentos específicos do mercado. O IPCA de reparos também permanece acima do índice geral de preços. “Era esperado que a demanda por materiais de construção fosse retraída durante a pandemia, o que não ocorreu. Os estoques destes bens ficaram abaixo do ideal, encarecendo os produtos vendidos. Os impactos sofridos durante a pandemia reverberam negativamente nos preços da cesta de reparos atual”, complementa Gabriela Martins. Em relação ao valor adicionado da construção (PIB), em 2020, apresentava um valor estimado em R$ 6,12 bilhões no Distrito Federal, o que equivale a um recuo de 1,9% em termos reais na comparação com 2019. Apesar desse resultado, Gabriela destaca que o setor passou a ser responsável por 2,5% da economia brasiliense e 55,9% do setor industrial, contra 2,0% e 51,8% registrados, respectivamente, no ano anterior. “As obras de infraestrutura foram responsáveis por atenuar o nível de queda da atividade”, ressalta a economista. O boletim ainda aponta que o mês de maio fechou com o saldo positivo para novos postos de trabalho formais na construção civil do DF, com 127 novas contratações. Esses e outros dados podem ser acessados na íntegra no site do Sinduscon-DF. Fonte: Sinduscon-DF
Fundacentro promove evento e lança cartilha sobre proteção contra choques elétricos em canteiros de obras

Tema será apresentado pelo YouTube da instituição, no dia 02 de agosto, das 15h às 16h30 A segurança contra choques elétricos em canteiros de obra é de extrema importância para proteger os trabalhadores e prevenir acidentes graves. Para apresentar o tema, a Fundacentro promove evento on-line pelo Youtube da instituição, a ser realizado no dia 02 de agosto de 2023, das 15h às 16h30. Os autores da cartilha “Proteção contra choques elétricos em canteiros de obra”, Swylmar dos Santos Ferreira e Maurício José Viana, ambos engenheiros eletricistas e de segurança do trabalho (aposentados da instituição), apresentarão as questões inseridas na publicação sobre as inovações tecnológicas que contribuem para a identificação dos riscos, perigos e danos que podem ser causados pela eletricidade. Também participará da live a engenheira de segurança Maria Christina Felix, que atua como tecnologista da Fundacentro e é especialista em saúde e segurança na indústria da construção. A cartilha, adequada ao contexto normativo nacional vigente, apresenta medidas específicas de segurança elétrica “que contribuam para o aperfeiçoamento dos trabalhadores de canteiros de obras, sejam eles eletricistas, técnicos de segurança, eletrotécnicos, engenheiros ou outros profissionais que dela necessitem para sua proteção”. A publicação está disponível para acesso de forma gratuita no catálogo bibliográfico da Fundacentro. Também é possível consultar na página de publicações institucionais. Fonte: Fundacentro