Seconci-DF participa do lançamento da Agenda Legislativa da Indústria 2023

Evento promovido pela FIBRA reuniu políticos, empresários e representantes sindicais para entrega de 22 proposições legislativas Assessoria de Comunicação Social do Seconci-DF A Federação das Indústrias de Brasília reuniu nesta quarta-feira, 17 de maio, políticos, empresários e representantes da indústria para o lançamento da Agenda Legislativa da Indústria do DF edição 2023. O evento aconteceu na sede da FIBRA e contou com a presença do Seconci-DF, na pessoa do presidente Marcelo Machado Guimarães. Marcelo parabenizou a iniciativa da FIBRA, uma vez que as proposições beneficiam diretamente o trabalho social feito pela entidade. “A Agenda Legislativa que a FIBRA disponibiliza para a sociedade como um todo já é tradicional e visa o desenvolvimento da indústria. É uma contribuição dos empresários que estão vinculados aos sindicatos que, por sua vez, já tem seu olhar para quem comanda e volta esse pensamento para os legisladores. Inclusive, para nós do Seconci, é fundamental que essa agenda seja atendida porque abrange também nossas demandas na prestação de serviços e do atendimento às empresas e aos trabalhadores da construção”, disse Marcelo Guimarães. A edição 2023 é a 21ª da série e documenta as prioridades do setor, além de servir como um posicionamento em relação as proposições em tramitação na Câmara Legislativa que, de alguma maneira, influenciam as atividades das empresas e ambiente de negócios do Distrito Federal. “A FIBRA fica envaidecida em ver tantas pessoas importantes aqui que estão interessadas no crescimento e desenvolvimento da capital. Nosso objetivo aqui é entregar um produto com os interesses da indústria onde há convergência e divergência com as necessidades e demandas de todos os setores da indústria do DF”, explicou Jamal Jorge Bittar, presidente da FIBRA. O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, esteve no evento e ressaltou a importância da indústria para o DF, além dos benefícios que a população tem adquirido em parceria com os empresários e sindicatos por meio da disponibilização de serviços e atendimentos. “Eu sempre procuro ouvir os presidentes das Federações para que possamos encaminhar as necessidades do empresariado. Acho que o empresário não deve ser surpreendido e essa é uma preocupação e as portas do meu gabinete sempre estiveram abertas aos empresários do Distrito Federal e é exatamente assim que continuaremos trabalhando buscando soluções e melhoria da qualidade de vida da nossa capital”, finalizou Ibaneis. Para acessar a Agenda Legislativa da Indústria 2023, clique aqui.

Seconci-DF e Sinduscon-DF elegem novas diretorias

A partir de junho, os novos representantes tomam posse para mandatos de dois anos à frente das instituições Assessoria de Comunicação Social do Seconci-DF O Serviço Social e o Sindicato da Indústria da Construção, Seconci-DF e Sinduscon-DF, respectivamente, elegeram suas novas diretorias para o biênio 2023-2025 na segunda-feira, 15 de maio. Representantes das duas entidades compareceram à sede do Sinduscon-DF e também votaram de forma online para eleger os empresários Carlos Eugênio de Faria Franco, como novo presidente do Seconci-DF, da empresa Faber Engenharia, e Adalberto Cléber Valadão JR, como novo presidente do Sinduscon-DF, da Soltec Engenharia. O presidente eleito do Seconci-DF falou sobre sua trajetória na entidade e a intenção em seguir com os serviços de qualidade, valorização do trabalhador e apoio às empresas da construção. “Eu sempre falo do Seconci por um motivo especial que herdo da minha mãe: que é ajudar quem precisa, sem esperar nada em troca. Nossa intenção é valorizar o trabalhador da construção e possibilitar que ele tenha segurança, saúde e mais dignidade no seu dia-a-dia”, disse Carlos Eugênio. Adalberto Cléber Valadão JR pretende seguir buscando a união e a melhoria do setor. “É aí que entra o Sinduscon-DF, promovendo a união e representando os interesses do setor. A nova diretoria vai dar sequência ao bom trabalho que vem sendo realizado, buscando sempre um patamar ainda maior de atuação junto à sociedade e ao poder público”, explicou Valadão JR. Sobre o Seconci-DF: entidade sem fins econômicos e de utilidade pública que atua no DF desde 1988. Sua Criação aconteceu pela junção de esforços do Sinduscon-DF e o Sindicato dos Trabalhadores da construção (STICOMBE). Sua missão é promover projetos e ações que propiciem uma sociedade mais justa e solidária, através da implementação de parcerias com o Estado, a iniciativa privada e a sociedade civil, tendo como público alvo os trabalhadores da construção civil com atuação nas áreas de Medicina Assistencial e Ocupacional, Segurança do Trabalho, Odontologia, Serviço Social e Educação. Sobre o Sinduscon-DF: é a principal entidade representativa do segmento empresarial da construção civil no DF. Congregando mais de 270 empresas associadas e participando ativamente do processo de desenvolvimento do Distrito Federal, desde o início de sua construção, a entidade consolida-se cada vez mais como instituição séria e respeitada, tanto regional quanto nacionalmente. CLIQUE AQUI e conheça a chapa completa do SINDUSCON-DF CLIQUE AQUI e conheça a chapa completa do SECONCI-DF Com informações do Sinduscon-DF

Combate ao assédio é desafio para humanizar as relações de trabalho no país

Mobilização da sociedade, amparo legal e medidas de acolhimento são parte da luta para acabar com a prática que afeta a saúde do trabalhador e contamina a organização institucional das empresas O assédio moral no local de trabalho é um fenômeno antigo. Realidade de grande parte dos ambientes corporativos, é um assunto mais presente nos espaços acadêmicos, jurídicos e sindicais. Apesar de viver as situações de abusos de forma recorrente, o debate sobre este tema é quase inexistente nas camadas mais populares da classe trabalhadora. A falta de ferramentas de combate, canais de denúncias e conscientização sobre práticas de assédio contribuiu para a criação de uma realidade de subnotificação de casos no Brasil. Tratei do assunto assédio em nota técnica na 25ª Carta de Conjuntura da Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), disponível em https://www.uscs.edu.br/noticias/cartasconjuscs. Margarida Barreto, professora e pesquisadora, que foi pioneira nos estudos sobre assédio moral e sexual no Brasil, conceitua que a prática consiste na “exposição dos trabalhadores e trabalhadoras a situações humilhantes e constrangedoras, repetitivas e prolongadas durante a jornada de trabalho e no exercício de suas funções, sendo mais comuns em relações hierárquicas autoritárias e assimétricas, com o objetivo de forçar o empregado a desistir do emprego”.  A pesquisadora classifica o assédio em dois fenômenos chamados de vertical e horizontal. De acordo com Margarida, “o fenômeno vertical se caracteriza por relações autoritárias, desumanas e aéticas, onde predomina os desmandos, a manipulação do medo, a competitividade, os programas de qualidade total associada à produtividade.”  Já o fenômeno horizontal é relacionado à pressão para produzir com qualidade e baixo custo. Margarida defende que “o enraizamento e disseminação do medo no ambiente de trabalho reforçam atos individualistas, tolerância aos desmandos e práticas autoritárias no interior das empresas que sustentam a ‘cultura’ do contentamento geral”. Para ela, neste processo, os trabalhadores assediados escondem as humilhações e quem está “sadio” trabalha com medo de adoecer e incorpora o padrão discursivo da liderança contra quem adoeceu criando uma espiral de humilhação. Uma outra realidade que assombra são os assédios de cunho sexual. De acordo com dados do Ministério Público do Trabalho (MPT), o volume de denúncias em locais de trabalho foi maior em 2022. O procurador-geral do Trabalho, José de Lima Ramos, afirmou que as queixas recebidas pelo órgão até junho, representavam 63% das notificações de todo o ano de 2021. Foram 300 denúncias até junho de 2022, contra 474 do ano anterior. A realidade na Caixa       Infelizmente, o ano de 2022 também foi marcante para a Caixa Econômica Federal devido às denúncias de assédio sexual e moral atribuídas ao então presidente do banco, Pedro Guimarães, que foram responsáveis por abrir um portal para a realidade das condições enfrentadas pelos empregados e empregadas. A Corregedoria do banco estatal desenvolveu um relatório final sobre o caso com cerca de 500 páginas, elaborado com base em 50 depoimentos de vítimas e testemunhas. A conclusão da corregedoria foi encaminhada para os órgãos competentes e aguarda decisão final. O Ministério Público do Trabalho (MPT) também produziu um relatório da Ação Civil Pública que investigou, pela primeira vez na história, as denúncias do tipo contra um dirigente do alto escalão do banco. O documento apresentou dados internos alarmantes sobre as condições de trabalho a que os empregados e empregadas estavam submetidos. Desde que foi designado ao cargo por Jair Bolsonaro, em 2019, os casos de assédio e afastamentos médicos explodiram sob a gestão anterior. Os dados analisados mostram que a média de denúncias por assédio entre 2012 e 2018 era de 80 por ano. Já em 2019, até a saída do ex-presidente em 2022, a média anual era de 157 denúncias e depois que o caso se tornou público e notório, o número chegou a 561. Os casos dentro da Caixa deixaram evidente a necessidade de avançarmos no desenvolvimento e aprimoramento de mecanismos de denúncia e combate a este tipo de violência. Mostraram também que é necessário aprimorar políticas de enfrentamento de todos os tipos de agressão contra a mulher, seja física, psicológica, econômica ou sexual, no ambiente doméstico, público ou no local de trabalho. Assédio Organizacional Os estudos sobre o tema desenvolvidos ao redor do mundo apontam que o assédio moral pode ser praticado de forma interpessoal, contra um indivíduo, mas também pode fazer parte do modelo de gestão da empresa. Neste caso é conhecido como “Assédio Moral Organizacional”. As características são gestão por estresse, gestão por injúria e gestão por medo, que são promovidas por gestores da empresa com objetivos administrativos. Esta realidade pode ser analisada a partir da dinâmica do capitalismo na fase neoliberal, que intensifica as disputas e competições entre as corporações. Neste cenário, somado às transformações no mundo do trabalho a partir da interferência do mercado nas legislações trabalhistas, promovendo perda de direitos, modelos de criação de programas de metas abusivas, intensificação de competição entre os trabalhadores, rankings e outras práticas, os assédios deste tipo passam a se intensificar nos ambientes de trabalho. Durante o governo Bolsonaro, a Caixa apresentou indícios das práticas já que não foram apenas os índices de assédio que subiram, mas também o número de afastamentos previdenciários em consequência da piora nas condições de trabalho e das mudanças na cultura organizacional do banco. Por trás do discurso da meritocracia presente nos últimos anos, o ex-presidente implantou um modelo de gestão baseado no medo e na intimidação. Alta rotatividade de empregados em cargos de função e direção, a submissão dos empregados a exercícios de flexão ou atividades vexatórias; a proibição do uso de roupas vermelhas, caracterizando o assédio político; gritos e ameaças. Esta realidade se tornou ainda mais factível nos dados do MPT que apontou que de 2013 a 2018 a média de afastamentos médicos era de 277 funcionários(as) por ano. A partir da gestão de Guimarães, até sua saída em junho de 2022, a média anual passou a ser de 354 funcionários(as) por ano, o que representa 27,79% de aumento. Após a demissão de Pedro Guimarães, o número chegou a 383 afastamentos, alcançando o índice de 44,96%. Margarida

Seconci-DF recebe integrantes do GETRIN10

Entidade faz parte do grupo de trabalho que atua na promoção da segurança e saúde nos ambientes laborais Assessoria de Comunicação Social do Seconci-DF O Grupo de Trabalho Interinstitucional 10 (GETRIN10) se reuniu na sede do Seconci-DF nesta sexta-feira, 12 de maio, para a reunião mensal do colegiado. O GETRIN10 tem o objetivo de promover ações educativas e de conscientização sobre temas relacionados à segurança e saúde no ambiente de trabalho. Coordenado pelo Tribunal Regional do Trabalho 10ª Região (TRT 10), conta com a participação de diversas instituições. Recepcionando os participantes do Grupo, o presidente do Seconci-DF, Marcelo Machado Guimarães, falou sobre a importância do trabalho desenvolvido em prol da segurança nos ambientes laborais e do apoio da entidade à causa. “Para o Seconci é uma honra recebe-lo aqui e ficamos muito contentes em ver tantas pessoas interessadas em discutir e propor melhorias na área de segurança e medicina do trabalho que fazem parte da nossa razão de ser”, falou Marcelo. Presente na reunião, o juiz do trabalho da 10ª Região e gestor do GETRIN10, João Otávio Fidanza Frota elogiou o trabalho dos membros do GETRIN durante as ações e eventos do mês Abril Verde e citou o Seconci como um dos participantes que abraçam e apoiam a causa de SST. “As ações realizadas pelo GETRIN são um símbolo do trabalho feito pelo grupo e o Seconci foi um dos responsáveis por aproximar o nosso trabalho dos canteiros e dos trabalhadores”, explicou João Otávio. Outra entidade que faz parte do Grupo Interinstitucional e esteve no Seconci foi o Sindicato dos Técnicos de Segurança do Trabalho (Sintest-DF) na pessoa do seu presidente, Wilton Cardoso. “Quanto mais pessoas estiverem engajadas, mais amplo e mais dinâmico será o trabalho do prevencionista dentro dos ambientes de trabalho. É por isso que acho importante essa reunião dos membros do GETRIN para falar e promover o tema”, disse Wilton. Durante a reunião, foram debatidos assuntos como eventos para os próximos meses e sugestões dos participantes para melhoria do trabalho feito, além de projetos que viabilizam mais divulgação das iniciativas do GETRIN10. Além dos nomes já citados, participaram da reunião Katarina Roberta Mousinho de Matos Brandão, juíza do trabalho e gestora do GETRIN10; Karol Teixeira de Oliveira, procuradora do trabalho da PRT10; José de Ribamar, técnico de segurança do trabalho do Sticombe; José Antônio Bueno Magalhães Júnior, vice-presidente do Sinduscon-DF; Marcos Gois de Araujo, auditor-fiscal do trabalho; Swylmar dos Santos Ferreira, engenheiro da Fundacentro; Elaine Faria Morelo, diretora de saúde do trabalhador (DISAT); Remy Gorga Neto, presidente da OCDF; Elie Chidiac, diretor da Novacap; Juliana Moreira de Oliveira, gerente de segurança do trabalho do Seconci e a gerente geral do Seconci, Geórgia Grace.

Fiscalização e penalidades no ambiente de trabalho: o que diz a NR-28

As Normas Regulamentadoras (NR) são regras e obrigações criadas para garantir a saúde e segurança dos trabalhadores em empresas regidas pela CLT. Elas complementam o Capítulo V (Da Segurança e da Medicina do Trabalho) do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), e foram criadas pela Lei nº 6.514 em 22 de dezembro de 1977. O propósito é padronizar métodos e regras para a prevenção de acidentes de trabalho e a ocorrência de doenças, fazendo assim com que os ambientes de trabalho sejam seguros e sadios. A Portaria 3214/78, que é responsável por promulgar as NRs, inclui em seu conjunto de normas a NR-28, que trata sobre a Fiscalização e Penalidades.  A NR-28 trata exclusivamente sobre os procedimentos para fiscalizar o cumprimento da legislação de SST e suas penalidades, sendo dividida em duas partes: a primeira define os procedimentos para fiscalização, embargo e interdição; e a segunda estabelece as disposições sobre infrações e penalidades, incluindo as tabelas com os dados para cálculos das multas. Os procedimentos para fiscalização descritos na primeira parte trata, por exemplo, da apresentação das comprovações da infração pelos agentes de inspeção e o critério da dupla visita, além de citar os prazos para a solução das irregularidades e das determinações – em caso de risco grave e iminente ao trabalhador – do embargo da obra ou interdição de estabelecimento, setor, máquina ou equipamento, entre outras disposições. Para os cálculos das multas, a norma prevê a gradação destas de acordo com as infrações detectadas e número de empregados. O tema tem interface com o projeto “Segurança e Saúde no Trabalho e Relações Trabalhistas na Indústria da Construção”, da Comissão de Políticas e Relações Trabalhistas (CPRT) da CBIC, com a correalização do Serviço Social da Indústria (Sesi). Agência CBIC

CBIC apresenta Agenda Legislativa da Construção a parlamentares

Lei de licitações, desoneração da folha, reforma tributária e o programa habitacional Minha Casa, Minha Vida (MCMV) foram alguns dos destaques durante o lançamento da Agenda Legislativa da Construção 2023, realizada nesta quarta-feira (10), em Brasília. Promovido pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), o evento reuniu 96 parlamentares e associados da entidade, para debater temas e demandas do setor.  Presente no encontro, o vice-presidente do Senado Federal, Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) reiterou o potencial do Brasil e suas condições de crescimento, mas destacou a necessidade de distensionar o país para retomar a ambiência política e dar andamento aos projetos estruturantes para o desenvolvimento do Brasil.  “Nós queremos que a política seja feita com contestações e divergências, mas, em especial, tendo um projeto comum, que é o de crescimento social. Para isso, somos dependentes do crescimento econômico e a participação da CBIC e da construção civil é fundamental e indispensável”, apontou o senador.  A chamada indústria de ações dos vícios construtivos também foi pauta de atenção durante o evento. Com mais de 100 mil ações registradas, a judicialização massiva tem colocado o setor em alerta, apontou o presidente da CBIC, José Carlos Martins. Segundo ele, essa é uma indústria que se formou no Brasil e precisa ser resolvida. “Isso gera custos e impacta diretamente no MCMV, porque acaba sendo um risco para as empresas. É preciso dar segurança jurídica para as pessoas contratarem”, alertou Martins.  “É preciso ter uma conversa direta com o Poder Judiciário para atentar a esse detalhe, se não, teremos uma nuvem pesada mais a frente”, completou o deputado federal, Luciano Bivar (União-PE). Ainda durante o lançamento, o presidente da CBIC destacou os desafios das pequenas empresas no mercado. “Temos que fazer com que as pequenas empresas venham para a formalidade e que elas possam competir para que o setor tenha um mercado ainda mais saudável, onde todo mundo possa trabalhar”, disse Martins.  Representando as pequenas empresas do seror, o presidente da Federação Nacional dos Pequenos Construtores (FENAPC), João Vitor Ribeiro, destacou o papel da federação e a atenção das instituições com o relançamento do programa MCMV. “Estamos apreensivos e felizes com a possibilidade de mudança de cenário e melhoria no nosso setor”, apontou. A união das instituições da cadeia produtiva foi ressaltada pelo superintendente da Associação Brasileira das Indústrias de Vidro (Abividro), Lucien Belmonte. “O ecossistema da construção está todo junto. Não são só os associados da CBIC, tem toda uma cadeia de fornecedores”, apontou. “É sempre importante falarmos bem do nosso setor e sempre jogando ele pra cima, precisamos estar juntos para isso”, concluiu.  Diante da diversidade de temas apresentados, o vice-presidente da região Centro-Oeste da CBIC, Renato Correia, destacou a importância do setor como instrumento para solucionar os problemas da sociedade. “Os problemas não são da construção, mas da sociedade brasileira. A sociedade precisa de saneamento, habitação, e aqui tem um setor preparado e qualificado para atender essas demandas e em parceria com os três Poderes nós vamos conseguir entregar ainda mais”, disse.  Clique aqui e assista ao evento na íntegra! Para ler o documento entregue aos parlamentares, clique aqui! Fonte: Agência CBIC

Eleições do Sinduscon-DF apresentam chapa única “Um passo a mais” para o biênio 2023-2025

Assessoria de Comunicação Social do Sinduscon-DF As eleições para escolha da nova Diretoria do Sinduscon-DF (biênio 2023 – 2025) serão na próxima segunda-feira (15) e apresentam a chapa única “Um passo a mais”, liderada pelo empresário Adalberto Valadão Júnior, acompanhado de João Accioly, como 1° vice-presidente, e Ruyter Thuin como vice-presidente administrativo-financeiro. Adalberto Valadão Júnior reforça a importância da participação dos associados durante as eleições. “O voto de cada empresa é a legitimidade que precisamos para dar sequência ao trabalho da entidade”, afirma. A respeito da nova gestão, o postulante ao cargo de presidente afirma que é preciso unir as empresas do setor da construção civil para enfrentar os desafios do segmento. “É aí que entra o Sinduscon-DF, promovendo a união e representando os interesses do setor. A nova diretoria vai dar sequência ao bom trabalho que vem sendo realizado, buscando sempre um patamar ainda maior de atuação junto à sociedade e ao poder público”, pontua Adalberto. “O Sinduscon-DF como entidade representativa das empresas de construção no DF vem buscando, cada vez mais, ser uma referência para a sociedade neste segmento da economia. A força, o respeito e a credibilidade dela provém dos seus associados que agora vão passar por um processo eleitoral do biênio 2023/2025. É preciso, nesse momento, um engajamento maior para que esse trabalho permaneça firme”, afirma João Accioly, candidato a 1° vice-presidente. “A nossa entidade está inserida na história do DF, onde todos os desafios da grande capital tiveram a marca do Sinduscon-DF. Seja na presença das empresas filiadas ou na atuação com projetos que tiveram a assinatura de centenas de diretores comprometidos com o desenvolvimento da nossa cidade. Ratificamos ainda que, através do voto dos nossos associados, o compromisso com a continuidade do trabalho realizado pelo sindicato pode continuar”, acrescenta Ruyter Thuin, candidato a vice-presidente administrativo financeiro. Clique aqui e conheça todos os integrantes da chapa Um passo a mais. No mesmo período, também acontecem as eleições para diretoria do Serviço Social da Indústria da Construção Civil (Seconci-DF). A chapa “Seconci PRESENTE” será representada por Carlos Eugênio de Faria Franco, como presidente; Luiz Fernando Souto de Azambuja como 1° vice-presidente e Carlos Antônio da Silva Filho como 2° vice-presidente. Como funcionam as eleições? As eleições serão no dia 15 de maio, segunda-feira, de forma online, através do site oficial Sistema de Eleição Eleja Online. A votação estará aberta das 8h às 20h sem intervalo, através do sistema. Associados que desejarem votar na sede, a entidade disponibilizará um computador para voto. Para ter validade, a eleição deve contar com votos de, no mínimo, 2/3 dos associados ao sindicato, que estejam em dia com suas obrigações sindicais. Por este motivo, o Sinduscon-DF reforça a importância da participação massiva das empresas associadas. Cada associado apto a votar receberá um login e senha pelo e-mail e celular cadastrados junto ao Sinduscon-DF. O login para votar será o CNPJ da sua empresa e sua senha de acesso será enviada por e-mail e SMS. Com estes dados, o associado deverá acessar o sistema no dia e horário das eleições para seu voto.

Eleições Seconci-DF – Chapa única: Seconci Presente Biênio 2023-2025

Na próxima segunda-feira, 15 de maio, acontece a eleição da nova Diretoria do Seconci-DF que, neste ano, tem chapa única denominada SECONCI PRESENTE, sendo liderada pelo empresário CARLOS EUGÊNIO DE FARIA FRANCO, tendo como vice-presidentes os empresários LUIZ FERNANDO SOUTO DE AZAMBUJA e CARLOS ANTÔNIO DA SILVA FILHO. No mesmo dia, ocorre a eleição da Diretoria do Sinduscon-DF que, diferentemente do Seconci-DF, terá sua realização virtual para associados ao Sindicato. Caso as votantes do Seconci-DF também sejam associadas ao Sinduscon, elas poderão optar por votar presencial ou virtualmente. Cada associado apto a votar pelo Sinduscon-DF receberá um login e senha pelo e-mail e celular cadastrados junto ao Sindicato. O login para votar será o CNPJ da sua empresa e sua senha de acesso será enviada por e-mail e SMS na data do dia 12 de maio. Com estes dados, o associado deverá acessar o sistema no dia e horário das eleições para seu voto. As empresas que são EXCLUSIVAMENTE associadas ao SECONCI-DF, poderão votar presencialmente na sede do Sinduscon, SIA Trecho 2/3 Lote 1.125 – 2º andar. A eleição acontecerá das 8h às 20h. Para conhecer a chapa SECONCI PRESENTE completa, clique aqui.

Edital de publicação da chapa concorrente a eleição do Seconci-DF – Biênio 2023-2025

NA FORMA DO ARTIGO 16 DO REGIMENTO INTERNO, A COMISSÃO DIRETORA DO PROCESSO ELEITORAL TORNA PÚBLICO A CHAPA ÚNICA, QUE CONCORRERÁ ÀS ELEIÇÕES DA DIRETORIA E CONSELHO FISCAL DO SECONCI-DF, PARA O BIÊNIO 2023-2025, A SER REALIZADA NA SEDE DO SINDUSCON-DF, SÍTO NO SIA, TRECHO 02, LOTE 1.125, 2º ANDAR, NO DIA 15 DE MAIO DE 2023, DAS 8H ÀS 20H. INFORMAÇÕES SOBRE O PROCESSO ELEITORAL PODEM SER ESCLARECIDAS PELO TELEFONE (61) 98166-6969. DENOMINAÇÃO DA CHAPA: SECONCI PRESENTE. INTEGRANTES: CARLOS EUGÊNIO DE FARIA FRANCO, LUIZ FERNANDO SOUTO DE AZAMBUJA, CARLOS ANTÔNIO DA SILVA FILHO, MIRELLE ANTUNES CORRÊA, GUSTAVO DE FARIA FRANCO, PAULO SARKIS ANTONIO, JOSÉ ANTÔNIO BUENO MAGALHÃES JÚNIOR, JOSÉ BRILHANTE NETO, MARCELO MORENO PARO, AMIR MIGUEL DE SOUZA, JOANA D’ARC DE ALMEIDA FERREIRA, HELENA MAZZARO PERES DE SABOYA ROCHA MIRANDA, JORGE LUIZ SALOMÃO, RONALDO RODRIGUES STARLING TAVARES, DEYR CORRÊA, MARCELO MACHADO GUIMARÃES, DIONYZIO ANTÔNIO MARTINS KLAVDIANOS, LEIBNITZ ALEXANDRE MENDES CARNEIRO, SÉRGIO VIEIRA RAMOS, CARLOS MEDEIROS SILVA. BRASÍLIA, 08 de maio de 2023. COMISSÃO DIRETORA DO PROCESSO ELEITORAL

OMS decreta em todo o mundo fim da emergência de Covid-19, a pior do século

Doença deixou oficiamente pelo menos 7 milhões de mortos no mundo, está “suficientemente controlada” A Organização Mundial de Saúde anunciou nesta sexta-feira (5/5) que está encerrada a emergência de Covid-19, declarada há mais de três anos. A doença, que deixou oficialmente pelo menos 7 milhões de mortos no mundo, está “suficientemente controlada”. Apesar de ser declarado o fim da emergência, o título de pandemia de Covid está mantido. Relembre datas e fatos marcantes da doença.  “Com grande esperança declaro que a Covid-19 já não é mais uma emergência sanitária de alcance internacional”, afirmou o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, estimando que a pandemia deixou “pelo menos 20 milhões” de mortos, quase três vezes mais do que o balanço oficial de sua organização.  Tedros calcula que a pandemia deixou “pelo menos 20 milhões” de mortos, quase três vezes mais do que o balanço oficial de sua organização. Os especialistas ouvidos pelo diretor-geral consideraram “que é o momento de passar para uma gestão a longo prazo da pandemia de Covid-19”, apesar das incertezas que subsistem sobre a evolução do vírus. O nível máximo de alerta da organização foi declarado em 30 de janeiro de 2020, poucas semanas após a detecção na China dos primeiros casos da doença viral respiratória contra a qual não havia tratamento específico na época. A OMS enfatizou que, embora a Covid-19 não seja mais uma emergência sanitária mundial, a doença não desapareceu. “Não podemos baixar a guarda”, frisou a diretora técnica da OMS para a Covid-19, Maria Van Kerkhove, em declarações à imprensa.  (AFP)