Trabalhadoras da construção reforçam importância do Agosto Lilás

Durante o mês, o Seconci-DF estará presente em diversos canteiros de obras para falar sobre violência doméstica e familiar Em alusão ao Agosto Lilás, mês dedicado à conscientização e ao enfrentamento da violência contra a mulher, o Serviço Social da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Seconci-DF) promove palestras e ações de sensibilização em diversos canteiros de obras. Na segunda semana de atividades, as mulheres ganharam protagonismo nas ações, reforçando a importância da participação dos homens na conscientização e no enfrentamento à violência doméstica e familiar. Durante as visitas, a presença de trabalhadoras reforça a importância de levar o tema para esses espaços e de tornar os trabalhadores parceiros na construção de ambientes respeitosos e acolhedores para elas. “Nosso objetivo é provocar a reflexão no canteiro de obras, mostrando que diálogo, respeito e responsabilidade compartilhada são pilares fundamentais. O papel do homem é ser parceiro na construção de um ambiente seguro e saudável dentro de casa. Se houver dificuldades ou sinais de conflito, estamos de portas abertas para ouvir, orientar e apoiar cada trabalhador e sua família, sem julgamentos”, explica Roseane dos Santos, assistente social do Seconci-DF. Na segunda semana da campanha, mulheres que participaram das palestras destacaram a importância do apoio dos homens na proteção e no enfrentamento da violência doméstica e familiar. A engenheira de segurança do trabalho da Afonso França Engenharia, Jéssica Siqueira Borges, falou sobre a importância de discutir o tema em um ambiente predominantemente masculino. “É muito importante estarmos sempre conscientizando porque ainda existem pessoas que acham que a violência contra a mulher não existe. Precisamos levar essa orientação aos nossos colaboradores e mostrar o quanto é importante cuidarmos e respeitarmos as mulheres”, afirmou. Da mesma forma, a técnica de segurança do trabalho, Bruna Tayná, destacou a importância de abordar o tema nas frentes de trabalho. “A gente traz a palestra para falar sobre a importância do combate à violência contra a mulher, não só dentro, mas também fora da obra. Foi uma experiência muito enriquecedora, principalmente para explicar àqueles que ainda não compreendem o papel de cada um na proteção das mulheres. No final, muitos trabalhadores tiraram dúvidas, participaram da conversa e colocaram o selo ‘Eu Protejo as Mulheres’ nos capacetes, mostrando seu compromisso com essa causa”, contou. REDE DE APOIO O Seconci-DF não está sozinho na promoção de ambientes mais seguros para as mulheres. A iniciativa conta com a participação de instituições que integram a rede de proteção, como a Divisão Integrada de Atendimento à Mulher da Polícia Civil do Distrito Federal (DIAM/PCDF) e as Secretarias de Estado de Justiça e da Mulher do Distrito Federal. A coordenadora dos Comitês de Proteção à Mulher da Secretaria de Estado da Mulher do Distrito Federal (SecMulher), Andreia de Queiroz, esteve em um dos canteiros visitados pela campanha e destacou a importância de abordar o assunto em ambientes onde os homens são maioria. “É extremamente importante trazer a pauta da violência contra a mulher para o canteiro de obras. Na maioria das vezes, o agressor é homem, e ele precisa estar envolvido nessa discussão. Precisamos promover a conscientização sobre a não violência contra a mulher, mostrar os diferentes tipos de violência e sensibilizar esses trabalhadores. Talvez ele ainda não seja esposo, mas é filho, irmão e, muitas vezes, pai. Por isso, levar essa conscientização aos homens no canteiro de obras é fundamental”, disse. Ao levar essa discussão aos canteiros de obras, o Seconci-DF reforça que trabalhadores e suas famílias podem contar com orientação, escuta e apoio. Se você ou alguém próximo estiver passando por uma situação de violência ou conflito, procure o Seconci-DF. Estamos de portas abertas para acolher, orientar e apoiar, sem julgamentos. Telefone (61) 3399-1888 | (61) 981243486 | social@secnci-df.org.br Texto: Sidney Rocha/Comunicação Seconci-DF
Artigo: 20 anos da Lei Maria da Penha: prevenir a violência também é cuidar

A celebração dos 20 anos da Lei Maria da Penha representa um marco na consolidação das políticas públicas de enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher no Brasil. Desde sua promulgação, a Lei nº 11.340/2006 fortaleceu os mecanismos de proteção às vítimas, ampliou a responsabilização dos agressores e impulsionou a articulação da rede de atendimento, reafirmando que a violência contra a mulher constitui uma violação dos direitos humanos e uma questão de saúde pública. Embora os avanços sejam significativos, os indicadores nacionais demonstram que a violência de gênero permanece como um desafio permanente. Seus impactos extrapolam o ambiente familiar, comprometendo a saúde física e mental das vítimas, a autonomia econômica, os vínculos sociais e o desempenho profissional. Nesse contexto, a prevenção e a identificação precoce dos sinais de violência tornam-se estratégias fundamentais para reduzir seus efeitos e interromper o ciclo da violência. Na atuação do Serviço Social do Seconci-DF, compreendo que o ambiente de trabalho também desempenha um papel estratégico na proteção social. Por meio de ações educativas, palestras e campanhas de conscientização, buscamos fortalecer o acesso à informação, sensibilizar trabalhadores e empregadores e estimular uma cultura organizacional pautada no respeito, na equidade e na promoção dos direitos humanos. As empresas possuem relevante responsabilidade social na construção de ambientes seguros e acolhedores. Ao promover espaços de diálogo, qualificar lideranças para a identificação de situações de vulnerabilidade e orientar sobre os serviços da rede de proteção, contribuem para a prevenção da violência e para o fortalecimento da saúde e da qualidade de vida de seus colaboradores. Os 20 anos da Lei Maria da Penha representam não apenas uma oportunidade para reconhecer os avanços conquistados, mas também para reafirmar o compromisso coletivo com a defesa dos direitos das mulheres. Como assistente social do Seconci-DF, renovo meu compromisso de fortalecer ações de prevenção, educação e acolhimento, compreendendo que o enfrentamento à violência exige atuação integrada, responsabilidade compartilhada e compromisso permanente com a dignidade humana Artigo escrito pela assistente social Roseane dos Santos | Ilustração: IA
Prevenir acidentes é um compromisso coletivo que começa com a cultura da segurança

Falar em prevenção de acidentes de trabalho é falar sobre compromisso, responsabilidade e valorização da vida. Embora o uso correto dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) seja indispensável, a segurança no trabalho vai muito além desse cuidado. Ela depende de uma cultura organizacional sólida, construída diariamente por empregadores e trabalhadores. Nas empresas que fazem da prevenção um valor, a segurança está presente desde o primeiro contato do colaborador com a organização. É nesse momento que ele passa a compreender seu papel na identificação de riscos, no cumprimento das normas e na adoção de comportamentos seguros. Mais do que atender às exigências legais, investir em prevenção significa garantir que cada trabalhador possa exercer suas atividades em um ambiente saudável, produtivo e, ao final da jornada, retornar para casa em segurança. Na construção civil, esse compromisso é ainda mais relevante. Por se tratar de um dos setores com maior exposição a riscos ocupacionais, a legislação estabelece uma série de Normas Regulamentadoras (NRs) que orientam empresas e trabalhadores na adoção de medidas preventivas capazes de reduzir acidentes e doenças relacionadas ao trabalho. Nesse contexto, a atuação da área de Segurança do Trabalho do Seconci-DF torna-se um importante diferencial para as empresas que apoiam a obra social da instituição. Mais do que auxiliar no cumprimento da legislação, o Seconci-DF oferece suporte técnico especializado para fortalecer a gestão de Segurança e Saúde no Trabalho (SST), contribuindo para ambientes mais seguros, organizados e em conformidade com as normas vigentes. Entre os serviços disponibilizados estão a elaboração do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), conforme a NR-1; assessoria para constituição e treinamento da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e de Assédio (CIPA), prevista na NR-5; treinamentos de integração e segurança conforme a NR-18; elaboração do Laudo Técnico das Condições Ambientais do Trabalho (LTCAT); laudos de insalubridade e periculosidade, conforme as NRs 15 e 16; treinamento para trabalho em altura (NR-35); avaliações quantitativas de agentes ambientais; envio do evento S-2240 ao eSocial; auditorias em Segurança do Trabalho; palestras educativas; orientações técnicas e fornecimento de materiais de sinalização para canteiros de obras. É importante destacar, no entanto, que o papel do Seconci-DF é orientar, assessorar e apoiar tecnicamente as empresas. A implementação das medidas, a adoção dos procedimentos e o cumprimento das obrigações legais são de responsabilidade de cada empresa parceira. Por fim, a prevenção de acidentes não deve ser encarada apenas como uma obrigação legal, mas como um investimento nas pessoas. Empresas que priorizam a segurança preservam vidas, aumentam a produtividade, reduzem afastamentos e fortalecem sua imagem perante colaboradores, clientes e a sociedade. Artigo escrito por Juliana Moreira de Oliveira | Gerente de Segurança do Trabalho do Seconci-DF
Seconci-DF supera 84 mil atendimentos no primeiro ano da atual gestão

No dia primeiro de junho de 2026, o empresário Eduardo Aroeira Almeida completou um ano como presidente do Serviço Social da Construção Civil do Distrito Federal (Seconci-DF). No período, foram realizados mais de 84 mil atendimentos nas áreas de medicina, odontologia, serviço psicossocial, além dos serviços de segurança do trabalho. Atualmente, a entidade reúne mais de 260 empresas e grupos empresariais associados, que representam cerca de 450 canteiros de obras na cidade. Para Eduardo Aroeira, os resultados do primeiro ano de gestão refletem o compromisso da entidade com a promoção da saúde e da segurança dos trabalhadores da construção civil. “Quando assumi a presidência do Seconci-DF, destaquei que esta seria uma oportunidade de atuar diretamente em favor do trabalhador da construção civil, colocando as pessoas no centro das decisões. Um ano depois, esse compromisso permanece como prioridade e se traduz em atendimentos, prevenção, assistência e apoio às empresas e aos profissionais do setor. O Seconci-DF cumpre um papel estratégico ao contribuir para ambientes de trabalho mais seguros, saudáveis e produtivos”, afirma. O levantamento reúne 7.798 consultas médicas em especialidades como clínica médica, ginecologia, urologia, oftalmologia e Programa de Hipertensão e Diabetes (PHD); 12.950 consultas ocupacionais, entre exames admissionais, periódicos, demissionais, de retorno ao trabalho e de mudança de risco; 43.642 exames complementares; e 19.944 atendimentos odontológicos. Além disso, também contou com a instalação de duas salas de aula em canteiros de obras de empresas participantes do programa de alfabetização e cerca de 5.409 trabalhadores passaram pelo treinamento básico de segurança. Reconhecido por seu trabalho na promoção da segurança, da saúde ocupacional e da qualidade de vida dos trabalhadores da construção civil, o Seconci-DF atua para promover ambientes saudáveis, seguros e com qualidade para aqueles que atuam no setor. Fonte: Profissionais do Texto
Seca no Distrito Federal exige atenção redobrada com a saúde dos olhos

Seconci-DF oferece atendimento oftalmológico gratuito para os trabalhadores da construção civil da cidade Com a chegada do inverno, iniciado em 21 de junho, o Distrito Federal entra no período mais seco do ano, marcado por baixa umidade relativa do ar, mudanças bruscas de temperatura, ventos intensos e maior concentração de poeira. Essas condições favorecem o aparecimento da síndrome do olho seco, causada pela redução da lubrificação da superfície ocular. Além disso, também é comum o aumento dos casos de conjuntivite alérgica, irritação ocular, sensação de areia nos olhos, ardência, vermelhidão e outros, que se não tratados da forma correta, podem resultar em complicações mais graves. Segundo o Censo 2022 do IBGE, cerca de 7,9 milhões de brasileiros possuem dificuldade severa para enxergar, reforçando a importância da prevenção e do acompanhamento oftalmológico. Entre os operários da construção civil, que permanecem expostos diariamente às condições climáticas e aos agentes presentes nos canteiros de obras, os cuidados devem ser ainda mais rigorosos para prevenir complicações. Em Brasília, os trabalhadores contam com atendimento oftalmológico gratuito por meio do Serviço Social da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Seconci-DF). Entre janeiro e maio de 2026, a entidade realizou mais de 260 atendimentos na especialidade. Os trabalhadores podem realizar diversos exames como avaliação da acuidade visual, refração quando indicada, biomicroscopia, tonometria para medida da pressão intraocular e exame do fundo de olho, conforme a necessidade clínica de cada paciente. As consultas contribuem para a identificação precoce de alterações na visão e para a promoção da saúde no ambiente de trabalho. “Nós cuidamos para que esse profissional seja acompanhado desde o exame admissional e com avaliações anuais”, aponta Maurício Nieto, gerente de medicina do Seconci-DF. Cuidados De acordo com Nieto, a prevenção é a principal aliada para reduzir os impactos da seca sobre a saúde ocular, principalmente dos trabalhadores da construção civil que estão constantemente expostos ao ambiente externo. “A exposição prolongada ao sol, ao vento, à poeira e à baixa umidade aumenta significativamente o risco de irritações e do ressecamento ocular”, destaca. “Os cuidados passam por medidas simples, como utilizar corretamente os Equipamentos de Proteção Individual indicados para sua atividade, como óculos de segurança quando houver risco de partículas ou poeira e também óculos de sol com proteção UV nas atividades realizadas sob exposição solar. Além disso, é importante manter o organismo hidratado, evitar coçar os olhos, utilizar lágrimas artificiais quando indicadas por um profissional de saúde, evitar manipular os olhos com as mãos sujas e procurar atendimento especializado sempre que houver sintomas persistentes ou exposição a produtos químicos ou corpos estranhos”. O médico da entidade recomenda evitar a automedicação e utilizar colírios lubrificantes somente sob orientação médica e também realizar consultas de rotina ao longo do ano. “Em caso de dor intensa, secreção, piora da visão ou irritação prolongada, a indicação é procurar avaliação oftalmológica”, afirma Maurício. “Além disso, algumas doenças oculares, como o glaucoma, podem evoluir de forma silenciosa. Os atendimentos periódicos permitem o diagnóstico precoce, aumentam as chances de tratamento eficaz e contribuem para preservar a visão e a segurança nas atividades do dia a dia e do trabalho”. Qualidade de vida Os benefícios do acompanhamento oftalmológico também são percebidos pelas próprias pessoas que utilizam o serviço. Para muitos, manter os exames em dia é uma forma de preservar a saúde da visão e garantir mais segurança no dia a dia e no ambiente de trabalho. A auxiliar administrativa Edna Alves é uma das colaboradoras que realiza consultas periódicas no Seconci-DF. “Já realizo esse acompanhamento há algum tempo e sempre fui muito bem atendida pelos profissionais que cuidam da gente”. O operador de cremalheira Antônio Francisco também destaca a qualidade do atendimento. “Procurei o Seconci para fazer um exame de rotina depois que meus óculos quebraram. Já passei por outras consultas aqui e posso dizer que o atendimento está aprovado”, afirma. Já o técnico em eletrotécnica Valtomir Alves reforça a importância da prevenção e exames de rotina. “Eu sempre faço um mapeamento e acompanhamento. Todo ano venho conferir como está a minha vista e, desta vez, retornei para saber como está a saúde da minha visão”. Fonte: Profissionais do Texto
[Artigo] Saúde ocular: proteger a visão é proteger a vida do trabalhador

Por Maurício Carvalho Nieto, gerente Médico do Seconci-DF Quando falamos em segurança do trabalho dentro de um canteiro de obra, é comum que as pessoas pensem imediatamente em capacetes, cintos de segurança e botas. No entanto, existe um equipamento que desempenha um papel fundamental na preservação da saúde e da qualidade de vida dos trabalhadores: os óculos de proteção. Os olhos estão entre os órgãos mais vulneráveis durante as atividades desenvolvidas nos canteiros de obras. Poeira, partículas projetadas por equipamentos, fagulhas de soldagem, produtos químicos, concreto, madeira, metais, exposição à radiação solar podem causar lesões temporárias ou permanentes quando não há a proteção adequada. A utilização correta dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), especialmente os óculos de proteção e os protetores faciais, reduz o risco de acidentes e doenças relacionadas à visão. Mais do que uma exigência legal, trata-se de um investimento na saúde, na produtividade e na autonomia desses profissionais. Entretanto, a prevenção não se limita ao uso dos EPIs. O cuidado com a saúde ocular também passa pelo acompanhamento médico periódico. Muitas doenças oculares evoluem de forma silenciosa e, quando apresentam sintomas, podem já ter comprometido parte da visão. É justamente por isso que o Serviço Social da Indústria da Construção do DF (Seconci-DF) mantém um compromisso permanente com a promoção da saúde dos trabalhadores que atuam no setor da construção. Nosso objetivo não é apenas tratar doenças, mas atuar preventivamente, identificando alterações precocemente e orientando cada trabalhador sobre a melhor forma de preservar sua saúde. O Seconci-DF realiza consultas e exames oftalmológicos completos no ambulatório de oftalmologia. Esse atendimento contribui para identificar alterações de acuidade visual, acompanhar doenças oculares, orientar tratamentos e verificar se os trabalhadores apresentam condições adequadas para desempenhar suas atividades com segurança. Procurar um médico especialista é importante porque problemas de visão podem surgir naturalmente com o envelhecimento ou em decorrência de doenças como diabetes e hipertensão arterial. Nesses casos, o acompanhamento oftalmológico periódico torna-se indispensável para evitar complicações mais graves. Por isso, reforço uma mensagem simples, mas extremamente importante: utilizar corretamente os óculos de proteção durante toda a jornada de trabalho e realizar consultas oftalmológicas regularmente são atitudes que caminham juntas. Uma não substitui a outra; ambas se complementam na preservação da saúde ocular. No Seconci-DF, os trabalhadores da construção podem realizar todo esse acompanhamento e cuidado com a saúde ocular. Esse cuidado é importante para saúde dos trabalhadores, para a segurança dentro do seu ambiente de trabalho e um compromisso que nos motiva diariamente: oferecer atendimento, prevenção, diagnóstico e acompanhamento, contribuindo para que os trabalhadores exerçam suas atividades com qualidade de vida, segurança e bem-estar.
CBIC conhece instalações do Seconci-DF

Visita aconteceu por meio de convite do Seconci Brasil para conhecer de perto o trabalho social realizado para os trabalhadores e empresas do setor Representantes da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) estiveram no Seconci-DF nesta terça-feira, 7 de julho. O convite foi feito pela Associação dos Serviços Sociais (Seconci Brasil) e teve por objetivo conhecer de perto o trabalho desenvolvido junto às empresas e aos trabalhadores da construção no DF e demais estados onde há Seconcis em atividade. A gerente executiva do Seconci Brasil, Denise Noleto, foi quem idealizou a visita, que contou com participação e representantes da área comercial, da Comissão de Políticas de Relações Trabalhistas (CPRT), das áreas de eventos e parcerias, além dos gerentes técnicos das áreas de atendimento do Seconci-DF. A gerente de Segurança do Trabalho do Seconci-DF, Juliana Moreira de Oliveira, foi a responsável pela recepção dos visitantes. “Tivemos a oportunidade de mostrar para os profissionais da CBIC como é o dia o dia do atendimento ao trabalhador e todas as ações que são feitas por nossa entidade. Esta foi uma oportunidade para estreitar ainda mais os laços e parcerias que possam beneficiar o trabalho dos Seconcis. Eles tiveram uma ideia do trabalho realizado no DF e também dos demais Seconcis em atividade pelo país”, contou Juliana. Denise Noleto reforçou a importância da CBIC na relação dos Seconcis com os sindicatos patronais e destacou o papel estratégico dessa parceria para a promoção do trabalho social desenvolvido em benefício dos trabalhadores da construção. “A CBIC sempre foi uma parceira essencial do Seconci Brasil e é muito importante que os profissionais que atuam na instituição conheçam de perto o nosso trabalho e possam contribuir para divulgar e ampliar o alcance de todas as ações que desenvolvemos”, explicou. A gestora da Comissão de Política de Relações Trabalhistas (CPRT/CBIC), Gabriela Serafim, foi uma das representantes da CBIC presentes na visita e ressaltou a importância da experiência para compreender a dimensão do trabalho desenvolvido pelos Seconcis. “Eu já conhecia a relevância e a capacidade de atuação dos Seconcis, mas visitar as instalações e acompanhar de perto o trabalho desenvolvido torna essa dimensão muito mais concreta. É possível perceber o quanto essas entidades agregam valor e são fundamentais para o fortalecimento da indústria da construção. Sem dúvida, os estados que contam com um Seconci oferecem aos trabalhadores um ambiente mais seguro, saudável e com melhores condições para o desenvolvimento de suas atividades”, destacou. Por meio do Seconci Brasil, o Seconci-DF atua como parceiro da CBIC na assessoria de segurança do trabalho e na realização de ações educativas voltadas à área, contribuindo para a promoção de canteiros de obras mais seguros e para a preservação da integridade e da saúde dos trabalhadores do setor. Texto: Sidney Rocha/Comunicação Seconci-DF Presidente da CBIC e do Seconci-DF defende debate setorial sobre redução da jornada de trabalho em audiência no Senado Eduardo Aroeira inicia mandato na presidência da CBIC com foco na segurança jurídica e melhoria do ambiente de negócios da construção
Jogos de azar: prevenção contra o vício

Seconci-DF possui palestras de sensibilização sobre os riscos e as consequências dos jogos online e do vício Nesta sexta-feira, 3 de julho, a assistente social do Seconci-DF, Roseane dos Santos, esteve no auditório da Câmara Federal conversando com os trabalhadores da empresa parceira Tecnicall Engenharia sobre o vício em jogos de azar, com foco nos jogos online. Na ocasião, Roseane comentou sobre a importância da conscientização em relação aos riscos que envolvem esse tipo de prática e também sobre o suporte oferecido pelo Seconci aos trabalhadores que estão nessa situação. O Serviço Psicossocial oferece às empresas parceiras palestras e atendimento gratuito sobre o vício em jogos. “Essa é uma oportunidade de desmistificar e mostrar os perigos e riscos envolvidos quando se trata de jogos de azar. Portanto, nós vamos às empresas, conversamos com os trabalhadores, orientamos os técnicos e encarregados e, quando há necessidade, encaminhamos os trabalhadores para o atendimento individualizado comigo, assistente social, e com a nossa psicóloga”, explica Roseane. Quando são detectados problemas relacionados ao vício, os trabalhadores passam a receber atendimento individualizado na sede do Seconci, no Setor Placa da Mercedes, e na unidade da Asa Norte, na 706/707 Norte. Se houver necessidade, e o atendimento do Seconci não for suficiente para resolver o problema, os profissionais do Serviço Psicossocial da entidade encaminham os trabalhadores para a rede de apoio, como os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS). Para a engenheira de segurança do trabalho da Tecnicall, Priscila Gomes Rodrigues, a parceria com o Seconci-DF é fundamental para orientar e conscientizar os trabalhadores. “Essa campanha já tinha sido feita em outros contratos da empresa e o retorno aqui também foi muito bom. Eles ficaram muito interessados e, no final, vieram saber mais sobre o atendimento e eu só tenho a agradecer porque o objetivo foi cumprido e acho que muitos vão querer procurar o Seconci para o atendimento com o psicossocial”, disse Priscila. As palestras sobre jogos de azar oferecidas pelo Seconci-DF são gratuitas e estão disponíveis para todas empresas que são parceiras da entidade. Para solicitar uma visita das profissionais da área, bem como agendar um atendimento para trabalhadores que já estão enfrentando problemas com esse tipo de vício, basta entrar em contato pelo telefone (61) 3399-1888 R-211 ou pelo whatsapp (61) 98124-3486. Texto: Sidney Rocha | Comunicação Seconci-DF
Apesar dos desafios, mulheres ampliam presença na construção civil

A participação feminina na construção civil brasileira tem crescido nos últimos anos, mas ainda é minoritária no setor. Dados da RAIS 2024 mostram que as mulheres representam 11,5% da força de trabalho da construção. Já no Sistema Confea/Crea, responsável pelo registro e regulamentação das profissões da engenharia e áreas tecnológicas, mais de 60% dos cargos de liderança são ocupados por mulheres. Nesse contexto, o Dia Internacional das Mulheres na Engenharia (23/06), destaca a presença feminina em uma área estratégica para o desenvolvimento do país e os desafios ainda existentes para ampliar essa participação. Inspiração na família Gerente de Segurança do Trabalho do Seconci-DF, Juliana Moreira atribui a escolha pela engenharia ao interesse pelas ciências exatas e à influência de familiares. “Meu pai, minha madrinha, tios e primos eram engenheiros civis e, de alguma forma, influenciaram minha escolha e serviram de inspiração ao longo da minha formação”, conta. Mirelle Corrêa, ex-diretora do Seconci-DF, também foi influenciada pelo ambiente familiar. Filha de engenheiro e do ex-presidente do Seconci-DF, Deyr Corrêa, ela acompanhava o trabalho do pai desde a infância e encontrou nele uma referência para construir a própria carreira. “Com certeza a pessoa mais marcante e incentivadora na minha carreira foi o meu pai, Deyr Corrêa”, relata. Mirelle Corrêa, ex-diretora do Seconci-DF Desafios na carreira Embora acredite nos avanços na participação feminina, Mirelle conta que enfrentou situações em que precisou comprovar sua qualificação profissional no início da carreira. “Por ser muito jovem e recém-formada, quando eu ia em vistorias ou em licitações era sempre para mim que solicitavam a comprovação de ser engenheira (registro no CREA)”, diz. “Muitos homens, mesmo não sendo engenheiros, não eram questionados”, lembra. Juliana, por outro lado, afirma que construiu sua trajetória em ambientes que valorizaram a sua competência técnica e o comprometimento profissional. “Não considero que tenha precisado provar minha capacidade mais do que meus colegas homens para conquistar credibilidade e espaço profissional”, observa. Para ela, o cenário atual é mais diverso do que aquele encontrado quando ingressou no mercado de trabalho. “Hoje encontramos muito mais mulheres atuando em obras, escritórios, cargos de liderança, gestão e áreas técnicas especializadas. A presença feminina deixou de ser exceção e passou a fazer parte da realidade do setor de forma cada vez mais consistente”, destaca a gerente. Futuro da profissão Segundo as engenheiras, ainda há espaço para ampliar oportunidades e fortalecer a presença feminina na área. Mirelle destaca o crescimento do número de mulheres em posições de liderança, mas avalia que questões relacionadas à equiparação salarial e à legislação precisam avançar. “Percebi um aumento do número de profissionais mulheres e muitas em cargos de chefia. Ainda somos poucas, em relação ao universo masculino, mas estamos avançando e conquistando muitos espaços e em diversas áreas da engenharia”, afirma. Às jovens interessadas na profissão, elas defendem a importância da confiança e da persistência para construir uma trajetória sólida no setor. “Não tenham receio de ocupar seu espaço. A engenharia precisa de profissionais competentes, comprometidos e preparados, independentemente do gênero”, afirma Juliana. “Não desistam de seus sonhos, não desistam da Engenharia. Passamos por vários momentos de crises, mas com trabalho, dedicação, e inovação, teremos sempre espaço no mercado profissional”, completa Mirelle. Fonte: Profissionais do Texto
Eleito por aclamação, Eduardo Aroeira assume presidência da CBIC em 1º de julho

O empresário Eduardo Aroeira Almeida foi eleito presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) para a gestão 2026/2029 nesta segunda-feira (18). Vice-presidente financeiro da entidade, Aroeira Almeida assumirá o mandato em 1º de julho, consolidando sua atuação no associativismo empresarial. A data da cerimônia de posse será anunciada em breve. Ao agradecer a confiança das entidades associadas, Aroeira destacou o compromisso da nova gestão com o fortalecimento institucional da construção civil brasileira. “A construção civil muda a vida das pessoas. Muda a vida do trabalhador que entra no canteiro de obras sem nenhuma qualificação e sai com um ofício; da família que recebe a chave de uma casa e, com isso, recebe uma identidade, uma segurança”, afirmou. Em breve discurso após a eleição, o novo presidente também ressaltou a importância do diálogo e da atuação conjunta do setor. “Nós recebemos essa responsabilidade com a consciência de que nos é dada a obrigação de servir. A gente não foi eleito somente para ocupar cargos, mas por uma convicção que nos une”, disse. Natural de Brasília, Eduardo Aroeira tem 50 anos e é formado em Engenharia Civil pela Universidade de Brasília (UnB). Além da vice-presidência financeira da CBIC, ele preside o Serviço Social da Indústria da Construção do Distrito Federal (SECONCI-DF). A presidência da CBIC coroa uma trajetória consolidada na representação institucional do setor da construção. Aroeira iniciou sua atuação no Sindicato da Indústria da Construção do Distrito Federal (Sinduscon-DF), onde exerceu o cargo de vice-presidente da Comissão da Indústria Imobiliária. Também presidiu a Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (ADEMI DF) por dois mandatos consecutivos e foi vice-presidente da Cooperativa de Compras do Distrito Federal (COOPERCON-DF). Além da atuação institucional, Aroeira é sócio-diretor da Apex Engenharia. Casado, é pai de duas filhas. Ao finalizar sua fala, Aroeira afirmou que pretende conduzir a CBIC com “mão estendida, ouvido aberto e coração comprometido com aquilo que sempre move a construção civil: pessoas, vidas, famílias e brasileiros que dependem do que essa indústria faz”. Fonte: Agência CBIC