Apesar dos desafios, mulheres ampliam presença na construção civil

A participação feminina na construção civil brasileira tem crescido nos últimos anos, mas ainda é minoritária no setor. Dados da RAIS 2024 mostram que as mulheres representam 11,5% da força de trabalho da construção. Já no Sistema Confea/Crea, responsável pelo registro e regulamentação das profissões da engenharia e áreas tecnológicas, mais de 60% dos cargos de liderança são ocupados por mulheres. Nesse contexto, o Dia Internacional das Mulheres na Engenharia (23/06), destaca a presença feminina em uma área estratégica para o desenvolvimento do país e os desafios ainda existentes para ampliar essa participação. Inspiração na família Gerente de Segurança do Trabalho do Seconci-DF, Juliana Moreira atribui a escolha pela engenharia ao interesse pelas ciências exatas e à influência de familiares. “Meu pai, minha madrinha, tios e primos eram engenheiros civis e, de alguma forma, influenciaram minha escolha e serviram de inspiração ao longo da minha formação”, conta. Mirelle Corrêa, ex-diretora do Seconci-DF, também foi influenciada pelo ambiente familiar. Filha de engenheiro e do ex-presidente do Seconci-DF, Deyr Corrêa, ela acompanhava o trabalho do pai desde a infância e encontrou nele uma referência para construir a própria carreira. “Com certeza a pessoa mais marcante e incentivadora na minha carreira foi o meu pai, Deyr Corrêa”, relata. Mirelle Corrêa, ex-diretora do Seconci-DF Desafios na carreira Embora acredite nos avanços na participação feminina, Mirelle conta que enfrentou situações em que precisou comprovar sua qualificação profissional no início da carreira. “Por ser muito jovem e recém-formada, quando eu ia em vistorias ou em licitações era sempre para mim que solicitavam a comprovação de ser engenheira (registro no CREA)”, diz. “Muitos homens, mesmo não sendo engenheiros, não eram questionados”, lembra. Juliana, por outro lado, afirma que construiu sua trajetória em ambientes que valorizaram a sua competência técnica e o comprometimento profissional. “Não considero que tenha precisado provar minha capacidade mais do que meus colegas homens para conquistar credibilidade e espaço profissional”, observa. Para ela, o cenário atual é mais diverso do que aquele encontrado quando ingressou no mercado de trabalho. “Hoje encontramos muito mais mulheres atuando em obras, escritórios, cargos de liderança, gestão e áreas técnicas especializadas. A presença feminina deixou de ser exceção e passou a fazer parte da realidade do setor de forma cada vez mais consistente”, destaca a gerente. Futuro da profissão Segundo as engenheiras, ainda há espaço para ampliar oportunidades e fortalecer a presença feminina na área. Mirelle destaca o crescimento do número de mulheres em posições de liderança, mas avalia que questões relacionadas à equiparação salarial e à legislação precisam avançar. “Percebi um aumento do número de profissionais mulheres e muitas em cargos de chefia. Ainda somos poucas, em relação ao universo masculino, mas estamos avançando e conquistando muitos espaços e em diversas áreas da engenharia”, afirma. Às jovens interessadas na profissão, elas defendem a importância da confiança e da persistência para construir uma trajetória sólida no setor. “Não tenham receio de ocupar seu espaço. A engenharia precisa de profissionais competentes, comprometidos e preparados, independentemente do gênero”, afirma Juliana. “Não desistam de seus sonhos, não desistam da Engenharia. Passamos por vários momentos de crises, mas com trabalho, dedicação, e inovação, teremos sempre espaço no mercado profissional”, completa Mirelle. Fonte: Profissionais do Texto
Eleito por aclamação, Eduardo Aroeira assume presidência da CBIC em 1º de julho

O empresário Eduardo Aroeira Almeida foi eleito presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) para a gestão 2026/2029 nesta segunda-feira (18). Vice-presidente financeiro da entidade, Aroeira Almeida assumirá o mandato em 1º de julho, consolidando sua atuação no associativismo empresarial. A data da cerimônia de posse será anunciada em breve. Ao agradecer a confiança das entidades associadas, Aroeira destacou o compromisso da nova gestão com o fortalecimento institucional da construção civil brasileira. “A construção civil muda a vida das pessoas. Muda a vida do trabalhador que entra no canteiro de obras sem nenhuma qualificação e sai com um ofício; da família que recebe a chave de uma casa e, com isso, recebe uma identidade, uma segurança”, afirmou. Em breve discurso após a eleição, o novo presidente também ressaltou a importância do diálogo e da atuação conjunta do setor. “Nós recebemos essa responsabilidade com a consciência de que nos é dada a obrigação de servir. A gente não foi eleito somente para ocupar cargos, mas por uma convicção que nos une”, disse. Natural de Brasília, Eduardo Aroeira tem 50 anos e é formado em Engenharia Civil pela Universidade de Brasília (UnB). Além da vice-presidência financeira da CBIC, ele preside o Serviço Social da Indústria da Construção do Distrito Federal (SECONCI-DF). A presidência da CBIC coroa uma trajetória consolidada na representação institucional do setor da construção. Aroeira iniciou sua atuação no Sindicato da Indústria da Construção do Distrito Federal (Sinduscon-DF), onde exerceu o cargo de vice-presidente da Comissão da Indústria Imobiliária. Também presidiu a Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (ADEMI DF) por dois mandatos consecutivos e foi vice-presidente da Cooperativa de Compras do Distrito Federal (COOPERCON-DF). Além da atuação institucional, Aroeira é sócio-diretor da Apex Engenharia. Casado, é pai de duas filhas. Ao finalizar sua fala, Aroeira afirmou que pretende conduzir a CBIC com “mão estendida, ouvido aberto e coração comprometido com aquilo que sempre move a construção civil: pessoas, vidas, famílias e brasileiros que dependem do que essa indústria faz”. Fonte: Agência CBIC
Abril Verde: Seconci-DF reforça debate sobre segurança e saúde no trabalho nos canteiros de obras

Durante o mês, palestras serão realizadas com foco na prevenção de acidentes e na saúde mental dos trabalhadores José Albuquerque/Comunicação Seconci-DF O Serviço Social da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Seconci-DF) intensificou suas ações para o Abril Verde, campanha nacional dedicada à conscientização sobre saúde e segurança no trabalho. Ao longo do mês, 36 canteiros de obras serão visitados, levando informação sobre segurança no ambiente laboral, prevenção de acidentes, com expectativa de atingir milhares de trabalhadores. A iniciativa reforça o compromisso da instituição com a promoção de ambientes de trabalho mais seguros e saudáveis, abordando temas como ergonomia, prevenção de acidentes, uso correto de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e Coletiva (EPCs) e informações básicas sobre as mudanças da Norma Regulamentadora 1 (NR1), que passa a exigir o levantamento dos riscos psicossociais relacionados ao trabalho no Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) das empresas. A gerente de segurança do trabalho do Seconci-DF, Juliana Moreira de Oliveira, reforça que o Abril Verde é um momento importante para reforçar a conscientização sobre saúde e segurança no trabalho, especialmente na construção civil, que exige atenção constante. “No Seconci-DF, intensificamos nossas ações ao longo do mês, com palestras e visitas aos canteiros, levando orientação diretamente aos trabalhadores”, explica ela. Abril Verde e a importância da prevenção O Abril Verde tem como marco o Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho, celebrado em 28 de abril. A data foi instituída em memória de um acidente ocorrido em 1969, nos Estados Unidos, quando uma explosão em uma mina de carvão deixou dezenas de trabalhadores mortos. Desde então, o mês passou a simbolizar a luta por condições de trabalho mais seguras em todo o mundo. No contexto da construção civil, onde os riscos são elevados e as atividades exigem atenção constante, a campanha ganha ainda mais relevância. Acidente de trabalho é todo evento que ocorre durante o exercício da atividade profissional e que pode causar lesão, doença ou redução da capacidade laboral, podendo ser classificado como típico, de trajeto, grave ou fatal. Acidente Típico É o acidente que ocorre durante a execução da atividade profissional, dentro ou fora da empresa, desde que o trabalhador esteja a serviço. Acidente de Trajeto É o acidente que ocorre no percurso entre a residência do trabalhador e o local de trabalho, ou vice-versa. Acidente Grave É caracterizado pela gravidade da lesão, independentemente de onde ocorreu (típico ou trajeto). Acidente Fatal É aquele que resulta em óbito do trabalhador, podendo ocorrer no local do acidente ou posteriormente em decorrência dele. Saúde mental, riscos psicossociais relacionados ao trabalho e a Nova NR1 A saúde mental dos trabalhadores ocupa um espaço cada vez mais relevante nas discussões sobre segurança no trabalho. A rotina intensa, a pressão por produtividade e as condições do ambiente laboral podem afetar o bem-estar emocional e contribuir para a ocorrência de acidentes. Problemas como estresse, ansiedade e esgotamento impactam diretamente a concentração, aumentam a probabilidade de erros e elevam os índices de afastamento. Nesse contexto, os riscos psicossociais relacionados ao trabalho passam a ser considerados parte essencial das estratégias de prevenção. Para atender às mudanças da NR1, que entram em vigor em 26 de maio de 2026, o Seconci-DF criou sua própria metodologia para realização do levantamento dos riscos psicossociais relacionados ao trabalho. Serviço que está disponível para todas as empresas que realizam o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), com a instituição. O que diz o trabalhador sobre o Abril Verde As ações realizadas nos canteiros têm impacto direto na conscientização dos profissionais que participam das palestras, como mostram os depoimentos de quem já participou da campanha. Abril Verde reforça cultura de prevenção na construção civil Seconcis intensificam ações do Abril Verde com foco em saúde e segurança na construção civil
Abril Verde reforça cultura de prevenção na construção civil

Voltada à promoção da saúde e segurança no trabalho, a campanha Abril Verde busca informar e mostrar a importância da adoção de uma rotina de prevenção de acidentes e doenças ocupacionais. Em 2026, a campanha terá como foco a saúde mental dos trabalhadores. Em maio entram em vigor as atualizações da Norma Regulamentadora nº 01 (NR-01) que ampliam as diretrizes do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO), incluindo a obrigatoriedade do levantamento dos riscos psicossociais relacionados ao trabalho no Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) das empresas. Com isso, a partir da presente data, passam a ser obrigatórias a avaliação de riscos relacionados ao estresse, assédio, burnout, ambientes organizacionais tóxicos e sobrecarga de trabalho. A medida reforça a atenção à saúde mental no ambiente laboral com o mesmo rigor dado aos riscos físicos, químicos e biológicos, entre outros. Nesse cenário, o Serviço Social da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Seconci-DF) atua ao lado das empresas da construção civil oferecendo suporte completo para a implementação dessas medidas e a promoção do bem-estar dos trabalhadores. Como parte desse movimento, a entidade já disponibiliza metodologia própria para levantamento dos riscos psicossociais relacionados ao trabalho, conforme a NR-01, do Ministério do Trabalho e Emprego. Ampliar o olhar para a saúde mental no ambiente laboral é um passo essencial para a prevenção de acidentes e doenças ocupacionais, destaca Juliana Moreira de Oliveira, gerente de Segurança do Trabalho do Seconci-DF. “O bem-estar psicológico é fundamental para garantir não apenas a produtividade, mas principalmente a segurança no espaço de trabalho”, afirma. “Entretanto, vale ressaltar, que problemas relacionados, principalmente, a ergonomia, como levantamento de carga, postura inadequada e movimentos repetitivos, ainda se destacam como os principais problemas enfrentados na construção civil. Dessa forma, é preciso que os trabalhadores também fiquem atentos ao seu bem-estar físico”. Além dos riscos psicossociais A construção civil vem registrando resultados positivos em um cenário de avanços consistentes na prevenção de acidentes. Levantamento da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) aponta que, em 2023, o setor registrou os melhores índices de segurança da série histórica, evidenciando a consolidação de práticas preventivas nos canteiros de obras. No ano de referência, o setor registrou uma redução de mais de 30% de acidentes típicos em comparação ao ano anterior. No mesmo período, o número de doenças do trabalho caiu 25%, atingindo o menor índice da série. A letalidade também apresentou recuo 60% menos do que em 2022. Já o indicador de mortalidade caiu 71%. Os resultados refletem uma atuação integrada entre empresas, trabalhadores e entidades. O Seconci-DF promove ações que incluem a elaboração de programas ocupacionais, emissão de laudos técnicos, desenvolvimento de campanhas educativas e realização de atividades diretamente nos canteiros, como palestras, distribuição de materiais informativos e eventos. “A prevenção precisa fazer parte da rotina das obras. Não se trata apenas de cumprir normas, mas de promover uma cultura contínua de cuidado com a vida e a saúde dos trabalhadores”, afirma Juliana Moreira. Para se ter uma ideia, apenas em 2025, o Seconci-DF beneficiou mais de 20 mil trabalhadores, 33% a mais do que em 2024, quando mais de 15 mil foram impactados positivamente. Ao longo do ano, a entidade promoveu treinamentos admissionais, palestras, programas monitorados, curso de CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes) e treinamentos de NR-35, obrigatório para todo serviço executado acima de 2 metros do nível inferior onde existe o risco de queda. Ao todo 183 empresas associadas foram atendidas. Para o presidente do Seconci-DF, Eduardo Aroeira, o fortalecimento dessa conduta prevencionista está diretamente relacionado à presença de iniciativas estruturadas no setor. “O trabalho desenvolvido pelo Seconci-DF contribui para ampliar o acesso à informação e às boas práticas de segurança, fortalecendo a conscientização nos canteiros de obras e apoiando as empresas na adoção de medidas efetivas de prevenção”, destaca. Abril Verde 2026 Ao longo do mês, o Seconci-DF realiza uma série de ações voltadas à conscientização sobre saúde e segurança no trabalho. Estão agendadas 36 palestras nos canteiros de obras do Distrito Federal. Com isso, milhares de trabalhadores serão sensibilizados com abordagens que incluem temas como saúde mental, riscos psicossociais e uso correto de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e Coletivo (EPCs). As atividades também contribuem para iniciativas internas das empresas, como as Semanas Internas de Prevenção de Acidentes (SIPATs) e os Diálogos Diários e Semanais de Segurança, ampliando o alcance das orientações preventivas. “As palestras têm como objetivo fortalecer a cultura de prevenção, mostrando que pequenas atitudes fazem toda a diferença no dia a dia. Nosso compromisso é fazer com que o trabalhador e a trabalhadora retornem para casa com saúde ao fim do expediente”, explica Juliana. Maria das Dores de Oliveira, técnica de Segurança da Construtora Villela e Carvalho, aponta que as palestras oferecidas pelo Seconci-DF são muito importantes para os colaboradores. “A segurança no trabalho é um assunto que abordamos diariamente com os trabalhadores e, às vezes, acaba passando despercebido por eles. Por isso, ter especialistas aqui reforçando o tema e trazendo casos reais foi muito enriquecedor e interessante para todos”. Joilson da Silva Sousa, encarregado na empresa Construtora Villela e Carvalho, achou a palestra muito interessante e destacou que esse é um assunto que deve ser abordado sempre. “Quanto mais a gente aprender a tomar cuidado e a seguir as orientações da forma correta, melhor”, afirma. “Evitar que um acidente grave ocorra na obra depende de nós mesmos. É preciso sempre realizar todos os serviços utilizando os equipamentos de segurança e alertar os colegas quando algo estiver errado ou fora do padrão”. Fonte: Profissionais do Texto
Mensagem de Páscoa

Nesta Páscoa, celebramos o renascimento da esperança, da fé e do compromisso com o próximo. ✨ Mais do que uma data simbólica, este é um momento de reflexão sobre o cuidado, a solidariedade e a importância de transformar vidas por meio de atitudes concretas. No Seconci-DF, essa missão se renova todos os dias. Por meio do nosso Serviço Social, seguimos promovendo acolhimento, dignidade e bem-estar aos trabalhadores da construção civil e suas famílias. Que o espírito da Páscoa nos inspire a continuar fazendo a diferença, com propósito, sensibilidade e compromisso com um futuro mais humano. Feliz Páscoa! Eduardo Aroeira Almeida Presidente do Seconci-DF
Saúde bucal no canteiro: palestras gratuitas levam prevenção e cuidado onde o trabalhador está

Comunicação Seconci-DF A rotina intensa nos canteiros de obras pode transformar um incômodo “simples”, como dor de dente ou sangramento gengival, em um problema que afeta bem-estar, concentração e até a segurança no trabalho. Embora muitas doenças bucais sejam de fácil prevenção, elas seguem entre os agravos mais comuns no mundo e, consequentemente no Distrito Federal. No DF, o Serviço Social da Indústria da Construção Civil do DF (Seconci-DF) está presente nos canteiros com palestras de orientação em saúde bucal, sem custo para as empresas parceiras, levando informação prática e prevenção para perto do trabalhador, onde, muitas vezes, o acesso à orientação e à rotina de cuidados é mais desafiador. Além das palestas, entrega kits de higiene bucal e oferta diversos serviços odontológicos gratuitos para trabalhadores da construção. A gerente de odontologia do Seconci-DF, Mára Lúcia Campos, explica a importância de levar o tema para os trabalhadores em forma de palestra. De acordo com Mára, é uma maneira de sensibilizá-los e reforçar a cultura de que é necessário procurar um dentista regularmente. “Nosso objetivo é que eles se sensibilizem e saibam que podem contar conosco para quando estiverem com algum problema relacionado à saúde bucal. Nesse sentido, trazemos a palestra e informamos que seguimos à disposição para atendê-los sempre que preciso for”, disse. Informação que vira hábito: o foco nas palestras As palestras realizadas nos canteiros abordam, de forma direta, temas do dia a dia: técnica correta de escovação, uso do fio dental, sinais de alerta (dor persistente, sangramento, mau hálito, sensibilidade), tipos de tratamento, como usar o serviço gratuito do Seconci para manter uma boa higiene bucal e a importância de buscar atendimento antes que o quadro se agrave. Para incentivar a mudança de comportamento, além da conversa educativa, o Seconci-DF também entrega kits de higiene bucal com escova, pasta e fio dental, reforçando o cuidado contínuo fora do momento da palestra e ajudando a transformar orientação em rotina. Para o pedreiro Francisco Natan, a palestra foi bem explicativa e dinâmica e serviu para que todos pudessem tirar dúvidas sobre o assunto. “Foi muito interessante. Tirou várias dúvidas e deu a oportunidade de perguntar e esclarecer questões, o que é bom para todo mundo. Confesso que eu também tinha medo, mas passei a me interessar cada vez mais, e a experiência foi muito boa. A palestra foi leve, dinâmica e bem bacana”, contou. Atendimento gratuito e estrutura que chega até a obra A atuação educativa se soma a uma rede assistencial que sustenta o cuidado no longo prazo. O Seconci-DF oferece atendimento odontológico gratuito aos trabalhadores das empresas parceiras em unidades fixas, localizadas no Setor Placa da Mercedes/Núcleo Bandeirante e na unidade Asa Norte, no Sindicato dos Trabalhadores (Sticombe), além de disponibilizar quatro unidades móveis, que ficam nos canteiros de obras o tempo suficiente para atender todos os trabalhadores daquele local. Com esse modelo integrado de prevenção no canteiro e assistência na rede, o Seconci-DF realiza cerca de 22 mil atendimentos por ano voltados aos trabalhadores das empresas parceiras, consolidando um papel estratégico na promoção da saúde bucal no setor da construção civil. Por que isso importa para a obra A Organização Mundial da Saúde (OMS) tem chamado atenção para a necessidade de acelerar políticas e ações em saúde bucal, destacando que o tema vai além do sorriso: envolve alimentação, fala, autoestima e qualidade de vida; reforça ainda que a dor pode comprometer a capacidade de estudar e trabalhar. No contexto do canteiro, orientar precocemente e facilitar o acesso ao cuidado é também uma forma de fortalecer saúde, dignidade e prevenção de agravos que poderiam evoluir silenciosamente. Falar sobre bucal é reforçar junto ao trabalhador que ele é o principal responsável e que não deve deixar de procurar um profissional de sua confiança para tratar e cuidar da sua saúde bucal. O cirurgião dentista e palestrante Luiz Gustavo da Rocha ressalta que uma boa saúde bucal vai além da estética, sendo crucial para a saúde geral, autoestima e mastigação, atuando como porta de entrada para o organismo. “A prevenção, através de escovação diária, uso de fio dental, consultas regulares ao dentista e alimentação equilibrada, é a melhor forma de evitar doenças como cáries e periodontite, garantindo qualidade de vida”, conta. SERVIÇO DE ODONTOLOGIA DISPONÍVEIS NO SECONCI-DF Agendamento/contato: (61) 3399-1888 ramal 213 | seconci@seconci-df.org.br
Exames complementares reforçam a prevenção e a segurança na construção civil

Ao ser contratado, os trabalhadores do setor da construção precisam passar por uma avaliação médica que dá origem ao Atestado de Saúde Ocupacional (ASO) Comunicação Seconci-DF A realização de exames complementares é uma etapa essencial na promoção da saúde e da segurança dos trabalhadores da construção civil. Para atuar no setor, algumas atividades exigem alto esforço físico, exposição a riscos ambientais e operação de máquinas e equipamentos, por isso, torna-se necessária uma avaliação clínica com auxílio dos exames complementares direcionada aos riscos ocupacionais. Esses exames têm como finalidade a prevenção de doenças ocupacionais, a identificação precoce de agravos à saúde relacionados ao trabalho e a avaliação da aptidão do trabalhador para o exercício continuado e seguro de suas funções, contribuindo para a preservação da integridade físicados profissionais. Os Exames complementares fazem parte do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO) e está descrito na Norma Regulamentadora 7, do Ministério do Trabalho. Sua realização depende da função a ser desempenhada e pode variar de acordo com as características do cargo e das atividades diárias a serem desenvolvidas. Entre os exames complementares mais comuns estão: audiometria, espirometria, acuidade visual, eletrocardiograma, exames de imagem e laboratoriais. Todos eles disponíveis no Serviço Social da Indústria da Construção do DF (Seconci-DF). O gerente de medicina da instituição, Maurício Nieto explica porque esses exames são necessários e como eles garantem integridade e a saúde dos trabalhadores. “Os exames complementares são instrumentos fundamentais para avaliar a aptidão do trabalhador para o exercício seguro de suas funções e para monitorar, ao longo do tempo, possíveis impactos à saúde decorrentes da exposição aos riscos ocupacionais, permitindo intervenções precoces e a prevenção de agravos relacionados ao trabalho”, explica Nieto. Trabalhar em canteiro de obra exige um acompanhamento mais criterioso da saúde dos trabalhadores, contribuindo diretamente para a redução de afastamentos, prevenção de acidentesemelhoria da produtividade nos canteiros de obras. “O ASO é resultado de uma avaliação médica ocupacional realizada nos diferentes momentos do contrato de trabalho, sendo o exame admissional responsável por estabelecer o perfil de saúde inicial do trabalhador e os exames periódicos essenciais para o acompanhamento contínuo da saúde, permitindo a identificação precoce de agravos relacionados ao trabalho”, complementa Nieto. Nesse contexto, o Seconci-DF atua como um aliado estratégico das empresas do setor, oferecendo suporte completo na realização de exames ocupacionais e complementares, além de treinamentos admissionais e capacitações obrigatórias, como treinamento básico de segurança e para trabalho em altura. A instituição trabalha de forma integrada para garantir que os trabalhadores estejam aptos para suas funções, respeitando os requisitos legais e promovendo um ambiente de trabalho mais seguro, saudável e responsável. Empresas da construção civil que desejam fortalecer suas práticas de saúde e segurança no trabalho podem contar com o Seconci-DF como parceiro. Entre em contato, conheça nossos serviços e una-se a quem cuida de quem constrói. Para saber mais sobre a medicina ocupacional do Seconci-DF, ligue (61) 3399-1888 ou (61) 98166-6969. Para ficar por dentro das nossas novidades, acesse www.seconci-df.org.br
Seconci-DF inicia 2026 com treinamento para trabalho em altura

Curso é obrigatório para trabalhadores que exerçam funções consideradas trabalho em altura, onde haja risco de queda Comunicação Seconci-DF Na sexta-feira,16 de janeiro, 20 trabalhadores estiveram na sede da instituição realizando o treinamento para trabalho em altura, de acordo com a Norma Regulamentadora 35, do Ministério do Trabalho e Emprego. Esse treinamento é obrigatório para trabalhadores que exerçam atividades em altura, superior a 2m, com risco de queda e está disponível às empresas parceiras, com carga horária de 8h, divididos em teoria e prática, com todo o suporte necessário. De acordo com o Observatório de Segurança e Saúde no Trabalho, queda de altura representa o maior quantitativo de acidentes que mata ou deixa sequelas nos ambientes de trabalho e o treinamento de NR-35 tem por objetivo reduzir riscos, evitar acidentes e promover ambientes de trabalho mais seguros e trabalhadores mais conscientes. Durante o curso, os participantes recebem orientações sobre identificação e análise de riscos, uso correto de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), sistemas de proteção coletiva e condutas seguras para atividades realizadas em altura. A gerente de segurança do trabalho do Seconci-DF, Juliana Moreira de Oliveira, explica a importância do treinamento para quem atua em atividades que se enquadram como trabalho em altura. “Nosso objetivo com o curso de NR-35 é preparar o trabalhador para atuar em atividades em altura com mais segurança e consciência dos riscos. O treinamento é focado nas atividades que ele realmente executa no canteiro de obras, aproximando a capacitação da realidade do dia a dia. A etapa prática acontece em uma plataforma instalada na sede do Seconci-DF, onde simulamos diferentes situações de trabalho em altura típicas da construção civil”, explica Juliana. A capacitação contribui diretamente para mais segurança no dia a dia e maior confiança na execução das atividades. O pedreiro Wilson Carvalho contou uma experiência que passou e que não deseja para ninguém. “Eu fui passar da periferia para o balacim e acabei caindo e ficando rodando na corda. Fiquei pendurado cerca de 2 minutos”. Ele reforça a importância da capacitação para exercer atividades nessas condições. “O treinamento é muito importante e a gente aprende mais, se atualiza e vê coisas que você não sabia”, finaliza. Por que o treinamento em NR-35 é obrigatório? A NR-35 determina que nenhum trabalho em altura pode ser realizado sem que o trabalhador esteja devidamente capacitado, autorizado e considerado apto clinicamente. O treinamento é obrigatório porque prepara o profissional para: A norma estabelece que o treinamento inicial deve ter carga horária mínima de 8 horas, com conteúdo teórico e prático, e deve ser realizado antes do início das atividades. Além disso, o treinamento deve ser reciclado a cada dois anos, ou sempre que houver mudança de função, retorno de afastamento prolongado ou ocorrência de acidentes relevantes Principais pontos da NR-35 A NR-35 vai além do uso de equipamentos. Ela organiza o trabalho em altura a partir de uma lógica de prevenção, planejamento e controle de riscos. Entre seus principais pontos, destacam-se: Todo trabalho em altura deve ser previamente planejado e passar por uma Análise de Risco (AR), considerando o local, as condições ambientais, os sistemas de ancoragem, os equipamentos utilizados, os riscos adicionais e as situações de emergência. Para atividades não rotineiras, também é obrigatória a emissão da Permissão de Trabalho (PT) Somente trabalhadores capacitados, formalmente autorizados e considerados aptos em avaliação médica podem executar atividades em altura. Essa autorização deve ser registrada e permitir a identificação clara das atividades para as quais o trabalhador está habilitado Quando não for possível eliminar o trabalho em altura, a norma exige a adoção de Sistemas de Proteção Contra Quedas (SPQ), priorizando a proteção coletiva e, quando necessário, a proteção individual. O uso correto de cinturão tipo paraquedista, talabartes com absorvedor de energia, pontos de ancoragem e trava-quedas é fundamental para reduzir a gravidade de uma eventual queda Os equipamentos de proteção devem passar por inspeções iniciais, rotineiras e periódicas, sendo imediatamente retirados de uso quando apresentarem desgaste, defeitos ou deformações. Esse controle é essencial para garantir a confiabilidade dos sistemas de segurança A NR-35 também exige que as empresas tenham procedimentos de emergência e salvamento, com equipes capacitadas, equipamentos adequados e planejamento que reduza o tempo de suspensão do trabalhador após uma queda, evitando agravos à saúde
Sem custo às empresas, Seconci-DF busca melhorar a saúde física e mental dos trabalhadores da construção

Projeto leva atendimento médico e psicossocial para colaboradores das empresas do setor no Distrito Federal O Serviço Social da Indústria da Construção (Seconci-DF) lançou na quinta-feira, 4 de maio, seu mais novo projeto SECONCI PRESENTE – Atendimento médico e psicossocial. O novo serviço levará atendimento na área de saúde, serviço social e psicologia aos trabalhadores das empresas do setor no Distrito Federal. Para o presidente do Seconci-DF, Marcelo Machado Guimarães, o SECONCI PRESENTE reforça a necessidade de um novo olhar para o trabalhador e para suas necessidades no campo da medicina, bem como do seu cuidado com a saúde física e mental. “Visamos o bem da sociedade, que é o trabalhador. Quando nossa saúde mental está em dia, tudo em nossa volta flui muito bem, é fundamental o atendimento psicossocial porque auxilia no desempenho em diversas áreas da vida do trabalhador ”, disse Marcelo. No lançamento, realizado durante um café da manhã com presença dos representantes das empresas, a equipe técnica do projeto explicou como será o funcionamento, agendamento e os benefícios para o setor. “Esse trabalho será feito nos canteiros com a presença dos profissionais do Seconci, na realização das palestras e do atendimento em suas demandas médicas e psicossociais. Para isso, teremos uma equipe formada por uma técnica de enfermagem, uma assistente social e uma”, explicou a assistente social do Seconci-DF, Roseane dos Santos. O SECONCI PRESENTE tem sua raiz no antigo programa da entidade chamado Seconci Itinerante que, por muitos anos, levou atendimento aos canteiros. Essa lembrança ainda é recente na memória das empresas e foi relembrada na fala do presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Construção (Sticombe), Raimundo Salvador. “É muito importante essa parceria entre Seconci, empresas e colaboradores. Cuidar do trabalhador é praticar a responsabilidade social e isso é o que é feito na entidade”, explicou Salvador. Outro ponto que merece destaque durante a apresentação do projeto foi a participação da responsável pelo departamento pessoal da Contarpp Engenharia, Dayanne Rafaelli de Carvalho Araujo. Ela citou a importância do Seconci na promoção da responsabilidade social das empresas e como isso tem melhorado o rendimento no dia a dia das obras. “Muitas vezes, as políticas públicas não são efetivas e é aí que o Seconci-DF entra, com atendimento odontológico, assistência médica e social de qualidade. As empresas parceiras do Seconci-DF têm um grande apoio e isso é muito importante para o desenvolvimento dos colaboradores”, disse Dayanne. Além de representantes das empresas, esteve no lançamento do SECONCI PRESENTE, o vice-presidente do Sindicato da Indústria da Construção (Sinduscon-DF), José Antonio Bueno Magalhaes JR, representando o presidente Dionyzio Klavdianos. Agendamento: as empresas interessadas em levar o projeto para seus canteiros, podem fazer a solicitação pelo e-mail social@seconci-df.org.br ou pelo telefone (61) 3399-1888 Para conhecer mais sobre o SECONCI PRESENTE, Clique aqui.
CPRT/CBIC dá início às ações da CANPAT Construção 2022

O lançamento da Campanha Nacional de Prevenção de Acidentes do Trabalho na Indústria da Construção – CANPAT Construção 2022, aconteceu nesta terça-feira (26). O evento é uma iniciativa da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), com a correalização do Serviço Social da Indústria (Sesi), participação da Subsecretaria de Inspeção do Trabalho (SIT) e apoio especial do Seconci Brasil e tem como tema: Gestão da Segurança e Saúde na Construção: uma nova cultura para um ambiente de trabalho seguro e saudável. Em sua sexta edição, a CANPAT Construção já alcançou mais de 20 mil pessoas de forma direta. O evento beneficia não só o setor, explicou o presidente da Comissão de Política de Relações Trabalhistas (CPRT/CBIC), Fernando Guedes. “É um debate importante para a sociedade brasileira como um todo. Estamos muito felizes e muito orgulhosos disso. Neste ano, nossa temática vai seguir a temática nacional para que a gente possa trabalhar o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) dentro da indústria da construção”, apontou. A saúde e segurança do trabalhador deve ser o principal ponto de atenção, segundo o presidente da CBIC, José Carlos Martins. “Se nós queremos trabalhadores mais produtivos e engajados, e um setor mais produtivo, que ocupe um espaço maior dentro da economia da sociedade, nós temos que ter como foco o nosso trabalhador. Nós temos que focar no trabalhador porque ele é o motor de tudo aquilo que nós fazemos e é fundamental a saúde e segurança do seu ambiente”, disse. “Vamos seguir esse caminho de união e esforços na busca de um objetivo em comum, que é justamente o bem-estar do nosso trabalhador”, corroborou Guedes. Pesquisa realizada pelo SESI, em parceria com a CBIC, analisou dados históricos de acidentes de trabalho da indústria de construção no Brasil, um recorte temporal de 10 anos (2010 a 2019), destacou o Diretor de Educação e Tecnologia da CNI, Diretor Superintendente do SESI/DN e Diretor Geral do SENAI/DN, Rafael Lucchesi, que parabenizou o setor da construção civil pelo trabalho desempenhado. “É importante afirmar que de maneira consistente ano a ano a construção civil tem reduzido os acidentes de trabalho mostrando que há redução tanto em acidente como também de doenças ocupacionais. O setor da construção está de parabéns!”, destacou. De acordo com Lucchesi, a indústria da construção é fundamental para a agenda de desenvolvimento do país, mas também de qualidade de vida. “A indústria da construção é uma indústria que abarca todo o tecido territorial brasileiro, ela está presente nos 5.550 municípios”, completou. A pauta SST, debatida de forma cada vez mais recorrente, também abrange o fator de responsabilidade social, apontou o Subsecretário de Inspeção do Trabalho, Romulo Machado. “Fala-se cada vez mais em responsabilidade social, no quanto essa vertentel é um diferencial de competitividade de produtividade para as empresas. Em tudo isso, nós incluímos a proteção ao trabalho e a proteção ao trabalhador, e que seja feita de forma decente, segura e que respeite a dignidade desse trabalhador”, pontuou. Após a abertura da CANPAT Construção 2022, foi realizado um painel técnico sobre o panorama atual da norma regulamentadora – NR18, onde participaram o Vice-presidente do Sinduscon-SP e Coordenador do Grupo Estratégico de SST da CPRT/CBIC, Haruo Ishikawa; o Auditor Fiscal do Trabalho e Chefe do Setor de SST no Paraná, Rubens Patruni Filho; o Consultor de Saúde e Segurança do Trabalho Seconci-SP, Gianfranco Pampalon; e a Especialista em Desenvolvimento Industrial do SESI-DN, Migliane Réus de Mello. Durante o debate, Gianfranco Pampalon explanou sobre acidentes de trabalhos que poderiam ser evitados ainda na fase do projeto, as maiores dificuldades de implementação da NR18, além das novas tecnologias a favor do tema. E explicou que o assunto ainda não é bem visto por todos. “As ações de SST, infelizmente, ainda são vistas como custos pelas organizações, porém quando a questão é bem avaliada, percebe-se nitidamente que isso é, comprovadamente, revertido em economia para as organizações”, disse. A implementação da norma é vista como uma mudança de paradigma para a Especialista em Desenvolvimento Industrial do SESI-DN, Migliane Réus de Mello. “Cada vez mais a fiscalização vai deixar de olhar o papel e vai querer ver o resultado para saber como foi implementado um programa, se deu resultados ou melhorou as condições de trabalho dentro dessa empresa”, disse. Para Migliane Réus, o que realmente interessa quando se implementa uma gestão ou um programa, é alcançar resultados. Rubens Patruni fez um balanço desde a publicação, elaboração da norma e as expectativas para o cumprimento da nova NR18, além de expor sua preocupação com a implementação. “A gente já vê algumas dificuldades de implementação, mas é um caminho ainda muito longo e nós estamos só no início dessa caminhada. O objetivo sempre será o de reduzir o número de acidentes e doenças ocupacionais ano após ano”, apontou Patruni. Durante a abertura do evento, a CPRT divulgou um vídeo com a memória cronológica de trabalhos, ações e conteúdos orientativos de SST realizados ao longo dos últimos 10 anos, fruto da parceria de sucesso entre a CBIC e o SESI, assista ao vídeo completo! O tema tem interface com o projeto “Realização/Participação de/em Eventos Temáticos de RT/SST”, da Comissão de Políticas e Relações Trabalhistas (CPRT) da CBIC, com a correalização do Serviço Social da Indústria (Sesi Nacional). Fonte: Agência CBIC