Seconci-DF contra o tabagismo

O Dia Mundial sem Tabaco é comemorado em 31 de maio e reforça a importância da prevenção contra o tabaco O tabagismo, caracterizado pela dependência da nicotina presente no tabaco e em seus derivados, é considerado uma doença que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que o tabaco mata mais de 8 milhões de pessoas por ano. Mais de 7 milhões dessas mortes resultam do uso direto desse produto, enquanto cerca de 1,2 milhão é o resultado de não-fumantes expostos ao fumo passivo. Além disso, os usuários de cigarro têm sua expectativa de vida reduzida em média em 10 anos. O médico do Seconci-DF, Tony Teixeira, explica que o cigarro industrial contém mais de 7 mil substâncias químicas e, que destas, mais de 250 estão associadas ao desenvolvimento de diversos tipos de câncer, como câncer de pulmão, bexiga, laringe, estômago, boca, pâncreas, rim, esôfago, colo do útero e leucemia mieloide aguda. “Com o objetivo de diminuir os danos causados pelo cigarro à saúde, o Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza um tratamento aprovado pelo INCA, que envolve abordagens não medicamentosas, como terapia cognitivo-comportamental e terapia em grupo, além de oferecer gratuitamente suporte medicamentoso quando necessário”, diz Tony. Combater o tabagismo faz parte dos diversos serviços oferecidos pelo Seconci-DF, por meio das suas gerências de atuação. As palestras de sensibilização sobre o tema são oferecidas sem nenhum custo às empresas e podem ser solicitadas por meio do Serviço Social da entidade. “Nosso objetivo é alertar e conscientizar os trabalhadores sobre as doenças que o uso do cigarro pode causar na qualidade de vida das pessoas. Além disso, realizamos encaminhamentos para órgãos público que possuem políticas voltadas para tratamento do vício em tabacos”, explica a assistente social do Seconci-DF, Roseane dos Santos. Solicite uma visita do serviço social e fale sobre tabagismo com seus colaboradores. Caso tenha interesse em levar mais esse serviço ao seu canteiro de obra, envie um e-mail para social@seconci-df.org.br ou ligue (61) 3399-1888 ramal 211. Fonte: Seconci-DF
Convenção Coletiva do Trabalho da construção é publicada

A Convenção Coletiva de Trabalho (2023-2025) (CCT), firmada entre o Sinduscon-DF e o Sindicato dos Trabalhadores (Sticombe) foi publicada no sistema mediador da Secretaria de Relações do Trabalho no dia 25 de maio, conforme exigência da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT). O documento trata dos reajustes dos trabalhadores, das obrigações das empresas, além dos benefícios e fala sobre o repasse ao Seconci-DF do 1% de contribuição na sua 62ª Cláusula que diz, em seu parágrafo segundo: “Ficam todos os empregadores, associados ou não ao Sinduscon-DF, obrigados a enviar ao SECONCI-DF por meio eletrônico, até o 5º (quinto) dia útil do mês seguinte, a Guia de Recolhimento do FGTS (GFIP – declaração de contribuição e guia com comprovante de pagamento), ou guia/documento oficial que venha substituí-la, contendo o valor e o número total de empregados que se refere cada folha de pagamento, devendo ser excluído do cálculo do valor estipulado nesta Cláusula o número de estagiários. ” O texto completo da CCT 2023-2025 já está disponível no site do Sinduscon-DF, clique aqui e confira! Para acessar a 62ª Cláusula da CCT e ler a íntegra das obrigações referentes ao Seconci-DF, clique aqui. Para informações complementares, entre em contato pelo telefone (61) 3234-8310, ramal 205, ou pelo e-mail trabalhista@sinduscondf.org.br. Assessoria de Comunicação Social do Seconci-DF | Com informações do Sinduscon-DF
Seconci Presente recebe elogios

Equipe de profissionais já esteve em vários canteiros e tem reconhecimento de trabalhadores da construção Desde o início de maio, as empresas do setor da construção contam com o apoio do Seconci-DF na realização de palestras de sensibilização em temas como saúde mental, tabagismo, alcoolismo, depressão e demais temas relacionados a saúde psíquica dos trabalhadores. Além das palestras, uma equipe formada por uma assistente social e uma técnica de enfermagem está percorrendo obras levando diversos atendimentos em saúde e assistência social para promoção da segurança e da saúde nos ambientes laborais. Na primeira quinzena de maio, o SECONCI PRESENTE esteve em sete empresas e realizou oito palestras, com alcance total de 985 trabalhadores. Entre os temas, os profissionais falaram sobre saúde mental, tabagismo e alcoolismo. “A recepção pelos colaboradores das palestras de saúde mental tem sido muito positiva. Eles têm sido esclarecidos do que é transtorno e sofrimento psíquico, o que é preconceito e suas consequências; a importância de ajudar e pedir ajuda e os sintomas dos principais transtornos. Os colaboradores se mostram atentos e ativamente participativos”, explica a psicóloga do Seconci-DF, Flávia Ferraiolo. Os atendimentos de saúde levaram para os canteiros aferição de pressão arterial, glicemia, colesterol, medição de peso e altura; além do atendimento psicossocial com a assistente social da entidade. “A experiência está sendo maravilhosa porque é visível que eles sentem falta desse cuidado. Quando chegamos nos canteiros, os trabalhadores se sentem valorizados. Ao ser detectados problemas como hipertensão e diabetes, eles percebem que devem tomar cuidado e que seguirão o atendimento conosco por meio da nossa área médica”, fala a técnica de enfermagem do trabalho do Seconci-DF, Elen Cristina Teixeira. No serviço social, a atenção com o trabalhador tem desempenhado um papel extremamente valioso. “Eles têm a oportunidade de compartilhar seus sentimentos, aspirações de crescimento profissional e até mesmo suas frustrações. Estamos realizando um trabalho exemplar, priorizando a saúde mental desses indivíduos, e é evidente a progressão que estamos presenciando”, comenta a assistente social do Seconci-DF, Roseane dos Santos. Vídeo: confira depoimento do trabalhador sobre o atendimento do serviço social: O reconhecimento do trabalho pelas empresas mostra a necessidade e procura pelos atendimentos oferecidos pelo Seconci. “Nós tivemos resultados incríveis porque os trabalhadores estão se sentindo valorizados e, além da importância do trabalho, a realização dos exames é feita com rapidez e com agilidade pelos profissionais do Seconci-DF e só temos a agradecer”, explica a engenheira de segurança do trabalho do grupo Base, Stefanie Jardim. Os próprios trabalhadores elogiam a iniciativa do Seconci e se sentem mais valorizados quando têm à disposição vários benefícios em saúde no seu local de trabalho. “O atendimento foi muito bom e eu aconselho aos meus colegas que participem e as empresas que levem esse trabalho para seus canteiros porque é a oportunidade de cuidar da saúde”, finalizou o carpinteiro Geraldo Gomes Fernandes.
Trabalhadores e o uso do Equipamento de Proteção Individual

Com o avanço normativo da Norma Regulamentadora Nº 01 sobre Gerenciamento de Riscos Ocupacionais, orienta-se que as organizações adotem medidas necessárias para melhorar o desempenho em Segurança e Saúde no Trabalho (SST). A efetividade das ações de SST passam por múltiplos fatores e uma das maiores dificuldades de gestão tem sido assegurar o uso devido e correto do Equipamento de Proteção Individual – EPI, quando for o caso. Como um roteiro básico para estímulo no uso dos EPIs pode-se evidenciar: Efetiva participação dos trabalhadores nos processos de levantamento dos riscos ocupacionais e na especificação dos EPIs, fazendo com que esta participação auxilie na compreensão do uso, bem como todas medidas de prevenção e controle no cumprimento das normas. Realização periódica de treinamentos e troca de informações sobre os riscos associados às atividades, a importância dos EPIs indicados bem como instruções corretas para uso, conservação, manutenção e troca; Acompanhamento contínuo do ambiente de trabalho e o uso do EPI, de forma a observar o nível de comprometimento dos trabalhadores, promovendo ações frequentes de conscientização. Controle e manutenção dos EPIs de maneira acessível, para possível reposição rápida se necessário. Comprometimento da gestão da obra em ser exemplo e demonstrar a importância do uso adequado dos equipamentos. O tema tem interface com o projeto “Segurança e Saúde no Trabalho e Relações Trabalhistas na Indústria da Construção”, da Comissão de Políticas e Relações Trabalhistas (CPRT) da CBIC, com a correalização do Serviço Social da Indústria (Sesi). Fonte: Agência CBIC
Fórum de grilagem de terra e suas consequências ambientais reúne mais de 140 pessoas no Sinduscon-DF

Assessoria de Comunicação Social do Sinduscon-DF O Sinduscon-DF promoveu na quinta-feira (11) o fórum “A grilagem de terra no Distrito Federal e suas consequências ambientais”. O encontro contou com mais de 140 participantes, dentre associados, representantes de órgãos públicos e entidades do setor produtivo. O diretor de meio ambiente e sustentabilidade do Sinduscon-DF, Luciano Alencar, reforçou a importância da temática na abertura do evento. “Existe o setor produtivo da construção civil ilegal, que tem contribuído para a grilagem de terras e o desmatamento e existe o setor produtivo correto, que segue a legislação e que está aqui hoje buscando entender e reverter a situação”, destacou. O presidente do Sinduscon-DF, Dionyzio Klavdianos; o secretário de Desenvolvimento Urbano e de Habitação, Marcelo Vaz; o secretário de Meio Ambiente e Proteção Animal, Gutemberg Gomes; o presidente do Instituto Brasília Ambiental (Ibram-DF), Rôney Nemer; o presidente da Terracap, Izidio Santos; o juiz titular da Vara do Meio Ambiente, Desenvolvimento Urbano e Fundiário do DF (TJDFT), Carlos Maroja e o subsecretário de Regularização e Fiscalização Fundiária da Seagri-DF, Antonio Barreto integraram a mesa de abertura. Entidades e órgãos governamentais em união contra a grilagem O presidente do Sinduscon-DF, Dionyzio Klavdianos, tratou da importância de unir os órgãos governamentais e entidades do setor produtivo a fim de proteger o meio ambiente e evitar que a grilagem de terras permaneça sendo um problema. “Essa temática tem tantos efeitos negativos que é difícil falar apenas de um. Em um debate recente, estávamos falando sobre como a falta de áreas legais para construir tem prejudicado toda a mão de obra formal, que tem perdido o emprego e acaba indo trabalhar em loteamentos ilegais. A construção civil representa 52% do PIB do DF e, por isso, nós devemos buscar parcerias e uma Brasília legalizada e sustentável”, reforçou. Com a palavra, o secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Marcelo Vaz, reforçou que uma das soluções para combater a grilagem de terras é fiscalizar e oferecer lotes regulares e acessíveis para a população de baixa renda. “Temos trabalhado para construir normas claras e objetivas, que consigam produzir efeitos jurídicos e dar segurança para aqueles que estão investindo no parcelamento do solo. Neste segundo mandato do governador Ibaneis Rocha, estamos trabalhando ainda mais na oferta de habitação de interesse social”, destacou. O secretário de Meio Ambiente e Proteção Animal, Gutemberg Gomes, falou da importância de unir o trabalho do governo, órgãos de fiscalização ambiental e a sociedade civil em prol do meio ambiente. “O objetivo é tornar a cidade cada vez mais sustentável, analisando o que pode ser feito para atender a população que precisa de moradia, em conjunto com o desenvolvimento da cidade, de forma equilibrada, minimizando os impactos ambientais, ao mesmo tempo em que se ouve a sociedade, os conselhos e as leis”, pontuou. Para o presidente do Brasília Ambiental (Ibram-DF), Rôney Nemer, é necessário cuidar não apenas da cidade, mas do setor rural do DF, a fim de evitar grileiros. “O maior problema identificado no DF é a saída do homem do campo para dar lugar ao grileiro. O desafio é fixá-lo em suas terras, facilitando o licenciamento ambiental e linhas de crédito para que, assim, não aceitem vender as propriedades a terceiros que parcelam, assoreiam e prejudicam o meio ambiente”, reforçou. O presidente da Terracap, Izidio Santos, acredita que a cultura da grilagem de terras no DF só irá acabar se todos os órgãos públicos, entidades e sociedade civil estiverem unidos. “Nós temos investido muito mais do que investimos em anos anteriores para preservar o meio ambiente. Este ano, investimos parte da verba para cercar todos os parques de Brasília e trazer segurança contra os grileiros. Além disso, temos feito um trabalho ao lado da Seduh-DF para a criação de procedimentos facilitadores de parcelamento de solo”, elencou. Em seguida, o juiz titular da Vara do Meio Ambiente, Desenvolvimento Urbano e Fundiário do DF (TJDFT), Carlos Maroja, apontou como o setor produtivo pode atuar em favor do meio ambiente. “O grileiro é ecocida, ele pratica um mal gigantesco contra o meio ambiente e toda a sociedade. O setor produtivo deve buscar dialogar com seus parlamentares e órgãos públicos em favor de leis mais rígidas, que sigam os moldes de outros países, principalmente em Portugal, que tem tratado a grilagem como corrupção urbanística. A grilagem não se trata apenas de uma pessoa atuando sozinha e, sim, grupos, e infelizmente, acabam recebendo um estímulo indireto do próprio poder público”, argumentou. O subsecretário de Regularização e Fiscalização Fundiária da Seagri-DF, Antonio Barreto, reforçou a importância da união nesta luta. “Nós temos um grande desafio de desenrolar de forma legal a gestão territorial do Distrito Federal. Creio que a união entre os órgãos públicos, principalmente a Seagri-DF e o Brasília Ambiental, em favor da preservação do meio ambiente e incentivo dos pequenos produtores é uma das formas de combater a grilagem”, afirmou. Em seguida, foram apresentados os painéis “Principais impactos ambientais decorrentes da ocupação ilegal” e “Perspectivas de fiscalização da grilagem”. Confira as imagens do evento no nosso Flickr.
Eleita nova gestão da CBIC

Foi eleita, por unanimidade, nesta quinta-feira (11), a nova gestão da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) para o período de 2023 a 2026. O engenheiro civil Renato Correia, vice-presidente da Região Centro-Oeste da entidade, assume a presidência a partir do dia 1º de julho. As eleições para o Conselho de Administração e o Conselho Fiscal da CBIC aconteceram em Brasília e, de acordo com o presidente da Assembleia, Elson Povoa, vice-presidente Financeiro da entidade, mostraram a importância da união entre os associados. “Foi uma chapa de consenso, eleita por aclamação, e isso comprova o quanto é importante mantermos o setor unido. É desta forma que avançaremos cada vez mais em conquistas para o bem comum”, disse. O presidente eleito, Renato Correia, destacou o desafio de assumir a entidade sucedendo a gestão de José Carlos Martins, atual presidente da CBIC, e enfatizou o trabalho integrado com todos os associados. “Nos últimos anos a CBIC tomou uma dimensão, uma representatividade impressionante e o desafio é avançar nessa representatividade, que é legado da atual gestão. E isso só será possível com o apoio de cada um dos associados. Vamos ouvir as demandas de todas as regiões, selecionar prioridades e trabalhar. É com essa responsabilidade que assumimos essa missão”, disse. Correia ainda ressaltou o papel da indústria da construção no desenvolvimento econômico e social do país. “Nosso papel é ser instrumento de solução de problemas complexos da sociedade. Fazer habitação, estrada, saneamento, hospitais, escolas é para servir a população, e servir de maneira correta, com empregos formais, saúde e segurança do trabalhador, com sustentabilidade. Se tivermos esse espírito de relevância e consciência poderemos alçar voos ainda maiores”, contou. Após o processo eleitoral, José Carlos Martins agradeceu a confiança durante os nove anos de gestão e disse sair com a sensação de “missão cumprida”. “Apesar das limitações e dos desafios que tivemos durante esse tempo, foram muitas as conquistas. E chego hoje feliz por ter contribuído com o reconhecimento que a CBIC tem tanto no governo quanto pelas empresas”. Martins destacou a importância da renovação e da qualidade e competência da gestão eleita. “A construção é uma ferramenta para o desenvolvimento social e é muito gratificante ver a integridade, o bom senso e a inteligência do Renato Correia e da gestão eleita”. Confira a chapa eleita para a “Gestão CBIC – 2023/2026” Conselho de Administração Presidente Renato de Sousa Correia – GO Vice-presidente Administrativo Carlos Henrique de Oliveira Passos – BA Vice-presidente Financeiro Eduardo Aroeira Almeida – (Ademi-DF) Vice-presidentes Regionais Claúdio Kawa Hermolin – Região Sudeste – RJ Frank do Carmo Souza – Região Norte – AM Guilherme Araújo Fortes – Região Nordeste – PI Marcos Mauro Pena de Araújo Moreira Filho – Região Sul – PR Paulo Roberto Muniz – Região Centro-Oeste – (Sinduscon-DF) Vice-presidentes de Áreas Vice-Presidente da Área de Responsabilidade Social (CRS) – Ana Cláudia Gomes – RJ Vice-Presidente da Área de Infraestrutura (COINFRA) – Carlos Eduardo de Lima Jorge – SP Vice-Presidente da Área de Habitação de Interesse Social (CHIS) – Clausens Roberto de Almeida Duarte – CE Vice-Presidente da Área da Indústria Imobiliária (CII) – Ely Flavio Wertheim – SP Vice-Presidente da Área de Materiais, Tecnologia, Qualidade e Produtividade (COMAT) – Dionyzio Antonio Martins Klavdianos – (Sinduscon-DF) Vice-Presidente da Área de Política de Relações Trabalhistas (CPRT) – Ricardo Dias Michelon – RS Vice-Presidente da Área de Obras Industriais e Corporativas (COIC) – Ilso José de Oliveira – MG Vice-Presidente do Conselho Jurídico (CONJUR) – Fernando Guedes Ferreira Filho – MG Vice-Presidente da Área de Meio Ambiente (CMA) – Nilson Sarti da Silva Filho – BA Vice-presidentes Albano Máximo Neto – AM Alex Dias Carvalho – PA Alexandre Landim Fernandes – BA Alfredo Guttenberg de Mendonça Brêda – AL Aristóteles Passos Costa Neto – ES Carlos Augusto Emery Cade – PR Célia Oliveira Souza Catussi – PR Claudio Teitelbaum – RS Fábio Ribeiro Nahuz – MA Flávio Augusto Ayres Amary – SP Luiz Gustavo Salvático – PR Marco Aurélio Alberton – SC Marco Antonio Corsini – SC Marcos Saceanu – RJ Maria Elizabeth Cacho do Nascimento – PE Nakle Mohallem – MG Oliver Chies Viezzer – RS Olvacir José Bez Fontana – SC Patriolino Dias de Sousa Teixeira e Silva – CE Rafael Sacchi – RS Renato Ferreira Machado Michel – MG Yorki Oswaldo Estefan – SP Suplentes: Caio Carmona César Portugal – SP Clerlânio Fernandes de Holanda – RR Douglas Luiz Vaz da Silva – ES Eduardo Fontes Terra da Silveira – ES Francisco Reinaldo Rebelo Sampaio – PI João Victor Alves Ribeiro – GO Luis Alberto Paludo – SC Pedro Augusto da Escóssia Chaves – RN Rafael Goellner Garcia – RS Renata Peres Krum – PR Ricardo Antunes Sessegolo – RS Sérgio Henrique Andrade De Azevedo – RN Vinicius Augusto Pereira Benevides – RJ Conselho Fiscal Titular: Elson Ribeiro e Póvoa – DF Fernando Coe Razuk – GO Luiz Afonso Delgado Assad – (Asbraco) Suplente: Luiz Antonio Oliveira Rosa – GO Ricardo Beshizza – SP Ricardo Moreira dos Santos – RO Fonte: Agência CBIC
Seconci-DF participa do lançamento da Agenda Legislativa da Indústria 2023

Evento promovido pela FIBRA reuniu políticos, empresários e representantes sindicais para entrega de 22 proposições legislativas Assessoria de Comunicação Social do Seconci-DF A Federação das Indústrias de Brasília reuniu nesta quarta-feira, 17 de maio, políticos, empresários e representantes da indústria para o lançamento da Agenda Legislativa da Indústria do DF edição 2023. O evento aconteceu na sede da FIBRA e contou com a presença do Seconci-DF, na pessoa do presidente Marcelo Machado Guimarães. Marcelo parabenizou a iniciativa da FIBRA, uma vez que as proposições beneficiam diretamente o trabalho social feito pela entidade. “A Agenda Legislativa que a FIBRA disponibiliza para a sociedade como um todo já é tradicional e visa o desenvolvimento da indústria. É uma contribuição dos empresários que estão vinculados aos sindicatos que, por sua vez, já tem seu olhar para quem comanda e volta esse pensamento para os legisladores. Inclusive, para nós do Seconci, é fundamental que essa agenda seja atendida porque abrange também nossas demandas na prestação de serviços e do atendimento às empresas e aos trabalhadores da construção”, disse Marcelo Guimarães. A edição 2023 é a 21ª da série e documenta as prioridades do setor, além de servir como um posicionamento em relação as proposições em tramitação na Câmara Legislativa que, de alguma maneira, influenciam as atividades das empresas e ambiente de negócios do Distrito Federal. “A FIBRA fica envaidecida em ver tantas pessoas importantes aqui que estão interessadas no crescimento e desenvolvimento da capital. Nosso objetivo aqui é entregar um produto com os interesses da indústria onde há convergência e divergência com as necessidades e demandas de todos os setores da indústria do DF”, explicou Jamal Jorge Bittar, presidente da FIBRA. O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, esteve no evento e ressaltou a importância da indústria para o DF, além dos benefícios que a população tem adquirido em parceria com os empresários e sindicatos por meio da disponibilização de serviços e atendimentos. “Eu sempre procuro ouvir os presidentes das Federações para que possamos encaminhar as necessidades do empresariado. Acho que o empresário não deve ser surpreendido e essa é uma preocupação e as portas do meu gabinete sempre estiveram abertas aos empresários do Distrito Federal e é exatamente assim que continuaremos trabalhando buscando soluções e melhoria da qualidade de vida da nossa capital”, finalizou Ibaneis. Para acessar a Agenda Legislativa da Indústria 2023, clique aqui.
Seconci-DF e Sinduscon-DF elegem novas diretorias

A partir de junho, os novos representantes tomam posse para mandatos de dois anos à frente das instituições Assessoria de Comunicação Social do Seconci-DF O Serviço Social e o Sindicato da Indústria da Construção, Seconci-DF e Sinduscon-DF, respectivamente, elegeram suas novas diretorias para o biênio 2023-2025 na segunda-feira, 15 de maio. Representantes das duas entidades compareceram à sede do Sinduscon-DF e também votaram de forma online para eleger os empresários Carlos Eugênio de Faria Franco, como novo presidente do Seconci-DF, da empresa Faber Engenharia, e Adalberto Cléber Valadão JR, como novo presidente do Sinduscon-DF, da Soltec Engenharia. O presidente eleito do Seconci-DF falou sobre sua trajetória na entidade e a intenção em seguir com os serviços de qualidade, valorização do trabalhador e apoio às empresas da construção. “Eu sempre falo do Seconci por um motivo especial que herdo da minha mãe: que é ajudar quem precisa, sem esperar nada em troca. Nossa intenção é valorizar o trabalhador da construção e possibilitar que ele tenha segurança, saúde e mais dignidade no seu dia-a-dia”, disse Carlos Eugênio. Adalberto Cléber Valadão JR pretende seguir buscando a união e a melhoria do setor. “É aí que entra o Sinduscon-DF, promovendo a união e representando os interesses do setor. A nova diretoria vai dar sequência ao bom trabalho que vem sendo realizado, buscando sempre um patamar ainda maior de atuação junto à sociedade e ao poder público”, explicou Valadão JR. Sobre o Seconci-DF: entidade sem fins econômicos e de utilidade pública que atua no DF desde 1988. Sua Criação aconteceu pela junção de esforços do Sinduscon-DF e o Sindicato dos Trabalhadores da construção (STICOMBE). Sua missão é promover projetos e ações que propiciem uma sociedade mais justa e solidária, através da implementação de parcerias com o Estado, a iniciativa privada e a sociedade civil, tendo como público alvo os trabalhadores da construção civil com atuação nas áreas de Medicina Assistencial e Ocupacional, Segurança do Trabalho, Odontologia, Serviço Social e Educação. Sobre o Sinduscon-DF: é a principal entidade representativa do segmento empresarial da construção civil no DF. Congregando mais de 270 empresas associadas e participando ativamente do processo de desenvolvimento do Distrito Federal, desde o início de sua construção, a entidade consolida-se cada vez mais como instituição séria e respeitada, tanto regional quanto nacionalmente. CLIQUE AQUI e conheça a chapa completa do SINDUSCON-DF CLIQUE AQUI e conheça a chapa completa do SECONCI-DF Com informações do Sinduscon-DF
Combate ao assédio é desafio para humanizar as relações de trabalho no país

Mobilização da sociedade, amparo legal e medidas de acolhimento são parte da luta para acabar com a prática que afeta a saúde do trabalhador e contamina a organização institucional das empresas O assédio moral no local de trabalho é um fenômeno antigo. Realidade de grande parte dos ambientes corporativos, é um assunto mais presente nos espaços acadêmicos, jurídicos e sindicais. Apesar de viver as situações de abusos de forma recorrente, o debate sobre este tema é quase inexistente nas camadas mais populares da classe trabalhadora. A falta de ferramentas de combate, canais de denúncias e conscientização sobre práticas de assédio contribuiu para a criação de uma realidade de subnotificação de casos no Brasil. Tratei do assunto assédio em nota técnica na 25ª Carta de Conjuntura da Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), disponível em https://www.uscs.edu.br/noticias/cartasconjuscs. Margarida Barreto, professora e pesquisadora, que foi pioneira nos estudos sobre assédio moral e sexual no Brasil, conceitua que a prática consiste na “exposição dos trabalhadores e trabalhadoras a situações humilhantes e constrangedoras, repetitivas e prolongadas durante a jornada de trabalho e no exercício de suas funções, sendo mais comuns em relações hierárquicas autoritárias e assimétricas, com o objetivo de forçar o empregado a desistir do emprego”. A pesquisadora classifica o assédio em dois fenômenos chamados de vertical e horizontal. De acordo com Margarida, “o fenômeno vertical se caracteriza por relações autoritárias, desumanas e aéticas, onde predomina os desmandos, a manipulação do medo, a competitividade, os programas de qualidade total associada à produtividade.” Já o fenômeno horizontal é relacionado à pressão para produzir com qualidade e baixo custo. Margarida defende que “o enraizamento e disseminação do medo no ambiente de trabalho reforçam atos individualistas, tolerância aos desmandos e práticas autoritárias no interior das empresas que sustentam a ‘cultura’ do contentamento geral”. Para ela, neste processo, os trabalhadores assediados escondem as humilhações e quem está “sadio” trabalha com medo de adoecer e incorpora o padrão discursivo da liderança contra quem adoeceu criando uma espiral de humilhação. Uma outra realidade que assombra são os assédios de cunho sexual. De acordo com dados do Ministério Público do Trabalho (MPT), o volume de denúncias em locais de trabalho foi maior em 2022. O procurador-geral do Trabalho, José de Lima Ramos, afirmou que as queixas recebidas pelo órgão até junho, representavam 63% das notificações de todo o ano de 2021. Foram 300 denúncias até junho de 2022, contra 474 do ano anterior. A realidade na Caixa Infelizmente, o ano de 2022 também foi marcante para a Caixa Econômica Federal devido às denúncias de assédio sexual e moral atribuídas ao então presidente do banco, Pedro Guimarães, que foram responsáveis por abrir um portal para a realidade das condições enfrentadas pelos empregados e empregadas. A Corregedoria do banco estatal desenvolveu um relatório final sobre o caso com cerca de 500 páginas, elaborado com base em 50 depoimentos de vítimas e testemunhas. A conclusão da corregedoria foi encaminhada para os órgãos competentes e aguarda decisão final. O Ministério Público do Trabalho (MPT) também produziu um relatório da Ação Civil Pública que investigou, pela primeira vez na história, as denúncias do tipo contra um dirigente do alto escalão do banco. O documento apresentou dados internos alarmantes sobre as condições de trabalho a que os empregados e empregadas estavam submetidos. Desde que foi designado ao cargo por Jair Bolsonaro, em 2019, os casos de assédio e afastamentos médicos explodiram sob a gestão anterior. Os dados analisados mostram que a média de denúncias por assédio entre 2012 e 2018 era de 80 por ano. Já em 2019, até a saída do ex-presidente em 2022, a média anual era de 157 denúncias e depois que o caso se tornou público e notório, o número chegou a 561. Os casos dentro da Caixa deixaram evidente a necessidade de avançarmos no desenvolvimento e aprimoramento de mecanismos de denúncia e combate a este tipo de violência. Mostraram também que é necessário aprimorar políticas de enfrentamento de todos os tipos de agressão contra a mulher, seja física, psicológica, econômica ou sexual, no ambiente doméstico, público ou no local de trabalho. Assédio Organizacional Os estudos sobre o tema desenvolvidos ao redor do mundo apontam que o assédio moral pode ser praticado de forma interpessoal, contra um indivíduo, mas também pode fazer parte do modelo de gestão da empresa. Neste caso é conhecido como “Assédio Moral Organizacional”. As características são gestão por estresse, gestão por injúria e gestão por medo, que são promovidas por gestores da empresa com objetivos administrativos. Esta realidade pode ser analisada a partir da dinâmica do capitalismo na fase neoliberal, que intensifica as disputas e competições entre as corporações. Neste cenário, somado às transformações no mundo do trabalho a partir da interferência do mercado nas legislações trabalhistas, promovendo perda de direitos, modelos de criação de programas de metas abusivas, intensificação de competição entre os trabalhadores, rankings e outras práticas, os assédios deste tipo passam a se intensificar nos ambientes de trabalho. Durante o governo Bolsonaro, a Caixa apresentou indícios das práticas já que não foram apenas os índices de assédio que subiram, mas também o número de afastamentos previdenciários em consequência da piora nas condições de trabalho e das mudanças na cultura organizacional do banco. Por trás do discurso da meritocracia presente nos últimos anos, o ex-presidente implantou um modelo de gestão baseado no medo e na intimidação. Alta rotatividade de empregados em cargos de função e direção, a submissão dos empregados a exercícios de flexão ou atividades vexatórias; a proibição do uso de roupas vermelhas, caracterizando o assédio político; gritos e ameaças. Esta realidade se tornou ainda mais factível nos dados do MPT que apontou que de 2013 a 2018 a média de afastamentos médicos era de 277 funcionários(as) por ano. A partir da gestão de Guimarães, até sua saída em junho de 2022, a média anual passou a ser de 354 funcionários(as) por ano, o que representa 27,79% de aumento. Após a demissão de Pedro Guimarães, o número chegou a 383 afastamentos, alcançando o índice de 44,96%. Margarida
Seconci-DF recebe integrantes do GETRIN10

Entidade faz parte do grupo de trabalho que atua na promoção da segurança e saúde nos ambientes laborais Assessoria de Comunicação Social do Seconci-DF O Grupo de Trabalho Interinstitucional 10 (GETRIN10) se reuniu na sede do Seconci-DF nesta sexta-feira, 12 de maio, para a reunião mensal do colegiado. O GETRIN10 tem o objetivo de promover ações educativas e de conscientização sobre temas relacionados à segurança e saúde no ambiente de trabalho. Coordenado pelo Tribunal Regional do Trabalho 10ª Região (TRT 10), conta com a participação de diversas instituições. Recepcionando os participantes do Grupo, o presidente do Seconci-DF, Marcelo Machado Guimarães, falou sobre a importância do trabalho desenvolvido em prol da segurança nos ambientes laborais e do apoio da entidade à causa. “Para o Seconci é uma honra recebe-lo aqui e ficamos muito contentes em ver tantas pessoas interessadas em discutir e propor melhorias na área de segurança e medicina do trabalho que fazem parte da nossa razão de ser”, falou Marcelo. Presente na reunião, o juiz do trabalho da 10ª Região e gestor do GETRIN10, João Otávio Fidanza Frota elogiou o trabalho dos membros do GETRIN durante as ações e eventos do mês Abril Verde e citou o Seconci como um dos participantes que abraçam e apoiam a causa de SST. “As ações realizadas pelo GETRIN são um símbolo do trabalho feito pelo grupo e o Seconci foi um dos responsáveis por aproximar o nosso trabalho dos canteiros e dos trabalhadores”, explicou João Otávio. Outra entidade que faz parte do Grupo Interinstitucional e esteve no Seconci foi o Sindicato dos Técnicos de Segurança do Trabalho (Sintest-DF) na pessoa do seu presidente, Wilton Cardoso. “Quanto mais pessoas estiverem engajadas, mais amplo e mais dinâmico será o trabalho do prevencionista dentro dos ambientes de trabalho. É por isso que acho importante essa reunião dos membros do GETRIN para falar e promover o tema”, disse Wilton. Durante a reunião, foram debatidos assuntos como eventos para os próximos meses e sugestões dos participantes para melhoria do trabalho feito, além de projetos que viabilizam mais divulgação das iniciativas do GETRIN10. Além dos nomes já citados, participaram da reunião Katarina Roberta Mousinho de Matos Brandão, juíza do trabalho e gestora do GETRIN10; Karol Teixeira de Oliveira, procuradora do trabalho da PRT10; José de Ribamar, técnico de segurança do trabalho do Sticombe; José Antônio Bueno Magalhães Júnior, vice-presidente do Sinduscon-DF; Marcos Gois de Araujo, auditor-fiscal do trabalho; Swylmar dos Santos Ferreira, engenheiro da Fundacentro; Elaine Faria Morelo, diretora de saúde do trabalhador (DISAT); Remy Gorga Neto, presidente da OCDF; Elie Chidiac, diretor da Novacap; Juliana Moreira de Oliveira, gerente de segurança do trabalho do Seconci e a gerente geral do Seconci, Geórgia Grace.