Mensagem de Páscoa

Nesta Páscoa, celebramos o renascimento da esperança, da fé e do compromisso com o próximo. ✨ Mais do que uma data simbólica, este é um momento de reflexão sobre o cuidado, a solidariedade e a importância de transformar vidas por meio de atitudes concretas. No Seconci-DF, essa missão se renova todos os dias. Por meio do nosso Serviço Social, seguimos promovendo acolhimento, dignidade e bem-estar aos trabalhadores da construção civil e suas famílias. Que o espírito da Páscoa nos inspire a continuar fazendo a diferença, com propósito, sensibilidade e compromisso com um futuro mais humano. Feliz Páscoa! Eduardo Aroeira Almeida Presidente do Seconci-DF

CBIC promove debate sobre inclusão feminina na construção em live especial pelo Dia Internacional da Mulher

A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) realizou, nesta quarta-feira (25), uma live especial em homenagem ao Dia Internacional da Mulher com o tema “Avanços e desafios na inclusão da mulher no setor da construção”. O encontro reuniu lideranças do setor para discutir a ampliação da participação feminina em um segmento historicamente masculino, além de destacar experiências e desafios enfrentados por mulheres na construção civil.  Participaram do debate o presidente da CBIC, Renato Correia; o vice-presidente financeiro, Eduardo Aroeira Almeida; a vice-presidente de Responsabilidade Social e presidente da Comissão de Responsabilidade Social da CBIC, Ana Cláudia Gomes; a vice-presidente da entidade, Maria Elizabeth Cacho do Nascimento; Além de Ana Rita Vieira, presidente do Sinduscon-Joinville; Maria Rita de Cássia Singulano, presidente da Aconvap; Elissandra Candido, presidente do Sinduscon-SF; e Maria Eugênia Fornea, presidente da Ademi-PR.    Participação feminina como estratégia para o setor  Na abertura, Correia destacou a importância da presença das mulheres para enfrentar os desafios estruturais da construção civil. “Certamente com mais mulheres nós vamos conseguir avançar nesse desafio. Nós precisamos da criatividade de vocês, da resiliência, da inteligência e da determinação para enfrentar esse momento tão importante para o nosso país”, afirmou.  O dirigente também reforçou a defesa da valorização institucional da pauta feminina. “Nós acreditamos muito nas mulheres e pleiteamos para que a gente tivesse um dia nacional da mulher na construção”, acrescentou.  A discussão ocorre em um momento em que o tema também avança no Congresso Nacional. A Câmara dos Deputados aprovou proposta que institui o Dia Nacional das Mulheres na Construção Civil, a ser celebrado em 25 de março de cada ano. De autoria da deputada Rogéria Santos (Republicanos-BA), o Projeto de Lei 4.638/2023 será enviado ao Senado Federal.  Ambiente de negócios e crescimento  Ao participar do debate, Aroeira destacou a importância da ampliação da participação feminina no setor. “Vocês abriram espaço, e isso é um exemplo para que outras cheguem aonde vocês chegaram. A CBIC tem sempre a intenção de apoiá-las, podem contar com a gente. A inclusão não tem volta e, mais que isso, a participação e liderança de vocês não têm volta”, afirmou.  Ele também contextualizou o momento da construção civil e ressaltou a necessidade de ampliar investimentos e melhorar o ambiente regulatório. “A gente precisa melhorar o ambiente de negócio para que as nossas empresas possam trabalhar com planejamento de longo prazo e investir com tranquilidade”, disse   Inclusão como pauta institucional  Para Ana Cláudia, a participação feminina deve ser tratada como estratégia para o crescimento do setor. “A pauta da mulher não é apenas uma pauta de inclusão, ela é uma pauta institucional. Não podemos desperdiçar talento diante dos desafios que a construção civil tem pela frente”, afirmou.  Segundo ela, ampliar a presença feminina contribui para a produtividade e inovação. “A gente precisa olhar para frente entendendo que precisamos aumentar a produtividade, e esse processo ajuda a trazer cada vez mais mulheres”, disse.  Trajetórias e experiências  Ao compartilhar sua experiência, Ana Rita destacou a importância de incentivar mulheres a assumirem posições de liderança. “Nós mulheres costumamos esperar estar muito preparadas para assumir qualquer cargo, mas a gente já tem competência. Não precisamos esperar”, afirmou.  Maria Elizabeth ressaltou a importância da determinação e da escuta. “Eu acho que mulher, o espaço é onde ela quer. Mostrando competência e seriedade, a gente conquista esse espaço”, declarou.  Elissandra destacou a necessidade de ampliar a participação feminina nas discussões estratégicas do setor. “As mulheres precisam ter esse espaço de fala e conhecer o ambiente de negócios. A gente precisa abrir esse ambiente para mais mulheres”, disse.  Maria Eugenia enfatizou o papel da atuação institucional. “É muito importante participar desses espaços de discussão para ajudar a criar políticas públicas que o mercado consiga usar e gerar desenvolvimento”, afirmou.  Maria Rita ressaltou o valor do trabalho coletivo. “Sempre achei que ninguém resolve nada sozinho. A gente precisa trabalhar para que as mulheres tenham mais espaço nessa área que ainda é tão difícil”, declarou.  Desafios e caminhos  As participantes apontaram desafios como a necessidade de quebrar paradigmas, ampliar a presença feminina em cargos de liderança e incentivar a participação em canteiros de obras.  Ana Rita destacou a importância de ajustes práticos. “A gente precisa ouvir mais as mulheres e pensar em formatos que facilitem a participação, desde reuniões até ações no canteiro de obras”, disse.  Elissandra também ressaltou a necessidade de mudanças culturais. “Muitas vezes a mulher ainda precisa provar sua competência. A gente precisa evoluir na cultura da inclusão”, afirmou.  Assista a live na íntegra.  Fonte: Agência CBIC

Dia Mundial da Saúde Bucal (20/3): estudos indicam relação entre saúde da gengiva e Alzheimer

Dia Mundial da Saúde Bucal (20/3): estudos indicam relação entre saúde da gengiva e Alzheimer Cuidar dos dentes pode ir muito além da estética ou da prevenção de cáries. Pesquisas recentes apontam que a saúde bucal também pode estar relacionada à saúde do cérebro. Estudos científicos identificaram bactérias associadas à doença periodontal em cérebros de pacientes com Alzheimer, sugerindo que infecções gengivais podem contribuir para processos inflamatórios ligados à neurodegeneração. A principal hipótese levantada por pesquisadores é que microrganismos presentes em infecções bucais, como a bactéria Porphyromonas gingivalis, consigam chegar à corrente sanguínea por meio da gengiva inflamada e alcançar o cérebro, desencadeando respostas inflamatórias e estimulando o acúmulo de proteínas associadas à doença de Alzheimer. Embora a relação ainda seja objeto de investigação científica, especialistas reforçam que manter uma boa saúde bucal é essencial para prevenir infecções e inflamações que podem afetar todo o organismo. Atendimento odontológico chega aos canteiros de obras no DF No Distrito Federal, iniciativas voltadas à ampliação do acesso ao atendimento odontológico têm buscado justamente fortalecer a prevenção e o cuidado contínuo. O Serviço Social da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Seconci-DF) oferece atendimento odontológico gratuito para trabalhadores da construção civil. Entre os serviços oferecidos estão extrações, restaurações, tratamentos de canal, próteses e procedimentos de profilaxia. “Somente em 2025 foram registrados mais de 21 mil atendimentos odontológicos”, comenta Mára Lúcia Campos, gerente de odontologia do Seconci-DF. Segundo a gerente, hábitos simples fazem diferença. “A escovação correta, o uso diário do fio dental e as consultas periódicas ao dentista ajudam a controlar doenças gengivais e reduzem processos inflamatórios no corpo. Esses cuidados são fundamentais para a saúde geral”, afirma. A entidade conta com duas unidades fixas, no Núcleo Bandeirante e na Asa Norte, e quatro unidades móveis que percorrem obras em todo o Distrito Federal onde todos os trabalhadores da construção civil de empresas parceiras podem usufruir dos serviços. Dia Mundial da Saúde Bucal reforça importância da prevenção Celebrado em 20 de março, o Dia Mundial da Saúde Bucal busca conscientizar a população sobre a importância da prevenção e dos cuidados diários com a higiene oral. Além de contribuir para a autoestima, alimentação e fala, manter a saúde bucal em dia pode ajudar a evitar infecções e inflamações que impactam o organismo como um todo, incluindo possíveis reflexos na saúde cerebral. Entre as principais recomendações estão escovar os dentes ao menos três vezes ao dia, usar fio dental regularmente, manter uma alimentação equilibrada e realizar consultas periódicas ao dentista. “Mais do que um sorriso bonito, cuidar da boca também pode representar um passo importante para proteger o corpo. Garantir ao trabalhador o acesso à saúde bucal de qualidade é um compromisso permanente do Seconci”, destaca Mára Lúcia. Fonte: Profissionais do Texto

Banco de Profissionais da Construção – Nova Senha

Empresas que utilizam a ferramenta para contratação de mão de obra precisam atualizar o acesso José Albuquerque/Comunicação Seconci-DF O Serviço Social da Indústria da Construção (Seconci-DF) informa que a senha de acesso ao Banco de Profissionais da Construção (BPC) foi atualizada nesta segunda-feira (23/3). A partir desta data, somente será permitido o acesso por meio da nova senha enviada por e-mail às empresas parceiras da instituição. Para manter o acesso, os usuários devem realizar a atualização conforme as orientações disponibilizadas pelo Seconci-DF. A mudança da senha faz parte de um protocolo de segurança adotado pela instituição, que prevê a renovação periódica a cada dois meses, com o objetivo de reforçar a proteção dos dados e a confiabilidade da ferramenta. O BPC é uma ferramenta gratuita que conecta empresas da construção civil a profissionais disponíveis para contratação, reunindo atualmente mais de 1.800 cadastros em diferentes áreas de atuação, com a possibilidade e contratação de pessoal por geolocalização. BPC – Top 10 Funções com Mais Cadastros 🏗️ Top 10 Funções com Mais Cadastros no BPC Banco de Profissionais da Construção Civil  |  Total de cadastros analisados: 1.820 Servente 466 cadastros · 25,6% 466 Pedreiro 289 cadastros · 15,9% 289 Carpinteiro 165 cadastros · 9,1% 165 Eletricista 100 cadastros · 5,5% 100 Armador 84 cadastros · 4,6% 84 Operador de Máquinas 78 cadastros · 4,3% 78 Bombeiro Hidráulico 68 cadastros · 3,7% 68 Pintor 65 cadastros · 3,6% 65 Ajudante Geral 55 cadastros · 3,0% 55 Encarregado 54 cadastros · 3,0% 54 Fonte: DADOS_BPC_TEXTO_2303  |  Banco de Profissionais da Construção Civil – DF/GO Elaboração: BPC · Março 2026   BPC – Distribuição por Cidade 📍 Distribuição de Cadastros BPC por Cidade Banco de Profissionais da Construção Civil  |  Total de cadastros analisados: 1.802 1.802 cadastros Fonte: DADOS_BPC_TEXTO_2303  |  Banco de Profissionais da Construção Civil – DF/GO Elaboração: BPC · Março 2026

Faça sua CIPA com apoio do Seconci-DF

Instituição oferece suporte completo para criação da comissão e treinamento obrigatório previsto na NR-05 José Albuquerque/Comunicação Seconci-DF A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e de Assédio (CIPA) é obrigatória para empresas que se enquadram nos critérios estabelecidos pela legislação trabalhista. Prevista na Norma Regulamentadora 05 (NR-05), a comissão tem como principal objetivo prevenir acidentes e doenças relacionadas ao trabalho, além de promover ambientes profissionais mais seguros. Para apoiar as empresas nesse processo, o Serviço Social da Indústria da Construção do Distrito Federal (Seconci-DF) oferece suporte técnico completo para a formação e capacitação da CIPA, auxiliando desde a implantação da comissão, processo eleitoral e posse dos membros eleitos. Segundo o engenheiro de segurança do trabalho do Seconci-DF, Gerson de Alcântara, a atuação da comissão vai muito além de uma obrigação legal. “A CIPA tem como principal objetivo prevenir acidentes e doenças relacionadas ao trabalho. Na prática, a comissão identifica riscos, propõe melhorias, participa da investigação de acidentes e promove ações de conscientização”, explica. Nos últimos anos, a legislação ampliou o papel da comissão. Com as atualizações da NR-05 e a Lei nº 14.457/2022, a CIPA passou a incorporar ações de prevenção ao assédio moral e sexual, fortalecendo o cuidado com a saúde e o bem-estar dos trabalhadores. Segurança e prevenção no ambiente de trabalho Ao implantar e capacitar os membros da CIPA, o Seconci-DF contribui para o fortalecimento da cultura de prevenção nas empresas, especialmente no setor da construção civil, onde a segurança no trabalho é essencial. Reginaldo Fernandes Tavares, serralheiro e funcionário da empresa parceira Tecnicall Engenharia, destaca a importância do treinamento para atuação na CIPA. “O curso trouxe muitos aprendizados importantes que eu levo não só para o trabalho, mas para a vida. Passei a entender melhor a importância das normas regulamentadoras e o quanto é fundamental conhecer nossos direitos e também respeitar o direito do outro”, completa. Ele ressalta que a CIPA tem papel fundamental na prevenção de acidentes, no combate ao assédio e na promoção de um ambiente mais seguro. “Hoje, como cipeiro, entro nessa jornada com o objetivo de contribuir para a melhoria do ambiente de trabalho, tanto para mim quanto para meus colegas. Acredito que a conscientização é o caminho para reduzir acidentes e promover mais segurança no dia a dia”, enfatizou. Para saber mais sobre esse serviço, entre em contato com o Seconci-DF: (61) 3399-1888 ramal 247 ou seconci@seconci-df.org.br

Março Lilás – mês de conscientização sobre o câncer de colo do útero

Mulheres que atuam em empresas da construção podem realizar consultas e exames com ginecologista José Albuquerque/Comunicação Seconci-DF O Serviço Social da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Seconci-DF) reforça, ao longo do Março Lilás, a importância do cuidado com a saúde das mulheres que atuam no setor da construção civil. A campanha é dedicada à conscientização e à prevenção do câncer do colo do útero, uma das doenças que mais afetam a população feminina no Brasil. Durante o mês, a instituição intensifica a oferta de serviços voltados à saúde da mulher, disponibilizando consultas ginecológicas, exame preventivo Papanicolau, mamografia, ultrassonografia ginecológica, exames laboratoriais e orientações especializadas. O câncer do colo do útero é atualmente a quarta maior causa de morte por neoplasias entre mulheres no país. Segundo estimativas do Instituto Nacional de Câncer (INCA) para o período de 2026 a 2028, são esperados mais de 19 mil novos casos por ano. Dados recentes do Ministério da Saúde também evidenciam a gravidade do cenário: somente em 2025, a doença foi responsável pela morte de cerca de 20 mulheres por dia. Diante desse contexto, o Seconci-DF reforça a preocupação com a saúde das trabalhadoras da construção civil que podem, por meio da instituição, ter acesso ao acompanhamento ginecológico e aos serviços de prevenção. Para o gerente médico da instituição, Maurício Nieto, a campanha é um chamado à ação. “O Março Lilás é um convite para que as mulheres priorizem o cuidado com a própria saúde, realizando o rastreamento do câncer do colo do útero. Trata-se de uma doença prevenível e com altas chances de cura quando identificada precocemente”, destaca. Ele também ressalta que a estrutura oferecida pela instituição facilita o acesso ao cuidado. “Disponibilizamos consultas e exames complementares sem custo para as trabalhadoras. Isso permite um diagnóstico oportuno, acompanhamento adequado e tratamento das alterações identificadas, evitando a progressão da doença e possíveis complicações”, explica. Atendimento que faz a diferença Para muitas mulheres que atuam nos canteiros de obra, ter acesso a atendimentos próximos ao ambiente de trabalho é fundamental para manter a saúde em dia sem comprometer a rotina profissional. A rejuntadeira Maria José Rosa, que trabalha na construção civil há cerca de dois anos, destaca a importância da presença feminina no setor, especialmente nas etapas de acabamento, que exigem atenção aos detalhes. Para ela, o atendimento oferecido pelo Seconci-DF faz toda a diferença. “Já utilizei o atendimento de ginecologia e fui muito bem acolhida. Desde a portaria até os profissionais de saúde, o atendimento é excelente. A gente realmente se sente cuidada”, afirma. A ajudante de obra Adriana Maria Barbosa também ressalta o impacto positivo do serviço, especialmente diante das dificuldades de acesso à rede pública. “Quando soube do atendimento, aproveitei a oportunidade. Pelo SUS é muito difícil conseguir consulta. Aqui conseguimos cuidar da saúde sem precisar faltar ao trabalho, madrugar em fila ou ter custos. É algo muito importante para nós”, relata. Para mais informações sobre os serviços oferecidos, entre em contato com o Seconci-DF pelo telefone (61) 3399-1888 ou acesse o site www.seconci-df.org.br.

Novo manual da NR-1 traz mais clareza e reforça a gestão de riscos nas empresas

O Ministério do Trabalho e Emprego publicou o manual de interpretação e aplicação do capítulo 1.5 da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), consolidando diretrizes atualizadas para o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO). O documento representa um avanço importante na Segurança e Saúde no Trabalho (SST), ao oferecer orientações práticas para empresas e profissionais sobre como implementar, de forma estruturada, a gestão de riscos relacionados aos ambientes de trabalho. A publicação do Ministério do Trabalho tem como principal objetivo promover uma interpretação uniforme e conforme as mudanças normativas implementadas, oferecer diretrizes de interpretação e de implementação do GRO e esclarecer dúvidas práticas e operacionais. Ampliação do conceito de riscos ocupacionais Uma das principais mudanças trazidas pela atualização do item 1.5 da NR-1, reforçada pelo manual, é a ampliação do conceito de riscos ocupacionais. Antes mais restrita aos agentes físicos, químicos e biológicos, ergonômicos e de acidentes, o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) será obrigado a incluir levantamento dos riscos psicossociais. Com isso, aspectos como sobrecarga de trabalho, assédio, falta de apoio organizacional, baixa autonomia e conflitos interpessoais deverão ser reconhecidos como riscos e serão identificados, avaliados e controlados pelas empresas. GRO como processo contínuo e obrigatório O manual reforça que o GRO deve ser tratado como um processo contínuo, sistemático e integrado à rotina das organizações. Seu objetivo é antecipar, reconhecer, avaliar e controlar os riscos ocupacionais, garantindo ambientes de trabalho mais seguros e saudáveis. Esse processo deve seguir uma lógica estruturada de gestão, baseada no ciclo de melhoria contínua (planejar, executar, verificar e agir), o que exige planejamento, monitoramento e revisão constante das ações adotadas. Prevenção como prioridade O manual enfatiza que a prevenção deve começar antes mesmo da exposição ao risco. Sempre que possível, as empresas devem priorizar: Essa abordagem proativa reduz a ocorrência de acidentes e doenças ocupacionais, além de contribuir para a melhoria contínua do desempenho em SST. Mais segurança para empresas e trabalhadores Com diretrizes mais claras e abrangentes, o manual da NR-1 fortalece a gestão de riscos ocupacionais no Brasil, trazendo mais segurança jurídica para as empresas e maior proteção à saúde dos trabalhadores. A adoção dessas práticas não apenas garante conformidade com a legislação, mas também contribui para ambientes de trabalho mais organizados, produtivos e sustentáveis. Avaliação dos riscos no Seconci-DF As empresas do setor da construção do Distrito Federal, bem como de outros setores, podem realizar a avaliação dos riscos psicossociais relacionados ao trabalho com apoio do Seconci-DF. A instituição uniu esforços das áreas de gerência geral, segurança do trabalho, medicina, serviço psicossocial e Recursos Humanos para o levantamento desses riscos diretamente nos canteiros de obras. A ferramenta utilizada é fundamentada na HSE Management Standards Indicator Tool (HSE-IT), instrumento amplamente aplicado no Reino Unido e reconhecido internacional e nacionalmente para avaliação de aspectos psicossociais relacionados à organização do trabalho. A contratação do serviço está disponível para todas as empresas que realizam o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) com o Seconci-DF. Para mais informações, entre em contato pelo telefone (61) 3399-1888, ramal 247.

Seconci-DF inaugura nova sala de alfabetização

Iniciativa leva educação para dentro dos canteiros de obras e reforça a cidadania e a autonomia dos trabalhadores da construção civil Comunicação Seconci-DF O Serviço Social da Indústria da Construção do Distrito Federal (Seconci-DF) inaugurou uma nova turma do projeto de alfabetização voltado aos trabalhadores da construção civil. Desenvolvida em parceria com empresas do setor, a iniciativa leva salas de aula para dentro dos canteiros de obras e amplia o acesso à educação para profissionais que não tiveram a oportunidade de estudar na infância. Durante a abertura das atividades em um dos canteiros parceiros, a importância do projeto foi destacada como uma ação que vai além da formação profissional. “Este projeto foi desenhado para que cada um tenha a chance de redescobrir o mundo por meio das letras e dos números. A educação é a única ferramenta que ninguém pode tirar de vocês”, destacou Elisane Sena, gestora de RH da empresa parceira, construtora Faenge. Atualmente, o Seconci-DF conta com duas turmas ativas e se prepara para ampliar o número de salas ao longo do ano. De acordo com o coordenador pedagógico responsável pelo projeto, Geraldo Henrique Gomes, a alfabetização tem como objetivo resgatar a dignidade e a cidadania aos participantes. “Nosso objetivo é que mais empresas conheçam e participem dessa ação para que mais trabalhadores que precisam de educação possam ter a oportunidade de voltar a estudar e enxergar o mundo com olhos de sabedoria”, explicou. Educação que transforma dentro da obra O projeto de alfabetização do Seconci-DF é desenvolvido dentro dos próprios canteiros, com aulas adaptadas à rotina dos trabalhadores. A metodologia segue o modelo da Educação de Jovens e Adultos (EJA), permitindo que os participantes conciliem trabalho e estudo sem comprometer a jornada profissional. Mais do que ensinar a ler e escrever, a iniciativa promove autonomia no dia a dia dos trabalhadores um impacto percebido diretamente por quem participa das aulas. “Hoje eu já sei um pouco. Já não me perco mais em Brasília, porque agora consigo ler o nome dos lugares”, relata o servente Francisco Neto, atendido pelo projeto. A trajetória dos participantes evidencia a importância da iniciativa. O pedreiro Paulo Ferreira da Silva, por exemplo, encontrou no projeto a oportunidade de retomar os estudos após anos dedicados exclusivamente ao trabalho. “Eu parei os estudos para ajudar minha mãe quando meu pai nos deixou. Era uma vida muito sofrida ea gente precisava sofrer. Foi uma oportunidade porque e muito ruim não saber nem pegar um ônibus. A pessoa que não sabe nem escrever o nome é cego”, disse Paulo. “A pessoa que não sabe nem escrever o nome é cego” pedreiro Paulo Ferreira da Silva. A volta à sala de aula tem proporcionado mais autonomia no cotidiano e novas perspectivas de futuro. Além disso, o aprendizado também fortalece vínculos familiares e amplia o interesse pelo conhecimento dentro de casa. “É gratificante ver cada aluno aprendendo e evoluindo. Muitos levam esse aprendizado para dentro de casa e compartilham com a família”, destaca a professora do Seconci-DF Tayanne Abreu. Saiba mais sobre a alfabetização do Seconci-DF. Ligue (61) 3399-1888 ramal 241 ou acesse www.seconci-df.org.br Texto: José Albuquerque/Comunicação Seconci-DF

Trabalhadores terceirizados e os riscos psicossociais

A Norma Regulamentadora – NR 01, item 1.5.8, ao disciplinar o Gerenciamento dos Riscos Ocupacionais nas relações de prestação de serviços a terceiros, determina que o PGR da contratante deve incluir medidas de prevenção para as organizações contratadas que atuem em suas dependências, ou, alternativamente, utilizar os programas das contratadas, desde que estes contenham inventário de riscos e plano de ação. Fica bem clara a extensão do alcance que, quando os riscos resultarem da interação das atividades, as medidas preventivas devem ser definidas em conjunto, sob coordenação da contratante. A Portaria MTE Nº 765, de 15 de maio de 2025, que prorroga o prazo de início de vigência da nova redação do capítulo 1.5 – Gerenciamento de riscos ocupacionais, da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais está prestes a findar em 25 de maio de 2026. Assim, é preciso que as empresas contratantes e contratadas estejam alinhadas e preparadas para as novas exigências. Os riscos psicossociais como sobrecarga, pressão por metas, conflitos organizacionais ou falhas de gestão normalmente surgem em decorrência da maneira como o trabalho é organizado e da interação entre equipes próprias e terceirizadas. Conforme o Gerenciamento dos Riscos Ocupacionais – GRO previsto na NR-1, o levantamento desses riscos pressupõe a extensa coleta de informações junto aos trabalhadores possivelmente expostos através de questionários, entrevistas ou outras formas de escuta estruturada e também incluindo os trabalhadores das empresas terceirizadas inseridos no mesmo contexto organizacional. Fonte: Agência CBIC

MTE lança manual para orientar gestão de riscos ocupacionais nas empresas

Publicação traz orientações sobre a aplicação da NR-1 e aborda também o gerenciamento de riscos psicossociais no ambiente de trabalho O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) lançou o Manual de Interpretação e Aplicação do Capítulo 1.5 da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que trata do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO). O objetivo da publicação é orientar empregadores, trabalhadores, profissionais de segurança e saúde no trabalho e demais atores sociais na implementação de um sistema de gestão voltado à prevenção de riscos no ambiente de trabalho. O material apresenta orientações técnicas e interpretativas sobre como identificar, avaliar e gerenciar riscos ocupacionais, contribuindo para a correta aplicação das atualizações recentes da NR-1. Entre os temas abordados está também o gerenciamento dos riscos psicossociais, que incluem fatores relacionados à organização do trabalho que podem impactar a saúde mental dos trabalhadores. A iniciativa faz parte das ações do MTE para fortalecer a cultura de prevenção e incentivar a criação de ambientes de trabalho mais seguros e saudáveis. As orientações também reforçam a importância da adoção de medidas preventivas e da gestão contínua dos riscos ocupacionais nas organizações. O lançamento do manual está alinhado às ações da Campanha Nacional de Prevenção de Acidentes do Trabalho (CANPAT) 2026, que terá como tema Prevenção dos Riscos Psicossociais no Trabalho, ampliando o debate sobre saúde mental e trabalho digno. O material está disponível para consulta e download aqui. Fonte: Ministério do Trabalho