Casos prováveis de dengue têm redução de 65,6% no Distrito Federal

Diminuição é resultado de ações de combate ao mosquito e de atendimento à população; nos cinco primeiros meses deste ano não foi registrada nenhuma morte pela doença Na contramão do aumento dos casos de dengue pelo Brasil, que cresceram 21% em relação ao ano passado, a capital federal apresentou queda em 2023. Enquanto nos cinco primeiros meses do ano passado foram registrados 51.033 casos prováveis da doença em residentes do Distrito Federal, em 2023 o número caiu para 17.538, uma redução de 65,6%. Os dados são do Boletim Epidemiológico nº 18, publicado em 18 de maio. O refreamento é apontado pelo subsecretário de Vigilância à Saúde da Secretaria de Saúde (SES-DF), Divino Valero, como resultado de ações intensas que têm sido feitas nos últimos dois anos pelo Governo do Distrito Federal (GDF) para conter a evolução do mosquito Aedes aegypti e reforçar o atendimento aos casos prováveis da doença na rede pública. “É um trabalho sincronizado dentro da ecologia e da epidemiologia da doença”, afirma. O subsecretário cita alguns exemplos. “Fizemos borrifação preventiva em áreas onde nós tínhamos históricos de evolução de população de mosquito em conjunto com as administrações regionais. Atuamos fazendo o sequestro de ovos de mosquito, distribuindo armadilhas e diminuindo essa população”, explica. Só neste ano, já foram inspecionados 968 mil imóveis pelos agentes da Vigilância Ambiental nas ações de rotina realizadas de segunda a sexta-feira e 232 mil possíveis depósitos do Aedes aegypti eliminados e tratados nas visitas domiciliares. Planaltina e Sobradinho foram as regiões administrativas de maior atenção devido às características biológicas das cidades que ajudam na proliferação do mosquito. Pronto atendimento A outra frente de trabalho ocorre nas unidades básicas de saúde (UBSs), com um controle mais efetivo dos casos prováveis. “Fizemos a capacitação com médicos e enfermeiros dando prioridade para pacientes com sinais e sintomas da doença”, conta Divino Valero. De acordo com ele, a ausência de mortes pela doença está relacionada à eficiência do atendimento. “Essa questão do número de óbitos se deve à dedicação dos nossos profissionais em priorizar o atendimento dos pacientes, já os levando para uma hidratação. Se eu priorizo o paciente, dificilmente ele evolui para um quadro clínico mais grave. Isso é mérito da nossa atenção primária”, classifica. Apesar dos bons números, o subsecretário de Vigilância à Saúde destaca que ainda não é momento de baixar a guarda. “Não quer dizer que a guerra contra a doença acabou. Temos que continuar com essa mesma pegada e apostando nessa metodologia. Esse é um trabalho que requer uma atenção permanente”, afirma. A chegada da seca também não é motivo para descuido. “Os ovos [do mosquito] sobrevivem até 450 dias. Se formos pensar que o período de seca dura cerca de quatro meses, são 120 dias. Não estamos livre do problema”, comenta. Segundo Valero, esse é o momento em que o GDF intensifica os trabalhos de caráter educativo. “A população tem um papel fundamental, que é o nível de conscientização. Temos que ser vigilantes quanto aos nossos ambientes de trabalho e moradia”, comenta. Para que a sociedade faça a sua parte, é necessário impedir o acúmulo de água nos quintais, em bacias, baldes, caixas d’água, pneus e garrafas – locais que propiciam a evolução da larva e a reprodução do Aedes aegypti. A população também deve comunicar à Vigilância Ambiental sobre focos no entorno das casas por meio do telefone 160. Doença A dengue é uma doença viral transmitida pelo mosquito Aedes aegypti a partir da picada da fêmea. O vetor é um mosquito urbano e diurno que se reproduz em depósitos de água parada. Os principais sintomas são febre alta (acima de 38ºC), dor no corpo e articulações, dor atrás dos olhos, mal estar, falta de apetite, dor de cabeça e manchas vermelhas no corpo. Mas também há casos assintomáticos. A forma mais grave inclui dor abdominal intensa e contínua, náuseas, vômitos persistentes e sangramento de mucosas. Fonte: Agência Brasília
Conheça a nova diretoria da ADMI-DF

A Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (ADEMI DF) escolheu sua nova diretoria e Conselho Fiscal, para o biênio 2023-2025, nessa quarta-feira (14/06): o empresário Roberto Rubinger Botelho foi eleito pela unanimidade de votos dos associados, em assembleia e votação realizadas online. Botelho substitui o empresário Eduardo Aroeira Almeida, que liderou a entidade por dois mandatos consecutivos (2019 a 2023). Formado em Economia e nascido em Brasília, Roberto Botelho tem 48 anos e atua na construção civil há 25 anos. Casado e pai de uma filha, ele terá como vice-presidente para Assuntos Administrativos e Financeiros o empresário Celestino Fracon Júnior, que ocupou o cargo nas duas gestões anteriores. A posse administrativa da nova diretoria será no dia 28 de junho, às 09h30. Um evento comemorativo será promovido em data a ser anunciada. “Pra mim é uma honra e um grande desafio presidir a ADEMI DF, substituindo o Eduardo (Aroeira Almeida), que fez um grande trabalho”, afirmou Botelho ao conhecer o resultado da eleição. “Os últimos quatro anos foram de muitas conquistas e temos ainda muito a fazer. O grupo eleito hoje segue disposto e vamos trabalhar para fortalecer o mercado imobiliário cada vez mais, para apoiar as nossas associadas e estimular avanços que contribuam para o desenvolvimento sustentado do Distrito Federal”, acrescentou. Botelho agradeceu a confiança de seus pares e sinalizou o desejo de fazer uma gestão partilhada, com o engajamento de toda a diretoria na busca por resultados de interesse coletivo do mercado imobiliário. Descendente de uma família de construtores, Roberto Botelho começou a trabalhar na área aos 15 anos. Sua trajetória no associativismo do Distrito Federal teve início em 2005, no Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF) durante a gestão de Juvenal Batista Amaral. Em 2019, Botelho foi eleito 1º vice-presidente do sindicato, na diretoria de Dionyzio Klavdianos, cargo exercido até o início de junho de 2023. Em 2011, Botelho passou a colaborar também com a ADEMI DF, quando uniu esforços à equipe do então presidente Adalberto Cleber Valadão, como diretor de Expansão Urbana e Legalização Fundiária, cargo que ocupou até ser eleito presidente da instituição. “Atuar nas entidades é uma forma de contribuir para o crescimento do nosso setor e influenciar o ambiente de negócios, identificando gargalos e oportunidades para estimular melhorias que tornem o mercado imobiliário cada vez mais presente na vida das pessoas e importante para o DF”, comenta o executivo. A sucessão transcorreu sem disputas – a chapa vencedora foi construída de forma consensual entre os associados da entidade, reforçando sua coesão interna. Para realizar a votação online, a ADEMI DF manteve a plataforma Eleja Online, ferramenta usada durante o período crítico da pandemia de covid-19 e que preenche todos os requisitos de segurança, privacidade e sigilo inerentes a pleitos dessa natureza. Amigável, a plataforma garante ao associado as melhores condições de participar do processo eleitoral e contribuir para definir os próximos passos da entidade. Conheça a nova diretoria para o biênio 2023-2025: DIRETORIA PLENA (EXECUTIVA): Roberto Rubinger Botelho – Presidente Celestino Fracon Júnior – Vice-presidente para Assuntos Administrativos e Financeiros VICE-PRESIDENTES: Eduardo de Oliveira Villela Pedro Pereira de Ávila Junior José Wilson Silva Corrêa DIRETOR DE ÁREA IMOBILIÁRIA E EXPANSÃO DE MERCADO Rodrigo Ferreira Nogueira DIRETORA DE ASSUNTOS AMBIENTAIS E RESPONSABILIDADE SOCIAL Ana de Paula Pinto Assis Fonseca DIRETOR DE ASSUNTOS JURÍDICOS Alaor Gomes Neto DIRETOR DE ASSUNTOS LEGISLATIVOS Leonardo de Oliveira Ávila DIRETOR DE ASSUNTOS TRIBUTÁRIOS Adalberto Cleber Valadão Júnior DIRETOR DE MARKETING, COMUNICAÇÃO E EVENTOS Marco Antônio Moura Demartini DIRETOR DE POLÍTICA HABITACIONAL João Gilberto de Carvalho Accioly DIRETOR TÉCNICO Rogério Markiewicz DIRETOR DE MATERIAL E TECNOLOGIA Marcus Vinicius de Simões Muniz DIRETOR DE POLÍTICA E RELAÇÕES TRABALHISTAS André Luiz Almeida Pinto de Oliveira DIRETOR DE EXPANSÃO URBANA E LEGALIZAÇÃO FUNDIÁRIA Carlos Eduardo Gurgulino de Souza DIRETORES: Gil Henrique Pereira Amir Jarjour Alexander Janiques Osório Adriano Neto Luiz Guilherme Carvalho CONSELHO FISCAL: Pedro Henrique Colares Fernandes Bernardo Gontijo Nóbrega Bruno Machado Fontana SUPLENTES DO CONSELHO FISCAL: Elton Souza dos Santos Danilo Pereira Aucélio Pedro Américo Pires de Araújo (Agência CBIC | Com informações da ADEMI-DF)
Conheça o novo presidente do Seconci-DF: Carlos Eugênio de Faria Franco

Eleito para comandar a entidade nos próximos dois anos, empresário é apaixonado por Brasília e pela engenharia Carlos Eugênio de Faria Franco é empresário, dono da Faber Engenharia, e ao falar da sua origem gosta de dizer que “foi fabricado em Formiga, gestado em Barbacena, nasceu e cresceu em São João Del Rei”, ao se referir às cidades mineiras que fazem parte do seu passado. Primogênito de cinco filhos. Casado desde 1973, é pai de dois filhos e apaixonado pela engenharia, motociclismo e pescaria. Sua vinda para Brasília aconteceu quando ele tinha 13 anos. Assim que chegou foi estudar no histórico Centro de Ensino CASEB, na 909 sul, escola sexagenária e tradicional de Brasília. “Estudei no CASEB nos anos de 62 e 63. 1964 fui para Escola Dom Bosco, onde iniciei o cientifico e, em 1965, fiz Escola Preparatória para Cadetes do AR e fui morar em Barbacena, onde fiquei por dois anos. Em seguida, fui para o Rio de Janeiro para a escola da aeronáutica”, conta. Enquanto estava em Barbacena, Carlos Eugênio teve um momento muito marcante ao visitar uma igreja e, mesmo nunca tendo estado no local, teve a sensação de conhecer e já ter estado no local. “Eu me lembro de entrar numa igreja e ter a sensação de já ter ido até lá, mas isso seria impossível porque eu nunca tinha ido à Barbacena. Na época, enviei uma carta para minha mãe que, ao responder a carta, ela disse que eu já tinha estado lá, sim: na sua barriga! Isso me emociona muito até hoje”, lembra Carlos Eugênio. Retorno a Brasília: após deixar a vida militar, Carlos Eugênio retornou para o Distrito Federal e começou a se interessar por engenharia. Nessa época, se inscreveu no vestibular da Universidade de Brasília (UnB), sendo um dos alunos mais bem colocados no ano de 1967, iniciando seus estudos em 1968. “Terminei o curso em 1971 e tive meu primeiro emprego na CAESB como chefe do serviço de obra direta, de onde saí um ano depois para trabalhar como engenheiro no Serviço Federal de Processamento de Dados (SERPRO) como engenheiro fiscal da obra do prédio sede”, explica Eugênio. Depois de oito anos, em São Paulo, como consultor em gestão, planejamento e fiscalização, em 1982, pela segunda vez volta a Capital Federal, agora como supervisor e, posteriormente, superintendente no Consórcio Nacional de Engenheiros Construtores (CNEC. Já no final da década de 80, vai para a empresa Estenge. Depois disso, foi ser chefe do departamento de planejamento e orçamento na Encol, umas das maiores empresas de construção do Brasil na época. “A Encol era uma das maiores do país e eu trabalhava como chefe na regional Brasília no planejamento e orçamento. Depois de dois anos na Encol fui trabalhar na Borges Construtora, onde fiquei de 1993 a 1995”, explica Carlos Eugênio. Em 1997, juntamente com seu sócio Vitor Odísio, Carlos Eugênio funda a Faber Engenharia. “Eu era responsável pelo gerenciamento e o Vitor mexia com obras. Era uma empresa onde nós construíamos e fazíamos o gerenciamento e a fiscalização. Depois de três anos de sociedade, segui sozinho e sigo até hoje com a parte de planejamento e gestão de obras”, conta ele. OBRAS SOCIAIS E O EXEMPLO DE BERÇO Carlos Eugênio foi convidado para participar da chapa da diretoria do Seconci-DF na gestão do João Carlos Siqueira (2003-2009). Nessa época, já participava de seminários e cursos voltados para as áreas de certificações como o PBQP-H (Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat). Pouco depois, chegou a ser vice-presidente e, desde então, atua na diretoria. “O que me levou à presidência do Seconci foi algo que vem da herança da minha mãe. Quando fui convidado pelo João Carlos, estava afastado, voltei e nunca mais saí dessa instituição que tem como objetivo o social da construção que é a minha área”, fala Carlos Eugênio. Para ele, é reconfortante estar na entidade e ver o desejo de todos que estão na diretoria em fazer o social para o setor. “É algo natural chegar à presidência e isso me dá muito prazer porque, dentro do social, estou atingindo o topo de uma entidade que é essencialmente o serviço social. Quando era moleque, aos 13 anos, já ajudava minha mãe nas atividades sociais. Ela, juntamente com a mãe do Afonsinho (Luiz Afonso Delgad Assad – presidente da ASBRACO) eram amigas desde Juiz de Fora e quando chegaram ao DF, começaram um trabalho com famílias de uma invasão que se formava no DF”, conta. O trabalho social desenvolvido pela mãe de Carlos Eugênio deu origem a ação social João XXIII, entidade sem fins lucrativos, filantrópica, que desenvolve trabalhos de assistência social, por meio de cursos técnicos, alfabetização de jovens e adultos, grupos de idosos, visitas domiciliares, localizada no setor leste da cidade satélite do Gama-DF, EQ 7/9. Por fim, quando questionado sobre o que espera dos próximos anos como presidente do Seconci-DF, Carlos Eugênio é enfático. “Acho que o Seconci está num bom caminho. O presidente Marcelo Guimarães fez um excelente trabalho e seguirei pelo mesmo caminho. Dentre os projetos que pretendo ampliar e trabalharei para que aconteça será a oftalmologia. O cara que tem deficiência visual é impedido de ser promovido na profissão porque não consegue enxergar direito e, ao ter esse tratamento, ele terá possibilidade de se tornar mais capacitado dentro da profissão”, finaliza. Carlos Eugênio de Faria Franco foi eleito em maio, empossado em junho e ficará na presidência do Seconci-DF até 31 de maio de 2025. Como vice-presidente da chapa eleita, estão os empresários Luiz Fernando Souto de Azambuja (Construtora Conaza) e Carlos Antônio da Silva Filho (Construtora Concretiza). A lista completa da diretoria pode ser vista aqui. RAPIDINHAS Hobby: motociclismo e pescaria. Valores inegociáveis: Fidelidade, honestidade e aprimoramento profissional. Obra de engenharia que se orgulha de ter feito/participado: Anexos do Palácio do Planalto, sede do SERPRO. Inspiração: seu pai Obra que queria ter feito: Não tem! Tem obra que passo perto e penso “dessa eu participei! ”! Exemplo: sede da CNA
Uso intensivo de máquinas e equipamentos impacta produtividade das obras

Durante o painel da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) no 96º Encontro Nacional da Indústria da Construção (ENIC), especialistas se reuniram para discutir os impactos do uso intensivo de máquinas e equipamentos na produtividade das obras. Com o objetivo de debater os ganhos de eficiência proporcionados por essas tecnologias, assim como os custos envolvidos, a pauta abordou os benefícios e equilíbrios que acompanham a adoção de maquinário na construção civil. O diretor executivo da CLP, Márcio Pimenta, abriu o painel destacando os desafios enfrentados pela indústria no que diz respeito ao tema. Segundo Pimenta, o uso de máquinas e equipamentos pode trazer ganhos expressivos de produtividade. “Mas é fundamental equilibrar esses benefícios com a capacitação da mão de obra e a adaptação às novas tecnologias, a fim de garantir a eficiência operacional”. Um dos caminhos para resolver os desafios que a construção civil passa em relação às máquinas é trabalhar com a industrialização, defende o professor Ubiraci Espinelli, diretor da Produtime. Espinelli afirmou que a industrialização, por meio da pré-fabricação de componentes e do uso de sistemas construtivos inovadores, pode ser um caminho promissor para aumentar a produtividade das obras. “Além disso, ela permite maior controle de qualidade e redução de desperdícios. Tudo isso é um caminho gradual que precisa sempre ser feito”, explica Espinelli. Para ele, cada etapa precisa ser vencida com consciência para que o setor tenha ganhos acelerados e mais pontuais. “Por isso precisamos pensar nas máquinas, mas também na capacitação dos trabalhadores, porque só vamos conseguir produzir mais se quem está no canteiro de obras tiver mais conhecimento”, pontua o professor. Trazendo um case de sucesso, Luiz Elian Júnior, Coordenador Nacional na QuikDeck da Orguel, apresentou a QuickDeck como exemplo de como a utilização de equipamentos pode otimizar os processos em obras de grande porte. Elian ressaltou que a empresa trouxe uma solução inovadora para a construção civil. “Oferecendo um sistema modular que agiliza a montagem de andaimes, reduzindo consideravelmente o tempo e os custos de mão de obra, além de aumentar a segurança dos trabalhadores”. O Sistema de Acesso Suspenso QuikDeck é uma plataforma para trabalho modulada, com piso totalmente plano, estável e rígido, sustentada por correntes e possui rodapés e guarda-corpos normatizados, com possibilidade de montagem em qualquer formato geométrico. Compartilhando sua experiência com o setor de máquinas e equipamentos da construção civil, o Marcus Palanca, diretor comercial da Forsa S.A, também esteve presente no debate e trouxe sua visão sobre o assunto. “A utilização de máquinas avançadas, como guindastes e equipamentos de terraplanagem automatizados, permite um aumento significativo na velocidade de execução dos projetos, reduzindo prazos e custos operacionais, além de proporcionar maior segurança aos trabalhadores”. O 96º Enic foi realizado pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), contou com a parceria da FEICON; o apoio do Sesi e do Senai; e teve o patrocínio da Caixa Econômica Federal, Sebrae, Mútua, Zigurat, Totvs, Mais Controle, CV, Sienge, Orçafascio, Kone, PhD Engenharia, Alto QI, Acate, Brain e Ingevity. Fonte: Agência CBIC
Seconci-DF contra o tabagismo

O Dia Mundial sem Tabaco é comemorado em 31 de maio e reforça a importância da prevenção contra o tabaco O tabagismo, caracterizado pela dependência da nicotina presente no tabaco e em seus derivados, é considerado uma doença que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que o tabaco mata mais de 8 milhões de pessoas por ano. Mais de 7 milhões dessas mortes resultam do uso direto desse produto, enquanto cerca de 1,2 milhão é o resultado de não-fumantes expostos ao fumo passivo. Além disso, os usuários de cigarro têm sua expectativa de vida reduzida em média em 10 anos. O médico do Seconci-DF, Tony Teixeira, explica que o cigarro industrial contém mais de 7 mil substâncias químicas e, que destas, mais de 250 estão associadas ao desenvolvimento de diversos tipos de câncer, como câncer de pulmão, bexiga, laringe, estômago, boca, pâncreas, rim, esôfago, colo do útero e leucemia mieloide aguda. “Com o objetivo de diminuir os danos causados pelo cigarro à saúde, o Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza um tratamento aprovado pelo INCA, que envolve abordagens não medicamentosas, como terapia cognitivo-comportamental e terapia em grupo, além de oferecer gratuitamente suporte medicamentoso quando necessário”, diz Tony. Combater o tabagismo faz parte dos diversos serviços oferecidos pelo Seconci-DF, por meio das suas gerências de atuação. As palestras de sensibilização sobre o tema são oferecidas sem nenhum custo às empresas e podem ser solicitadas por meio do Serviço Social da entidade. “Nosso objetivo é alertar e conscientizar os trabalhadores sobre as doenças que o uso do cigarro pode causar na qualidade de vida das pessoas. Além disso, realizamos encaminhamentos para órgãos público que possuem políticas voltadas para tratamento do vício em tabacos”, explica a assistente social do Seconci-DF, Roseane dos Santos. Solicite uma visita do serviço social e fale sobre tabagismo com seus colaboradores. Caso tenha interesse em levar mais esse serviço ao seu canteiro de obra, envie um e-mail para social@seconci-df.org.br ou ligue (61) 3399-1888 ramal 211. Fonte: Seconci-DF
Convenção Coletiva do Trabalho da construção é publicada

A Convenção Coletiva de Trabalho (2023-2025) (CCT), firmada entre o Sinduscon-DF e o Sindicato dos Trabalhadores (Sticombe) foi publicada no sistema mediador da Secretaria de Relações do Trabalho no dia 25 de maio, conforme exigência da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT). O documento trata dos reajustes dos trabalhadores, das obrigações das empresas, além dos benefícios e fala sobre o repasse ao Seconci-DF do 1% de contribuição na sua 62ª Cláusula que diz, em seu parágrafo segundo: “Ficam todos os empregadores, associados ou não ao Sinduscon-DF, obrigados a enviar ao SECONCI-DF por meio eletrônico, até o 5º (quinto) dia útil do mês seguinte, a Guia de Recolhimento do FGTS (GFIP – declaração de contribuição e guia com comprovante de pagamento), ou guia/documento oficial que venha substituí-la, contendo o valor e o número total de empregados que se refere cada folha de pagamento, devendo ser excluído do cálculo do valor estipulado nesta Cláusula o número de estagiários. ” O texto completo da CCT 2023-2025 já está disponível no site do Sinduscon-DF, clique aqui e confira! Para acessar a 62ª Cláusula da CCT e ler a íntegra das obrigações referentes ao Seconci-DF, clique aqui. Para informações complementares, entre em contato pelo telefone (61) 3234-8310, ramal 205, ou pelo e-mail trabalhista@sinduscondf.org.br. Assessoria de Comunicação Social do Seconci-DF | Com informações do Sinduscon-DF
Seconci Presente recebe elogios

Equipe de profissionais já esteve em vários canteiros e tem reconhecimento de trabalhadores da construção Desde o início de maio, as empresas do setor da construção contam com o apoio do Seconci-DF na realização de palestras de sensibilização em temas como saúde mental, tabagismo, alcoolismo, depressão e demais temas relacionados a saúde psíquica dos trabalhadores. Além das palestras, uma equipe formada por uma assistente social e uma técnica de enfermagem está percorrendo obras levando diversos atendimentos em saúde e assistência social para promoção da segurança e da saúde nos ambientes laborais. Na primeira quinzena de maio, o SECONCI PRESENTE esteve em sete empresas e realizou oito palestras, com alcance total de 985 trabalhadores. Entre os temas, os profissionais falaram sobre saúde mental, tabagismo e alcoolismo. “A recepção pelos colaboradores das palestras de saúde mental tem sido muito positiva. Eles têm sido esclarecidos do que é transtorno e sofrimento psíquico, o que é preconceito e suas consequências; a importância de ajudar e pedir ajuda e os sintomas dos principais transtornos. Os colaboradores se mostram atentos e ativamente participativos”, explica a psicóloga do Seconci-DF, Flávia Ferraiolo. Os atendimentos de saúde levaram para os canteiros aferição de pressão arterial, glicemia, colesterol, medição de peso e altura; além do atendimento psicossocial com a assistente social da entidade. “A experiência está sendo maravilhosa porque é visível que eles sentem falta desse cuidado. Quando chegamos nos canteiros, os trabalhadores se sentem valorizados. Ao ser detectados problemas como hipertensão e diabetes, eles percebem que devem tomar cuidado e que seguirão o atendimento conosco por meio da nossa área médica”, fala a técnica de enfermagem do trabalho do Seconci-DF, Elen Cristina Teixeira. No serviço social, a atenção com o trabalhador tem desempenhado um papel extremamente valioso. “Eles têm a oportunidade de compartilhar seus sentimentos, aspirações de crescimento profissional e até mesmo suas frustrações. Estamos realizando um trabalho exemplar, priorizando a saúde mental desses indivíduos, e é evidente a progressão que estamos presenciando”, comenta a assistente social do Seconci-DF, Roseane dos Santos. Vídeo: confira depoimento do trabalhador sobre o atendimento do serviço social: O reconhecimento do trabalho pelas empresas mostra a necessidade e procura pelos atendimentos oferecidos pelo Seconci. “Nós tivemos resultados incríveis porque os trabalhadores estão se sentindo valorizados e, além da importância do trabalho, a realização dos exames é feita com rapidez e com agilidade pelos profissionais do Seconci-DF e só temos a agradecer”, explica a engenheira de segurança do trabalho do grupo Base, Stefanie Jardim. Os próprios trabalhadores elogiam a iniciativa do Seconci e se sentem mais valorizados quando têm à disposição vários benefícios em saúde no seu local de trabalho. “O atendimento foi muito bom e eu aconselho aos meus colegas que participem e as empresas que levem esse trabalho para seus canteiros porque é a oportunidade de cuidar da saúde”, finalizou o carpinteiro Geraldo Gomes Fernandes.
Trabalhadores e o uso do Equipamento de Proteção Individual

Com o avanço normativo da Norma Regulamentadora Nº 01 sobre Gerenciamento de Riscos Ocupacionais, orienta-se que as organizações adotem medidas necessárias para melhorar o desempenho em Segurança e Saúde no Trabalho (SST). A efetividade das ações de SST passam por múltiplos fatores e uma das maiores dificuldades de gestão tem sido assegurar o uso devido e correto do Equipamento de Proteção Individual – EPI, quando for o caso. Como um roteiro básico para estímulo no uso dos EPIs pode-se evidenciar: Efetiva participação dos trabalhadores nos processos de levantamento dos riscos ocupacionais e na especificação dos EPIs, fazendo com que esta participação auxilie na compreensão do uso, bem como todas medidas de prevenção e controle no cumprimento das normas. Realização periódica de treinamentos e troca de informações sobre os riscos associados às atividades, a importância dos EPIs indicados bem como instruções corretas para uso, conservação, manutenção e troca; Acompanhamento contínuo do ambiente de trabalho e o uso do EPI, de forma a observar o nível de comprometimento dos trabalhadores, promovendo ações frequentes de conscientização. Controle e manutenção dos EPIs de maneira acessível, para possível reposição rápida se necessário. Comprometimento da gestão da obra em ser exemplo e demonstrar a importância do uso adequado dos equipamentos. O tema tem interface com o projeto “Segurança e Saúde no Trabalho e Relações Trabalhistas na Indústria da Construção”, da Comissão de Políticas e Relações Trabalhistas (CPRT) da CBIC, com a correalização do Serviço Social da Indústria (Sesi). Fonte: Agência CBIC
Fórum de grilagem de terra e suas consequências ambientais reúne mais de 140 pessoas no Sinduscon-DF

Assessoria de Comunicação Social do Sinduscon-DF O Sinduscon-DF promoveu na quinta-feira (11) o fórum “A grilagem de terra no Distrito Federal e suas consequências ambientais”. O encontro contou com mais de 140 participantes, dentre associados, representantes de órgãos públicos e entidades do setor produtivo. O diretor de meio ambiente e sustentabilidade do Sinduscon-DF, Luciano Alencar, reforçou a importância da temática na abertura do evento. “Existe o setor produtivo da construção civil ilegal, que tem contribuído para a grilagem de terras e o desmatamento e existe o setor produtivo correto, que segue a legislação e que está aqui hoje buscando entender e reverter a situação”, destacou. O presidente do Sinduscon-DF, Dionyzio Klavdianos; o secretário de Desenvolvimento Urbano e de Habitação, Marcelo Vaz; o secretário de Meio Ambiente e Proteção Animal, Gutemberg Gomes; o presidente do Instituto Brasília Ambiental (Ibram-DF), Rôney Nemer; o presidente da Terracap, Izidio Santos; o juiz titular da Vara do Meio Ambiente, Desenvolvimento Urbano e Fundiário do DF (TJDFT), Carlos Maroja e o subsecretário de Regularização e Fiscalização Fundiária da Seagri-DF, Antonio Barreto integraram a mesa de abertura. Entidades e órgãos governamentais em união contra a grilagem O presidente do Sinduscon-DF, Dionyzio Klavdianos, tratou da importância de unir os órgãos governamentais e entidades do setor produtivo a fim de proteger o meio ambiente e evitar que a grilagem de terras permaneça sendo um problema. “Essa temática tem tantos efeitos negativos que é difícil falar apenas de um. Em um debate recente, estávamos falando sobre como a falta de áreas legais para construir tem prejudicado toda a mão de obra formal, que tem perdido o emprego e acaba indo trabalhar em loteamentos ilegais. A construção civil representa 52% do PIB do DF e, por isso, nós devemos buscar parcerias e uma Brasília legalizada e sustentável”, reforçou. Com a palavra, o secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Marcelo Vaz, reforçou que uma das soluções para combater a grilagem de terras é fiscalizar e oferecer lotes regulares e acessíveis para a população de baixa renda. “Temos trabalhado para construir normas claras e objetivas, que consigam produzir efeitos jurídicos e dar segurança para aqueles que estão investindo no parcelamento do solo. Neste segundo mandato do governador Ibaneis Rocha, estamos trabalhando ainda mais na oferta de habitação de interesse social”, destacou. O secretário de Meio Ambiente e Proteção Animal, Gutemberg Gomes, falou da importância de unir o trabalho do governo, órgãos de fiscalização ambiental e a sociedade civil em prol do meio ambiente. “O objetivo é tornar a cidade cada vez mais sustentável, analisando o que pode ser feito para atender a população que precisa de moradia, em conjunto com o desenvolvimento da cidade, de forma equilibrada, minimizando os impactos ambientais, ao mesmo tempo em que se ouve a sociedade, os conselhos e as leis”, pontuou. Para o presidente do Brasília Ambiental (Ibram-DF), Rôney Nemer, é necessário cuidar não apenas da cidade, mas do setor rural do DF, a fim de evitar grileiros. “O maior problema identificado no DF é a saída do homem do campo para dar lugar ao grileiro. O desafio é fixá-lo em suas terras, facilitando o licenciamento ambiental e linhas de crédito para que, assim, não aceitem vender as propriedades a terceiros que parcelam, assoreiam e prejudicam o meio ambiente”, reforçou. O presidente da Terracap, Izidio Santos, acredita que a cultura da grilagem de terras no DF só irá acabar se todos os órgãos públicos, entidades e sociedade civil estiverem unidos. “Nós temos investido muito mais do que investimos em anos anteriores para preservar o meio ambiente. Este ano, investimos parte da verba para cercar todos os parques de Brasília e trazer segurança contra os grileiros. Além disso, temos feito um trabalho ao lado da Seduh-DF para a criação de procedimentos facilitadores de parcelamento de solo”, elencou. Em seguida, o juiz titular da Vara do Meio Ambiente, Desenvolvimento Urbano e Fundiário do DF (TJDFT), Carlos Maroja, apontou como o setor produtivo pode atuar em favor do meio ambiente. “O grileiro é ecocida, ele pratica um mal gigantesco contra o meio ambiente e toda a sociedade. O setor produtivo deve buscar dialogar com seus parlamentares e órgãos públicos em favor de leis mais rígidas, que sigam os moldes de outros países, principalmente em Portugal, que tem tratado a grilagem como corrupção urbanística. A grilagem não se trata apenas de uma pessoa atuando sozinha e, sim, grupos, e infelizmente, acabam recebendo um estímulo indireto do próprio poder público”, argumentou. O subsecretário de Regularização e Fiscalização Fundiária da Seagri-DF, Antonio Barreto, reforçou a importância da união nesta luta. “Nós temos um grande desafio de desenrolar de forma legal a gestão territorial do Distrito Federal. Creio que a união entre os órgãos públicos, principalmente a Seagri-DF e o Brasília Ambiental, em favor da preservação do meio ambiente e incentivo dos pequenos produtores é uma das formas de combater a grilagem”, afirmou. Em seguida, foram apresentados os painéis “Principais impactos ambientais decorrentes da ocupação ilegal” e “Perspectivas de fiscalização da grilagem”. Confira as imagens do evento no nosso Flickr.
Eleita nova gestão da CBIC

Foi eleita, por unanimidade, nesta quinta-feira (11), a nova gestão da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) para o período de 2023 a 2026. O engenheiro civil Renato Correia, vice-presidente da Região Centro-Oeste da entidade, assume a presidência a partir do dia 1º de julho. As eleições para o Conselho de Administração e o Conselho Fiscal da CBIC aconteceram em Brasília e, de acordo com o presidente da Assembleia, Elson Povoa, vice-presidente Financeiro da entidade, mostraram a importância da união entre os associados. “Foi uma chapa de consenso, eleita por aclamação, e isso comprova o quanto é importante mantermos o setor unido. É desta forma que avançaremos cada vez mais em conquistas para o bem comum”, disse. O presidente eleito, Renato Correia, destacou o desafio de assumir a entidade sucedendo a gestão de José Carlos Martins, atual presidente da CBIC, e enfatizou o trabalho integrado com todos os associados. “Nos últimos anos a CBIC tomou uma dimensão, uma representatividade impressionante e o desafio é avançar nessa representatividade, que é legado da atual gestão. E isso só será possível com o apoio de cada um dos associados. Vamos ouvir as demandas de todas as regiões, selecionar prioridades e trabalhar. É com essa responsabilidade que assumimos essa missão”, disse. Correia ainda ressaltou o papel da indústria da construção no desenvolvimento econômico e social do país. “Nosso papel é ser instrumento de solução de problemas complexos da sociedade. Fazer habitação, estrada, saneamento, hospitais, escolas é para servir a população, e servir de maneira correta, com empregos formais, saúde e segurança do trabalhador, com sustentabilidade. Se tivermos esse espírito de relevância e consciência poderemos alçar voos ainda maiores”, contou. Após o processo eleitoral, José Carlos Martins agradeceu a confiança durante os nove anos de gestão e disse sair com a sensação de “missão cumprida”. “Apesar das limitações e dos desafios que tivemos durante esse tempo, foram muitas as conquistas. E chego hoje feliz por ter contribuído com o reconhecimento que a CBIC tem tanto no governo quanto pelas empresas”. Martins destacou a importância da renovação e da qualidade e competência da gestão eleita. “A construção é uma ferramenta para o desenvolvimento social e é muito gratificante ver a integridade, o bom senso e a inteligência do Renato Correia e da gestão eleita”. Confira a chapa eleita para a “Gestão CBIC – 2023/2026” Conselho de Administração Presidente Renato de Sousa Correia – GO Vice-presidente Administrativo Carlos Henrique de Oliveira Passos – BA Vice-presidente Financeiro Eduardo Aroeira Almeida – (Ademi-DF) Vice-presidentes Regionais Claúdio Kawa Hermolin – Região Sudeste – RJ Frank do Carmo Souza – Região Norte – AM Guilherme Araújo Fortes – Região Nordeste – PI Marcos Mauro Pena de Araújo Moreira Filho – Região Sul – PR Paulo Roberto Muniz – Região Centro-Oeste – (Sinduscon-DF) Vice-presidentes de Áreas Vice-Presidente da Área de Responsabilidade Social (CRS) – Ana Cláudia Gomes – RJ Vice-Presidente da Área de Infraestrutura (COINFRA) – Carlos Eduardo de Lima Jorge – SP Vice-Presidente da Área de Habitação de Interesse Social (CHIS) – Clausens Roberto de Almeida Duarte – CE Vice-Presidente da Área da Indústria Imobiliária (CII) – Ely Flavio Wertheim – SP Vice-Presidente da Área de Materiais, Tecnologia, Qualidade e Produtividade (COMAT) – Dionyzio Antonio Martins Klavdianos – (Sinduscon-DF) Vice-Presidente da Área de Política de Relações Trabalhistas (CPRT) – Ricardo Dias Michelon – RS Vice-Presidente da Área de Obras Industriais e Corporativas (COIC) – Ilso José de Oliveira – MG Vice-Presidente do Conselho Jurídico (CONJUR) – Fernando Guedes Ferreira Filho – MG Vice-Presidente da Área de Meio Ambiente (CMA) – Nilson Sarti da Silva Filho – BA Vice-presidentes Albano Máximo Neto – AM Alex Dias Carvalho – PA Alexandre Landim Fernandes – BA Alfredo Guttenberg de Mendonça Brêda – AL Aristóteles Passos Costa Neto – ES Carlos Augusto Emery Cade – PR Célia Oliveira Souza Catussi – PR Claudio Teitelbaum – RS Fábio Ribeiro Nahuz – MA Flávio Augusto Ayres Amary – SP Luiz Gustavo Salvático – PR Marco Aurélio Alberton – SC Marco Antonio Corsini – SC Marcos Saceanu – RJ Maria Elizabeth Cacho do Nascimento – PE Nakle Mohallem – MG Oliver Chies Viezzer – RS Olvacir José Bez Fontana – SC Patriolino Dias de Sousa Teixeira e Silva – CE Rafael Sacchi – RS Renato Ferreira Machado Michel – MG Yorki Oswaldo Estefan – SP Suplentes: Caio Carmona César Portugal – SP Clerlânio Fernandes de Holanda – RR Douglas Luiz Vaz da Silva – ES Eduardo Fontes Terra da Silveira – ES Francisco Reinaldo Rebelo Sampaio – PI João Victor Alves Ribeiro – GO Luis Alberto Paludo – SC Pedro Augusto da Escóssia Chaves – RN Rafael Goellner Garcia – RS Renata Peres Krum – PR Ricardo Antunes Sessegolo – RS Sérgio Henrique Andrade De Azevedo – RN Vinicius Augusto Pereira Benevides – RJ Conselho Fiscal Titular: Elson Ribeiro e Póvoa – DF Fernando Coe Razuk – GO Luiz Afonso Delgado Assad – (Asbraco) Suplente: Luiz Antonio Oliveira Rosa – GO Ricardo Beshizza – SP Ricardo Moreira dos Santos – RO Fonte: Agência CBIC