Dengue: epidemia avança e já atinge cinco estados e o DF

São seis as unidades federativas que reconhecem situação de emergência por causa do avanço da doença transmitida pelo Aedes aegytpi. Em Brasília, ministros lançam campanha de mobilização nas escolas O Espírito Santo e o Rio de Janeiro decretaram, ontem, estado de epidemia de dengue, e somam-se a quatro unidades federativas que já haviam reconhecido a emergência do avanço da doença — Acre, Distrito Federal, Goiás e Minas Gerais. Segundo o Painel de Arboviroses do Ministério da Saúde, o Brasil registra mais de 715 mil casos de dengue, 135 mortes e 481 óbitos em investigação. O governador capixaba, Renato Casagrande (PSB), anunciou a situação de emergência após se reunir com prefeitos, no Palácio Anchieta, em Vitória. A medida permite que o governo assuma despesas e adote procedimentos administrativos para conter o avanço da doença, como a aquisição de insumos e a contratação de serviços. O Espírito Santo está em sexto lugar no ranking de incidência, com 557 casos por 100 mil habitantes. “Estamos com uma situação grave em diversos estados do país. Temos duas pessoas que, infelizmente, perderam a vida (no estado), e outros 11 casos em investigação. Alguns municípios montaram uma sala de situação. Quem ainda não montou, é importante tomar essa decisão para que fique integrado conosco”, alertou Casagrande. Rio de Janeiro O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, também decretou situação de epidemia em todo o estado, que ocupa o sétimo lugar no ranking Brasil, com 332 casos/100 mil habitantes. Desde 5 de fevereiro, a cidade do Rio está em situação de alerta. “É uma ação importante para que a gente possa trabalhar com tranquilidade, para que não falte nada para a população e a gente possa não ter, daqui a pouco, um acúmulo de casos, simplesmente, pelo preciosismo de não decretar epidemia”, explicou o governador. De acordo com o governo fluminense, são mais de 49 mil casos de dengue neste ano, 20 vezes acima do esperado, com quatro mortes confirmadas. “Temos uma projeção de aumento de casos para as próximas seis a 10 semanas, ainda”, alertou Castro. Entre as sete unidades federativas com maior taxa de incidência da doença, apenas o Paraná não decretou epidemia ainda. O estado sulista ocupa a quarta posição no ranking, com 649 casos/100 mil habitantes. Quem lidera a lista é o Distrito Federal, com 2.922 casos para cada grupo de 100 mil habitantes, e mais 82 mil em investigação. A capital do país declarou situação de emergência em 25 de janeiro. Nas primeiras três semanas do ano, o DF chegou a 17,1 mil casos — aumento de 646% em relação ao mesmo período de 2023. Na sequência, está Minas Gerais, com 1.199 casos/100 mil habitantes e 246 mil prováveis. O estado decretou epidemia pela doença em 28 de janeiro, quando atingiu 11,4 mil casos confirmados nas primeiras três semanas do ano. O Acre é o terceiro estado com maior incidência (727/100 mil hab.) e o primeiro a decretar emergência no Brasil, na primeira semana de janeiro, quando o número de contaminados havia atingido 1.205 pessoas — 800% a mais que no mesmo período no ano anterior. Por fim, Goiás ocupa a quinta posição, abaixo do Paraná, com 625 casos por 100 mil habitantes. O estado declarou situação de emergência em 3 de fevereiro, ao atingir 22.275 casos de dengue e duas mortes, o que representa um aumento de 58% na comparação com o mesmo período de 2023. Alerta internacional A situação no país levou a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) a emitir alerta epidemiológico para que os países das Américas intensifiquem o controle do mosquito Aedes aegypti, principal vetor da dengue. De acordo com a entidade, as Américas registraram, nas primeiras cinco semanas do ano, aumento de 157% nos casos de dengue, em relação ao mesmo período do ano passado.
CBIC divulga Boletim de Normas Técnicas de janeiro e fevereiro
As normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), em Consulta Nacional, publicadas e canceladas no período de janeiro e fevereiro de 2024, podem ser acessadas no Boletim de Normas, elaborado pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). As informações estão atualizadas no Portal CBIC de Normas Técnicas da Construção e podem ser obtidas/consultadas. Cadastre gratuitamente e fique por dentro dos processos de normalização da ABNT. NORMAS EM DESTAQUE Consulta Nacional Publicada Fonte: Agência CBIC
Canteiro de Samambaia recebeu visita da campanha contra dengue

Equipe do Seconci-DF esteve na empresa MR Pinho para falar sobre prevenção e cuidados que podem evitar a proliferação nas obras Assessoria de Comunicação Social do Seconci-DF A campanha de combate à dengue na construção começou a visitar canteiros de obras no Distrito Federal nesta sexta-feira, 16 de fevereiro. A primeira visita aconteceu na empresa MR Pinho, localizada em Samambaia e teve a presença de uma técnica de enfermagem do trabalho e de um técnico de segurança, responsáveis, respectivamente, pela palestra e pela vistoria no local. Durante a palestra, os trabalhadores tiraram suas dúvidas e aproveitaram para falar sobre como tem sido o enfrentamento da dengue. Elen Cristina, técnica de enfermagem do Seconci-DF, esclareceu as dúvidas dos participantes e reforçou os cuidados que devem ser tomados no dia-a-dia. “Nosso objetivo é conscientizar o trabalhador na prevenção porque tudo que é prevenido não acontece. Durante os meses de fevereiro e março, juntamente com a segurança do trabalho, estaremos nas obras conversando, orientando as empresas e, principalmente, os trabalhadores”, conta Elen. A presença do Seconci-DF no canteiro foi de grande proveito, de acordo com a engenheira civil da MR Pinho, Vanessa Niza. Ela ressaltou que a empresa já tem esse cuidado e o apoio do Seconci reforça essa preocupação. “Sempre falamos sobre como evitar os focos para o mosquito, sobre os locais que podem acumular água como forma de conscientizá-los. Onde, inevitavelmente há o acumulo de água, colocamos cloro e, com isso, firmamos ainda mais essa preocupação com os trabalhadores”, disse Vanessa. Acompanhando o técnico de segurança do trabalho do Seconci-DF, Vanessa percorreu o canteiro de obra para encontrar possíveis focos e criadouros do mosquito. A visita foi feita pelo profissional Arimatea Leandro que preencheu um checklist com sugestões de melhoria para a obra. “Além da palestra, nosso objetivo é orientar para contribuir na prevenção e diminuir os casos de dengue que estão alarmantes no DF”, concluiu ele. A campanha da dengue na construção do DF é uma realização do Serviço Social da Indústria da Construção (Seconci-DF), Sindicato da Indústria da Construção do Distrito Federal (Sinduscon-DF), Sindicato dos Trabalhadores da Indústria da Construção (Sticombe), Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi-DF), Associação Brasiliense dos Construtores (Asbraco) e a Associação de Moradores e Comerciantes do Noroeste (AmoNoroeste) Os próximos canteiros de obras que receberão a equipe para falar sobre dengue estão localizados em Águas Claras, Sudoeste, Noroeste, Guará e Gama. Até o momento, estão agendadas 10 visitas e as empresas interessadas podem solicitar esse apoio no combate à dengue pelo e-mail seconci@seconci-df.org.br ou pelo telefone (61) 98166-6969.
Setor da construção se une no combate à dengue

Sindicatos e instituições representativas do setor farão ações nos canteiros de obras como forma de prevenção e cuidados contra o mosquito Assessoria de Comunicação Social do Seconci-DF O setor da construção fará uma campanha de combate à dengue nos canteiros de obras do Distrito Federal nos próximos meses. A união das instituições representativas do setor faz parte dos esforços para evitar os números alarmantes de casos suspeitos nas primeiras semanas de 2024. Até o dia 3 de fevereiro, de acordo com o Boletim Epidemiológico da Secretaria de Saúde do DF, foram mais de 46 mil casos suspeitos de dengue. Sendo assim, o Serviço Social da Indústria da Construção (Seconci-DF), Sindicato da Indústria da Construção do Distrito Federal (Sinduscon-DF), Sindicato dos Trabalhadores da Indústria da Construção (Sticombe), Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi-DF), Associação Brasiliense dos Construtores (Asbraco) e a Associação de Moradores e Comerciantes do Noroeste (Amonoroeste) se uniram para levar informação e prevenir focos de transmissão e criadouros do mosquito aedes aegypti nos canteiros de obras. A campanha promoverá uma palestra orientativa nas obras, realizará vistoria nos canteiros e, disponibilizará um cartaz digital contendo informações que podem auxiliar as empresas no combate ao mosquito nos ambientes da construção. “O Distrito Federal está enfrentando uma epidemia de dengue e nosso setor está atento à saúde dos trabalhadores. Dessa forma, a união de todos é fundamental para alertar e evitar que mais casos aconteçam. Com profissionais que já realizam e fazem essa prevenção, as empresas precisam fazer sua parte para que vençamos esse mal o quanto antes”, comenta o presidente do Seconci-DF, Carlos Eugênio de Faria Franco. Clique aqui e baixe o cartaz da campanha! As empresas da construção que quiserem levar a campanha para seus canteiros de obras, podem solicitar o agendamento pelo e-mail seconci@seconci-df.org.br ou pelo telefone (61) 98166-6969. Cada empresa poderá solicitar a visita da equipe para até dois canteiros de obras. Entre em contato e faça sua parte no combate à dengue no Distrito Federal. Quer saber como você pode ser um agente de combate à dengue no seu ambiente de trabalho? Veja o vídeo abaixo e comece a agir imediatamente:
Fique ligado nas novidades do Seconci-DF para o início de 2024
LANÇAMENTO EMPRESA PARCEIRA No dia 1º de fevereiro de 2024, o Seconci-DF lança o projeto EMPRESA PARCEIRA. A iniciativa vai reconhecer as construtoras que apoiam a obra social da instituição e disponibilizará certificados de reconhecimento de responsabilidade social para todas que fazem parte do grupo de contribuintes. Serão contempladas 235 empresas com a entrega de um certificado, além de disponibilização de materiais de comunicação personalizáveis para serem colocados nos canteiros de obras. NOVO SERVIÇO MÉDICO ASSISTENCIAL: OFTALMOLOGIA A partir de fevereiro de 2024, os trabalhadores da construção têm mais um serviço médico gratuito à disposição no Seconci-DF. Trata-se da especialidade oftalmologia. Com a inclusão da nova especialidade, a medicina assistencial agora tem: clínica médica, urologia, oftalmologia, além do Programa de Hipertensão e Diabetes (PHD). SECONCI PRESENTE ESTÁ DE VOLTA O serviço de atendimento médico e psicossocial do Seconci-DF retoma as visitas aos canteiros no início de fevereiro levando saúde e sensibilização com foco na saúde física e mental dos trabalhadores da construção. O Serviço é gratuito e o agendamento pode ser feito pelo e-mail social@seconci-df.org.br ou pelo telefone (61) 98124-3486. São necessários 30 pessoas por canteiro para agendamento do serviço. Mais informações pelo whatsapp (61) 98166-6969. Com informações do Sinduscon-DF ENCONTRO BENEFICENTE! PARTICIPE! No dia 8 de fevereiro, acontece o Encontro Beneficente – construindo a educação infantil. O evento será realizado pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do DF (Sinduscon-DF) em parceria com o Pensando Brasília Produções e terá debates sobre a responsabilidade das famílias na educação infantil e os desafios da educação em Brasília. O Seconci-DF está disponibilizando cartazes informativos sobre o evento. Entre em contato conosco e saiba como participar e cadastrar seus colaboradores para participarem do sorteio dos kits de materiais escolares. Mais informações pelo whatsapp (61) 98166-6969. Com informações do Sinduscon-DF SORTEIO DE KITS DE MATERIAIS ESCOLARES Empresas da construção civil no Distrito Federal iniciaram campanha de arrecadação de kits de material escolar para beneficiar 50 crianças de 3 a 5 anos de idade matriculadas na rede pública de ensino. Para concorrer ao benefício, os funcionários devem manifestar interesse nas construtoras em que trabalham para que as empresas realizem as inscrições on-line deles no projeto do Encontro Beneficente, que será realizado no dia 8 de fevereiro, em Brasília. Os cadastros dos operários serão admitidos até o dia 31 de janeiro, gratuitamente. As inscrições podem ser feitas aqui (https://pensandobrasilia.com.br/cadastro-encontro-beneficente/). Com informações do Sinduscon-DF Mais informações pelo whatsapp (61) 98166-6969.
Número de benefícios por transtornos mentais aumenta 31,2% no DF

Os dados são do INSS. Em 2023, foram concedidos 8.095 benefícios, No ano anterior, foram 6.169. Para especialistas, mitigar a sobrecarga de trabalho, treinar gestores e estimular a cooperação podem ser algumas saídas Subnotificado, o adoecimento mental devido a problemas decorrentes do trabalho impacta de forma significativa relações profissionais e pessoais. No mês da campanha Janeiro Branco, que busca conscientizar sobre os cuidados com a saúde mental e emocional, o tema chamou ainda mais atenção no Distrito Federal desde 14 de janeiro, quando um sargento da Polícia Militar (PMDF) matou um soldado e, em seguida, tirou a própria vida. Em um contexto de estigmatização e de falta de apoio, trabalhadores de diferentes setores desenvolvem transtornos, por vezes, incapacitantes. Prova disso é que, em 2023, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) concedeu 8.095 benefícios por incapacidade temporária a profissionais do DF diagnosticados com transtornos mentais e comportamentais, segundo o Ministério da Previdência Social. O órgão não divulgou as profissões com maior incidência de afastamentos por esse tipo de problema. Desse montante, 352 são benefícios acidentários, isto é, aqueles que têm relação direta com o trabalho. No total, o número de concessões é 31,2% maior do que o contabilizado em 2022, 6.169. Entre os problemas mais recorrentes estão a depressão, a ansiedade e o transtorno de adaptação, definido como um estado de desequilíbrio causado por estresse identificável. Além disso, a síndrome de Burnout — distúrbio com sintomas de exaustão extrema, estresse e esgotamento físico resultante de situações de trabalho — também é recorrente e foi classificada como doença ocupacional pela Organização Mundial de Saúde (OMS), em 2022. Para Wanderley Codo, professor, pesquisador e coordenador do Laboratório de Psicologia do Trabalho da Universidade de Brasília (UnB), qualquer profissão tem o potencial de adoecer o trabalhador. No entanto, o risco tende a ser maior naquelas em que há perda de controle sobre o próprio trabalho e muito envolvimento afetivo. “Uma pessoa que trabalha com finanças, por exemplo, lida com muitas variáveis, como a instabilidade da bolsa de valores. Já os profissionais cujo trabalho se relaciona com o cuidado, como aqueles das áreas de educação e saúde, inevitavelmente desenvolvem vínculos que podem potencializar os transtornos emocionais”, explica. Sob outra perspectiva, Fernanda Duarte, professora e doutora em psicologia social, do trabalho e das organizações, ressalta que fatores com maior tendência a adoecer trabalhadores estão mais vinculados aos estilos de gestão do que ao setor em que estão inseridos. “Estimar uma profissão que seja mais afetada a partir da estatística não nos dá uma medida justa, visto que geralmente os profissionais com maior acesso a serviços de saúde conseguem mais ‘reconhecimento’ e ‘legitimidade’ em seus relatos. Professores, profissionais de saúde, policiais e bombeiros, de fato, têm condições de trabalho complicadas e, muitas vezes, precárias, mas também têm maior acesso, o que torna mais provável o recebimento de um diagnóstico”, detalha. Como exemplo, a professora cita aqueles que atuam com limpeza, geralmente terceirizados, que não têm o mesmo acesso que as profissões citadas anteriormente, e também adoecem. “Além disso, em função da divisão racial do trabalho, essas queixas costumam ser negligenciadas ou descredibilizadas”, completa. Entre os transtornos mais recorrentes estão a depressão, a ansiedade e o transtorno de adaptação(foto: Caio Gomez) Desgaste emocionalFalta de materiais para atender os pacientes, equipamentos precários, sobrecarga de atividades e relações profissionais conturbadas desestimularam a enfermeira Juliana (nome fictício), 27 anos, a continuar na atividade. Os estresses constantes a obrigaram a procurar, por conta própria, um psiquiatra, que a diagnosticou com depressão e a afastou do trabalho por 30 dias. “Cresci dizendo que seria enfermeira e segui esse caminho. No decorrer da faculdade, percebi que a profissão era muito diferente do que eu idealizava. Mas concluí a graduação e, em 2022, integrei a equipe de uma policlínica, onde atuava no curativo de alta complexidade e na infectologia”, conta. Quando adoeceu, recebeu da sua equipe apenas um conselho para descansar. Com as frustrações, mudou de setor e passou a atuar na atenção primária, em uma Unidade Básica de Saúde (UBS). As dificuldades, no entanto, permaneceram. “Sempre costumo dizer que os profissionais da saúde têm pouca ou nenhuma saúde. As condições de trabalho e o contato diário com pessoas doentes adoecem. Então, pretendo sair dessa área”, desabafa. No momento, o objetivo de Juliana é prestar concurso público para a área jurídica. Trabalhar com atendimento ao público, sujeitando-se, muitas vezes, ao tratamento hostil dos clientes, também não é tarefa fácil. Poliana Brito, 26, que o diga. Desde 2019, já passou pelos cargos de garçonete, caixa e atendente. A jovem relata que desenvolveu diferentes distúrbios psicológicos, como problemas de autoestima e oscilação de humor, em vista dessas interações. “Já ocorreu de as pessoas não aceitarem ser atendidas por mim devido a minha aparência”, lamenta a jovem que usa piercings, tatuagens e a cabeça raspada. Foram vários os pedidos de demissão logo após passar pela etapa de experiência. “Chega um momento em que estou tão sobrecarregada que começo a não querer estar lá, a entregar atestados ou a simplesmente faltar”, confidencia. Para ela, são raros os lugares que se preocupam com a saúde mental do trabalhador nessa área.”Com o salário que a gente ganha, ou sobrevive ou faz terapia”, conclui Poliana, que não tem como arcar com a despesa de um tratamento. Busca por novos aresHoje psicóloga, Stefania Ferreira, 47, mudou de profissão devido ao assédio moral que sofreu em uma escola. Durante 23 anos, ministrou aulas para o ensino médio, em uma rede de ensino particular, onde os principais desafios eram a falta de apoio da parte pedagógica e da direção do colégio, além das intervenções grosseiras de alguns pais. “O aluno não estudava, não fazia as tarefas e ainda tirava nota baixa. A direção, por sua vez, queria que nós (professores) fizéssemos milagres. A educação é uma via de mão dupla. O professor explica e o aluno estuda”, enfatiza a ex-docente. Em um cenário de 45 alunos por sala, Stefania relembra que as palavras ansiedade e Burnout, ou qualquer tipo de desgaste emocional, eram
Oftalmologia é o novo serviço médico gratuito do Seconci-DF

Benefício faz parte da expansão da medicina assistencial da instituição e não tem nenhum custo ao trabalhador Assessoria de Comunicação Social do Seconci-DF O Serviço Social da Indústria da Construção Civil do DF (Seconci-DF) se prepara para lançar um novo serviço médico assistencial aos trabalhadores da construção. Trata-se da especialidade oftalmologia que beneficiará todos os colaboradores das empresas parceiras. Fazendo os últimos ajustes antes do lançamento, que deve acontecer até meados de fevereiro de 2024, o Seconci-DF começou uma campanha de arrecadação de armação de óculos para doar aos futuros pacientes atendidos pela oftalmologia. Até o final de fevereiro, as caixas ficarão disponíveis nos endereços abaixo e os interessados poderão doar armações em benefícios dos futuros pacientes da oftalmologia do Seconci-DF. As doações podem ser feitas no Seconci-DF ou nas instituições parceiras, conforme relação abaixo: A medicina assistencial do Seconci-DF é um benefício gratuito aos trabalhadores das empresas parceiras e oferece atendimento nas especialidades de: De acordo com o presidente do Seconci-DF, Carlos Eugênio de Faria Franco, a ideia é buscar sempre mais benefícios e mais valorização aos trabalhadores do setor. “Com a chegada da oftalmologia, estamos expandindo ainda mais nossos atendimentos e retornando o apoio que temos das empresas com mais valorização, mais saúde e mais segurança para o setor da construção do Distrito Federal”, disse Franco. Da mesma forma, o gerente de medicina da instituição, Maurício Nieto, ressaltou que os benefícios devem ser utilizados pelos trabalhadores e são incentivos às empresas na valorização e promoção das suas equipes de trabalho. “Temos como objetivo proporcionar acesso à saúde. Dessa forma, seguimos ampliando nossas áreas de atuação e de atendimento, além de garantir que o nosso trabalho seja feito com qualidade, responsabilidade e respeito a todos que passam pelo Seconci-DF”, falou Nieto. Mais informações Sidney Rocha Analista de Comunicação do Seconci-DF (61) 99299-7223 | sidney@seconci-df.org.br
Aprovação da reforma tributária é uma grande conquista para o Brasil, avalia CNI
novo regime tributário do país tem capacidade de aumentar o crescimento econômico e a qualidade de vida dos brasileiros A Confederação Nacional da Indústria (CNI) comemora a aprovação da reforma tributária pelo Congresso Nacional, nesta sexta-feira (15). De acordo com o presidente da CNI, Ricardo Alban, a mudança no sistema tributário é uma grande conquista para todo o país e era aguardada há mais de 30 anos. O novo modelo de tributação sobre o consumo trará ganhos para todos os brasileiros, que, com mais crescimento econômico, terão mais empregos, mais renda e uma qualidade de vida melhor. “O novo sistema de tributos sobre o consumo vai eliminar distorções que reduzem a competitividade da indústria, como a cumulatividade, o acúmulo de créditos tributários, a oneração dos investimentos e das exportações e os custos para calcular e pagar os tributos. O Brasil vai crescer mais, com mais indústria. É uma excelente mudança, principalmente neste momento em que o país discute como promover a neoindustrialização da economia brasileira”, afirma Ricardo Alban. O novo sistema de tributos sobre o consumo vai beneficiar também os outros setores da economia. A agropecuária vai, enfim, exportar seus produtos sem carregar nos preços os custos da cumulatividade e os serviços serão beneficiados com o aumento da demanda, a partir do maior crescimento da economia, e alguns deles ainda serão desonerados. Veja os principais avanços da reforma e o impacto na vida da contribuinte Fim da cumulatividade No sistema atual, há impostos que incidem sobre impostos cobrados sobre bens e serviços. Essa distorção representa uma tributação adicional e oculta, que se acumula em cada etapa da cadeia de consumo, da matéria-prima até o produto finalizado chegar no consumidor – o chamado “resíduo tributário”. O IVA Dual põe fim à cumulatividade ao criar um sistema claro e racional de créditos tributários, que finalmente conseguirão ser aproveitados pelas empresas de todos os setores da economia. Por que é um avanço? O modelo acaba com o resíduo tributário, impostos que se acumulam ao longo da cadeia de consumo. A existência dessa tributação oculta penaliza as empresas brasileiras, seja quando exportam, seja na competição com o produto importado no mercado brasileiro. Garantia de devolução rápida dos créditos Um dos pontos centrais da reforma é a garantia de que os créditos do IBS e da CBS serão devolvidos rapidamente aos contribuintes. Essa devolução rápido deve ocorrer pois o recolhimento do IBS será feito de forma centralizado pelo Conselho Federativo, com a garantia da restituição dos créditos do IBS antes da distribuição da receita aos estados e municípios. Além disso, há determinação de que seja previsto um prazo máximo de restituição dos saldos credores de IBS e CBS em lei complementar. Por que é um avanço? A garantia e a rapidez na restituição dos saldos credores são a essência do IVA em todos os países que o utilizam. Sem essa garantia, o imposto não funciona. Modelo de tributação mais simples e sem distorções A reforma tributária tem como foco os impostos que incidem sobre o consumo de bens e serviços, que são obsoletos e repletos de problemas. Pelo novo modelo, será criado o Imposto sobre Valor Adicionado (IVA) Dual, composto por um tributo federal – a CBS – e outro subnacional – o IBS. A CBS substituirá o PIS, a Cofins e o IPI, recolhidos ao governo federal. Já o IBS agregará o ICMS, dos estados, e o ISS, dos municípios. Por que é um avanço? O modelo é mais simples que o atual, elimina um conjunto de distorções que hoje existem e será transparente, o que significa dizer que o consumidor saberá o quanto do preço que paga é imposto. Além disso, replica um sistema já aplicado em mais de 170 países e que representa as melhoras práticas internacionais. Impulso às exportações O fim da cumulatividade e a garantia e a rapidez na restituição dos saldos acumulados do IBS e da CBS às empresas têm impacto adicional para as empresas que exportam. No sistema atual, como os impostos se acumulam e as empresas não conseguem recuperar créditos tributários, o produto brasileiro chega nos mercados internacionais com impostos embutidos no seu preço. Por que é um avanço? O Brasil passa a fazer o que todo o mundo faz. A não oneração das exportações é uma prática comum aos países que adotam o sistema de IVA. Na prática, os bens e serviços brasileiros terão mais isonomia para competir com aqueles de outros países ao terem o tributo totalmente excluído de seu preço final. Estímulo ao investimento O sistema tributário brasileiro atual penaliza investimentos produtivos. Com a reforma, será eliminada a incidência de ISS sobre essas operações – um tributo que as empresas não conseguem recuperar como crédito – e ao prever crédito imediato do IBS e da CBS. Hoje, as empresas que investem só podem recuperar seus créditos após 48 meses e apenas quando começa a fase operacional de seus empreendimentos. Por que é um avanço? Os investimentos produtivos são aqueles que criam empregos para a população e contribuem para o aumento da produtividade da economia. A eliminação desta distorção contribui para tornar o Brasil mais atrativo para receber investimentos relevantes para o crescimento da economia. Tratamento adequado à realidade das micro e pequenas empresas brasileiras A reforma tributária prevê ao contribuinte escolher apurar o IBS-CBS por débito e crédito, mas também mantém a opção por permanecer integralmente no regime unificado, no qual a transferência dos créditos será equivalente ao montante cobrando pelo Simples. Por que é um avanço? A reforma prevê um tratamento adequado à realidade das micro e pequenas empresas brasileiras.
Atenção: mudanças no atendimento do Seconci-DF

Alguns serviços do Seconci-DF terão seus horários alterados em função das férias dos colaboradores. Fique atento às mudanças e até quando as alterações de horário prevalecerão: ODONTOLOGIA | UNIDADE ASA NORTE• Do dia 21 de dezembro de 2023 até 12 de janeiro de 2024, a unidade estará fechada.• Retorno do atendimento no dia 15 de janeiro de 2024. TREINAMENTO BÁSICO DE SEGURANÇA (TREINAMENTO ADMISSIONAL)• Do dia 18 de dezembro até 8 de janeiro de 2024, o treinamento será realizado às segundas, quartas e sextas-feiras, das 13h às 17h.
CBIC anuncia ganhadores do Prêmio CBIC de Responsabilidade Social

Nesta terça-feira (12) a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), anunciou os ganhadores do “Prêmio CBIC de Responsabilidade Social – Troféu Paulo Safady Simão – 16ª Edição”. A premiação é uma realização da Comissão de Responsabilidade Social (CRS) da CBIC, com a correalização do SESI Nacional. Com o intuito de destacar e divulgar as iniciativas positivas desenvolvidas pelo setor da construção, o prêmio usa como critério os pilares da ISO 26000 como direitos humanos, sustentabilidade, conformidade, envolvimento e desenvolvimento comunitário. As premiações são destinadas a quatro categorias: Empresa, Entidade, Cadeia Produtiva (nova categoria) e Reconhecimento Social. Os projetos buscam transformar vidas e promover impactos reais por meio do cuidado com as pessoas e o meio ambiente. O presidente da CBIC, Renato Correia, celebrou o evento e destacou ser um momento de acolhida de toda a família CBIC. “Aqui nós temos pessoas do Brasil inteiro. Os projetos aqui apresentados fazem parte desta CBIC humana, que constrói para as pessoas”, disse. A vice-presidente de responsabilidade social da CBIC, Ana Cláudia Gomes destacou que as luzes estão acessas para a pauta de responsabilidade social e evidenciou a audiência pública realizada na Câmara dos Deputados sobre Projeto de Lei (PL) 4638/23, proposto pela deputada Rogéria Santos (Republicanos-BA), para instituir o Dia Nacional das Mulheres na Construção Civil. A deputada esteve presente no evento e participou da entrega das premiações. “Hoje é um dia muito especial para a responsabilidade social e para a indústria da construção brasileira. Além da audiência que participamos, tivemos mais de mais de 50 inscrições para nosso prêmio, que conta com empresas e projetos que acontecem que podem transformar verdadeiramente transformar a nossa indústria” Durante o evento, Ana Cláudia também destacou a presença e participação do grupo CBIC Jovem que começa um novo grupo para trabalhos em 2024. PREMIADOS Categoria Empresas – Projeto ACREDITAR SEMPRE O projeto Acreditar sempre é de responsabilidade da Construtora Apia e visa a reforma e construção buscando levar dignidade e conforto aos colaboradores e fazendo a diferença na vida das famílias. A diretora administrativa da Construtora, Bruna Taveira, comemorou a premiação e disse ser uma noite muito especial. “Ter o reconhecimento do nosso projeto, que fazemos com muito carinho, e onde transformamos a vida das pessoas construindo e reformando moradias de funcionários que precisam nos traz muita alegria. Nosso objetivo é fazer com que as pessoas tenham uma moradia digna. Estamos muito felizes com o prêmio” disse. Entidades – Projeto POLICLÍNICA DO TRABALHADOR O projeto Policlínica do Trabalhador da Construção Civil do Distrito Federal, do Seconci-DF, proporciona acesso a especialidades médicas antes restritas, como urologia, aliviando filas de espera na rede pública. O presidente do Seconci-DF, Carlos Eugênio Franco agradeceu pelo reconhecimento do trabalho desempenhado pela entidade. “Eu atuo na área social desde criança e está no meu sangue desde jovem a pauta social. É uma realização pessoal e profissional receber este prêmio e ter o conhecimento do trabalho que fazemos no Seconci-DF”, disse. Cadeia Produtiva – Projeto CORAL MULHERES NA COR O projeto Coral Mulheres na Cor, da empresa AkzoNobel, visa capacitar mulheres na área de pintura, trazendo transformações significativas para as participantes e suas comunidades. “É uma grande honra estar representando um time de mais de 15 pessoas que fazem o projeto acontecer, criando e executando o projeto coral mulheres na cor. Ter o reconhecimento da CBIC é muito significativo para nós, e a partir desse momento, podemos dar continuidade ao projeto com mais uma turma, transformando a vida de tantas mulheres e das suas famílias para que elas possam, a partir da cor, transformar o mundo e a vida delas”, disse a analista sênior de diversidade, equidade e inclusão e responsabilidade social da AkzoNobel, Fernanda Waj. Para Fernanda, receber o prêmio é uma grande responsabilidade. “Entendemos nossa responsabilidade para continuar esse ciclo de transformação, inspirando mais pessoas a mudar a vida de mais mulheres, em busca de um mundo mais igualdade de gênero, para que as muares possam, sim, estar onde que elas quiserem, e se sintam empedradas e representadas em todos os setores, principalmente no da construção”, destacou. Reconhecimento Social: O prêmio de responsabilidade social foi destinado ao Serviço Social do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Paraná Região Noroeste (Seconci-PR/Noroeste), pelo projeto desempenhado para oferecer qualidade de vida, saúde e segurança ao trabalhador da construção civil. De acordo com o presidente da entidade, Makihiro Matsubara, destacou que o Seconci tem sido reconhecido na região pela prestação de serviços oferecidos aos trabalhadores da construção e comemorou a conquista. “Foi uma honra receber o prêmio CBIC sobre responsabilidade social. O reconhecimento da entidade é muito importante, nossas ações estão sempre voltadas para o desenvolvimento da construção civil”, disse. A iniciativa tem interface com o projeto “Responsabilidade Social na Indústria da Construção”, da Comissão de Responsabilidade Social (CRS/CBIC), com a correalização do Serviço Social da Indústria (Sesi Nacional). Fonte: Agência CBIC