Seconci-DF faz doação de computadores para orfanato

Ação beneficiará 12 crianças que vivem em orfanato na cidade goiana de Valparaíso de Goiás Assessoria de Comunicação Social do Seconci-DF O Seconci-DF fez uma doação de 7 computadores de mesa para a Associação das Filhas do Puríssimo Coração de Maria, instituição que cuida de crianças na cidade de Valparaíso de Goiás desde 1998. Todos os computadores doados estão em perfeito estado e serão usados como ferramentas de ensino e aprendizagem para as crianças que ficam no orfanato. As máquinas doadas fazem parte da política de segurança da informação do Seconci que consiste na troca de equipamentos por máquinas mais modernas e seguras. A Congregação Filhas do Coração de Maria é uma Congregação Religiosa da Igreja Católica de origem polonesa fundado em 8 de dezembro de 1885 por um frei capuchinho polonês, o Beato Honorato Kozminski (1829 – 1916). No Distrito Federal, a ação atua na cidade de Valparaíso, Novo Gama, Ocidental e Planaltina de Goiás, com alcance de cerca de 200 crianças. A Congregação está sob direção da irmã Teodozja Guzek. De acordo com ela, a doação dos computadores vai contribuir para que as crianças possam se familiarizar com o mundo da informática. “Nós temos uma pessoa que trabalha com computadores e que se disponibilizou a vir ao orfanato para fazer a montagem dos equipamentos e ensinar as crianças para que elas possam aprender como usar. Essa doação veio em boa hora e nós agradecemos muito”, conta Guzek. A doação dos computadores é uma ação que faz parte dos objetivos do Seconci-DF de promover a responsabilidade social e despertar a consciência na sociedade para além da construção, setor responsável pela existência da entidade. Com isso, de braços dados com instituições que promovem a vida, a segurança e a saúde, seguimos em busca de um Distrito Federal mais solidário e mais colaborativo para todos. Se você quiser doar ou conhecer a Congregação Filhas do Coração de Maria, ligue (61) 36272996
Panorama dos Acidentes do Trabalho no Brasil – encerramento Canpat 2023

A Secretaria de Inspeção do Trabalho, do Ministério do Trabalho e Emprego, convida para o encerramento da Campanha Nacional de Prevenção de Acidentes do Trabalho – CANPAT 2023, que ocorrerá no dia 07/12/2023, das 09h às 11h30, com transmissão pelo canal da Escola Nacional da Inspeção do Trabalho – ENIT no YouTube (https://www.youtube.com/enit-escola/live). O evento abordará um panorama da prevenção e da acidentalidade do trabalho no Brasil, em nível nacional e regional, com demonstração dos setores de atividade que mais causam acidentes, os profissionais que mais se acidentam, os principais tipos de acidentes e outros detalhes que envolvem os acidentes do trabalho nos mais diversos estabelecimentos do Brasil. Haverá, também, uma avaliação da Canpat 2023, com as principais ações que ocorreram nesse ano, bem como o planejamento da Canpat 2024, para que tenhamos condições cada vez melhores de aumentar a produtividade e competitividade, por meio de ambientes de trabalho decentes e funcionais. Por fim, será mostrado o planejamento da Inspeção do Trabalho para o ano de 2024 na área de Segurança e Saúde no Trabalho, nesse grande desafio para implantar uma cultura de prevenção de acidentes do trabalho em nosso País. O evento é público e gratuito, com emissão de certificado de participação, com transmissão “ao vivo” no Canal da Escola Nacional da Inspeção do Trabalho no YouTube. Participe! Seja um agente na prevenção de acidentes e doenças do trabalho. Segurança e Saúde no Trabalho: mais qualidade de vida para quem trabalha; mais competitividade para nossas empresas. Fonte: ENIT
Nova lista de doenças do trabalho inclui covid-19, burnout e câncer

O Ministério da Saúde anunciou nesta quarta-feira (29) a atualização na lista de doenças relacionadas ao trabalho. Portaria já foi publicada incluindo 165 novas patologias, apontadas como responsáveis por danos à integridade física ou mental do trabalhador. Entre as patologias estão a covid-19, distúrbios músculos esqueléticos e alguns tipos de cânceres. Transtornos mentais como Burnout, ansiedade, depressão e tentativa de suicídio também foram acrescentados à lista. Foi ainda reconhecido que o uso de determinadas drogas pode ser consequência de jornadas exaustivas e assédio moral, da mesma forma como o abuso de álcool que já constava na lista. Os ajustes receberam parecer favorável dos ministérios do Trabalho e Emprego e da Previdência Social e passam a valer em 30 dias. Com as mudanças, o poder público deverá planejar medidas de assistência e vigilância para evitar essas doenças em locais de trabalho, possibilitando ambientes laborais mais seguros e saudáveis. As alterações também dão respaldo para a fiscalização dos auditores fiscais do trabalho, favorecem o acesso a benefícios previdenciários e dá mais proteção ao trabalhador diagnosticado pelas doenças elencadas. A atualização leva em conta todas as ocupações. Ou seja, vale para trabalhadores formais e informais, que atuam no meio urbano ou rural. Lista de doenças ocupacionais A lista de doenças ocupacionais foi instituída em 1999. O documento é composto por duas partes: a primeira apresenta os riscos para o desenvolvimento de doenças e a segunda estabelece as doenças para identificação, diagnóstico e tratamento. Com a atualização, a quantidade de códigos de diagnósticos passa de 182 para 347. A lista pode ser conferida no Diário Oficial da União. De acordo com o Ministério da Saúde, a atualização foi prioridade da nova gestão e reflete a retomada do protagonismo da coordenação nacional da política de saúde do trabalhador. As inclusões foram avaliadas pela Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (Renast) em seu 11º encontro conhecido como Renastão, que começou na segunda-feira (27) e se encerrou nesta quarta-feira (29), em Brasília. Instituída em 2002, a Renast tem papel estratégico no desenvolvimento da atenção integral à saúde do trabalhador e envolve o Ministério da Saúde e as secretarias de saúde de estados, municípios e do Distrito Federal. Quase 3 milhões de casos de doenças ocupacionais foram atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) entre 2007 e 2022, segundo apontam dados Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), que é gerenciado pelo Ministério da Saúde. De todas as notificações, 52,9% está relacionada com acidentes de trabalho graves. Conforme os dados do Sinan, 26,8% das notificações foram geradas pela exposição a material biológico; 12,2% devido a acidente com animais peçonhentos; e 3,7% por lesões por esforços repetitivos (LER) ou distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho. Somente em 2023, já são mais de 390 mil casos notificados de doenças relacionados ao trabalho. Fonte: Agência Brasil
Fundacentro realiza debate público sobre a NR-1

Evento híbrido sobre norma regulamentadora voltada para gerenciamento de riscos ocupacionais acontece em dezembro As inscrições para o debate público “A Norma Regulamentadora 1 (NR-1) necessária no atual momento para superar a acidentalidade no Brasil” abrem nesta segunda-feira, dia 27 novembro. O evento será realizado em 08 de dezembro, no auditório da Fundacentro, em São Paulo. Com representantes das bancadas do governo, dos trabalhadores e dos empregadores, o debate será híbrido. Os interessados em participar, presencialmente, devem se inscrever através do formulário disponibilizado neste link. Para assistir a transmissão, basta acessar o canal da Fundacentro no YouTube, no dia e horário do encontro. Para mais informações acesse a página de Cursos e Eventos. Debate público “A NR-1 necessária no atual momento para superar a acidentalidade no Brasil” Data: 8 de dezembro Horário: das 14h às 17h (credenciamento presencial às 13h30) Local: auditório da Fundacentro, localizado à rua Capote Valente, 710 – Pinheiros, São Paulo Inscrições: 27 de novembro a 06 de dezembro Link de inscrição: https://forms.office.com/r/Ab8G3F5Z4Z Transmissão: canal da Fundacentro no YouTube Fonte: Fundacentro
Campanha Novembro Azul na Construção foi exitosa

Cerca de 6 mil trabalhadores da construção foram alcançados nos canteiros de obras de Brasília Assessoria de Comunicação Social do Seconci-DF Desde o dia primeiro de novembro, a campanha dos sindicatos do setor, coordenada pelo Seconci-DF, esteve em 39 canteiros de obras levando informação e atividades para várias cidades satélites do Distrito Federal. No total, foram 5.738 trabalhadores alcançados pelo trabalho. Nos encontros, os profissionais falaram sobre saúde do homem, prevenção ao câncer de próstata e cuidados que podem evitar a doença. A campanha Novembro Azul na construção teve apoio do Serviço Social da Indústria do DF (SESI-DF), Sindicato da Indústria da Construção (Sinduscon-DF) e do Sindicato dos Trabalhadores da Construção (Sticombe). No Distrito Federal, de acordo com levantamento do Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF), feito em 2021, 95,3% dos trabalhadores da construção eram do sexo masculino. Isso correspondia a 75,1 mil trabalhadores. Com isso, falar sobre a saúde do homem é fundamental para prevenção e cuidados com a saúde no setor. “Nosso objetivo foi cumprido com êxito e o Seconci-DF, em parceria com as demais instituições e entidades representativas do setor, cumpre seu papel ao levar informação e disponibilizar atendimento médico assistencial gratuito a todos os trabalhadores que fazem parte das empresas apoiadoras e parceiras da nossa obra social”, explica Carlos Eugênio de Faria Franco, presidente do Seconci-DF. O Instituto Nacional do Câncer (INCA) estima que, no Brasil, há cada 38 minutos, um homem morre por causa do câncer de próstata. “O ideal é que os trabalhadores com casos de câncer na família procure o Seconci para fazer os exames preventivos. O câncer de próstata tem como componente a hereditariedade e, por isso, ao completar 45 anos, é fundamental que os trabalhadores da construção do DF nos procure para dar início à prevenção”, conta José Ribamar Machado, urologista do Seconci-DF. O Seconci-DF disponibiliza atendimento médico urológico gratuito aos trabalhadores e o agendamento das consultas e exames pode ser feito pelo link https://www.seconci-df.org.br/medicina-assistencial/. Todos os trabalhadores com idade a partir de 45 anos podem fazer o agendamento e iniciar a prevenção contra a doença. Reconhecimento Durante o mês, vários foram os relatos e agradecimento pelo trabalho feito pela campanha nas obras. “Ao longo dos anos, o Seconci-DF tem feito um serviço de grande relevância na construção do Distrito Federal. Tivemos a palestra sobre prevenção ao câncer de próstata. A mensagem foi passada de forma clara e o objetivo foi alcançado”, conta Lincoln Nasser, técnico de segurança da Soltec Engenharia. As empresas construtoras reforçam a importância da parceria e do apoio na conscientização dos seus colaboradores. “Os colaboradores nos canteiros de obra e escritório por meio do acesso à informação entenderam a necessidade de se cuidar mesmo com todos os tabus. Nós do Grupo Base, agradecemos ao Seconci pelos trabalhos que eles vêm desenvolvendo com as empresas parceiras, entendemos que são muito importantes para os colaboradores”, finaliza Amanda Raquel de Souza Cardoso, gerente de RH do grupo Base. O Seconci-DF agradece o apoio e parceria das instituições, das empresas construtoras e da equipe de profissionais que estiveram conosco durante a campanha Novembro Azul na Construção.
Novos paradigmas na qualificação de profissionais na construção: desafios e soluções

No dinâmico cenário da construção civil, marcado por avanços tecnológicos e desafios constantes, os paradigmas para a qualificação de profissionais emergem como pauta central. O tema, de alta relevância para o setor, foi amplamente discutido em um dos painéis da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), durante o evento Construa Maranhão. Ricardo Michelon, vice-presidente de Política de Relações Trabalhistas da CBIC, destacou a importância fundamental das pessoas como insumo primário no setor da construção. “O nosso setor tem alguns insumos principais: um deles são os materiais que a gente aplica nas nossas obras e outro é o recurso financeiro, e tem um outro insumo que são as legislações, aprovações e permissões, mas talvez o principal insumo seja as pessoas. E é nesse contexto que a gente gostaria de colocar o nosso foco na discussão.” Michelon ressaltou a paradoxal realidade enfrentada pela construção civil, onde empresas demandam profissionais qualificados, enquanto uma parte significativa da sociedade enfrenta o desemprego. Essa disparidade, conforme apontado em diversas pesquisas sobre os desafios do setor, evidencia a escassez de profissionais qualificados como um dos principais obstáculos. O vice-presidente da CBIC enfatizou que o setor precisa enfrentar esse desafio com inteligência, propondo soluções que unam as pontas dessa equação complexa. No centro desse debate está a atuação de instituições como o Serviço Social da Indústria (SESI) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai). Michelon destacou a presença dessas instituições em todos os estados brasileiros, sua capacidade técnica e operacional, além dos recursos disponíveis. Para ele, o desafio reside na inteligência de articular esforços, visando uma abordagem mais ampla e integrada para enfrentar a carência de profissionais qualificados. “A gente pode contribuir muito dando caminhos e colocando esse tema na mesa”, enfatizou Michelon, apontando para a necessidade de colaboração e cooperação entre setor privado e instituições educacionais. A necessidade de repensar os paradigmas para qualificação de profissionais na construção civil foi destacada pelo superintendente regional do Sesi Maranhão, Diogo Diniz Lima. Em sua fala, Lima ressaltou a importância estratégica da construção, classificando-a entre as cinco atividades mais relevantes na contribuição para o sistema. Ele salientou a abundância de mão de obra no país, diferenciando-o de outros lugares, e defendeu uma abordagem mais estratégica e proativa por parte do setor. O superintendente regional do Sesi Maranhão também abordou a dimensão social emergente dessa questão, enfatizando que o setor da construção é tão crucial para o Produto Interno Bruto (PIB) que tem o poder de influenciar a formação da agenda, não apenas direcionada aos empresários, mas também aos trabalhadores. Lima apontou a necessidade de utilizar as ferramentas disponíveis para despertar o estado, tirando-o da zona de conforto e direcionando esforços para garantir o básico, pois, como ressaltou, “não se constrói sem mão de obra.” “Achar essa mão de obra e ter essa mão de obra no mercado garante produtividade e um custo possível para a realização das obras”, concluiu Diogo Diniz Lima, sublinhando a importância de uma abordagem mais estratégica e proativa na qualificação de profissionais para o setor da construção civil. A vice-presidente de Responsabilidade Social da CBIC, Ana Cláudia Gomes, destacou a complexidade da questão ao afirmar: “As pessoas não querem trabalhar na construção civil, não têm orgulho de ser. Isso é inclusive uma campanha da Comissão de Responsabilidade Social da CBIC, que é a ‘Orgulho de Ser a Força que Constrói o país’.” Esse desafio, segundo Gomes, vai além de simples capacitação técnica; trata-se de resgatar o orgulho e a valorização dos profissionais da construção. Ana Cláudia Gomes argumentou que a responsabilidade pela transformação desse cenário recai sobre os gestores do setor. Ela enfatizou a importância de permitir que os trabalhadores se apropriem de seu trabalho: “A gente precisa que esse trabalhador volte a ter orgulho de ser o trabalhador da construção civil. E acho que isso é uma função do gestor, pois você tem que permitir que aquele trabalhador se aproprie do trabalho dele. Precisamos permitir que os nossos times tenham esse orgulho de pertencer, entendam o contexto, a importância do que estão fazendo.” Além disso, a vice-presidente ressaltou a necessidade de os empresários compreenderem que o reconhecimento das empresas no setor dependerá cada vez mais do compromisso com o desenvolvimento e formação de suas equipes.”Os empresários precisam entender que as empresas deles serão cada vez mais reconhecidas pelo seu time, pelas pessoas que vão formar e desenvolver.” No que se refere à mão de obra, Ana Cláudia Gomes frisou a importância de os empresários investirem no treinamento e desenvolvimento. ”O empresário também precisa entender que a mão de obra não vai chegar pronta, ele precisa investir no treinamento e desenvolvimento dessa mão de obra.” Para ela, a construção de um novo paradigma na qualificação profissional na construção não apenas exige mudanças estruturais, mas também um comprometimento integral dos gestores e empresários com a valorização e capacitação de seus colaboradores. Concluindo o debate, Dionyzio Klavdianos, vice-presidente de Materiais, Tecnologia, Qualidade e Produtividade (COMAT) da CBIC, destacou a complexidade do tema, ressaltando a singularidade da indústria da construção civil. “Esse é um tema complexo e a gente está cansado de ver como as coisas estão acontecendo, mas é que a construção civil não é uma indústria qualquer, é uma indústria talvez a mais antiga do mundo, desde quando as pessoas se tornaram racionais. Então ela tem uma história muito grande que talvez nenhuma outra indústria tenha”, afirmou Klavdianos. A fala do vice-presidente ressalta a importância de compreender a construção não apenas como uma atividade econômica, mas como parte integrante da história e evolução da sociedade. No entanto, Klavdianos alertou para as consequências da falta de mão de obra qualificada na indústria, uma preocupação urgente que afeta diretamente a capacidade de crescimento e inovação do setor. “O que podemos deduzir dessa falta de mão de obra? A gente está perdendo mão de obra para Uber, iFood, e a gente está vendo isso e não está fazendo nada. E como a indústria depende da mão de obra e a gente não está conseguindo reter e dar
Seconci-DF apresenta o Projeto Empresa Parceira à Diretoria da ADEMI DF

O presidente do Seconci-DF, Carlos Eugênio de Faria, acompanhado pela gerente geral, Geórgia Grace, e pelo analista de comunicação, Sidney Rocha, estiveram na reunião da diretoria da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (ADEMI DF) na quarta-feira, 22 de novembro, para apresentar o projeto Empresa Parceira do Seconci-DF. Com objetivo de valorizar as empresas contribuintes, ampliando a visibilidade do trabalho realizado em benefício do trabalhador do setor da construção, consolidando o compromisso com a responsabilidade social e valorização do ser humano, o reconhecimento deverá ser entregue a 235 empresas da construção do Distrito Federal. Além do Seconci-DF, participou da reunião, Marcelo Vaz, titular da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (SEDUH). Na ocasião, um dos temas centrais foi a minuta de um decreto destinada a regulamentar a nova lei de parcelamento do solo. O projeto pode ser sancionado pelo governador Ibaneis Rocha ainda esta semana e representa um marco significativo para o mercado imobiliário. Com informações da ADEMI DF | Foto: Nina Quintana
Já garantiu sua vaga no 97º ENIC?

A capital federal sediará no próximo dia 12 de dezembro, no Hotel Brasil 21, das 9h às 17h30, a 97ª edição do ENIC | Política & Estratégia. O evento reunirá os principais players da cadeia produtiva da construção com representantes dos Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, visando fortalecer o diálogo do setor com o poder público e ampliar o debate sobre os próximos passos e a agenda do setor no país. As inscrições são gratuitas, porém as vagas são limitadas! Confira a programação e garanta logo sua presença. Fonte: Agência CBIC
Seconci-DF participa do I Encontro de Segurança e Saúde no Trabalho do DF e Entorno

Além de prestigiar o evento, a instituição esteve presente em um dos painéis falando sobre atendimento psicossocial na construção Assessoria de Comunicação Social do Seconci-DF O Comitê Permanente Regional sobre Condições e Meio Ambiente do Trabalho na Indústria da Construção do Distrito Federal (CPR/DF) realizou nesta quinta-feira, 23 de novembro, o I Encontro de Segurança e Saúde no Trabalho do Distrito Federal e Entorno. O evento aconteceu no auditório do Sinduscon-DF e contou com quatro painéis relativos à atuação do CPR e às áreas de segurança e saúde ocupacionais. Os palestrantes falaram sobre Princípios Fundamentais do Trabalho, Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO), Riscos de Queda em Altura e, com a participação do Seconci-DF, Gestão de Riscos Psicossociais Relacionados ao Trabalho. “É muito importante divulgarmos o trabalho psicossocial do Seconci. Estarmos num evento como esse nos ajuda a divulgar e expandir nossa atuação e o nosso trabalho de sensibilização com os trabalhadores da construção do DF”, disse Roseane dos Santos, assistente social do Seconci-DF. O CPR-DF está sob coordenação do Sindicato dos Trabalhadores (Sticombe). Para o presidente, Raimundo Salvador, a ideia é que, a partir de agora, se torne um encontro regular. “Estamos idealizando esse Encontro há alguns anos e, em 2023, conseguimos tirá-lo do papel. Estamos muito empolgados e conseguimos reunir uma pauta excelente em prol da segurança e da saúde no setor. Nossa expectativa é de uma virada de chave para implementação de uma cultura de segurança e de um ambiente saudável”, contou Salvador. Os painéis do evento foram apresentados por vários especialistas, entre eles, auditores-fiscais do trabalho do Distrito Federal, São Paulo, Rio de Janeiro: Rômulo Machado (DF), Luiz Carlos Lambreras Rocha (RJ), Luciana Veloso (SP), além do auditor-fiscal aposentado e consultor de segurança do Seconci-SP, Gianfranco Pampalon. Falaram também Celso Berilo (Abraest), Roseane dos Santos (Seconci-DF) e, por fim, os presentes participaram de uma atividade lúdica com o mestre Gilvan (capoterapia). Durante o evento, cerca de 130 pessoas passaram pelo auditório do Sinduscon-DF. “Aprendemos sobre gestão de segurança do trabalho, revimos conceitos e tivemos a oportunidade de obter mais conhecimento sobre nossa área de atuação. Esse evento foi de grande aprendizado para todos que participaram”, falou Gerson de Alcântara, engenheiro de segurança do trabalho do Seconci-DF.
Homem, por que você não vai ao médico?

o DF, apenas 34% dos atendimentos na atenção primária são do público masculino. Campanha Novembro Azul incentiva cuidados Agência Saúde-DF | Edição: Amanda Martimon O mês de conscientização sobre o câncer de próstata – o Novembro Azul – reforça a importância do exame de toque retal para diagnósticos precoces e mais chances de cura. O toque no ânus é rápido e indolor e permite ao médico identificar alterações da glândula. Mas, é fato: o tema ainda desperta uma série de piadas ultrapassadas em todo o Brasil. Por medo, preconceito ou mera falta de informação, boa parte dos homens não procura atendimento médico e fica vulnerável a diversas doenças. Por esse motivo, a campanha incentiva também cuidados gerais com a saúde da população masculina. O oncologista da Secretaria de Saúde (SES-DF) Gustavo Ribas alerta, por exemplo, para o risco de um outro tipo de câncer que não envolve toque retal para rastreamento e já afeta homens a partir dos 15 anos. É o câncer de testículo, que representa 5% dos casos de oncologia urológica. Sem consultar um médico nem fazer um autoexame (sim, isso existe, e pode salvar vidas), muitos acabam descobrindo a doença já em fase avançada e enfrentam vários dos seus medos, como a impotência sexual, o afastamento do trabalho ou mesmo a morte. “Como homem e médico, entendo que a visão mais restrita da maioria dos homens refere-se ao aspecto cultural, como uma herança dos seus antepassados a respeito da masculinidade. O homem tem arraigado o fato de não priorizar sua saúde, receio de sentir dor, não demonstrar inquietude, ansiedade e até medo, além do próprio desconhecimento e por a [falsa] certeza de que nada de grave vai impactá-lo”, acrescenta o médico. Minoria nos consultórios Segundo dados da SES-DF, em 2023, os homens representam apenas 34% da população presente nas consultas de atenção primária, aquelas realizadas em unidades básicas de saúde (UBSs), porta de entrada para todos os serviços do Sistema Único de Saúde (SUS), desde a saúde bucal até o diagnóstico de doenças graves. Esse índice inclui idosos, bebês e pacientes com doenças crônicas. Entre os homens de 20 a 59 anos, o índice cai para 28%, de acordo com dados do Ministério da Saúde para todo o país. Pesquisa da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) sobre a percepção do homem acerca da sua própria saúde revela que apenas 32% daqueles com mais de 40 anos se consideram muito preocupados e que 46% deles só vão ao médico quando sentem algo. Esse número aumenta para 58% se o homem tiver acesso à saúde exclusivamente pelo SUS. E, apesar do descaso, metade tem medo ou ansiedade quando pensam em sua saúde. A ideia de estar acima das doenças, a síndrome de super-herói, atrapalha até os que vão ao médico, muitas vezes por insistência de esposas, filhas ou outras mulheres da família. “A mulher geralmente é mais direta na hora da consulta. O homem costuma não falar diretamente das suas queixas, principalmente quando são de natureza íntima”, conta a médica de família e comunidade Fabiana Fonseca. Ela explica ser comum o que chama de “fenômeno da maçaneta”: o homem relata um problema simples, como dor de cabeça, mas, na hora de abrir a porta para ir embora, volta e revela sua verdadeira queixa. A demora, no entanto, pode ser, literalmente, fatal. No caso do câncer de próstata, a doença se desenvolve sem sintomas aparentes e em 45% dos casos os tumores são detectados já em estágio avançado. Só em 2022, o Brasil registrou 16.292 óbitos pela doença, 44 por dia. No DF, foram 165 óbitos por neoplasia maligna de próstata em 2022 e 103 até agosto de 2023. A estimativa é de 460 casos novos ao ano entre 2023 e 2025. O diagnóstico precoce permite chances de cura acima de 90%. “Dados de literatura médica amplamente divulgados no mundo apontam para a exitosa estratégia de rastreamento e diagnóstico precoce através da avaliação médica regular, eletiva, de forma antecipada aos sintomas”, pontua o oncologista Gustavo Ribas. Acolhimento A campanha Novembro Azul, muito acima de piadas ou promoção do medo, é uma iniciativa para o acolhimento masculino. Profissionais de saúde estão preparados para fazer o atendimento desde as queixas iniciais de todos os tipos de doenças até os exames mais detalhados, inclusive, se necessário, o de toque retal. De acordo com a Referência Técnica Distrital (RTD) em urologia, Álvaro Canuto, os homens têm a garantia de respeito e privacidade em todos os atendimentos. “O consultório médico é um espaço reservado, com privacidade. O homem tem o direito de ter uma companhia, caso deseje.” A visita a um médico durante o mês de novembro ou em qualquer outro período do ano não significará, obrigatoriamente, a realização de um exame de toque para detectar o câncer de próstata, e sim uma avaliação do estado geral de saúde do paciente. Somente se necessário, haverá o encaminhamento para especialistas ou exames diagnósticos para todos os tipos de enfermidades, seja diabetes, hérnia de disco, alcoolismo, miopia, câncer ou outras. No DF, a porta de entrada para o atendimento é a rede de 175 UBSs, que funcionam todos os dias úteis do ano. No local, o homem também terá acesso aos serviços da atenção primária, da odontologia a ações de saúde mental e combate ao tabagismo, por exemplo, além de ser encaminhado às unidades especializadas, em caso de necessidade. Não há nenhum pré-requisito para ser atendido nas unidades básicas, sendo necessário apenas levar documento oficial de identificação com foto, comprovante de residência e, se tiver, o cartão nacional do SUS. É importante saber qual é a UBS de referência, conforme o endereço de moradia. É possível fazer a busca por CEP no site do InfoSaúde.