CANPAT 2025: Cerimônia de abertura acontece em abril com transmissão ao vivo

Além de ser transmitida pelo canal da ENIT, haverá também um evento presencial no Ministério do Trabalho No dia 3 de abril de 2025, o Ministério do Trabalho e Emprego realizará a cerimônia de abertura da Campanha Nacional de Prevenção de Acidentes do Trabalho (CANPAT 2025). O evento acontecerá no auditório do ministério, com início do credenciamento às 8h20, e poderá ser acompanhado de forma presencial e on-line. A programação inclui a apresentação do planejamento das ações da campanha, discursos de autoridades e uma audiência pública. O objetivo é discutir diretrizes e estratégias para a prevenção de acidentes e doenças ocupacionais no Brasil. A cerimônia será transmitida ao vivo pelo canal da ENIT-Escola no YouTube (link para a transmissão). A participação é gratuita e contará com certificação para os inscritos. A CANPAT é uma iniciativa tradicional que busca promover a cultura da segurança no trabalho, reunindo especialistas, trabalhadores, empregadores e representantes do governo.

Abril Verde na Construção – Agenda lotada

Seconci-DF conclui agenda do Abril Verde em tempo recorde e reforça compromisso com a segurança Comunicação Seconci-DF Em pouco mais de 24 horas, o Seconci-DF preencheu toda a agenda de palestras da campanha Abril Verde 2025, garantindo a presença de profissionais de segurança em 31 canteiros de obras ao longo do mês. A iniciativa busca reforçar a conscientização sobre a importância da prevenção de acidentes no setor da construção civil e da promoção da segurança nos canteiros. Esse ano as palestras farão uma introdução sobre os cuidados psicossociais, de acordo com a Norma Regulamentadora 1, que foi revisada pela Portaria no 1.419 e publicada em 27 de agosto de 2024, e exige que as organizações incluam os riscos psicossociais no Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR). Além disso, as palestras falarão sobre Equipamentos de Proteção Individual (EPI), Equipamentos de Proteção Coletivos (EPCs), entre outros assuntos relaciaonados à Segurança e Saúde no Trabalho. Vale ressaltar que os temas das palestras de SST ficam disponíveis durante o ano todo, sem nenhum custo às empresas. Para conhecer e solicitar as palestras da área de segurança do trabalho do Seconci-DF, entre em contato pelo telefone (61) 3399-1888 ramal 247 ou pelo e-mail admgeseg@seconci-df.org.br

Desafios e estigmas da saúde mental no trabalho; entenda

Número de afastamentos por transtornos mentais é recorde em 2024, conforme pesquisa do Ministério da Previdência Social. Pessoas de baixa renda são as mais atingidas e enfrentam maior preconceito Correio Braziliense Horas exaustivas, pouca ou nenhuma folga e a falta de apoio no ambiente de trabalho formam uma combinação perigosa para a saúde mental de trabalhadores de baixa renda, dizem especialistas ouvidos pelo Correio. Para muitos, buscar ajuda profissional não é uma opção — seja pela falta de tempo e dinheiro, seja até mesmo pela burocracia no acesso ao atendimento psicológico. Dados do Ministério da Previdência Social mostram que, em 2024, 472.328 pessoas receberam afastamento do trabalho devido a transtornos mentais e comportamentais. O número é o maior registrado na série histórica, iniciada em 2014, e 66,6% superior ao segundo com maior índice — 2023, com 283.471 afastamentos. A pesquisa leva em consideração os capítulos da 10ª edição da Classificação Internacional de Doenças (CID 10). Os três problemas mais comuns levantados pela pasta, no ano passado, foram transtornos ansiosos (capítulo F41 do CID 10) — com 141,4 mil casos —, episódios depressivos (capítulo F32) — 113,6 mil registros — e transtorno depressivo recorrente (capítulo F33) — 52,6 mil casos. Alane Menesio da Silva, de 22 anos, sentiu na pele os efeitos desse cenário. Enfrentando uma carga horária de 12 horas diárias e distante da família, ela começou a apresentar sintomas de ansiedade severa. O corpo deu sinais claros de exaustão, como crises de ansiedade frequentes, estresse extremo e até mesmo reações físicas, como empolação. “Foi um período complicado. A junção da ansiedade e a carga horária de trabalho com essa distância agravou ainda mais a minha ansiedade. (…) Durante todo o período de trabalho, a empresa tratou a ansiedade como besteira, não ofereceu ajuda e nem afastamento para que eu conseguisse me cuidar”, conta. A dificuldade de buscar atendimento especializado agravou ainda mais a situação. Sem tempo para se consultar com um profissional e sem apoio da empresa onde trabalhava, Alane recorreu ao que estava ao seu alcance. E conta que, para buscar algum tipo de tratamento, recorreu a chás e à automedicação com um remédio receitado para a mãe dela. “Dar conta” Para a psicanalista e especialista em neurociências Ana Lisboa, isso se deve a uma luta constante pela sobrevivência. Ela explica que a saúde mental é vista como um luxo, algo secundário em meio a urgência de pagar contas, garantir alimentação e manter a família segura. Além disso, Lisboa ressalta que há um forte estigma que impede muitos trabalhadores de buscarem ajuda. A ansiedade e depressão, explica a especialista, ainda são vistas como frescura ou fraqueza, e o medo do julgamento faz com que muitos silenciem o sofrimento. Essa mentalidade reflete-se dentro do ambiente de trabalho, onde a cultura do “dar conta” empurra trabalhadores ao limite. “A necessidade de produzir constantemente cria um ciclo de exaustão, e ignorar sinais de sofrimento torna-se a única alternativa para manter o emprego e a renda. Isso resulta em adoecimento emocional profundo e invisível”, explica. Em concordância com Ana Lisboa, a psicóloga Aline Sampaio ressalta que a falta de informação e acesso a tratamentos adequados também é um obstáculo. Segundo ela, a ideia é sempre “ou pago a terapia, ou a comida” e, no Sistema Único de Saúde (SUS), apesar da qualidade do tratamento, ainda há poucas vagas e acessibilidade. A especialista ainda explica que o tratamento de condições mentais é visto como “desleixo, preguiça ou falta de vontade”. Aline Sampaio destaca que estudos sugerem uma maior propensão de pessoas de baixa renda desenvolverem doenças mentais, o que estaria diretamente ligado a fatores como violência, alimentação e educação, que aumentariam os gatilhos para condições mentais. Estigmas A psicóloga reconhece que as pessoas de baixa renda são as mais afetadas diretamente pelo estigma da saúde mental. Ela destaca a meritocracia como fator que define que os pobres se mantêm nessa classe social pela “falta de esforço”, além de julgar existir uma cultura aporofóbica — aversão aos pobres —, eugenista e higienista, forçando as pessoas a se encaixarem em padrões pré-concebidos. “Não vemos as pessoas como seres únicos, mas colocamos em bolhas de que deu certo para mim, ou para uma camada de pessoas, então, tem que funcionar com todo mundo, criando padrões. ‘Dar conta’ pode ser um mecanismo de se sentir aceito e tentar lutar ao extremo na dificuldade. Mas o resultado disso pode ser muito ruim. Nesse sentido, está muito ligado a ser aceito, a não ser visto de forma inferior, negativa”, explica Sampaio. O sociólogo e coordenador do curso de direito da Universidade Guarulhos (UNG), Guilherme Amaral, também destaca que que a população de baixa renda tende a escantear a saúde mental, sendo um reflexo das condições sociais e econômicas adversas, das limitações impostas pela falta de recursos e da exploração que se manifesta em diferentes aspectos da vida, do trabalho à saúde e à estrutura familiar. Para Amaral, o futuro da saúde mental nas comunidades de baixa renda está ligado diretamente às mudanças sociais e econômicas em curso. Ele diz que, se o Brasil conseguir implementar essas mudanças de forma eficaz, o país poderia oferecer condições de saúde mental e de vida mais humanas para a população, especialmente para as pessoas mais vulneráveis. “A ausência de um conhecimento técnico e aprofundado sobre o assunto impede que muitos compreendam o impacto negativo que a saúde mental pode ter em suas vidas. Esse desconhecimento cria um ambiente onde as questões de saúde mental são frequentemente negligenciadas, pois a pessoa não reconhece os prejuízos que está causando a si mesma.” *Estagiários sob a supervisão de Rosana Hessel

Gratuito: Palestras Abril Verde

Leve conscientização aos trabalhadores sobre segurança e saúde no trabalho com apoio e parceria do Seconci-DF Já está aberto o agendamento de palestras gratuitas para a campanha Abril Verde – Mês de Promoção da Segurança e Saúde no Trabalho. Empresas parceiras do Seconci-DF podem oferecer essa ação aos seus colaboradores sem nenhum custo. Durante todo o mês de abril, serão realizadas palestras nos canteiros de obras das empresas participantes, com o objetivo de conscientizar e informar os trabalhadores sobre a importância da prevenção de acidentes e doenças ocupacionais, promovendo um ambiente de trabalho seguro e saudável. Temas abordados nas palestras:✅ Prevenção de acidentes no canteiro de obras✅ Uso correto de EPIs e EPCs✅ Normas Regulamentadoras (NRs) e boas práticas✅ Introdução às novas exigências da NR1 sobre riscos psicossociais✅ Saúde mental no trabalho✅ Doenças ocupacionais e como preveni-las ? Empresas interessadas em participar da campanha Abril Verde 2025 podem agendar suas palestras pelo telefone (61) 3399-1888, ramal 247, ou pelo e-mail admgeseg@seconci-df.org.br.

Seconci-DF participa da inauguração do 6º Comitê de Proteção à Mulher

Mais um espaço de acolhimento para vítimas de violência doméstica e familiar foi inaugurado no Distrito Federal. Desta vez, em Águas Claras Na quarta-feira, 12 de março, a Secretaria de Estado da Mulher do DF (SecMulher) inaugurou o sexto Comitê de Proteção à Mulher. Criado por lei, o espaço tem como objetivo acolher e apoiar mulheres vítimas de violência doméstica e familiar no Distrito Federal. O evento ocorreu na Biblioteca Pública de Águas Claras, onde o comitê funcionará, e contou com a presença de diversas autoridades. O Seconci-DF foi um dos convidados para a inauguração e disponibilizou profissionais do serviço psicossocial para atendimento no local. Representando a instituição, estiveram presentes a assistente social Roseane dos Santos e a psicóloga Flávia Ferraiolo. Desde o ano passado, o Seconci tem atuado ativamente na temática da violência doméstica, levando essa discussão para os canteiros de obras por meio do programa “Eu Protejo as Mulheres”. Durante a inauguração do comitê em Águas Claras, Roseane destacou a relevância da parceria entre o Seconci e a Secretaria da Mulher para a promoção e conscientização sobre o tema nos canteiros de obras das empresas parceiras. “Além de valorizar nossa atuação e a importância desse tema, estamos encaminhando nossas pacientes para os Comitês em funcionamento, sempre que necessário”, explicou Roseane. A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, enfatizou que a iniciativa faz parte de uma estratégia governamental para descentralizar o atendimento e facilitar o acesso à rede de proteção à mulher. “O comitê não é apenas um novo espaço, mas uma nova política que temos implementado na Secretaria da Mulher”, declarou. “Queremos estar mais próximos da comunidade. Aqui em Águas Claras, onde circulam muitas mulheres, elas terão acesso à informação, que tem o poder de salvar e libertar aquelas em situação de violência”. Para a subsecretária de Proteção à Mulher, Luana Maia da Silva, o Seconci tornou-se um parceiro fundamental da iniciativa, ajudando a garantir que as mulheres do DF, especialmente as trabalhadoras da construção civil, sintam-se protegidas e saibam a quem recorrer. “Esta é a sexta inauguração, reforçando o compromisso do Governo do Distrito Federal com todas as mulheres, em um mês tão significativo, o Mês da Mulher”, afirmou Luana. Comitês de Proteção à Mulher Os Comitês foram criados pela Lei Nº 7.266, de 23 de maio de 2023, de autoria da deputada distrital Doutora Jane (MDB/DF). Essas unidades são responsáveis pela implementação e monitoramento de políticas de proteção e promoção dos direitos das mulheres, garantindo segurança, bem-estar e suporte em situações críticas. Atualmente, há seis unidades em funcionamento: Com informações da Agência Brasília | Registro principal: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

Seconci-DF: Segurança do Trabalho alcança números expressivos em 2024

Veja como foi a atuação do Seconci nos canteiros e na promoção de ambientes seguros ao longo do ano Comunicação Seconci-DF O Seconci-DF tem se consolidado como referência em segurança do trabalho ao apresentar números impressionantes nos serviços prestados e no impacto gerado para empresas e trabalhadores. Somente em 2024, a área conseguiu números expressivos com sua atuação junto às empresas parceiras e, principalmente, no treinamento dos trabalhadores. Entre os destaques da segurança, estão a elaboração do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), dos laudos técnicos (LTCAT e LTIP), treinamentos como NR18 e NR35, além da realização da CIPA e do treinamento dos membros desta Comissão, além de palestras e disponibilização de cartazes. Para o presidente do Seconci-DF, Carlos Eugênio de Faria Franco, o suporte oferecido às empresas parceiras no quesito segurança do trabalho já é reconhecido em todo o setor. Carlos Eugênio reforça que “o compromisso do Seconci-DF é garantir que cada trabalhador tenha um ambiente seguro e adequado para exercer suas funções. Esses números refletem nosso esforço contínuo e dedicação à segurança no trabalho”, disse. Números que fazem a diferença Trabalhadores beneficiados Para a gerente de segurança do trabalho do Seconci-DF, Juliana Moreira de Oliveira, o aumento nos números de atendimentos do setor em 2024 reforça a confiança das empresas nosso trabalho. “Os profissionais da gerência de segurança do trabalho do Seconci-DF são altamente capacitados para a sua principal missão que é conscientizar empregadores e empregados do setor da construção civil na prevenção de acidentes de trabalho. Tenho muito orgulho de fazer parte de uma equipe tão comprometida”, disse Juliana. A gerente geral do Seconci-DF, Geórgia Grace Bernardes, complementa dizendo que “para além da concretude e expressão de nossos números de atendimentos e serviços, realiza-nos enormemente: 1) termos a transparência e a consciência de aplicarmos com muita responsabilidade os recursos advindos das empresas que se encontram em conformidade legal com a CCT; e 2) sentirmos confiantes de que nossa missão social está sendo bem cumprida quando recebemos inúmeras avaliações preciosas dos trabalhadores da construção, justificando nossa razão de ser”, comentou Geórgia. Para a engenheira de segurança da empresa parceira Soltec Engenharia, Denise Duarte, a construção civil é um setor que apresenta muitos riscos aos trabalhadores, por isso é essencial que as empresas tenham o Seconci como parceiro. “Por meio do Seconci, conseguimos atuar de forma preventiva, resultando no aumento da produtividade e em uma melhor qualidade de vida para os trabalhadores”, finaliza Denise. Leia mais: Mais de 80 mil atendimentos médicos na construção do DF Psicossocial: mais de 17 mil trabalhadores sensibilizados em 2024 Mais de 22 mil atendimentos odontológicos em 2024

Mais de 80 mil atendimentos médicos na construção do DF

Os números são de 2024 e demonstram a atuação do Seconci na promoção da saúde e do bem-estar para os trabalhadores do setor Comunicação Seconci-DF O Seconci-DF reafirmou seu compromisso com a saúde e o bem-estar dos trabalhadores do setor e com a as empresas parceiras ao longo de 2024, realizando um total de 80.879 atendimentos somente em medicina, seja assistencial ou ocupacional. O presidente do Seconci-DF, Carlos Eugênio de Faria Franco, avaliou a atuação da instituição como positiva ao longo de 2024. “Um ano de árduo trabalho e melhorias em prol da segurança, saúde, bem-estar e da qualidade de vida do setor da construção do Distrito Federal. Focamos, ao longo do período referido, na busca incessante da melhoria dos nossos processos, na ampliação dos serviços e no aumento do alcance das nossas ações”, disse ele. ? Consultas e Exames ? Ações nos canteiros Os números refletem o impacto positivo da entidade na promoção da saúde ocupacional e na qualidade de vida dos profissionais da construção civil, reforçando a importância do atendimento preventivo e do suporte contínuo ao setor. Para o gerente médico do Seconci-DF, Maurício Carvalho Nieto, é gratificante ver a procura dos trabalhadores pelos serviços e pela satisfação pós-atendimento. Maurício conta que, ao longo de 2024, houve um aumento significativo no número de atendimentos tanto nas especialidades que já existentes como medicina do trabalho, clínica médica e urologia, quanto em novos atendimentos disponibilizados como oftalmologia. “É muito gratificante ver a procura dos trabalhadores da construção aos nossos serviços e a satisfação deles em poder cuidar de sua saúde com um atendimento completo e de qualidade”, contou Maurício. A gerente geral do Seconci-DF, Geórgia Grace Bernardes, complementa dizendo que “para além da concretude e expressão de nossos números de atendimentos e serviços, realiza-nos enormemente: 1) termos a transparência e a consciência de aplicarmos com muita responsabilidade os recursos advindos das empresas que se encontram em conformidade legal com a CCT; e 2) sentirmos confiantes de que nossa missão social está sendo bem cumprida quando recebemos inúmeras avaliações preciosas dos trabalhadores da construção, justificando nossa razão de ser”, comentou Geórgia. São vários os benefícios de saúde, sem custo, aos trabalhadores. E a intenção da diretoria é que isso se expanda ainda mais. Para quem já tem acesso aos serviços disponíveis, são só elogios. “Não tenho nada a reclamar do Seconci. Os atendimentos são bons e agora estou fazendo acompanhamento na urologia, de graça, e recomendo a todos os trabalhadores”, disse José Gonzaga, eletricista da Soltec Engenharia. Leia mais: Seconci-DF: Segurança do Trabalho alcança números expressivos em 2024 Psicossocial: mais de 17 mil trabalhadores sensibilizados em 2024 Mais de 22 mil atendimentos odontológicos em 2024

Psicossocial: mais de 17 mil trabalhadores sensibilizados em 2024

Esses são os números alcançados pela atuação do serviço psicossocial nos canteiros de obras durante o ano passado Comunicação Seconci-DF O Seconci registrou números expressivos em suas ações voltadas para valorização dos trabalhadores da construção civil em 2024. No total, 1.297 atendimentos psicossociais foram realizados, além de 156 palestras de sensibilização que alcançaram 17.220 trabalhadores nos canteiros de obras. O programa Seconci Presente também teve forte atuação, com 52 empresas visitadas e 984 atendimentos diretos realizados. Além disso, 440 encaminhamentos para redes de apoio foram efetuados através do serviço psicossocial para promoção do bem-estar do ser humano e da qualidade de vida no setor. Para o presidente do Seconci-DF, Carlos Eugênio de Faria Franco, o psicossocial é importante porque, para além da saúde física, cuida da saúde mental dos trabalhadores. Ele falou sobre a criação de ações e projetos pela área ao longo de 2024. “Criamos projetos e ações em benefício das empresas como a criação do Selo Empresa Parceira, do projeto ‘EU PROTEJO AS MULHERES’, de combate à violência doméstica, entre outras ações e parcerias que impactaram os trabalhadores”, explicou Carlos Eugênio. O serviço psicossocial tem aumentado sua atuação junto às empresas e trabalhadores. São campanhas e atendimentos que reforçam a importância do cuidado e da necessidade de procurar ajuda. “As palestras, além de sensibilizar e terem um cunho educativo, com temas diversificados, é a porta de entrada para o acolhimento individualizado dos colaboradores. Esse atendimento é feito pelas profissionais da área e, quando necessário, realizamos os encaminhamentos devidos,” contou Roseane. A gerente geral do Seconci-DF, Geórgia Grace Bernardes, complementa dizendo que “para além da concretude e expressão de nossos números de atendimentos e serviços, realiza-nos enormemente: 1) termos a transparência e a consciência de aplicarmos com muita responsabilidade os recursos advindos das empresas que se encontram em conformidade legal com a CCT; e 2) sentirmos confiantes de que nossa missão social está sendo bem cumprida quando recebemos inúmeras avaliações preciosas dos trabalhadores da construção, justificando nossa razão de ser”, comentou Geórgia. Mais do que números, o atendimento realizado pelas profissionais do psicossocial transforma a vida dos trabalhadores e das pessoas com quem eles convivem. o técnico de manutenção Lucelio Venâncio, construtora Orion, se sensibilizou com o trabalho do Seconci. “A maneira como elas transmitiram a importância de reconhecer os sinais de violência doméstica e de buscar ajuda é muito motivador. Esse trabalho é muito lindo e deve ser levado para o máximo de trabalhadores possíveis”, disse ele. Leia mais: Seconci-DF: Segurança do Trabalho alcança números expressivos em 2024 Mais de 80 mil atendimentos médicos na construção do DF Mais de 22 mil atendimentos odontológicos em 2024

Mais de 22 mil atendimentos odontológicos em 2024

O cuidado com a saúde bucal dos Trabalhadores da construção faz parte da razão de ser do Seconci-DF Comunicação Seconci-DF O Seconci (Serviço Social da Construção Civil) manteve sua forte atuação ao longo do último ano, registrando um total de 22.563 atendimentos. Esses são os números dos atendimentos realizados na sede, na unidade Asa Norte e nas unidades móveis de odontologia da instituição. Para o presidente do Seconci-DF, Carlos Eugênio de Faria Franco, a atuação da instituição reforça a preocupação com o lado social do setor da construção. “Tudo isso demonstra que nosso projeto social segue firme como um parceiro das empresas construtoras na promoção da responsabilidade social dentro do ambiente laboral”, disse Carlos Eugênio. ? Atendimentos Realizados ? Ações Comunitárias e Palestras Os dados reforçam a importância do Seconci no suporte à saúde e bem-estar dos profissionais da construção civil e suas famílias, garantindo acesso a serviços essenciais e iniciativas educativas ao longo do ano. A gerente de odontologia da instituição, Mára Lúcia Campos, conta que “É muito satisfatório ver que todos os pacientes da odontologia do Seconci-DF se sentem recompensados e acolhidos pelos nossos profissionais. Isso é valorização do trabalhador e promoção da responsabilidade social por meio dessa parceria Seconci/empresa”, disse ela. A gerente geral do Seconci-DF, Geórgia Grace Bernardes, complementa dizendo que “para além da concretude e expressão de nossos números de atendimentos e serviços, realiza-nos enormemente: 1) termos a transparência e a consciência de aplicarmos com muita responsabilidade os recursos advindos das empresas que se encontram em conformidade legal com a CCT; e 2) sentirmos confiantes de que nossa missão social está sendo bem cumprida quando recebemos inúmeras avaliações preciosas dos trabalhadores da construção, justificando nossa razão de ser”, comentou Geórgia. O acesso a um atendimento de qualidade e, de graça, é recompensado pelo carinho e pela autoestima dos trabalhadores que são atendidos pela equipe odontológica. O carpinteiro Admilson Monteiro, Supera Engenharia, conta que “”É muito saber que as pessoas aqui (no Seconci) gostam da gente e que o atendimento é muito bom. Eu só tenho a agradecer o atendimento e o tratamento que tive que foi excelente”, disse ele. Leia mais: Seconci-DF: Segurança do Trabalho alcança números expressivos em 2024 Mais de 80 mil atendimentos médicos na construção do DF Psicossocial: mais de 17 mil trabalhadores sensibilizados em 2024

Atendimento psicossocial e sensibilização de trabalhadores

Empresas da construção civil investem em atendimento psicossocial para trabalhadores Comunicação Seconci-DF As empresas que são parceiras do Seconci-DF disponibilizam aos seus trabalhadores suporte psicossocial com atendimento especializado em assistência social e psicologia. Essa parceria tem por objetivo a promoção da saúde mental no setor da construção. O serviço disponibiliza atendimentos individualizado, palestras de sensibilização com temas diversos e encaminhamentos.  De acordo com a assistente social do Seconci-DF, Roseane dos Santos, o atendimento social desempenha um papel essencial no acolhimento e na orientação dos trabalhadores, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida dentro e fora dos canteiros de obras. “Nosso papel é apoiar os trabalhadores em suas dificuldades, orientando sobre direitos, promovendo inclusão e contribuindo para um ambiente de trabalho mais saudável e respeitoso”, conta Roseane.  Além disso, a psicóloga do Seconci-DF, Flávia Ferraiolo, destaca a importância do suporte emocional para os trabalhadores da construção civil. “Nosso trabalho busca fortalecer a saúde mental e auxiliar no enfrentamento dos desafios diários, proporcionando um ambiente mais equilibrado e saudável para todos”, afirma.  O serviço psicossocial inclui atendimento individualizado, terapia em grupo, suporte médico e psicológico nos canteiros de obras, além de uma rede de apoio para encaminhamentos quando necessário, por meio do Seconci Presente – projeto que realiza uma triagem dos trabalhadores dentro dos canteiros de obras. Essas ações reforçam o compromisso do setor com o bem-estar de seus profissionais, promovendo um ambiente laboral mais humano e acolhedor. Se você, sua empresa ou seu colaborador precisa de algum atendimento psicossocial, entre em contato com o Seconci-DF pelo telefone (61) 3399-1888 Ramal 211 ou pelo e-mail social@seconci-df.org.br. Além disso, mais informações podem ser disponibilizadas pelo WhatsApp (61) 98166-6969.